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    Moto G67 5G vale a pena em 2026? AMOLED 1.5K impressiona, mas há um porém

    O Motorola Moto G67 5G chegou ao mercado brasileiro com uma proposta curiosa. De um lado, temos uma tela que parece pertencer a aparelhos bem mais caros: painel Extreme AMOLED, resolução 1.5K e taxa de atualização de 120 Hz. Do outro, a Motorola manteve apenas 4 GB de memória RAM física.

    O aparelho ainda traz câmera principal Sony LYTIA 600 de 50 MP, bateria de 5.200 mAh, conexão 5G, NFC, expansão por cartão microSD e Android 16.

    Com preços encontrados na própria Motorola próximos de R$ 1.400 na versão de 128 GB e R$ 1.600 na configuração de 256 GB, surge a pergunta: o Moto G67 5G vale a pena em 2026?

    Análise BaratoTech: este review considera ficha técnica oficial, posicionamento de mercado e custo-benefício, sem afirmar testes práticos que não foram realizados.

    Moto G67 5G: ficha técnica

    Característica Moto G67 5G
    Tela 6,8″ Extreme AMOLED 1.5K, 120 Hz
    Resolução 1220 x 2712 pixels
    Processador MediaTek Dimensity 6300
    GPU Mali-G57 MC2
    Memória RAM 4 GB físicos + até 8 GB RAM Boost
    Armazenamento 128 GB ou 256 GB
    Cartão de memória microSD de até 2 TB
    Câmera principal 50 MP Sony LYTIA 600
    Ultra-wide 8 MP
    Câmera frontal 32 MP
    Bateria 5.200 mAh
    Carregamento até 30 W com TurboPower 33
    Proteção IP64 + MIL-STD-810H + Gorilla Glass 7i
    Conectividade 5G, NFC, Bluetooth 5.4, Wi-Fi 5 e eSIM
    Sistema Android 16
    Peso 182 g

    A tela é o grande destaque do Moto G67

    É difícil começar a análise por outro componente.

    O Moto G67 utiliza uma tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas com resolução 1.5K Super HD e atualização de até 120 Hz.

    É um conjunto bastante acima do que normalmente esperamos encontrar nos modelos mais baratos da família Moto G.

    A tecnologia AMOLED entrega preto profundo, contraste elevado e cores mais intensas do que os painéis LCD ainda utilizados em alguns concorrentes.

    A resolução 1.5K também é superior ao tradicional Full HD+, deixando textos, fotos e vídeos mais definidos.

    Os 120 Hz completam a experiência oferecendo maior fluidez em animações, redes sociais, navegação pelo sistema e jogos compatíveis.

    A Motorola anuncia pico de brilho de até 5.000 nits em condições específicas. Isso não significa que a tela permanecerá constantemente nesse nível, mas mostra que o painel tem capacidade para aumentar bastante o brilho quando necessário.

    Há ainda proteção Gorilla Glass 7i e leitor de impressão digital integrado à tela.

    Para quem prioriza tela, esse é provavelmente o maior argumento para escolher o Moto G67.

    Dimensity 6300 entrega desempenho suficiente?

    O processador é o MediaTek Dimensity 6300, chip octa-core com suporte ao 5G.

    Ele é adequado para tarefas como WhatsApp, Instagram, TikTok, YouTube, navegador, streaming, aplicativos bancários e jogos menos exigentes.

    Porém, o Moto G67 não deve ser comprado esperando desempenho de um intermediário premium.

    Em jogos mais pesados, será necessário aceitar redução de qualidade gráfica em alguns títulos para manter uma experiência mais estável.

    O processador também fica abaixo de opções mais potentes presentes em modelos superiores da própria Motorola.

    4 GB de RAM física é o principal ponto de atenção

    A Motorola anuncia até 12 GB de RAM, mas é muito importante entender esse número.

    O Moto G67 vendido oficialmente possui 4 GB de memória RAM física. Os outros 8 GB são fornecidos pelo recurso RAM Boost, que utiliza parte do armazenamento interno como memória virtual.

    RAM virtual não possui o mesmo desempenho da memória RAM física.

    Para uso básico, os 4 GB ainda conseguem atender. Entretanto, em 2026, essa quantidade já é limitada para quem costuma manter muitos aplicativos abertos, alternar constantemente entre apps ou pretende permanecer vários anos com o mesmo smartphone.

    Esse é provavelmente o maior ponto fraco do Moto G67.

    128 GB ou 256 GB?

    O aparelho é oferecido com 128 GB ou 256 GB de armazenamento.

    Entre as duas versões, a de 256 GB é a mais interessante se a diferença de preço não for muito grande.

    Há também suporte para cartão microSD de até 2 TB, diferencial importante para quem guarda muitas fotos, vídeos ou arquivos.

    Isso ajuda a compensar uma tendência do mercado: diversos aparelhos mais caros já abandonaram completamente a expansão por cartão.

    Câmera Sony LYTIA 600 de 50 MP

    Câmera Sony LYTIA 600 de 50 MP do Moto G67 5G

    A câmera principal utiliza o sensor Sony LYTIA 600 de 50 MP.

    É um sensor interessante para a categoria e utiliza tecnologia de agrupamento de pixels para melhorar a captação de luz.

    Em boas condições de iluminação, a expectativa é de fotos com bom nível de detalhes, cores agradáveis e alcance dinâmico competente para um intermediário.

    À noite, o Night Vision e o processamento computacional ajudam a melhorar os registros.

    É importante, porém, não confundir resolução com qualidade absoluta. Ter 50 MP não significa automaticamente superar todos os celulares com números menores ou maiores.

    A ultrawide de 8 MP é útil

    A segunda câmera possui 8 MP e lente ultra-wide com campo de visão de aproximadamente 120 graus.

    Ela permite fotografar paisagens, grupos de pessoas e ambientes onde seria difícil se afastar o suficiente para enquadrar tudo.

    A resolução é mais modesta que a câmera principal e, principalmente durante a noite, a diferença de qualidade tende a ficar mais perceptível.

    Ainda assim, é muito mais útil do que adicionar sensores de 2 MP apenas para aumentar o número de câmeras na traseira.

    Selfies de 32 MP e gravação de vídeo

    Na frente, o Moto G67 possui uma câmera de 32 MP.

    É uma resolução acima da média para sua faixa de preço e deve atender bem chamadas de vídeo, redes sociais e selfies.

    Segundo a ficha técnica brasileira da Motorola, a câmera traseira consegue gravar em até 4K a 30 quadros por segundo, enquanto também existe opção Full HD a 60 fps.

    A câmera frontal permite gravação em até 2K a 30 fps.

    Para quem grava bastante conteúdo para redes sociais, esse conjunto é um diferencial importante.

    Bateria de 5.200 mAh

    A bateria possui 5.200 mAh, capacidade ligeiramente superior aos tradicionais 5.000 mAh encontrados em grande parte dos intermediários.

    A Motorola anuncia autonomia de até 37 horas em seu cenário de testes, mas a duração real varia de acordo com brilho da tela, sinal de rede, câmera, jogos, GPS e aplicativos utilizados.

    Para uso cotidiano moderado, a capacidade é adequada para atravessar um dia completo sem grandes preocupações.

    Carregamento poderia ser mais rápido

    O Moto G67 utiliza a solução TurboPower 33.

    A documentação técnica da Motorola informa potência máxima próxima de 30 W no aparelho.

    Não é um carregamento ruim, mas também não impressiona em 2026.

    Concorrentes de algumas marcas já trabalham com 45 W, 67 W ou potências ainda maiores nessa faixa de mercado.

    Portanto, a bateria é um ponto positivo; a velocidade de carregamento é apenas razoável.

    IP64 e resistência militar

    O aparelho possui certificação IP64.

    Isso oferece proteção contra poeira e respingos de água, incluindo situações como chuva leve.

    Mas existe uma diferença importante para IP67, IP68 ou IP69: o Moto G67 não foi desenvolvido para ser submerso em água.

    A Motorola também informa testes baseados no padrão MIL-STD-810H e utiliza Gorilla Glass 7i na tela.

    É um conjunto interessante de proteção física, embora modelos como o Moto G56 possuam certificações superiores contra água.

    5G, NFC, eSIM e som estéreo

    Em conectividade, o Moto G67 vem bem equipado.

    • 5G;
    • NFC para pagamentos por aproximação;
    • Bluetooth 5.4;
    • Wi-Fi de 2,4 GHz e 5 GHz;
    • eSIM;
    • Nano SIM;
    • microSD;
    • USB-C.

    O aparelho também possui alto-falantes estéreo com Dolby Atmos, característica importante para vídeos, músicas e jogos.

    Android 16 e atualizações

    O Moto G67 sai de fábrica com Android 16.

    Na página oficial de suporte, a Motorola informa atualmente o Android 17 como próxima versão do sistema para o aparelho.

    As atualizações de segurança estão previstas até janeiro de 2030, com pelo menos uma atualização de segurança a cada dois meses durante o período informado.

    A política é melhor do que a de alguns Moto G antigos, mas ainda vale acompanhar o suporte oficial para saber quantas grandes versões do Android serão disponibilizadas ao longo da vida do produto.

    Moto G67 5G: pontos positivos

    • Excelente tela Extreme AMOLED;
    • resolução 1.5K;
    • taxa de atualização de 120 Hz;
    • câmera principal Sony LYTIA 600 de 50 MP;
    • câmera frontal de 32 MP;
    • gravação de vídeo em alta resolução;
    • bateria de 5.200 mAh;
    • 5G;
    • NFC;
    • eSIM;
    • microSD de até 2 TB;
    • som estéreo com Dolby Atmos;
    • Gorilla Glass 7i;
    • Android 16 de fábrica.

    Pontos negativos

    • Apenas 4 GB de RAM física;
    • Dimensity 6300 não é indicado para jogos pesados;
    • RAM Boost não substitui RAM física;
    • proteção IP64 não permite submersão;
    • carregamento de aproximadamente 30 W poderia ser mais rápido;
    • política de grandes atualizações do Android poderia ser mais clara.

    Moto G67 ou Moto G56?

    Essa comparação é especialmente interessante porque os dois aparelhos seguem estratégias diferentes.

    O Moto G67 tem uma vantagem enorme na tela. Seu painel AMOLED 1.5K de 120 Hz é muito superior ao LCD Full HD+ utilizado no Moto G56.

    Por outro lado, o Moto G56 possui 8 GB de RAM física e certificações IP68/IP69, tornando-se uma opção mais interessante para quem prioriza multitarefa e resistência contra água.

    O Moto G56 também utiliza o Dimensity 7060.

    Portanto, não considere automaticamente o número maior do G67 como indicação de que ele é superior em todos os aspectos.

    Veja também: Moto G56 5G vale a pena em 2026?

    Moto G67 ou Moto G77?

    O Moto G77 é o concorrente mais óbvio dentro da própria Motorola.

    Ele sobe para o Dimensity 6400, oferece 8 GB de RAM física e câmera principal de 108 MP, mantendo tela AMOLED 1.5K de 120 Hz.

    Por isso, a diferença de preço entre os dois deve ser observada.

    Se o G77 estiver apenas um pouco mais caro, seus 8 GB de RAM física podem ser importantes para quem pretende ficar vários anos com o aparelho.

    Já o Moto G67 ganha força quando aparece consideravelmente mais barato.

    Preço ideal para comprar o Moto G67 5G

    O preço é o que define o custo-benefício deste aparelho.

    Preço Análise BaratoTech
    Até R$ 1.350 Excelente preço
    R$ 1.351 a R$ 1.500 Vale muito a pena
    R$ 1.501 a R$ 1.600 Bom principalmente na versão de 256 GB
    R$ 1.601 a R$ 1.750 Compare com o Moto G77
    Acima de R$ 1.750 Existem opções mais interessantes

    Na faixa de R$ 1.400 a R$ 1.500, o conjunto fica bastante competitivo, principalmente pela qualidade da tela.

    Já próximo dos R$ 1.700, os 4 GB de RAM física começam a pesar muito mais contra o aparelho.

    Para quem o Moto G67 faz sentido?

    O Moto G67 é especialmente interessante para quem usa muito o celular para assistir vídeos, navegar pelas redes sociais, consumir streaming e tirar fotos.

    A tela AMOLED 1.5K é seu maior diferencial e oferece uma experiência visual acima da média da categoria.

    Também faz sentido para quem valoriza 5G, NFC, cartão microSD e bateria grande.

    Quem deveria procurar outro celular?

    Quem joga títulos pesados, utiliza muitos aplicativos simultaneamente ou pretende manter o smartphone por muitos anos deve pensar com mais cuidado nos 4 GB de RAM física.

    Nesse cenário, modelos com 8 GB de RAM podem envelhecer melhor.

    Quem precisa de alta resistência contra água também pode encontrar opções IP68 ou IP69 mais adequadas.

    Moto G67 5G vale a pena em 2026?

    Sim, desde que esteja pelo preço certo.

    O Moto G67 5G possui uma das combinações de tela mais interessantes da sua faixa: AMOLED, resolução 1.5K e 120 Hz.

    A câmera Sony LYTIA 600 de 50 MP, a bateria de 5.200 mAh, NFC, 5G, som estéreo e expansão por microSD deixam o conjunto ainda mais completo.

    O problema está nos 4 GB de memória RAM física. Em 2026, é uma escolha bastante conservadora para um celular nessa faixa.

    Por isso, o Moto G67 fica especialmente interessante por até aproximadamente R$ 1.500. Na versão de 256 GB, pagar perto de R$ 1.600 ainda pode fazer sentido.

    Acima disso, vale comparar principalmente com o Moto G77 e outros aparelhos equipados com 8 GB de RAM física.

    Nota BaratoTech: 8,2/10.

    Perguntas frequentes sobre o Moto G67 5G

    O Moto G67 5G é bom?

    Sim. Ele se destaca principalmente pela tela AMOLED 1.5K de 120 Hz, câmera Sony de 50 MP, bateria de 5.200 mAh, 5G e NFC. O principal ponto de atenção são os 4 GB de RAM física.

    Quanto de RAM tem o Moto G67?

    O modelo brasileiro possui 4 GB de RAM física. A Motorola anuncia até 12 GB ao somar 8 GB de RAM Boost, que utiliza parte do armazenamento como memória virtual.

    O Moto G67 tem NFC?

    Sim. O aparelho possui NFC e pode ser utilizado para pagamentos por aproximação.

    O Moto G67 tem tela AMOLED?

    Sim. Ele possui tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução 1.5K e atualização de até 120 Hz.

    O Moto G67 é resistente à água?

    Ele possui proteção IP64 contra poeira e respingos. Não foi projetado para submersão.

    O Moto G67 aceita cartão de memória?

    Sim. A Motorola informa suporte para microSD de até 2 TB.

    O Moto G67 tem eSIM?

    Sim. A ficha técnica brasileira informa suporte a Nano SIM e eSIM.

    Qual o preço ideal do Moto G67?

    Na análise do BaratoTech, ele fica especialmente interessante até aproximadamente R$ 1.500. A versão de 256 GB pode continuar fazendo sentido perto dos R$ 1.600.

    Moto G67 ou Moto G77?

    O G67 é interessante quando estiver significativamente mais barato. O Moto G77 possui 8 GB de RAM física e processador Dimensity 6400, por isso merece comparação quando os preços estiverem próximos.

  • Galaxy S26 FE vale a pena em 2026? Novo Samsung é forte, mas R$ 5.499 assusta

    Galaxy S26 FE vale a pena em 2026? Novo Samsung é forte, mas R$ 5.499 assusta

    O Samsung Galaxy S26 FE chegou oficialmente ao Brasil como a opção mais acessível da família Galaxy S26. Na ficha técnica, há bastante coisa para gostar: tela AMOLED de 120 Hz, novo Exynos 2500, câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, teleobjetiva com zoom óptico de 3x, proteção IP68 e sete anos de suporte.

    O problema aparece quando olhamos para o preço. O Galaxy S26 FE parte de R$ 5.499 na versão de 128 GB, enquanto o modelo de 256 GB sobe para R$ 6.299.

    Então surge a pergunta mais importante: o Galaxy S26 FE vale a pena em 2026 ou é melhor esperar o preço cair?

    Galaxy S26 FE: ficha técnica

    Especificação Galaxy S26 FE
    Tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7″, FHD+, até 120 Hz
    Brilho Até 1.900 nits
    Processador Samsung Exynos 2500 de 3 nm
    RAM 8 GB
    Armazenamento 128 GB ou 256 GB
    Câmera principal 50 MP com OIS
    Ultrawide 12 MP
    Teleobjetiva 8 MP com OIS e zoom óptico de 3x
    Câmera frontal 12 MP
    Bateria 4.900 mAh
    Carregamento Até 45 W com fio e 15 W sem fio
    Proteção IP68 e Gorilla Glass Victus+
    Sistema Android 17 com One UI 9
    Atualizações Até 7 gerações de sistema e 7 anos de segurança
    Peso 193 g
    Espessura 7,4 mm

    Tela AMOLED de 120 Hz continua sendo um dos pontos fortes

    O Galaxy S26 FE possui uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz.

    É uma combinação muito boa para redes sociais, vídeos, streaming e jogos. Os 120 Hz deixam animações e rolagens mais fluidas, enquanto o painel AMOLED entrega preto profundo e bom contraste.

    A Samsung anuncia brilho máximo de até 1.900 nits, característica importante para melhorar a visualização do conteúdo em ambientes muito claros.

    Não é uma tela que impressiona apenas pela ficha técnica. Ela representa justamente uma das características da família Galaxy S que fazem sentido em um FE.

    Exynos 2500 é a principal evolução do Galaxy S26 FE

    A mudança mais importante em relação à geração anterior está no processador.

    O Galaxy S26 FE utiliza o Exynos 2500 de 3 nanômetros, acompanhado de 8 GB de RAM.

    Segundo a Samsung, em comparação com a geração anterior há ganhos de até 11% em CPU, 24% em GPU e 51% na NPU responsável por diversas tarefas de inteligência artificial.

    Isso indica um aparelho preparado para multitarefa, aplicativos pesados, edição de conteúdo, recursos do Galaxy AI e jogos.

    É importante, porém, não transformar números divulgados pela fabricante em um teste de desempenho. Sem benchmarks próprios do BaratoTech, a conclusão segura é que o Exynos 2500 representa uma evolução relevante no papel sobre o Exynos 2400 do S25 FE.

    8 GB de RAM são suficientes, mas 128 GB incomodam pelo preço

    O Galaxy S26 FE possui 8 GB de RAM tanto na versão de 128 GB quanto na de 256 GB.

    Para o uso cotidiano, 8 GB continuam sendo suficientes para a maioria das pessoas. O problema está mais no armazenamento da versão básica.

    Cobrar R$ 5.499 por um smartphone premium com apenas 128 GB em 2026 é difícil de defender, especialmente para quem grava muitos vídeos, instala jogos grandes ou pretende ficar vários anos com o aparelho.

    A versão de 256 GB resolve melhor essa questão, mas seu preço sugerido de R$ 6.299 coloca o Galaxy S26 FE em uma faixa ainda mais complicada.

    Câmeras: teleobjetiva de 3x é um diferencial importante

    Câmeras do Galaxy S26 FE com sensor de 50 MP e zoom óptico de 3x

    O conjunto traseiro possui três câmeras:

    • 50 MP principal com estabilização óptica;
    • 12 MP ultrawide;
    • 8 MP teleobjetiva com OIS e zoom óptico de 3x.

    A câmera frontal possui 12 MP.

    A presença da teleobjetiva é especialmente relevante. Muitos intermediários e intermediários premium dependem exclusivamente do zoom digital, enquanto o S26 FE possui uma câmera dedicada para aproximação óptica.

    Isso torna o aparelho mais versátil para retratos, viagens, shows e situações nas quais não é possível chegar fisicamente perto do objeto fotografado.

    A câmera principal também possui OIS, recurso importante para ajudar a reduzir tremidos em fotos e vídeos.

    Por outro lado, quem já possui um Galaxy S25 FE deve prestar bastante atenção: as resoluções e a configuração básica das câmeras permanecem praticamente iguais.

    O S25 FE também possui principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP, teleobjetiva de 8 MP com zoom óptico de 3x e frontal de 12 MP.

    A Samsung aposta mais no novo processamento de imagem, ProVisual Engine, Nightography e recursos de inteligência artificial do que em uma troca completa do hardware fotográfico.

    Bateria de 4.900 mAh: suficiente, mas não impressiona em 2026

    A bateria possui 4.900 mAh.

    A Samsung anuncia reprodução de vídeo de até 29 horas, mas autonomia real varia bastante conforme sinal de rede, brilho, câmeras, jogos e aplicativos utilizados.

    O carregamento com fio chega a 45 W. Também há carregamento sem fio de 15 W e Wireless PowerShare.

    Segundo a Samsung, com um adaptador compatível de 45 W é possível recuperar cerca de 65% da bateria em aproximadamente 30 minutos.

    Um detalhe interessante é que a Samsung informa que o aparelho brasileiro acompanha adaptador de 25 W na caixa. Para utilizar os 45 W máximos, é necessário um carregador compatível mais potente.

    A bateria não é ruim, mas também não é um grande avanço. O próprio Galaxy S25 FE já utilizava 4.900 mAh e carregamento de 45 W.

    One UI 9, Galaxy AI e sete anos de atualizações

    O Galaxy S26 FE chega com Android 17 e One UI 9.

    Entre os recursos estão Galaxy AI, Now Brief, Now Nudge, Circule para Pesquisar, ferramentas de edição de imagem e recursos de inteligência artificial integrados ao sistema.

    Um dos maiores pontos positivos está na longevidade.

    A Samsung promete sete gerações de atualizações do sistema operacional e sete anos de atualizações de segurança.

    Para quem pretende permanecer vários anos com o mesmo smartphone, esse suporte prolongado pesa bastante na decisão de compra.

    Construção premium e proteção IP68

    O Galaxy S26 FE possui apenas 7,4 mm de espessura e pesa 193 gramas.

    A construção utiliza moldura em liga de alumínio e Gorilla Glass Victus+ na parte frontal e traseira.

    Também existe certificação IP68 contra água e poeira dentro das condições especificadas pela fabricante.

    É um conjunto condizente com a proposta premium do aparelho e superior ao encontrado em boa parte dos intermediários tradicionais.

    Recursos extras

    O Galaxy S26 FE também traz recursos que ajudam a diferenciá-lo de aparelhos mais baratos:

    • 5G;
    • NFC;
    • eSIM;
    • Wi-Fi 6E;
    • Bluetooth;
    • som estéreo;
    • Samsung DeX;
    • carregamento sem fio;
    • Wireless PowerShare;
    • Galaxy AI.

    O Samsung DeX merece atenção especial para quem usa o celular para produtividade, já que permite uma interface semelhante à de desktop quando conectado a uma tela compatível.

    Galaxy S26 FE é bom para jogos?

    O Exynos 2500 e a tela AMOLED de 120 Hz fazem do Galaxy S26 FE um aparelho com ficha forte para jogos.

    O novo chip também traz ganho de GPU divulgado pela Samsung em relação ao modelo anterior.

    Entretanto, quem compra um celular principalmente para jogar deve comparar o S26 FE com aparelhos focados especificamente em desempenho antes da compra.

    O Galaxy S26 FE tenta entregar um pacote equilibrado de desempenho, câmeras, construção, software e longevidade, e não apenas o maior desempenho bruto possível pelo dinheiro.

    Galaxy S26 FE ou Galaxy S25 FE?

    Esta é uma das comparações mais importantes.

    O S26 FE traz um processador mais novo e potente, One UI 9 de fábrica e melhorias de processamento e inteligência artificial.

    Por outro lado, vários componentes permanecem muito próximos:

    • tela de 6,7 polegadas e 120 Hz;
    • 8 GB de RAM;
    • câmera principal de 50 MP;
    • ultrawide de 12 MP;
    • teleobjetiva de 8 MP com zoom 3x;
    • frontal de 12 MP;
    • bateria de 4.900 mAh;
    • carregamento de 45 W.

    Por isso, quem já possui um Galaxy S25 FE não encontra no S26 FE uma transformação completa da experiência.

    Para quem está comprando do zero, a decisão deve depender principalmente da diferença de preço entre os dois.

    Concorrentes do Galaxy S26 FE

    No preço oficial, o principal problema do Galaxy S26 FE não está necessariamente no aparelho, mas nas alternativas que passam a aparecer ao redor dele.

    Modelos Galaxy S de gerações anteriores frequentemente entram em promoções e podem oferecer hardware de categoria superior por valores próximos. Também vale comparar com o review do Galaxy S26 Ultra quando a diferença de preço cair em promoções.

    Dentro da própria Samsung, o Galaxy A57 também custa bem menos e atende quem não precisa de recursos como teleobjetiva, DeX e carregamento sem fio. Para essa faixa, o comparativo Galaxy A37 vs Galaxy A57 ajuda a entender melhor a diferença entre intermediários antes de subir para um FE.

    Por isso, quanto mais próximo dos R$ 5.500 o S26 FE estiver, mais importante será comparar preços antes de comprar.

    Pontos positivos

    • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 120 Hz;
    • Exynos 2500 de 3 nm;
    • câmera principal de 50 MP com OIS;
    • teleobjetiva com zoom óptico de 3x;
    • gravação em até 8K;
    • IP68;
    • Gorilla Glass Victus+;
    • carregamento sem fio;
    • Samsung DeX;
    • Galaxy AI;
    • sete gerações de Android;
    • sete anos de atualizações de segurança.

    Pontos negativos

    • Preço de lançamento muito alto;
    • 128 GB na versão de R$ 5.499;
    • apenas 8 GB de RAM em ambas as versões;
    • bateria de 4.900 mAh não evoluiu em relação ao S25 FE;
    • conjunto de câmeras é muito parecido com o antecessor;
    • carregador de 45 W necessário para aproveitar a potência máxima.

    Qual é o preço ideal do Galaxy S26 FE?

    O preço ideal abaixo é uma análise editorial do BaratoTech considerando ficha técnica, posicionamento, geração anterior e concorrência. Não se trata de preço oficial ou garantia de promoção.

    Preço do Galaxy S26 FE 128 GB Avaliação
    Até R$ 4.000 Excelente oportunidade
    R$ 4.000 a R$ 4.500 Bom negócio para quem quer Samsung
    R$ 4.500 a R$ 5.000 Vale comparar antes de comprar
    Acima de R$ 5.000 Esperaria uma promoção

    No preço sugerido de R$ 5.499, o Galaxy S26 FE é difícil de recomendar imediatamente.

    A tendência histórica da linha FE é ficar mais interessante depois que promoções começam a aparecer, e é justamente nesse cenário que o S26 FE pode se transformar em uma compra muito mais atraente.

    Galaxy S26 FE vale a pena em 2026?

    O Galaxy S26 FE é um bom celular, mas eu esperaria o preço cair.

    Ele possui características que realmente o colocam acima dos intermediários comuns: excelente tela, câmera com zoom óptico, OIS, IP68, carregamento sem fio, DeX, construção premium e um dos melhores compromissos de atualização disponíveis no Android.

    O Exynos 2500 também é uma evolução importante.

    O problema é que a versão de entrada custa R$ 5.499 e oferece apenas 128 GB de armazenamento. A versão de 256 GB sobe para R$ 6.299.

    Além disso, câmera e bateria mudaram pouco em relação ao Galaxy S25 FE.

    Veredito BaratoTech: espere promoção. Perto dos R$ 4 mil, o Galaxy S26 FE passa a ser uma opção muito mais convincente. No preço oficial de lançamento, existem comparações que precisam ser feitas antes da compra.

    Perguntas frequentes sobre o Galaxy S26 FE

    O Galaxy S26 FE tem 5G?

    Sim. O Galaxy S26 FE possui suporte a redes 5G.

    O Galaxy S26 FE tem NFC?

    Sim. O aparelho possui NFC e pode ser utilizado para pagamentos por aproximação com serviços compatíveis.

    O Galaxy S26 FE é resistente à água?

    O aparelho possui certificação IP68 para resistência à água e poeira dentro das condições definidas pela fabricante.

    O Galaxy S26 FE tem zoom óptico?

    Sim. A câmera teleobjetiva de 8 MP oferece zoom óptico de 3x e estabilização óptica.

    O Galaxy S26 FE tem carregamento sem fio?

    Sim. O modelo possui carregamento sem fio de até 15 W e Wireless PowerShare.

    Quantos anos de atualização o Galaxy S26 FE recebe?

    A Samsung promete sete gerações de atualizações do sistema operacional e sete anos de atualizações de segurança.

    O Galaxy S26 FE vem com carregador?

    A Samsung informa para o mercado brasileiro a inclusão de um adaptador de 25 W. Para utilizar o carregamento máximo de 45 W, é necessário um adaptador compatível de maior potência.

    Galaxy S26 FE ou S25 FE: qual escolher?

    O S26 FE possui processador mais novo e software atualizado, mas vários componentes, como câmeras e bateria, permanecem muito semelhantes. Se o S25 FE estiver significativamente mais barato, ele merece ser comparado antes da compra.

  • realme 16 Pro+ vale a pena em 2026? 200 MP e 7.000 mAh por R$ 3.599

    realme 16 Pro+ vale a pena em 2026? 200 MP e 7.000 mAh por R$ 3.599

    O realme 16 Pro+ 5G chegou ao Brasil tentando ocupar um espaço complicado: custa mais do que muitos intermediários populares, mas oferece características que normalmente aparecem em celulares mais caros. Entre elas estão câmera principal de 200 MP, teleobjetiva com zoom óptico, bateria de 7.000 mAh, tela AMOLED de 144 Hz e 512 GB de armazenamento.

    A versão de 12 GB de RAM e 512 GB apareceu na loja oficial da realme por R$ 3.599 à vista, depois de ter preço sugerido de R$ 4.499. Em promoções com cupom, já foi possível encontrá-la perto de R$ 3.150.

    É justamente essa diferença de preço que determina se o realme 16 Pro+ vale a pena. Por pouco mais de R$ 3 mil, ele se torna uma opção muito agressiva. Próximo dos R$ 4 mil, porém, começa a enfrentar aparelhos de categorias superiores.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech. Você pode conhecer mais sobre nossos critérios na página Sobre.

    realme 16 Pro+ vale a pena?

    Sim, principalmente se aparecer entre R$ 3.100 e R$ 3.500. Nessa faixa, o realme 16 Pro+ reúne uma combinação difícil de encontrar: 512 GB, 12 GB de RAM LPDDR5X, Snapdragon 7 Gen 4, AMOLED de 144 Hz, bateria de 7.000 mAh e um conjunto de câmeras mais ambicioso do que o padrão dos intermediários.

    O destaque não é simplesmente ter uma câmera de 200 MP. O aparelho também traz estabilização óptica na câmera principal e uma câmera telefoto dedicada de 50 MP com OIS e zoom óptico de 3,5x.

    Por outro lado, não é um celular perfeito. O Snapdragon 7 Gen 4 entrega bom desempenho, mas não transforma o aparelho em um topo de linha. Ele também não possui entrada para cartão microSD nem eSIM, e seu preço precisa permanecer abaixo da faixa dos smartphones premium para fazer sentido.

    Ficha técnica do realme 16 Pro+

    Característica realme 16 Pro+ 5G
    Tela AMOLED de 6,8 polegadas
    Resolução 2800 × 1280 pixels
    Taxa de atualização Até 144 Hz
    Processador Snapdragon 7 Gen 4
    GPU Adreno 722
    RAM Até 12 GB LPDDR5X
    Armazenamento Até 512 GB UFS 3.1
    Câmera principal 200 MP com OIS
    Telefoto 50 MP com OIS e zoom óptico de 3,5x
    Ultrawide 8 MP
    Câmera frontal 50 MP
    Vídeo traseiro Até 4K a 60 fps
    Bateria 7.000 mAh
    Carregamento Até 80 W
    Proteção IP66, IP68, IP69 e IP69K
    NFC Sim
    Wi-Fi Wi-Fi 6
    Bluetooth 5.4
    microSD Não
    eSIM Não
    Sistema realme UI 7.0

    Tela AMOLED de 144 Hz é um dos pontos fortes

    A tela é uma das características que ajudam a justificar o preço. São 6,8 polegadas, painel AMOLED, resolução de 2800 × 1280 pixels e taxa de atualização de até 144 Hz.

    Isso coloca o realme 16 Pro+ acima dos intermediários que ainda trabalham com 90 Hz ou 120 Hz e também oferece uma experiência mais próxima de aparelhos premium para vídeos, redes sociais e jogos compatíveis.

    A realme divulga picos muito elevados de brilho em situações específicas, mas números máximos de laboratório não devem ser confundidos com o brilho mantido durante o uso comum. Mais importante para quem está escolhendo um celular é o conjunto: AMOLED, alta resolução, 144 Hz e suporte a HDR.

    O painel também utiliza Gorilla Glass 7i e leitor de impressão digital integrado à tela.

    Snapdragon 7 Gen 4: rápido, mas não é um Snapdragon 8

    O Snapdragon 7 Gen 4 é um processador de categoria intermediária avançada. Ele é acompanhado por memória LPDDR5X e armazenamento UFS 3.1, duas características importantes porque ajudam na velocidade para abrir aplicativos, transferir dados e trabalhar com várias tarefas.

    Na versão de 512 GB vendida oficialmente no Brasil, são 12 GB de RAM física. A fabricante também oferece expansão virtual de memória, mas RAM virtual não deve ser tratada como substituta dos 12 GB reais.

    Para WhatsApp, Instagram, TikTok, navegação, streaming, edição casual de fotos e praticamente qualquer aplicativo comum, sobra desempenho.

    Jogos também fazem parte da proposta, principalmente aproveitando a tela de alta taxa de atualização. Ainda assim, quem busca exclusivamente o máximo de FPS e gráficos no limite deve comparar o preço com celulares equipados com processadores da família Snapdragon 8 ou chips equivalentes.

    Câmera de 200 MP é boa?

    O número chama atenção, mas 200 MP sozinho não determina a qualidade de uma câmera.

    No realme 16 Pro+, a parte realmente interessante é o conjunto. A câmera principal de 200 MP utiliza estabilização óptica de imagem e é acompanhada por uma telefoto de 50 MP também com OIS e zoom óptico de 3,5x.

    É uma configuração mais versátil do que a encontrada em muitos intermediários, que frequentemente usam uma câmera principal razoável e completam o módulo traseiro com sensores pouco úteis.

    A teleobjetiva dedicada pode ser particularmente interessante para retratos, shows, viagens e fotos em que não é possível se aproximar fisicamente do objeto.

    A câmera principal também consegue gravar em até 4K a 60 fps.

    E a câmera ultrawide?

    A ultrawide de 8 MP é justamente o ponto menos impressionante do conjunto. Para um aparelho que aposta tanto em fotografia, uma ultrawide com resolução maior deixaria o sistema mais equilibrado.

    Não significa que ela seja inútil, mas existe uma diferença clara de prioridade entre a principal e a telefoto de um lado e a ultrawide do outro.

    Selfie de 50 MP

    Na frente, são 50 MP. Além da resolução elevada para fotos, a câmera frontal também oferece gravação de vídeo em até 4K a 60 fps.

    Para quem grava bastante conteúdo para TikTok, Instagram ou chamadas de vídeo, é uma especificação que merece atenção.

    Bateria de 7.000 mAh muda o jogo

    Enquanto muitos celulares continuam próximos dos 5.000 mAh, o realme 16 Pro+ sobe para 7.000 mAh.

    É uma capacidade consideravelmente maior e provavelmente será uma das principais razões para escolher o aparelho, especialmente para quem passa muito tempo longe da tomada.

    A autonomia real sempre depende de brilho, sinal de rede, jogos, câmeras e aplicativos utilizados, portanto não seria correto prometer uma quantidade específica de horas sem um teste controlado.

    Mas, olhando apenas para a capacidade e para o conjunto de hardware, existe uma margem bastante interessante para autonomia.

    Carregamento de 80 W

    A bateria grande é acompanhada por carregamento rápido de até 80 W, evitando que o aumento de capacidade transforme o tempo na tomada em uma grande desvantagem.

    Outro ponto positivo para o consumidor brasileiro é que a própria ficha oficial informa carregador incluído na caixa, além de cabo USB e capa protetora.

    IP69K é um diferencial incomum

    O realme 16 Pro+ possui certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K.

    Isso representa uma proteção contra água e poeira acima do que normalmente encontramos em celulares intermediários.

    Mesmo assim, resistência à água não significa que seja uma boa ideia mergulhar o aparelho propositalmente ou utilizá-lo sem cuidado. A própria fabricante alerta que essa resistência pode diminuir com o uso e que danos causados por líquidos não necessariamente são cobertos pela garantia.

    512 GB sem cartão de memória

    A versão mais interessante do realme 16 Pro+ no Brasil traz 512 GB de armazenamento, uma capacidade excelente para quem grava muitos vídeos, instala jogos grandes ou pretende permanecer vários anos com o mesmo aparelho.

    Existe, porém, uma limitação: não há suporte a cartão microSD.

    Com 512 GB isso deve ser irrelevante para grande parte dos compradores, mas é importante saber antes da compra.

    O aparelho também não possui eSIM. Em compensação, oferece Dual SIM físico, 5G, NFC para pagamentos por aproximação, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e controle remoto infravermelho.

    realme UI 7.0 e recursos de IA

    O celular utiliza a realme UI 7.0 e inclui diferentes recursos baseados em inteligência artificial, além de integração com ferramentas do Google, incluindo Gemini.

    Há funções para edição de imagens, enquadramento, produtividade e integração entre dispositivos.

    Para a decisão de compra, porém, esses recursos deveriam ser tratados como complemento. Tela, câmeras, processador, bateria e política de preço são fatores muito mais importantes do que uma lista de funções de IA que pode mudar ao longo do tempo.

    O que o realme 16 Pro+ tem de bom?

    • Tela AMOLED grande com resolução alta e até 144 Hz;
    • 12 GB de RAM LPDDR5X na versão de 512 GB;
    • Armazenamento UFS 3.1;
    • 512 GB de espaço interno;
    • Snapdragon 7 Gen 4;
    • Câmera principal de 200 MP com OIS;
    • Telefoto de 50 MP com OIS e zoom óptico de 3,5x;
    • Vídeos em 4K a 60 fps;
    • Câmera frontal de 50 MP;
    • Bateria enorme de 7.000 mAh;
    • Carregamento rápido de 80 W;
    • Carregador e capa na caixa;
    • NFC e 5G;
    • Proteções IP66, IP68, IP69 e IP69K.

    O que poderia ser melhor?

    • Preço cheio de R$ 4.499 é alto;
    • Snapdragon 7 Gen 4 não entrega desempenho de verdadeiro topo de linha;
    • Câmera ultrawide de apenas 8 MP destoa do restante do conjunto;
    • Não possui cartão microSD;
    • Não possui eSIM;
    • A marca ainda tem presença menor no Brasil que Samsung e Motorola.

    Preço ideal para comprar o realme 16 Pro+

    realme 16 Pro+ e análise do preço ideal para comprar

    O preço muda completamente a recomendação deste aparelho.

    Preço Veredito BaratoTech
    Até R$ 3.200 Excelente compra
    R$ 3.200 a R$ 3.500 Vale muito a pena
    R$ 3.500 a R$ 3.700 Vale a pena, principalmente por câmera e bateria
    R$ 3.700 a R$ 4.000 Compare antes com modelos premium em promoção
    Acima de R$ 4.000 Perde boa parte do custo-benefício

    Por aproximadamente R$ 3.599, que foi o preço à vista observado na loja oficial, ele ainda é competitivo, principalmente para quem valoriza bateria, câmera telefoto e muito armazenamento.

    Se surgir novamente perto dos R$ 3.150, o negócio fica consideravelmente mais interessante.

    Para quem o realme 16 Pro+ faz sentido?

    É especialmente interessante para quem:

    • quer 512 GB sem pagar preço de topo de linha tradicional;
    • valoriza bastante autonomia;
    • usa zoom e modo retrato com frequência;
    • grava vídeos para redes sociais;
    • quer tela AMOLED rápida;
    • procura um aparelho diferente de Samsung e Motorola;
    • não faz questão de cartão microSD ou eSIM.

    Já quem prioriza desempenho máximo em jogos deve pesquisar smartphones com processadores mais fortes antes de decidir.

    Veredito: realme 16 Pro+ vale a pena em 2026?

    O realme 16 Pro+ é um dos intermediários premium mais interessantes quando custa entre R$ 3.100 e R$ 3.500.

    Ele acerta justamente em características caras de entregar: uma bateria enorme de 7.000 mAh, 512 GB de armazenamento rápido, 12 GB de RAM LPDDR5X, AMOLED de 144 Hz e, principalmente, uma câmera telefoto dedicada acompanhando o sensor principal de 200 MP.

    O Snapdragon 7 Gen 4 é competente, mas também ajuda a colocar os pés no chão: este não é um topo de linha disfarçado. Quem encontrar celulares premium com chips mais fortes na mesma faixa precisa comparar.

    A R$ 4.499, preço original anunciado, eu não compraria sem pesquisar bastante os concorrentes. A R$ 3.599, já começa a fazer sentido. Perto dos R$ 3.150, vira uma oferta realmente difícil de ignorar para quem prioriza câmera, armazenamento e bateria.

    Perguntas frequentes

    O realme 16 Pro+ é bom?

    Sim. Ele combina Snapdragon 7 Gen 4, tela AMOLED de 144 Hz, 12 GB de RAM, 512 GB, câmera principal de 200 MP com OIS, telefoto de 50 MP e bateria de 7.000 mAh. Seu custo-benefício depende principalmente do preço.

    O realme 16 Pro+ tem NFC?

    Sim. A versão brasileira possui NFC e pode ser utilizada para pagamentos por aproximação em aplicativos compatíveis.

    O realme 16 Pro+ grava em 4K?

    Sim. As câmeras permitem gravação de vídeo em até 4K a 60 quadros por segundo em configurações compatíveis.

    O realme 16 Pro+ tem cartão de memória?

    Não. O aparelho não aceita cartão microSD. A versão brasileira analisada, porém, oferece 512 GB de armazenamento interno.

    O realme 16 Pro+ tem eSIM?

    Não. A ficha técnica oficial informa suporte a dois cartões Nano-SIM físicos, mas não a eSIM.

    Quanto de bateria tem o realme 16 Pro+?

    São 7.000 mAh de capacidade típica, com carregamento rápido de até 80 W.

    Qual é o preço ideal do realme 16 Pro+?

    Abaixo de R$ 3.500 ele fica bastante competitivo. Até aproximadamente R$ 3.200, a relação entre hardware e preço é excelente. Acima dos R$ 4.000, vale comparar com aparelhos premium em promoção antes de comprar.

  • Motorola Edge 70 vale a pena em 2026? Review do intermediário premium que despencou de preço

    Motorola Edge 70 vale a pena em 2026? Review do intermediário premium que despencou de preço

    O Motorola Edge 70 chegou ao Brasil com preço alto e uma proposta um pouco difícil de justificar: ser um celular extremamente fino, bonito e resistente, mas ainda equipado com hardware de intermediário premium. Meses depois, porém, a história mudou completamente.

    Com o preço caindo para a faixa dos intermediários mais disputados, o Edge 70 começa a fazer muito mais sentido. Ele combina tela AMOLED de alta resolução, Snapdragon 7 Gen 4, câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, carregamento rápido de 68 W, carregamento sem fio e resistência IP68/IP69.

    Atualizado em 5 de outubro de 2026.

    O BaratoTech não realizou um teste de laboratório próprio deste aparelho. Esta análise cruza a ficha técnica oficial, posicionamento de preço e resultados divulgados em testes independentes para avaliar seu custo-benefício.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Motorola Edge 70: ficha técnica

    Característica Motorola Edge 70
    Tela Extreme AMOLED de 6,7 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz
    Processador Snapdragon 7 Gen 4
    GPU Adreno 722
    Memória 8 GB de RAM física na versão de 256 GB
    Armazenamento 256 GB
    Câmera principal 50 MP com estabilização óptica
    Câmera ultrawide 50 MP
    Câmera frontal 50 MP
    Vídeo Até 4K
    Bateria 4.800 mAh, silício-carbono
    Carregamento TurboPower de 68 W
    Carregamento sem fio Até 15 W
    Proteção IP68 e IP69, Gorilla Glass 7i
    Espessura 5,99 mm
    Peso 159 g
    Sistema Android 16
    Atualizações Quatro upgrades de Android e segurança até julho de 2031

    O Edge 70 é um intermediário com construção de celular premium

    O primeiro diferencial aparece antes mesmo de ligar a tela. Com apenas 5,99 mm de espessura e cerca de 159 gramas, o Edge 70 é muito mais fino e leve que a maioria dos celulares intermediários.

    E a Motorola não sacrificou completamente a resistência para chegar a esse tamanho. O aparelho utiliza estrutura de alumínio, proteção Gorilla Glass 7i e certificações IP68 e IP69 contra água e poeira.

    É uma combinação interessante porque celulares ultrafinos normalmente levantam dúvidas justamente sobre bateria e resistência. No Edge 70, a construção é um dos principais argumentos de compra.

    A tela AMOLED 1,5K de 120 Hz é um dos grandes destaques

    A tela Extreme AMOLED de 6,7 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de atualização de até 120 Hz.

    É uma configuração acima do básico encontrado em muitos intermediários. A resolução mais alta ajuda principalmente em textos, fotos, vídeos e jogos, enquanto os 120 Hz deixam animações e rolagens mais fluidas.

    A Motorola informa ainda brilho máximo de até 4.500 nits em condições específicas e calibração de cores Pantone Validated.

    Na prática, quem usa bastante YouTube, streaming, redes sociais ou jogos provavelmente encontrará na tela um dos melhores motivos para escolher o Edge 70.

    Snapdragon 7 Gen 4: desempenho é realmente bom?

    O Snapdragon 7 Gen 4 coloca o Edge 70 no grupo dos intermediários premium. Ele não pretende competir diretamente com os Snapdragon 8 dos celulares topo de linha, mas existe bastante potência para o uso cotidiano.

    Redes sociais, navegador, câmera, aplicativos bancários, edição de imagens e multitarefa não representam um desafio importante para esse conjunto.

    Testes independentes também indicam bom comportamento em jogos mais exigentes, embora seja natural esperar aquecimento e necessidade de reduzir alguns ajustes gráficos nos títulos mais pesados.

    Portanto, quem procura um celular para jogar não precisa descartar o Edge 70. Só não faria sentido comprá-lo esperando desempenho de um verdadeiro smartphone gamer ou de um flagship.

    8 GB de RAM é suficiente?

    ilustrando os 8 gb de ram

    A versão de 256 GB utiliza 8 GB de RAM física e pode recorrer ao RAM Boost, que utiliza parte do armazenamento como memória virtual.

    A Motorola divulga números maiores somando memória física e RAM Boost, mas é importante não confundir as duas coisas: memória virtual não transforma o aparelho em um celular com 24 GB de RAM física.

    Para o público desse aparelho, 8 GB ainda são suficientes para Android, redes sociais, jogos e multitarefa. Entretanto, quem pretende manter o smartphone por muitos anos pode considerar a versão com mais RAM física caso a diferença de preço seja pequena.

    Câmeras de 50 MP são boas?

    A Motorola colocou um sensor principal de 50 MP com estabilização óptica, uma câmera ultrawide de 50 MP e câmera frontal também de 50 MP.

    É um conjunto bastante interessante para um intermediário e permite gravação em 4K.

    A estabilização óptica na câmera principal é especialmente importante para fotos noturnas e gravações, enquanto a ultrawide de alta resolução evita aquela economia comum em celulares intermediários que utilizam sensores secundários muito simples.

    Testes independentes do aparelho encontraram bom alcance dinâmico, detalhes e reprodução de cores usando o perfil mais natural da câmera.

    Mas está faltando uma câmera

    O Edge 70 não possui câmera teleobjetiva dedicada.

    Esse é provavelmente o principal corte do conjunto fotográfico. Para fotos comuns, selfies, paisagens e vídeos, o aparelho está muito bem equipado. Para quem utiliza bastante zoom, existem concorrentes mais interessantes.

    Bateria de 4.800 mAh é pequena?

    O número de 4.800 mAh pode parecer modesto perto dos intermediários com 5.000, 6.000 ou até 7.000 mAh que estão aparecendo em 2026.

    Mas existe uma razão para isso: o Edge 70 tem apenas 5,99 mm de espessura. A Motorola utiliza tecnologia de silício-carbono justamente para colocar mais capacidade em um corpo muito fino.

    Em teste independente com redes sociais, mensagens, câmera e Wi-Fi, o aparelho conseguiu passar de um dia de utilização moderada. Em uso intenso com 5G, brilho elevado e bastante câmera, a autonomia cai consideravelmente.

    Então não considero a bateria um defeito grave, mas também não compraria o Edge 70 se a prioridade absoluta fosse passar dois dias longe da tomada.

    Carregamento de 68 W faz diferença

    A recarga TurboPower de 68 W ajuda a compensar a capacidade de bateria menor que a de alguns rivais.

    Outro diferencial muito interessante é o carregamento sem fio de até 15 W, recurso que ainda não é comum entre celulares intermediários.

    Para quem utiliza carregadores wireless na mesa, carro ou criado-mudo, é uma vantagem que normalmente aparece apenas em aparelhos mais caros.

    Atualizações melhoraram bastante

    A Motorola promete quatro upgrades de versão do Android para o Edge 70 e atualizações de segurança até julho de 2031.

    Isso torna o aparelho consideravelmente mais interessante para quem pretende passar vários anos com o mesmo celular.

    A política ainda deve ser comparada com cada concorrente no momento da compra, mas já não existe aquele contraste tão grande que tradicionalmente prejudicava alguns Motorola frente aos Galaxy.

    O que gostei no Motorola Edge 70

    • Tela AMOLED 1,5K de 120 Hz;
    • Snapdragon 7 Gen 4 com ótimo desempenho para a categoria;
    • design extremamente fino e leve;
    • proteção IP68 e IP69;
    • Gorilla Glass 7i;
    • câmera principal de 50 MP com OIS;
    • ultrawide de 50 MP;
    • selfie de 50 MP;
    • vídeos em 4K;
    • carregamento rápido de 68 W;
    • carregamento sem fio de 15 W;
    • 256 GB de armazenamento;
    • quatro upgrades de Android prometidos.

    O que poderia ser melhor

    • Não possui câmera teleobjetiva;
    • bateria de 4.800 mAh fica abaixo de vários concorrentes atuais em capacidade;
    • 8 GB de RAM física na versão de 256 GB não impressionam;
    • não entrega desempenho de um verdadeiro topo de linha;
    • o custo-benefício depende bastante do preço encontrado.

    Atualizado em 5 de outubro de 2026: o Motorola Edge 70 de 256 GB já aparece por R$ 2.499. Com esse preço, ele entra novamente em uma faixa interessante de custo-benefício, mas há um detalhe importante: hoje existem concorrentes — inclusive dentro da própria Motorola — brigando muito perto dos R$ 2.500.

    Motorola Edge 70 por R$ 2.499 vale a pena?

    Sim, por R$ 2.499 o Motorola Edge 70 compensa, principalmente para quem valoriza um celular muito fino e leve, tela de alto nível, boa resistência, câmeras equilibradas e vários anos de atualizações.

    Mas o preço já não transforma o Edge 70 em uma compra automática. Na faixa dos R$ 2.500, o consumidor também pode encontrar aparelhos mais fortes em bateria, câmeras ou desempenho. Por isso, o perfil de uso pesa bastante na decisão.

    O que você leva por R$ 2.499?

    • Tela Extreme AMOLED de 6,7 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz;
    • Snapdragon 7 Gen 4;
    • 256 GB de armazenamento;
    • 8 GB ou 12 GB de RAM física, dependendo da versão;
    • Câmera principal de 50 MP com OIS;
    • Ultra-wide de 50 MP com função macro;
    • Câmera frontal de 50 MP;
    • Bateria de 4.800 mAh com tecnologia silício-carbono;
    • Carregamento de 68 W e carregamento sem fio de 15 W;
    • Proteção IP68 e IP69;
    • Quatro upgrades do Android e atualizações de segurança até julho de 2031.

    Atenção à memória: não considere anúncios como “24 GB de RAM” sem olhar os detalhes. Parte desse número pode ser RAM Boost, que utiliza o armazenamento interno como memória virtual. Confira quantos GB de RAM física a unidade anunciada realmente possui.

    Desempenho: Snapdragon 7 Gen 4 ainda faz sentido?

    Sim. O Snapdragon 7 Gen 4 coloca o Edge 70 em um nível forte para uso diário. Redes sociais, várias abas, câmera, edição leve, navegação, streaming e multitarefa não são problemas para o aparelho.

    Ele também consegue rodar jogos, inclusive títulos mais pesados com ajustes adequados, mas o Edge 70 não é um celular criado especificamente para quem busca o máximo de FPS pelo menor preço. Existem opções mais agressivas nesse aspecto.

    O ponto positivo é o equilíbrio: há desempenho suficiente para vários anos de uso sem transformar o aparelho em um modelo pesado ou com visual gamer.

    Câmeras continuam sendo um ponto forte

    O Edge 70 traz duas câmeras traseiras realmente úteis: uma principal de 50 MP com estabilização óptica e uma ultra-wide de 50 MP que também trabalha como macro.

    É um conjunto interessante para fotos do cotidiano, viagens, paisagens e vídeos. A câmera frontal de 50 MP também é um diferencial para quem grava bastante conteúdo.

    O principal corte continua sendo a ausência de uma teleobjetiva. Quem usa muito zoom pode encontrar opções melhores na mesma região de preço.

    Bateria de 4.800 mAh é pequena?

    No papel, os 4.800 mAh ficam abaixo de vários intermediários atuais que já ultrapassam 5.000 ou até 6.000 mAh. Porém, existe uma razão: o Edge 70 prioriza um corpo extremamente fino e leve.

    O carregamento de 68 W ajuda bastante quando é necessário recuperar bateria rapidamente, e ainda existe carregamento sem fio de 15 W, recurso pouco comum nessa faixa.

    Mesmo assim, quem coloca autonomia acima de design pode encontrar opções mais interessantes.

    Edge 70 ou Edge 60 Pro perto de R$ 2.500?

    Essa é justamente a comparação que impede o Edge 70 de ganhar uma recomendação sem ressalvas.

    O Edge 60 Pro pode aparecer praticamente pelo mesmo preço oferecendo bateria maior, carregamento mais rápido e uma câmera teleobjetiva com zoom óptico. Para quem busca a maior quantidade possível de hardware pelo dinheiro, ele pode ser a escolha mais racional.

    O Edge 70 responde com um projeto muito mais fino e leve, plataforma mais nova e uma política de atualizações mais longa. Portanto, não existe vencedor absoluto: depende da prioridade.

    Quanto vale pagar no Motorola Edge 70?

    Até R$ 2.200: excelente compra e preço para aproveitar sem pensar muito.

    De R$ 2.201 a R$ 2.400: ótimo custo-benefício.

    De R$ 2.401 a R$ 2.500: ainda compensa, principalmente se design fino, câmeras e atualizações estiverem entre suas prioridades.

    De R$ 2.501 a R$ 2.600: começa a exigir comparação com os concorrentes.

    Acima de R$ 2.600: eu esperaria uma nova promoção.

    Veredito: por R$ 2.499, agora compensa?

    Sim. O Motorola Edge 70 por R$ 2.499 é uma boa compra em 2026. A combinação de tela AMOLED 1,5K de 120 Hz, Snapdragon 7 Gen 4, câmeras de 50 MP, resistência IP68/IP69, carregamento de 68 W e longo suporte de software continua muito equilibrada.

    Mas eu não compraria apenas porque caiu para R$ 2.499. Vale conferir primeiro se a unidade tem 8 GB ou 12 GB de RAM física e comparar as promoções do dia.

    Preço ideal BaratoTech: abaixo de R$ 2.400. Por R$ 2.499, ainda recomendamos; perto ou abaixo de R$ 2.200, vira uma excelente oportunidade.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Perguntas frequentes

    Motorola Edge 70 é bom?

    Sim. O Edge 70 combina Snapdragon 7 Gen 4, tela AMOLED 1,5K de 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, resistência IP68/IP69 e carregamento de 68 W.

    Motorola Edge 70 vale a pena?

    Vale principalmente quando encontrado por até aproximadamente R$ 2.600. Perto de R$ 2.300, o custo-benefício fica ainda mais interessante.

    Motorola Edge 70 é bom para jogos?

    Sim. O Snapdragon 7 Gen 4 e a GPU Adreno 722 têm desempenho suficiente para a maioria dos jogos Android, embora títulos muito pesados possam exigir ajustes gráficos.

    Motorola Edge 70 tem câmera boa?

    O conjunto é forte para a categoria, com câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, ultrawide de 50 MP e frontal de 50 MP. O principal ponto negativo é não possuir teleobjetiva dedicada.

    Motorola Edge 70 tem carregamento sem fio?

    Sim. Além do TurboPower de 68 W por cabo, o aparelho suporta carregamento sem fio de até 15 W.

    Motorola Edge 70 é à prova d’água?

    O aparelho possui certificações IP68 e IP69 para resistência à água e poeira dentro das condições especificadas pelo fabricante. Isso não significa que seja totalmente à prova d’água em qualquer situação.

    Qual é o preço ideal do Motorola Edge 70?

    Para o BaratoTech, até R$ 2.300 é excelente; entre R$ 2.300 e R$ 2.600 continua sendo uma compra muito forte. Acima de R$ 3.000, já é importante comparar com outros intermediários premium e tops de linha em promoção.

  • Moto G15 vale a pena em 2026? Review sincero mostra quando compensa comprar

    Moto G15 vale a pena em 2026? Review sincero mostra quando compensa comprar

    O Moto G15 continua chamando atenção de quem procura um celular Motorola barato com bastante armazenamento. A versão de 256 GB pode ser encontrada abaixo dos R$ 1.000 e traz câmera de 50 MP, NFC, bateria de 5.200 mAh e tela Full HD+. Olhando apenas esses números, parece uma compra fácil.

    Mas existe um detalhe importante: em 2026, concorrentes com 5G, tela de 120 Hz e desempenho superior já chegaram praticamente à mesma faixa de preço. Então, o Moto G15 vale a pena? A resposta depende muito mais do preço do que a ficha técnica faz parecer.

    Atualizado em 10 de setembro de 2026.

    Análise BaratoTech: este artigo considera a ficha técnica oficial da Motorola, benchmarks públicos e os preços encontrados no varejo brasileiro. Não afirmamos ter realizado testes físicos com o aparelho.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Moto G15 vale a pena em 2026?

    Sim, mas somente se estiver barato. O Moto G15 ainda oferece um conjunto interessante para quem usa WhatsApp, redes sociais, YouTube, bancos, aplicativos de transporte e tarefas comuns. Os 256 GB de armazenamento também são uma vantagem importante nessa faixa.

    Por outro lado, seus 4 GB de RAM física, processador Helio G81 Extreme, tela de apenas 60 Hz e ausência de 5G deixam claro que estamos diante de um celular básico, e não de um intermediário moderno.

    O maior problema em 2026 é o preço. Quando o Moto G15 se aproxima dos R$ 900, modelos superiores começam a aparecer praticamente pelo mesmo dinheiro.

    Ficha técnica do Moto G15 256 GB

    Característica Moto G15
    Tela IPS LCD de 6,7 polegadas Full HD+
    Resolução 1080 x 2400 pixels
    Taxa de atualização 60 Hz
    Brilho máximo Até 1.000 nits
    Processador MediaTek Helio G81 Extreme
    RAM física 4 GB
    RAM Boost Até 8 GB adicionais de memória virtual
    Armazenamento 256 GB
    Expansão microSD
    Câmera principal 50 MP
    Ultrawide 5 MP
    Câmera frontal 8 MP
    Bateria 5.200 mAh
    Carregamento Até 18 W no aparelho
    NFC Sim
    5G Não
    Som estéreo Sim, com Dolby Atmos
    Entrada P2 Sim
    Rádio FM Sim
    Sistema de fábrica Android 15

    Tela Full HD+ é boa, mas 60 Hz já incomodam

    A Motorola colocou uma tela IPS de aproximadamente 6,7 polegadas com resolução Full HD+ de 1080 x 2400 pixels e brilho máximo anunciado de 1.000 nits.

    A resolução é um ponto positivo. Para vídeos, redes sociais, leitura e navegação, a imagem tende a ser mais definida que a de diversos celulares básicos que ainda utilizam painéis HD+.

    O problema está nos 60 Hz.

    Em 2026 já existem aparelhos baratos com 90 Hz e até 120 Hz. Isso deixa animações, rolagem das redes sociais e movimentação da interface visualmente mais suaves.

    Quem está saindo de outro celular de 60 Hz provavelmente não vai considerar o Moto G15 ruim. Mas quem já utilizou uma tela de 90 ou 120 Hz pode perceber a diferença rapidamente.

    Também é importante lembrar que o painel é IPS LCD, e não AMOLED. Portanto, ele não entrega os mesmos pretos profundos e contraste de aparelhos com tela AMOLED.

    Desempenho: o maior limite está nos 4 GB de RAM

    Pontos positivos e negativos do Moto G15

    O Moto G15 utiliza o MediaTek Helio G81 Extreme acompanhado pela GPU Mali-G52 MC2.

    É um conjunto voltado principalmente para tarefas básicas. WhatsApp, Instagram, TikTok, YouTube, navegador, aplicativos bancários e serviços de streaming estão dentro da proposta do aparelho.

    Benchmarks públicos do modelo registram aproximadamente 8.568 pontos no PCMark Work 3.0, resultado coerente com um celular desenvolvido para uso cotidiano, e não para alto desempenho.

    O ponto que merece mais atenção é a memória.

    A Motorola anuncia o aparelho como tendo até “12 GB”, mas são 4 GB de RAM física + 8 GB de RAM Boost.

    RAM Boost utiliza parte do armazenamento interno como memória virtual. Ela pode ajudar o sistema a manter aplicativos abertos, mas não transforma 4 GB de RAM em 12 GB de RAM física e não oferece a mesma velocidade.

    Para uso básico, 4 GB ainda funcionam. Para quem pretende ficar vários anos com o aparelho, alternar constantemente entre muitos aplicativos ou jogar títulos pesados, é uma limitação importante.

    Moto G15 é bom para jogos?

    Para jogos leves e casuais, sim. Para jogos pesados, existem escolhas melhores.

    O Helio G81 Extreme não foi desenvolvido para competir com chips intermediários atuais. Em benchmark gráfico 3DMark Sling Shot Extreme, resultados públicos do Moto G15 ficam em aproximadamente 1.200 pontos.

    Jogos mais simples devem funcionar sem grandes dificuldades. Em títulos mais pesados, porém, pode ser necessário reduzir qualidade gráfica e aceitar taxas de quadros menores.

    Se jogar é uma prioridade, não escolheria o Moto G15 apenas pelos 256 GB de armazenamento.

    Câmera de 50 MP é um dos pontos interessantes

    O sistema traseiro traz uma câmera principal de 50 MP acompanhada por uma ultrawide de 5 MP.

    A presença da ultrawide é bem-vinda porque aumenta a versatilidade para fotografar paisagens, grupos de pessoas e ambientes onde não é possível se afastar muito do assunto.

    A principal também utiliza tecnologia Quad Pixel e conta com Night Vision automático.

    Mas é importante colocar a expectativa no lugar certo: quantidade de megapixels não transforma um celular barato em um aparelho premium para fotografia.

    A câmera faz mais sentido para registros do dia a dia e redes sociais do que para quem procura fotografia avançada.

    A frontal possui 8 MP, enquanto a gravação de vídeo chega a Full HD a 30 quadros por segundo.

    Bateria de 5.200 mAh é um ponto forte

    A bateria tem capacidade de 5.200 mAh, ligeiramente acima dos tradicionais 5.000 mAh encontrados em muitos smartphones.

    A própria Motorola anuncia autonomia de até 40 horas em seu perfil de uso misto, embora a duração real varie bastante conforme brilho, sinal de rede, aplicativos e intensidade de utilização.

    Em resultados públicos do PCMark, o aparelho registra mediana próxima de 12 horas e 49 minutos no teste Work 3.0 de bateria.

    Não é um resultado que transforma o G15 em campeão absoluto de autonomia, mas bateria certamente não é o principal problema do aparelho.

    Carregamento poderia ser melhor

    A Motorola utiliza um carregador TurboPower de 20 W, mas informa que a potência máxima aceita pelo aparelho é de aproximadamente 18 W.

    Em um celular de 5.200 mAh, isso significa que uma recarga completa não será das mais rápidas.

    Moto G15 tem NFC?

    Sim. A versão brasileira do Moto G15 possui NFC e pode ser utilizada para pagamentos por aproximação por meio de serviços compatíveis.

    É uma característica importante porque ainda existem celulares baratos vendidos sem NFC.

    Moto G15 tem 5G?

    Não. O Moto G15 vendido oficialmente no Brasil é limitado às redes 4G.

    Esse talvez seja o principal motivo para pensar duas vezes antes da compra em 2026.

    O 4G continua funcionando normalmente e é suficiente para muitas pessoas, mas celulares 5G já chegaram à mesma faixa de preço. Para quem pretende manter o aparelho por três ou quatro anos, comprar um modelo 5G tende a fazer mais sentido.

    Som estéreo, P2 e microSD são vantagens esquecidas

    O Moto G15 possui alguns recursos práticos que modelos mais caros às vezes removem.

    • Alto-falantes estéreo;
    • Dolby Atmos;
    • entrada P2 para fones de ouvido;
    • rádio FM;
    • NFC;
    • leitor de digitais lateral;
    • suporte a cartão microSD;
    • Wi-Fi de 2,4 GHz e 5 GHz.

    Para quem guarda muitas fotos, vídeos e músicas, a combinação de 256 GB internos + microSD é especialmente interessante.

    E as atualizações?

    O Moto G15 saiu de fábrica com Android 15. No lançamento brasileiro, a Motorola informou dois anos de atualizações de segurança garantidas.

    Esse compromisso é curto quando comparado a rivais que atualmente oferecem períodos muito maiores de suporte.

    Como estamos falando de uma compra em 2026, esse ponto merece peso maior do que teria no lançamento do aparelho.

    O problema do Moto G15 em 2026 se chama Moto G35 5G

    Aqui está o ponto decisivo.

    Enquanto o Moto G15 256 GB aparece por aproximadamente R$ 900, promoções recentes colocaram o Moto G35 5G 256 GB perto de R$ 944.

    A diferença pode ficar abaixo de R$ 50.

    E o G35 traz duas vantagens enormes: conectividade 5G e tela Full HD+ de 120 Hz.

    Isso muda completamente a análise de custo-benefício.

    Não faz muito sentido economizar R$ 40 ou R$ 50 e abrir mão do 5G e de uma tela duas vezes mais rápida.

    Preço ideal para comprar o Moto G15 256 GB

    Preço ideal para comprar o Moto G15

    Preço do Moto G15 256 GB Veredito BaratoTech
    Até R$ 800 Excelente preço para uso básico
    R$ 800 a R$ 850 Vale a pena
    R$ 850 a R$ 900 Só vale se os rivais estiverem mais caros
    Acima de R$ 900 Compare antes com aparelhos 5G

    Meu preço-alvo seria até aproximadamente R$ 850 para a versão de 256 GB.

    Abaixo de R$ 800, ele passa a ser uma compra bastante interessante para quem prioriza armazenamento, NFC, bateria e uso cotidiano.

    Por volta dos R$ 900, porém, eu procuraria primeiro uma promoção do Moto G35 5G ou de outro aparelho mais moderno.

    Pontos positivos do Moto G15

    • 256 GB de armazenamento;
    • suporte a cartão microSD;
    • tela Full HD+;
    • bateria de 5.200 mAh;
    • câmera principal de 50 MP;
    • câmera ultrawide;
    • NFC;
    • som estéreo com Dolby Atmos;
    • entrada P2;
    • rádio FM;
    • acabamento traseiro em vegan leather.

    Pontos negativos do Moto G15

    • Apenas 4 GB de RAM física;
    • não possui 5G;
    • tela limitada a 60 Hz;
    • painel IPS em vez de AMOLED;
    • desempenho modesto para jogos pesados;
    • carregamento relativamente lento;
    • suporte de atualizações pouco competitivo;
    • concorrentes 5G já custam praticamente o mesmo.

    Para quem o Moto G15 ainda faz sentido?

    Ele é interessante principalmente para quem quer gastar pouco e precisa de bastante armazenamento para fotos, vídeos, WhatsApp e aplicativos.

    Também atende bem quem não se importa com 5G, não joga títulos muito pesados e está saindo de um celular antigo de entrada.

    Para pais, uso básico, segundo aparelho ou usuários menos exigentes, uma promoção agressiva pode transformá-lo em uma escolha bastante racional.

    Para quem eu não recomendo?

    Eu evitaria o Moto G15 se você pretende ficar muitos anos com o aparelho, quer jogar bastante, já está acostumado com telas de 90 ou 120 Hz ou considera 5G importante.

    Também não escolheria o G15 pagando praticamente o mesmo preço de um Moto G35 5G.

    Veredito: Moto G15 vale a pena?

    O Moto G15 vale a pena em 2026, mas o preço precisa compensar suas limitações.

    Ele tem qualidades que ainda fazem sentido: 256 GB, Full HD+, NFC, bateria grande, som estéreo, microSD e uma câmera principal de 50 MP.

    Mas não dá para ignorar que são apenas 4 GB de RAM física, a tela funciona a 60 Hz e não existe conectividade 5G.

    Por isso, eu não pagaria perto de R$ 1.000 no Moto G15.

    Até R$ 850, ele começa a fazer sentido. Perto de R$ 800, fica interessante. Acima de R$ 900, eu procuraria um aparelho 5G.

    Esse é o tipo de celular em que uma diferença de R$ 100 no preço muda completamente o veredito.

    Perguntas frequentes

    Moto G15 é bom?

    É bom para tarefas básicas como WhatsApp, redes sociais, YouTube, bancos e navegação. Não é indicado para quem procura alto desempenho ou jogos pesados.

    Moto G15 vale a pena em 2026?

    Vale principalmente quando a versão de 256 GB está abaixo de aproximadamente R$ 850. Acima de R$ 900 existem concorrentes 5G mais interessantes.

    Moto G15 tem 5G?

    Não. A versão brasileira do Moto G15 utiliza redes móveis até 4G.

    Moto G15 tem NFC?

    Sim. O aparelho possui NFC e oferece pagamentos por aproximação em serviços compatíveis.

    Moto G15 tem quantos GB de RAM?

    São 4 GB de memória RAM física. A Motorola permite adicionar até 8 GB de RAM Boost utilizando parte do armazenamento interno como memória virtual.

    Moto G15 tem tela de 120 Hz?

    Não. A tela Full HD+ do Moto G15 funciona a 60 Hz.

    Moto G15 é bom para jogos?

    Ele consegue rodar jogos leves e alguns títulos mais exigentes com ajustes gráficos reduzidos, mas o Helio G81 Extreme e os 4 GB de RAM não tornam o aparelho uma boa escolha para quem prioriza jogos.

    Qual o preço ideal do Moto G15 256 GB?

    Considerando o mercado em agosto de 2026, o BaratoTech considera interessante pagar até aproximadamente R$ 850. Valores próximos de R$ 800 tornam a compra bem mais atraente.

  • Android 17 na Motorola: mais de 50 celulares estão na lista; veja quais recebem

    Android 17 na Motorola: mais de 50 celulares estão na lista; veja quais recebem

    A Motorola ampliou a lista de celulares que devem receber o Android 17. Mais de 50 modelos das famílias Moto G, Edge e Razr aparecem como elegíveis para a nova versão do sistema, incluindo aparelhos intermediários e modelos premium.

    Mas existe um detalhe importante: estar na lista não significa receber a atualização imediatamente. A distribuição será feita gradualmente e pode variar conforme o modelo, país, operadora e canal de venda.

    Atualizado em 23 de agosto de 2026.

    Segundo informações divulgadas pela Motorola e verificadas nas páginas de suporte da fabricante, alguns aparelhos já têm o Android 17 indicado como próxima versão do sistema. O Motorola Edge 2025 também começou a receber a versão estável em alguns mercados.

    Quais celulares Motorola vão receber o Android 17?

    A relação reúne aparelhos lançados com nomes diferentes dependendo da região. Por isso, nem todos os modelos abaixo necessariamente são vendidos oficialmente no Brasil com exatamente a mesma nomenclatura.

    Motorola Signature

    • Motorola Signature

    Motorola Razr

    • Motorola Razr 70 Ultra
    • Motorola Razr 70 Plus
    • Motorola Razr 70
    • Motorola Razr Ultra 2026
    • Motorola Razr+ 2026
    • Motorola Razr 2026
    • Motorola Razr Fold 2026
    • Motorola Razr Fold 2025
    • Motorola Razr 60 Ultra
    • Motorola Razr 60s
    • Motorola Razr 60d
    • Motorola Razr 60
    • Motorola Razr Ultra 2025
    • Motorola Razr+ 2025
    • Motorola Razr 2025
    • Motorola Razr 50 Ultra
    • Motorola Razr+ 2024

    Motorola Edge

    • Motorola Edge 2026
    • Motorola Edge 70 Pro+
    • Motorola Edge 70 Pro
    • Motorola Edge 70 Max
    • Motorola Edge 70 Neo
    • Motorola Edge 70 Plus
    • Motorola Edge 70 Fusion+
    • Motorola Edge 70 Fusion
    • Motorola Edge 70
    • Motorola Edge 2025
    • Motorola Edge 60 Stylus
    • Motorola Edge 60 Pro
    • Motorola Edge 60 Fusion
    • Motorola Edge 60
    • Motorola Edge 50 Ultra

    Moto G

    • Moto G Stylus 2026
    • Moto G Power 2026
    • Moto G Play 2026
    • Moto G 2026
    • Moto G 2025
    • Moto G Power 2025
    • Moto G Stylus 2025
    • Moto G Max
    • Moto G87
    • Moto G86
    • Moto G86 Power
    • Moto G77
    • Moto G77 Power
    • Moto G67
    • Moto G57
    • Moto G57 Power
    • Moto G47
    • Moto G37
    • Moto G37 Power

    O Android 17 já começou a chegar aos celulares Motorola?

    Sim, mas ainda de forma limitada. O Motorola Edge 2025 aparece entre os primeiros aparelhos a receber a versão estável do Android 17 em determinados mercados.

    A expectativa é que a liberação seja ampliada posteriormente para aparelhos das famílias Edge 70, Razr 70, Razr 60 e outros modelos elegíveis.

    Isso significa que dois celulares presentes na mesma lista podem receber a atualização em datas completamente diferentes.

    Moto G também receberá Android 17

    Um ponto positivo da lista é que o Android 17 não ficará restrito aos celulares mais caros da Motorola.

    Modelos da família Moto G, incluindo Moto G Max, Moto G87, Moto G86, Moto G77, Moto G67, Moto G57 e Moto G47, aparecem entre os aparelhos elegíveis.

    Para quem compra celular intermediário pensando em ficar vários anos com o mesmo aparelho, uma atualização completa do Android pode fazer diferença na vida útil do produto.

    Edge 50 Neo e Edge 60 Neo chamam atenção pela ausência

    Nem tudo na lista, porém, é motivo para comemoração.

    O Motorola Edge 50 Neo não aparece atualmente entre os modelos relacionados para o Android 17, apesar de ter sido anunciado com uma política extensa de atualizações de sistema.

    O Edge 60 Neo também não aparece na relação consultada.

    Isso não necessariamente significa que os aparelhos foram definitivamente excluídos. A Motorola pode atualizar seus planos e páginas de suporte posteriormente, então vale acompanhar antes de concluir que determinado modelo ficará sem o Android 17.

    Como saber se meu Motorola receberá Android 17?

    A Motorola mantém páginas de suporte individuais para seus smartphones. É nelas que informações como versão original do Android, próxima atualização prevista e período de atualizações de segurança podem aparecer.

    Em aparelhos como o Moto G47 e Moto G67, por exemplo, a própria página de suporte da Motorola já mostra o Android 17 como próximo sistema operacional.

    Quando a atualização estiver disponível, normalmente será possível procurá-la em:

    Configurações → Sistema → Atualizações do sistema.

    Antes de instalar uma grande atualização do Android, é recomendável manter os arquivos importantes salvos em backup e garantir carga suficiente na bateria.

    O que muda com o Android 17 nos celulares Motorola?

    Além das mudanças introduzidas pelo Google, a Motorola prepara novidades dentro de sua própria interface.

    Versões testadas do sistema mostraram mudanças em notificações e atividades em tempo real próximas ao recorte da câmera frontal, novas opções de personalização da tela de bloqueio, ajustes nos atalhos rápidos, mudanças no controle de volume e evolução dos recursos de inteligência artificial da fabricante.

    Algumas dessas funções, porém, podem variar dependendo do aparelho. Recursos mais pesados de inteligência artificial, por exemplo, podem não aparecer da mesma forma em um Moto G de entrada e em um Razr ou Edge premium.

    Por que essa atualização importa?

    O suporte de software está se tornando tão importante quanto câmera, tela e processador na hora de comprar um celular.

    Um aparelho que recebe novas versões do Android por mais tempo tende a permanecer compatível com recursos, aplicativos e melhorias de segurança durante um período maior.

    Por isso, para quem está escolhendo um Motorola novo em 2026, saber se o aparelho está previsto para receber o Android 17 pode ajudar a diferenciar dois modelos com preços parecidos.

    Análise BaratoTech: a presença de vários Moto G na lista é positiva, principalmente para consumidores que procuram custo-benefício. Por outro lado, ausências inesperadas mostram que ainda vale conferir individualmente a política de suporte antes de comprar um aparelho apenas pelo hardware.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Android 17 na Motorola: vale esperar?

    Se o seu celular aparece entre os modelos elegíveis, não há motivo para procurar métodos não oficiais para instalar o Android 17. A melhor escolha é aguardar a atualização oficial para sua região.

    A distribuição normalmente ocorre em etapas justamente para que eventuais problemas sejam identificados antes que o software seja liberado para todos os usuários.

    E se o aparelho ainda não aparece na relação, também vale aguardar. As páginas de suporte e os cronogramas da Motorola podem sofrer alterações conforme o desenvolvimento da atualização avança.

    Perguntas frequentes

    Quais Motorola receberão Android 17?

    Mais de 50 modelos das famílias Motorola Signature, Razr, Edge e Moto G aparecem atualmente como elegíveis para a atualização.

    O Moto G86 vai receber Android 17?

    Sim. O Moto G86 aparece na relação de modelos elegíveis ao Android 17.

    O Moto G Max vai receber Android 17?

    Sim. O Moto G Max também aparece entre os aparelhos previstos para receber a atualização.

    O Edge 60 Pro vai receber Android 17?

    Sim. O Motorola Edge 60 Pro está presente na lista de aparelhos elegíveis.

    O Edge 50 Neo vai receber Android 17?

    O Edge 50 Neo não aparece atualmente na relação consultada de aparelhos elegíveis. Isso, porém, não confirma que ele ficará definitivamente sem a atualização, já que os planos da Motorola podem ser alterados.

    Quando o Android 17 chega aos celulares Motorola?

    Não existe uma única data para todos os aparelhos. O lançamento acontece gradualmente e pode variar de acordo com modelo, região e operadora.

  • Motorola Edge 70 Fusion vale a pena em 2026? AMOLED 144 Hz e Snapdragon por menos

    Motorola Edge 70 Fusion vale a pena em 2026? AMOLED 144 Hz e Snapdragon por menos

    O Motorola Edge 70 Fusion chega em 2026 tentando ocupar uma das faixas mais disputadas do mercado brasileiro: a dos celulares intermediários premium.

    Ele combina tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas com resolução 1,5K e 144 Hz, Snapdragon 7s Gen 3, câmera principal Sony LYTIA 710 de 50 MP com estabilização óptica, bateria de 5.200 mAh e carregamento rápido de 68 W.

    Também chama atenção pela resistência IP68 e IP69, algo que ainda não aparece em todos os concorrentes da mesma faixa de preço.

    Atualizado em 10 de setembro de 2026.

    Análise BaratoTech: o Edge 70 Fusion é um intermediário premium especialmente interessante para quem prioriza tela, construção, câmera principal e desempenho equilibrado. Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Motorola Edge 70 Fusion: ficha técnica

    Característica Motorola Edge 70 Fusion
    Tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas
    Resolução 1,5K Super HD
    Taxa de atualização 144 Hz
    Brilho máximo divulgado Até 5.200 nits em condições específicas
    Processador Snapdragon 7s Gen 3
    GPU Adreno 810
    RAM física 8 GB
    RAM Boost Até 16 GB adicionais virtuais
    Armazenamento 256 GB
    Câmera principal 50 MP Sony LYTIA 710 com OIS
    Ultra-wide 13 MP
    Câmera frontal 32 MP
    Vídeo frontal Até 4K
    Bateria 5.200 mAh
    Carregamento TurboPower 68 W
    Proteção IP68 e IP69
    Vidro Corning Gorilla Glass 7
    Sistema Android 16
    Atualizações 3 upgrades principais do Android prometidos
    5G Sim

    A tela de 144 Hz é um dos maiores destaques

    A tela é provavelmente o componente que mais ajuda o Edge 70 Fusion a justificar a classificação de intermediário premium.

    São 6,8 polegadas com painel Extreme AMOLED, resolução 1,5K Super HD e taxa de atualização de até 144 Hz.

    Isso significa movimentos mais suaves ao navegar pelo sistema, redes sociais e jogos compatíveis. A resolução também é superior ao Full HD tradicional encontrado em vários intermediários.

    A Motorola divulga ainda pico de brilho de até 5.200 nits em situações específicas. Esse número não significa que toda a tela funcione permanentemente nesse brilho, mas mostra que o painel possui boa margem para conteúdos HDR e ambientes muito claros.

    Snapdragon 7s Gen 3 é bom?

    O Snapdragon 7s Gen 3 coloca o Edge 70 Fusion em uma posição confortável para uso diário.

    Aplicativos, redes sociais, navegação, streaming, câmera e multitarefa não devem representar problema para o conjunto.

    O processador também consegue rodar jogos atuais, embora não tenha sido criado para competir diretamente com chips Snapdragon 8 de aparelhos topo de linha.

    Quem joga títulos mais pesados pode precisar ajustar qualidade gráfica para obter maior estabilidade, mas o desempenho é adequado para a proposta do aparelho.

    8 GB de RAM ou 24 GB?

    Esse é um ponto que merece atenção ao comprar.

    A Motorola anuncia algumas versões do Edge 70 Fusion como tendo até 24 GB de memória, mas o aparelho possui 8 GB de RAM física.

    Os outros 16 GB são provenientes do RAM Boost, que utiliza parte do armazenamento interno como memória virtual.

    Isso pode ajudar em algumas situações de multitarefa, mas não equivale a possuir 24 GB de RAM física.

    Para o uso normal, 8 GB físicos continuam sendo uma quantidade adequada para um intermediário premium.

    Como são as câmeras do Edge 70 Fusion?

    Câmera Sony LYTIA 710 de 50 MP do Edge 70 Fusion

    O aparelho possui duas câmeras traseiras reais.

    A principal tem 50 MP e utiliza o sensor Sony LYTIA 710 com estabilização óptica de imagem, o OIS.

    A estabilização ajuda principalmente em fotos com pouca luz e gravação de vídeos, reduzindo parte dos tremores causados pelas mãos.

    A segunda câmera é uma ultra-wide de 13 MP, utilizada para enquadramentos mais abertos.

    Por que parecem existir mais câmeras na traseira?

    O módulo possui outros elementos circulares, incluindo flash e sensores, o que pode dar a impressão de existir um número maior de câmeras.

    Mas a configuração oficial do Edge 70 Fusion é de 50 MP + 13 MP na traseira.

    Isso é importante principalmente para não confundir o Edge 70 Fusion tradicional com o Edge 70 Fusion+, que possui um conjunto fotográfico diferente.

    A câmera frontal grava em 4K

    A câmera frontal possui 32 MP e consegue gravar em resolução 4K.

    Para quem grava vídeos para TikTok, Instagram, YouTube Shorts ou simplesmente faz muitas chamadas de vídeo, é uma característica interessante.

    Não é comum encontrar todos os intermediários oferecendo gravação frontal em alta resolução.

    Bateria de 5.200 mAh é suficiente?

    A bateria possui capacidade de 5.200 mAh.

    A Motorola anuncia autonomia de até 39 horas em seus próprios testes, mas esse valor naturalmente varia conforme brilho, rede móvel, jogos, câmera e aplicativos utilizados.

    Na ficha técnica, os 5.200 mAh deixam o Edge 70 Fusion bem posicionado, embora já existam concorrentes com baterias de 6.000 mAh ou mais.

    O carregamento TurboPower de 68 W compensa parcialmente essa diferença ao permitir recuperar energia rapidamente.

    Carregamento de 68 W é rápido?

    Sim.

    Os 68 W estão acima dos 25 W utilizados por vários celulares Samsung intermediários, por exemplo.

    A Motorola afirma que poucos minutos na tomada já conseguem entregar várias horas adicionais de utilização.

    Para quem costuma esquecer o celular carregando durante a noite, o carregamento rápido é uma vantagem prática.

    IP68 e IP69 são grandes diferenciais

    O Edge 70 Fusion possui certificações IP68 e IP69.

    O IP68 oferece resistência contra poeira e imersão em água doce dentro dos limites informados pelo fabricante.

    O IP69 acrescenta proteção contra jatos de água de alta pressão.

    A Motorola informa resistência a imersão em água doce de até 1,5 metro por aproximadamente 30 minutos em condições controladas.

    Isso não transforma o aparelho em um celular à prova de qualquer dano, mas oferece uma camada de proteção muito interessante para a categoria.

    Também possui resistência reforçada

    Além das certificações contra água e poeira, a fabricante destaca resistência reforçada contra quedas e uso em temperaturas extremas.

    A tela utiliza Gorilla Glass 7 para aumentar a proteção contra riscos e impactos.

    Para quem trabalha na rua ou costuma ser menos cuidadoso com o smartphone, esse conjunto pode ser mais importante que alguns megapixels adicionais.

    Android 16 e atualizações

    O Edge 70 Fusion sai de fábrica com Android 16.

    A Motorola promete três grandes atualizações do Android, além de atualizações periódicas de segurança.

    É uma política melhor do que a Motorola oferecia em muitos intermediários antigos, mas ainda fica atrás de algumas opções da Samsung quando o objetivo é manter o mesmo celular por muitos anos.

    Edge 70 Fusion ou Edge 70 Fusion+?

    Apesar do nome parecido, os dois aparelhos não são iguais.

    O Edge 70 Fusion tradicional utiliza Snapdragon 7s Gen 3, 8 GB de RAM física e câmeras traseiras de 50 MP + 13 MP.

    O Edge 70 Fusion+ sobe para Snapdragon 7s Gen 4, 12 GB de RAM física e adiciona um conjunto de câmeras mais sofisticado.

    Por isso, cuidado com anúncios, vídeos e imagens que misturam os dois modelos.

    O Fusion tradicional tende a ser a escolha de melhor custo-benefício quando a diferença de preço é grande.

    Preço ideal para comprar o Edge 70 Fusion

    Pontos positivos e negativos do Motorola Edge 70 Fusion

    O preço é um dos maiores atrativos do aparelho neste momento.

    A Motorola mantém o modelo na faixa oficial de aproximadamente R$ 2.500, enquanto promoções já colocaram o aparelho perto dos R$ 2.250.

    Preço Análise BaratoTech
    Até R$ 2.200 Excelente compra
    R$ 2.200 a R$ 2.400 Muito bom custo-benefício
    R$ 2.400 a R$ 2.600 Vale a pena
    R$ 2.600 a R$ 2.800 Compare antes de comprar
    Acima de R$ 2.800 Existem opções mais interessantes

    Preço ideal para comprar: aproximadamente R$ 2.300 ou menos.

    Nessa faixa, o conjunto de AMOLED 1,5K de 144 Hz, Snapdragon 7s Gen 3, câmera Sony com OIS, IP68/IP69, 256 GB e carregamento de 68 W é muito competitivo.

    Pontos positivos

    • Tela Extreme AMOLED 1,5K de 144 Hz
    • Snapdragon 7s Gen 3
    • 256 GB de armazenamento
    • 8 GB de RAM física
    • Câmera Sony LYTIA 710 de 50 MP com OIS
    • Câmera frontal de 32 MP com vídeo 4K
    • Bateria de 5.200 mAh
    • Carregamento de 68 W
    • IP68 e IP69
    • Gorilla Glass 7
    • Android 16 de fábrica
    • 5G

    Pontos negativos

    • RAM Boost pode causar confusão sobre a quantidade real de RAM
    • Ultra-wide de apenas 13 MP
    • Não possui câmera teleobjetiva
    • Existem concorrentes com bateria maior
    • Três atualizações do Android ficam atrás de alguns rivais
    • O nome é muito parecido com o Edge 70 Fusion+, facilitando confusão entre os modelos

    Motorola Edge 70 Fusion vale a pena em 2026?

    Sim, principalmente quando custa perto de R$ 2.300.

    O Edge 70 Fusion entrega uma combinação difícil de encontrar em intermediários comuns: tela AMOLED 1,5K de 144 Hz, boa câmera principal com OIS, resistência IP68/IP69, desempenho competente e carregamento rápido.

    Ele não é um aparelho voltado para quem quer o maior desempenho possível em jogos ou câmeras com zoom óptico.

    Mas para quem procura um celular equilibrado, moderno e com características de aparelho premium sem chegar ao preço dos flagships, faz bastante sentido.

    Veredicto BaratoTech: abaixo de R$ 2.200, é uma excelente compra. Entre R$ 2.200 e R$ 2.400, continua com ótimo custo-benefício. Acima de R$ 2.800, já recomendamos comparar cuidadosamente com concorrentes mais fortes.

    Perguntas frequentes

    O Motorola Edge 70 Fusion é bom?

    Sim. Ele oferece tela AMOLED 1,5K de 144 Hz, Snapdragon 7s Gen 3, câmera de 50 MP com OIS, bateria de 5.200 mAh e proteção IP68/IP69.

    Quantas câmeras traseiras tem o Edge 70 Fusion?

    O Edge 70 Fusion possui duas câmeras traseiras reais: uma principal Sony LYTIA 710 de 50 MP com OIS e uma ultra-wide de 13 MP.

    O Edge 70 Fusion tem 24 GB de RAM?

    Não de RAM física. O modelo possui 8 GB de RAM física e pode adicionar até 16 GB virtuais por meio do RAM Boost.

    Edge 70 Fusion é bom para jogos?

    Sim para a maioria dos jogos. O Snapdragon 7s Gen 3 oferece bom desempenho intermediário, mas não compete com chips Snapdragon 8 de aparelhos topo de linha.

    O Edge 70 Fusion tem IP68?

    Sim. Ele possui certificações IP68 e IP69 contra água e poeira dentro das condições especificadas pela Motorola.

    Qual o preço ideal do Motorola Edge 70 Fusion?

    O BaratoTech considera aproximadamente R$ 2.300 ou menos uma excelente faixa para o aparelho. Abaixo de R$ 2.200, o custo-benefício fica ainda melhor.

  • Galaxy A25 5G vale a pena em 2026? AMOLED 120 Hz por cerca de R$ 1 mil

    Galaxy A25 5G vale a pena em 2026? AMOLED 120 Hz por cerca de R$ 1 mil

    O Galaxy A25 5G ainda vale a pena em 2026? A pergunta ficou mais interessante agora do que na época do lançamento. Isso porque o intermediário da Samsung perdeu bastante preço, mas continua oferecendo algumas características difíceis de encontrar em celulares muito baratos, como tela Super AMOLED de 120 Hz, câmera principal com estabilização óptica e gravação em 4K.

    O aparelho também traz 5G, NFC, som estéreo com Dolby Atmos, bateria de 5.000 mAh e versões com até 256 GB de armazenamento e 8 GB de RAM.

    Por outro lado, estamos falando de um celular lançado originalmente em 2024. O Exynos 1280 já mostra a idade diante de intermediários mais novos, o carregamento de 25 W é modesto e não existe certificação IP67 ou IP68.

    Atualizado em 20 de agosto de 2026.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Galaxy A25 5G: ficha técnica

    Característica Galaxy A25 5G
    Tela Super AMOLED de 6,5″, Full HD+, 120 Hz
    Processador Samsung Exynos 1280, 5 nm
    Memória RAM 6 GB ou 8 GB
    Armazenamento 128 GB ou 256 GB
    Cartão microSD Até 1 TB
    Câmera principal 50 MP com OIS
    Ultra-wide 8 MP
    Macro 2 MP
    Câmera frontal 13 MP
    Vídeo Até 4K a 30 fps
    Bateria 5.000 mAh
    Carregamento Até 25 W
    Conectividade 5G, NFC, Wi-Fi e Bluetooth
    Áudio Estéreo com Dolby Atmos

    Análise BaratoTech: por que o Galaxy A25 ainda chama atenção?

    O Galaxy A25 5G deixou de ser interessante como lançamento e passou a ser interessante por outro motivo: queda de preço.

    Quando chegou ao Brasil, a Samsung cobrava R$ 2.099 pela versão de 128 GB e R$ 2.299 pela configuração de 256 GB. Nessa faixa, havia concorrentes mais agressivos.

    Em 2026, a situação é diferente. Já existem ofertas do aparelho próximas da região de R$ 1.000, principalmente para quem pesquisa entre diferentes lojas e marketplaces.

    É justamente nesse preço que características como AMOLED de 120 Hz, OIS, 5G e NFC começam a fazer muito mais sentido.

    A tela é o maior destaque do Galaxy A25

    A Samsung colocou no Galaxy A25 um painel Super AMOLED de 6,5 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz.

    Essa combinação continua muito boa em 2026, especialmente considerando quanto o aparelho passou a custar.

    O AMOLED oferece pretos mais profundos e contraste elevado, enquanto os 120 Hz deixam rolagem de páginas, animações do sistema e aplicativos compatíveis visualmente mais fluidos.

    A Samsung informa ainda brilho de até 1.000 nits no modo de alto brilho.

    Para assistir YouTube, Netflix, TikTok, navegar nas redes sociais ou simplesmente usar o aparelho durante várias horas, a tela é provavelmente o componente que menos denuncia a idade do A25.

    Exynos 1280 ainda é bom em 2026?

    Aqui precisamos colocar os pés no chão.

    O Exynos 1280 é um processador de 5 nm que já apareceu em outros celulares da Samsung e ainda dá conta das tarefas comuns: WhatsApp, Instagram, TikTok, YouTube, aplicativos bancários, navegação, GPS e multitarefa moderada.

    Ele também pode rodar jogos, mas o Galaxy A25 não deve ser comprado em 2026 como celular gamer.

    Jogos leves e moderados não são problema. Em títulos mais exigentes, pode ser necessário reduzir qualidade gráfica ou taxa de quadros para manter uma experiência mais estável.

    Quem prioriza desempenho pesado provavelmente encontra opções mais interessantes entre aparelhos da POCO, realme e alguns Motorola mais novos.

    Para o usuário comum, entretanto, principalmente na versão com 8 GB de RAM, o conjunto continua suficientemente competente.

    Vale escolher o Galaxy A25 de 256 GB?

    Se a diferença de preço for pequena, sim.

    A versão mais completa combina 256 GB de armazenamento com 8 GB de RAM, enquanto existem configurações de entrada com 128 GB e 6 GB.

    Para 2026, 256 GB oferecem uma margem bem mais confortável para aplicativos, vídeos, jogos e fotos.

    Existe ainda suporte para cartão microSD de até 1 TB, característica que desapareceu de diversos celulares mais caros.

    Câmera de 50 MP com OIS é um diferencial

    A câmera principal tem 50 MP e estabilização óptica de imagem, conhecida como OIS.

    Esse recurso ajuda a compensar pequenos movimentos das mãos e pode contribuir principalmente em fotos com menos luz e gravações de vídeo.

    O aparelho também grava em resolução 4K a 30 fps, algo que não está disponível em todos os celulares baratos.

    A câmera principal é acompanhada por uma ultra-wide de 8 MP e uma macro de 2 MP.

    A ultra-wide é útil para paisagens, prédios e fotos em grupo, mas não espere a mesma qualidade da câmera principal. Já a macro de 2 MP tem utilidade bastante limitada.

    Na frente, o sensor para selfies possui 13 MP.

    Galaxy A25 é bom para fotos?

    Na faixa dos R$ 1.000, a presença de OIS torna o Galaxy A25 interessante para quem dá alguma prioridade para fotografia.

    Mas não devemos confundir isso com um celular premium.

    A câmera principal é o ponto forte. As câmeras secundárias são muito mais simples e o aparelho não possui câmera teleobjetiva para zoom óptico.

    Para redes sociais, fotos de família, documentos, animais e registros cotidianos, o conjunto é coerente com sua categoria.

    Bateria de 5.000 mAh: suficiente, mas não é diferencial

    A capacidade de 5.000 mAh continua sendo adequada, mas em 2026 já não impressiona.

    Diversos celulares intermediários mais novos passaram a oferecer baterias superiores a 5.000 mAh, e alguns modelos já ultrapassam os 6.000 mAh.

    Isso não transforma a bateria do A25 em ruim. Significa apenas que ela deixou de ser argumento de destaque.

    A autonomia real varia bastante conforme brilho da tela, qualidade do sinal, aplicativos em segundo plano, câmera e jogos.

    Carregamento de 25 W é um ponto fraco

    O Galaxy A25 suporta carregamento de até 25 W.

    Para os padrões atuais, é uma velocidade conservadora.

    Concorrentes chineses da mesma faixa ou um pouco acima podem oferecer carregamento de 33 W, 45 W, 67 W ou ainda mais rápido.

    Quem costuma colocar o celular na tomada durante a noite provavelmente não terá grande problema. Quem precisa recuperar muita bateria em poucos minutos pode sentir mais essa limitação.

    Som estéreo merece destaque

    Um ponto positivo que às vezes passa despercebido é o sistema de áudio estéreo com suporte ao Dolby Atmos.

    Para vídeos, séries, jogos e músicas reproduzidas diretamente pelos alto-falantes, a experiência tende a ser melhor que a de aparelhos baratos com apenas um alto-falante principal.

    E as atualizações da Samsung?

    A Samsung prometeu para o Galaxy A25 quatro gerações de atualizações do sistema operacional e cinco anos de atualizações de segurança.

    Isso é especialmente importante quando analisamos um celular antigo em promoção.

    Mesmo assim, deve ser lembrado que parte desse período de suporte já passou. Um aparelho lançado em 2024 naturalmente terá menos tempo restante de atualização em 2026 do que um modelo recém-lançado.

    O que o Galaxy A25 não tem?

    O aparelho não possui algumas características encontradas em gerações mais recentes.

    A principal ausência é uma certificação mais robusta de resistência à água e poeira, como IP67 ou IP68.

    Também não há carregamento ultrarrápido, câmera teleobjetiva ou desempenho voltado para jogos pesados.

    O visual frontal com entalhe para a câmera também já parece mais antigo diante de modelos modernos com furo central na tela.

    Pontos positivos do Galaxy A25 5G

    Tela Super AMOLED de 120 Hz: excelente característica para a faixa de preço atual.

    Câmera principal de 50 MP com OIS: estabilização óptica ainda é um diferencial em celulares baratos.

    Gravação em 4K: vantagem sobre vários concorrentes econômicos.

    256 GB e 8 GB de RAM: configuração interessante para uso prolongado.

    MicroSD: possibilidade de expansão de armazenamento até 1 TB.

    5G e NFC: conectividade essencial está presente.

    Som estéreo: melhora a experiência multimídia.

    Suporte de software: política de atualizações foi superior à oferecida por vários concorrentes da época.

    Pontos negativos do Galaxy A25 5G

    Exynos 1280 envelheceu: atende o uso cotidiano, mas existem chips mais rápidos atualmente.

    Carregamento de 25 W: lento quando comparado a diversos rivais.

    Ultra-wide de 8 MP e macro de 2 MP: câmeras secundárias simples.

    Sem IP67/IP68: modelos mais novos da própria Samsung avançaram nesse aspecto.

    Design frontal antigo: o entalhe Infinity-U já denuncia a geração do aparelho.

    Preço ideal para comprar o Galaxy A25 5G em 2026

    Preço é o fator decisivo para recomendar um celular de geração anterior.

    Em agosto de 2026, já encontramos ofertas da versão de 256 GB próximas de R$ 1.000. Por isso, não considero interessante pagar valores próximos do preço que o aparelho custava quando era mais novo.

    Preço Análise BaratoTech
    Até R$ 1.050 Excelente compra
    R$ 1.050 a R$ 1.200 Vale muito a pena
    R$ 1.200 a R$ 1.350 Vale a pena, mas compare
    Acima de R$ 1.350 Procure opções mais novas

    Essas faixas devem ser usadas como referência e podem mudar conforme armazenamento, vendedor, promoção e disponibilidade.

    Galaxy A25 ou Galaxy A26?

    O Galaxy A26 é uma geração mais nova e trouxe avanços importantes, incluindo tela maior e certificação IP67.

    Por isso, a escolha depende da diferença de preço.

    Se o A25 estiver várias centenas de reais mais barato, especialmente próximo de R$ 1.000, ainda pode oferecer melhor custo-benefício.

    Se a diferença para o A26 ficar pequena, faz mais sentido escolher o aparelho mais recente.

    Galaxy A25 5G vale a pena em 2026?

    Sim, mas apenas pelo preço certo.

    O Galaxy A25 não é mais um dos intermediários mais modernos do mercado. O Exynos 1280 perdeu terreno, os 25 W de carregamento são modestos e modelos recentes oferecem construção e proteção melhores.

    Por outro lado, o aparelho preserva características que realmente importam: Super AMOLED de 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, gravação 4K, 5G, NFC, som estéreo e opção de 256 GB com 8 GB de RAM.

    Por cerca de R$ 1.000 a R$ 1.100, considero o Galaxy A25 uma compra bastante forte para quem quer um Samsung barato para redes sociais, fotos, vídeos, aplicativos bancários e uso cotidiano.

    Acima de aproximadamente R$ 1.350, a vantagem diminui e é melhor comparar com Galaxy A26 e outros intermediários mais recentes.

    Perguntas frequentes

    Galaxy A25 5G é bom em 2026?

    Sim, principalmente para uso cotidiano. A tela AMOLED de 120 Hz, câmera com OIS, 5G, NFC e opção de 256 GB continuam competitivas quando o aparelho aparece perto de R$ 1.000.

    Galaxy A25 é bom para jogos?

    Ele roda jogos, mas não é a melhor opção para quem prioriza títulos pesados. O Exynos 1280 atende jogos leves e moderados, enquanto opções mais recentes oferecem desempenho superior.

    Galaxy A25 tem tela AMOLED?

    Sim. O aparelho possui tela Super AMOLED de 6,5 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz.

    Galaxy A25 tem NFC?

    Sim. O Galaxy A25 5G possui NFC e pode ser usado para pagamentos por aproximação com serviços compatíveis.

    Galaxy A25 tem câmera com OIS?

    Sim. A câmera principal de 50 MP possui estabilização óptica de imagem.

    Galaxy A25 grava em 4K?

    Sim. A câmera traseira consegue gravar vídeos em resolução 4K a 30 quadros por segundo.

    Galaxy A25 tem entrada para cartão de memória?

    Sim. O aparelho aceita cartão microSD de até 1 TB.

    Qual preço vale a pena pagar no Galaxy A25?

    Em 2026, considero excelente até aproximadamente R$ 1.050 e ainda muito interessante até cerca de R$ 1.200. Acima de R$ 1.350, é recomendável comparar com celulares mais novos.

  • Moto G56 5G vale a pena em 2026? Review completo e preço ideal

    Moto G56 5G vale a pena em 2026? Review completo e preço ideal

    O Motorola Moto G56 5G chama atenção por uma combinação que ainda não é tão comum entre celulares intermediários mais baratos: 256 GB de armazenamento, 8 GB de RAM física, câmera principal Sony de 50 MP e certificações IP68 e IP69 contra água e poeira.

    Mas existe uma pergunta importante antes de comprar: o Moto G56 5G ainda vale a pena em 2026? A resposta depende principalmente do preço. Por cerca de R$ 1.400, ele pode ser uma compra bastante interessante. Conforme se aproxima de R$ 1.600 ou mais, alguns concorrentes começam a oferecer vantagens importantes.

    Atualizado em 2 de setembro de 2026.

    Análise BaratoTech: este review considera ficha técnica oficial, posicionamento atual de mercado e custo-benefício, sem afirmar testes práticos que não foram realizados. Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Moto G56 5G: ficha técnica

    Característica Moto G56 5G
    Tela 6,7 polegadas LCD Full HD+ de 120 Hz
    Processador MediaTek Dimensity 7060
    Memória RAM 8 GB físicos + RAM Boost
    Armazenamento 256 GB + microSD de até 2 TB
    Câmera principal 50 MP Sony LYTIA 600
    Ultra-wide 8 MP
    Câmera frontal 32 MP
    Bateria 5.200 mAh
    Carregamento TurboPower de 33 W
    Proteção IP68, IP69, MIL-STD-810H e Gorilla Glass 7i
    Conectividade 5G, NFC, Bluetooth 5.3 e eSIM
    Sistema de fábrica Android 15

    O grande destaque do Moto G56 é a resistência

    É aqui que o Moto G56 consegue se diferenciar de muitos aparelhos baratos.

    Ele possui certificações IP68 e IP69, além de proteção Gorilla Glass 7i e testes de resistência baseados no padrão MIL-STD-810H.

    Na prática, isso significa uma construção preparada para lidar melhor com poeira, respingos, acidentes com água e situações mais severas do que celulares sem essas certificações.

    A Motorola informa resistência à imersão em água doce em condições controladas de laboratório, mas isso não transforma o aparelho em um celular indestrutível ou completamente à prova d’água.

    Para quem trabalha na rua, usa muito o smartphone fora de casa ou simplesmente quer mais segurança contra acidentes, esse é um argumento relevante.

    A tela de 120 Hz é boa, mas existe um porém

    O Moto G56 possui uma tela grande de aproximadamente 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz.

    Os 120 Hz ajudam bastante na sensação de fluidez ao navegar pelo sistema, rolar redes sociais e alternar entre aplicativos.

    Além disso, a Motorola informa brilho de até 1.000 nits em determinadas condições, o que ajuda na visualização em ambientes claros.

    O problema é a tecnologia utilizada: a tela continua sendo LCD.

    Isso pesa contra o Moto G56 porque já existem celulares intermediários próximos dessa faixa de preço utilizando painéis AMOLED ou pOLED, que normalmente entregam preto mais profundo, contraste superior e uma experiência visual mais sofisticada.

    Portanto, os 120 Hz são positivos, mas não fazem dessa tela uma das melhores da categoria.

    Dimensity 7060 é suficiente para o dia a dia?

    Moto G56 5G com tela de 120 Hz e processador Dimensity 7060

    O processador escolhido é o MediaTek Dimensity 7060, acompanhado por 8 GB de memória RAM física.

    É uma configuração adequada para redes sociais, WhatsApp, YouTube, aplicativos bancários, navegação, streaming e multitarefa cotidiana.

    Os 8 GB físicos também são mais importantes do que o número elevado divulgado com RAM Boost. RAM virtual utiliza parte do armazenamento interno e não entrega o mesmo desempenho de memória RAM física.

    Outro ponto positivo são os 256 GB de armazenamento, quantidade confortável para fotos, vídeos, aplicativos e jogos.

    Quem precisar de ainda mais espaço pode utilizar cartão microSD de até 2 TB.

    Moto G56 5G é bom para jogos?

    Ele consegue rodar jogos populares, mas não deve ser comprado pensando em desempenho gamer de alto nível.

    Jogos mais leves e competitivos tendem a combinar bem com a tela de 120 Hz, enquanto títulos graficamente mais pesados podem exigir redução da qualidade gráfica para manter melhor estabilidade.

    O Dimensity 7060 é um processador intermediário competente, porém existem aparelhos voltados para desempenho que conseguem entregar mais potência nessa faixa quando aparecem em promoção.

    Para quem joga casualmente, atende. Para quem compra celular principalmente para jogar, vale comparar antes.

    Câmera Sony de 50 MP é um dos pontos positivos

    A câmera principal utiliza o sensor Sony LYTIA 600 de 50 MP.

    Ter um sensor conhecido é interessante, principalmente em um aparelho dessa faixa de preço, mas megapixels e fabricante do sensor não garantem sozinhos fotografias melhores.

    Processamento de imagem, iluminação e software continuam fazendo grande diferença no resultado final.

    O conjunto ainda inclui uma ultra-wide de 8 MP, mais útil do que uma câmera macro de baixa resolução apenas para aumentar o número de lentes.

    Na frente existe uma câmera de 32 MP, resolução acima do normalmente encontrado em vários intermediários básicos.

    O principal ponto negativo aparece nos vídeos: o aparelho fica limitado a Full HD a 30 quadros por segundo.

    Quem grava bastante conteúdo e deseja vídeo em 4K pode considerar isso uma limitação importante.

    Bateria de 5.200 mAh é outro ponto forte

    A capacidade de 5.200 mAh está acima dos tradicionais 5.000 mAh encontrados em muitos concorrentes.

    A Motorola divulga autonomia de até 40 horas em seu cenário de referência, embora a duração real varie bastante conforme brilho, sinal de rede, jogos, câmera e aplicativos utilizados.

    O carregamento TurboPower chega a 33 W.

    Não é um carregamento impressionante para 2026, principalmente diante de marcas chinesas que já oferecem potências muito superiores, mas é aceitável para a proposta do aparelho.

    Tem NFC, 5G, eSIM e entrada para cartão

    O Moto G56 é bem servido de conectividade para sua categoria.

    Ele possui 5G, NFC para pagamentos por aproximação, Bluetooth 5.3 e suporte a eSIM.

    Também mantém expansão por microSD, recurso que desapareceu de vários smartphones mais caros.

    O aparelho ainda possui alto-falantes estéreo com Dolby Atmos e entrada tradicional de 3,5 mm para fones de ouvido.

    Atualizações são o ponto que mais merece atenção

    O Moto G56 saiu de fábrica com Android 15.

    Segundo a própria Motorola, este modelo tem uma atualização de versão do Android garantida e atualizações de segurança previstas até maio de 2029.

    Esse é provavelmente um dos maiores pontos fracos do aparelho.

    Concorrentes da Samsung, por exemplo, oferecem políticas de atualização significativamente mais longas em alguns modelos intermediários.

    Para quem troca de celular a cada dois ou três anos, talvez isso tenha impacto pequeno. Para quem pretende ficar quatro, cinco ou seis anos com o aparelho, deve pesar na decisão.

    Moto G56 5G: pontos positivos

    • 256 GB de armazenamento;
    • 8 GB de RAM física;
    • 5G e NFC;
    • certificações IP68 e IP69;
    • Gorilla Glass 7i;
    • câmera principal Sony LYTIA 600 de 50 MP;
    • câmera frontal de 32 MP;
    • tela Full HD+ de 120 Hz;
    • bateria de 5.200 mAh;
    • microSD de até 2 TB;
    • alto-falantes estéreo;
    • entrada para fones de 3,5 mm.

    Pontos negativos

    • tela LCD em vez de AMOLED;
    • apenas uma grande atualização de Android garantida;
    • gravação de vídeo limitada a Full HD 30 fps;
    • carregamento de 33 W apenas razoável;
    • não é a melhor opção para jogos pesados.

    Preço ideal para comprar o Moto G56 5G

    Pontos positivos e negativos do Motorola Moto G56 5G

    É o preço que decide se o Moto G56 é realmente um bom negócio.

    Preço Avaliação BaratoTech
    Até R$ 1.350 Excelente compra
    R$ 1.350 a R$ 1.500 Vale a pena
    R$ 1.500 a R$ 1.600 Vale se resistência for prioridade
    Acima de R$ 1.600 Compare com concorrentes antes de comprar

    Na faixa próxima de R$ 1.400, a combinação de 256 GB, 8 GB de RAM, IP68/IP69, câmera Sony, NFC e 5G deixa o aparelho bastante competitivo.

    Quando o preço se aproxima de R$ 1.700, porém, telas AMOLED, processadores mais rápidos e políticas de atualização melhores começam a aparecer com maior frequência.

    Moto G56 ou Galaxy A36?

    Essa comparação depende muito de promoções.

    O Galaxy A36 leva vantagem principalmente pela tela Super AMOLED e pela política de atualizações muito mais longa.

    Já o Moto G56 pode fazer mais sentido quando estiver consideravelmente mais barato e para quem valoriza IP68/IP69, cartão microSD e resistência física.

    Se os dois estiverem praticamente no mesmo preço, o Galaxy A36 tende a ser a escolha mais equilibrada para uso prolongado.

    Para quem o Moto G56 faz sentido?

    Ele é especialmente interessante para quem quer gastar aproximadamente R$ 1.400 e procura um celular com bastante armazenamento, boa resistência, 5G, NFC e bateria grande.

    Também faz sentido para quem trabalha fora de casa ou considera resistência contra água e poeira mais importante do que ter uma tela AMOLED.

    Quem deveria procurar outro celular?

    Quem prioriza qualidade de tela, jogos pesados, gravação em 4K ou muitos anos de atualização provavelmente encontrará alternativas melhores.

    Também não vale pagar caro apenas pelo nome Moto G. O preço é fundamental para justificar a compra.

    Moto G56 5G vale a pena em 2026?

    Sim, desde que esteja pelo preço certo.

    O Moto G56 5G não tenta ser o celular mais potente da categoria. A proposta é oferecer um conjunto equilibrado com alguns diferenciais práticos: 256 GB, 8 GB de RAM física, câmera Sony de 50 MP, bateria de 5.200 mAh e principalmente resistência IP68/IP69.

    A tela LCD e a política curta de atualizações impedem uma recomendação sem ressalvas.

    Por até aproximadamente R$ 1.500, ele continua sendo uma opção interessante de custo-benefício. Acima de R$ 1.600, eu compararia cuidadosamente com Galaxy A36, modelos superiores da própria Motorola e concorrentes Xiaomi antes de comprar.

    Perguntas frequentes sobre o Moto G56 5G

    O Moto G56 5G é bom?

    Sim. Ele oferece boa configuração para uso cotidiano, com 8 GB de RAM física, 256 GB de armazenamento, 5G, NFC, bateria de 5.200 mAh e proteção IP68/IP69. Seu principal ponto fraco é a tela LCD e a política curta de atualização.

    O Moto G56 tem tela AMOLED?

    Não. O Moto G56 utiliza uma tela LCD Full HD+ de 120 Hz. Apesar da boa resolução e fluidez, aparelhos AMOLED normalmente oferecem contraste e preto superiores.

    O Moto G56 é resistente à água?

    O aparelho possui certificações IP68 e IP69 e foi testado em condições controladas contra água e poeira. Isso não significa que seja indestrutível ou que danos provocados por líquidos estejam necessariamente cobertos pela garantia.

    O Moto G56 é bom para jogos?

    O Dimensity 7060 consegue lidar com jogos populares e uso casual, mas o aparelho não é focado em alto desempenho gamer. Em jogos pesados pode ser necessário reduzir a qualidade gráfica.

    Qual é o preço ideal do Moto G56?

    Na análise do BaratoTech, valores até aproximadamente R$ 1.500 fazem sentido. Abaixo de R$ 1.350, o custo-benefício fica especialmente interessante. Acima de R$ 1.600, é recomendável comparar com concorrentes.

    O Moto G56 grava em 4K?

    Não. Segundo a ficha técnica brasileira da Motorola, a gravação da câmera principal é limitada a Full HD a 30 quadros por segundo.

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    Moto G Max 5G vale a pena em 2026? Câmera de 200 MP, mas chip limita

    O Moto G Max 5G vale a pena, mas principalmente quando aparece perto dos R$ 2.200. O celular reúne uma excelente tela AMOLED de 120 Hz, câmera principal de 200 MP com estabilização óptica, bateria de 5.200 mAh e uma proteção contra água e poeira incomum na categoria. O problema está no processador: o MediaTek Dimensity 6400 é competente para o dia a dia, mas fica modesto diante do preço e de alguns concorrentes.

    Atualizado em 02 de setembro de 2026.

    Esta é uma Análise BaratoTech baseada na ficha técnica oficial, preços disponíveis no mercado e avaliações publicadas por veículos especializados. Não afirmamos ter realizado testes práticos com uma unidade do aparelho.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech. Você pode conhecer mais sobre o projeto na página Sobre.

    Moto G Max 5G vale a pena?

    Sim, mas não a qualquer preço.

    O Moto G Max é um daqueles celulares em que algumas partes da ficha técnica parecem pertencer a um aparelho mais caro. A tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas tem resolução 1.5K, atualização de até 120 Hz e brilho de pico divulgado em até 5.000 nits. Na traseira, a câmera principal chega a 200 MP e possui estabilização óptica de imagem (OIS).

    A construção também chama atenção. A Motorola colocou certificações IP66, IP68 e IP69, Gorilla Glass 7i e padrão de resistência MIL-STD-810H. Para quem derruba o celular, trabalha na rua ou simplesmente quer um aparelho menos delicado, esse é um diferencial relevante.

    Por outro lado, quem olha para o nome “Max” esperando desempenho quase premium pode se decepcionar. O Dimensity 6400 é um processador intermediário e é justamente o principal ponto que impede o aparelho de se tornar uma recomendação fácil acima dos R$ 2.300.

    Ficha técnica do Moto G Max 5G

    Característica Moto G Max 5G
    Tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas
    Resolução 1.5K, 1272 x 2772 pixels
    Taxa de atualização Até 120 Hz
    Brilho de pico Até 5.000 nits, segundo a Motorola
    Processador MediaTek Dimensity 6400
    RAM 8 GB físicos + RAM Boost virtual
    Armazenamento 256 GB
    Cartão de memória Sim, microSD em entrada híbrida
    Câmera principal 200 MP com OIS
    Câmera ultrawide 8 MP
    Câmera frontal 32 MP
    Bateria 5.200 mAh
    Carregamento TurboPower de 33 W
    5G Sim
    NFC Sim
    Proteção IP66, IP68, IP69 e MIL-STD-810H
    Proteção da tela Gorilla Glass 7i
    Sistema de fábrica Android 16
    Peso 183 g

    A tela é um dos maiores argumentos para comprar

    A tela provavelmente é o componente mais fácil de defender no Moto G Max. São 6,8 polegadas em painel Extreme AMOLED, resolução de 1272 x 2772 pixels e taxa de atualização que pode chegar a 120 Hz.

    Isso coloca o aparelho acima de muitos intermediários que ainda usam resolução Full HD+ tradicional. Para vídeos, redes sociais, leitura e jogos, a combinação de AMOLED, resolução alta e 120 Hz é excelente no papel.

    A Motorola anuncia pico de brilho de até 5.000 nits. Esse número representa condições específicas de pico e não significa que toda a tela permanecerá constantemente nesse nível, mas reforça que a visibilidade em ambientes claros recebeu atenção.

    O Dimensity 6400 é o detalhe que precisa ser observado

    Aqui está o principal alerta do Moto G Max.

    O MediaTek Dimensity 6400 não é um processador ruim. Para WhatsApp, Instagram, TikTok, YouTube, serviços bancários, GPS, câmera e a maioria dos aplicativos, o conjunto com 8 GB de RAM física deve ser suficiente.

    O problema é o posicionamento do aparelho. Na casa dos R$ 2.200 a R$ 2.400, já aparecem celulares equipados com processadores mais fortes.

    Isso significa que o Moto G Max não é a escolha mais lógica para quem coloca jogos pesados, emulação ou desempenho de longo prazo acima de câmera e resistência.

    Também é importante não confundir o anúncio de “até 24 GB de RAM” com 24 GB de memória física. O aparelho possui 8 GB de RAM física. O restante é RAM Boost, que utiliza parte do armazenamento interno como memória virtual.

    Câmera de 200 MP é realmente um diferencial?

    Câmera de 200 MP com OIS do Motorola Moto G Max 5G

    A Motorola colocou no Moto G Max o que classifica como o sistema de câmeras mais avançado já usado na família Moto G. O sensor principal possui 200 MP e estabilização óptica de imagem.

    O OIS é especialmente interessante porque ajuda a compensar pequenos movimentos durante a captura e pode melhorar resultados em situações de pouca iluminação.

    Mas existe uma informação importante por trás dos 200 MP: no modo padrão, o sistema combina múltiplos pixels. A própria Motorola informa que a tecnologia Ultra Pixel combina 16 pixels em um, produzindo normalmente uma imagem de 12,5 MP.

    Isso não é um problema. Pixel binning é uma técnica comum em smartphones modernos. O erro seria imaginar que toda foto cotidiana será armazenada automaticamente como um arquivo de 200 MP.

    O conjunto é completado por uma ultrawide de 8 MP e uma câmera frontal de 32 MP.

    E ele grava em 4K?

    Não. Esse é um ponto estranho para um aparelho que destaca tanto a câmera.

    A câmera traseira pode gravar em até 1440p a 30 quadros por segundo ou Full HD em taxas superiores, mas não oferece gravação 4K. Para quem produz muito vídeo e considera 4K indispensável, há concorrentes mais interessantes.

    Bateria de 5.200 mAh é boa, mas 33 W já não impressionam

    A bateria possui 5.200 mAh. A Motorola divulga autonomia de até 35 horas, embora a duração real dependa de brilho, rede móvel, jogos, câmera e demais hábitos de uso.

    A capacidade é boa para um intermediário e deve combinar bem com a proposta do aparelho.

    O carregamento TurboPower de 33 W, por outro lado, é apenas razoável em 2026. Não chega a ser lento, e o carregador acompanha o smartphone, mas já existem concorrentes na mesma região de preço oferecendo 68 W ou mais.

    IP69 é um diferencial de verdade

    Um dos pontos mais interessantes do Moto G Max é a resistência.

    O aparelho possui certificações IP66, IP68 e IP69, além do padrão MIL-STD-810H e Gorilla Glass 7i na tela.

    Segundo a Motorola, o IP68 permite imersão em água doce por até 30 minutos em profundidade de até 1,5 metro dentro das condições de teste. O IP69 acrescenta resistência a jatos de água de maior pressão.

    Isso não transforma o celular em indestrutível e não é recomendação para mergulhar o aparelho intencionalmente, mas é uma proteção muito mais interessante do que simples resistência contra respingos.

    Moto G Max 5G vs Moto G77: vale pagar a diferença?

    Essa talvez seja a comparação mais perigosa para o Moto G Max.

    O Moto G77 também utiliza o Dimensity 6400, traz 8 GB de RAM, bateria de 5.200 mAh, carregamento de 33 W e tela AMOLED de 6,8 polegadas com 120 Hz.

    Em ofertas consultadas em agosto de 2026, o Moto G77 apareceu perto dos R$ 1.700, enquanto o Moto G Max ficou aproximadamente entre R$ 2.200 e R$ 2.300.

    O dinheiro extra compra principalmente uma câmera principal mais ambiciosa, com 200 MP e OIS, além da resistência IP68/IP69 superior à proteção IP64 do G77.

    Se esses dois diferenciais não são importantes para você, o G77 pode entregar uma relação custo-benefício melhor.

    E o Edge 70 Fusion?

    Existe outro problema quando o Moto G Max sobe demais de preço: o Edge 70 Fusion já apareceu perto de R$ 2.300.

    Ele utiliza o Snapdragon 7s Gen 3, oferece tela AMOLED de 144 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, IP68/IP69 e carregamento de 68 W.

    Por isso, para quem prioriza desempenho, o Edge 70 Fusion é um concorrente bastante complicado para o Moto G Max quando os dois ficam próximos no preço.

    Modelo Moto G Max Moto G77 Edge 70 Fusion
    Processador Dimensity 6400 Dimensity 6400 Snapdragon 7s Gen 3
    Tela 6,8″ AMOLED 120 Hz 6,8″ AMOLED 120 Hz AMOLED 144 Hz
    Câmera principal 200 MP com OIS 108 MP 50 MP com OIS
    Bateria 5.200 mAh 5.200 mAh 5.200 mAh
    Carregamento 33 W 33 W 68 W
    Proteção IP66/IP68/IP69 IP64 IP68/IP69
    Faixa observada em agosto de 2026 Cerca de R$ 2.200 a R$ 2.300 Cerca de R$ 1.700 Cerca de R$ 2.300

    Resumo: o Moto G77 é a alternativa para economizar. O Edge 70 Fusion faz mais sentido para desempenho. O Moto G Max encontra seu espaço principalmente entre consumidores que valorizam câmera de 200 MP com OIS e resistência reforçada.

    Preço ideal para comprar o Moto G Max 5G

    Moto G Max 5G analisado por câmera, tela, desempenho e custo-benefício

    O Moto G Max chegou ao mercado com preço oficial de tabela informado em R$ 2.799, com valor à vista de R$ 2.519,10 no lançamento. A própria página da Motorola atualmente resume o lançamento na faixa dos R$ 2.519.

    Desde então, o aparelho já caiu para a região dos R$ 2.200 em algumas ofertas. É nessa faixa que a compra começa a fazer mais sentido.

    Preço Veredito BaratoTech
    Até R$ 2.150 Excelente preço para a proposta
    R$ 2.151 a R$ 2.300 Vale a pena, principalmente pela câmera e resistência
    R$ 2.301 a R$ 2.500 Compare antes com Edge 70 Fusion e outros intermediários
    Acima de R$ 2.500 Custo-benefício fraco

    Nosso preço ideal para comprar fica em até aproximadamente R$ 2.200. Abaixo disso, o conjunto de tela, câmera, armazenamento e resistência fica bem mais competitivo.

    Pontos positivos e negativos

    Pontos positivos Pontos negativos
    Tela AMOLED 1.5K de 120 Hz Dimensity 6400 é modesto para o preço
    Câmera principal de 200 MP com OIS Não grava vídeos em 4K
    IP66, IP68 e IP69 Carregamento de 33 W poderia ser mais rápido
    256 GB de armazenamento RAM Boost não substitui RAM física
    Suporte a microSD Moto G77 custa consideravelmente menos
    NFC e 5G Edge 70 Fusion pressiona quando aparece pelo mesmo preço
    Carregador incluso Foco em câmera não combina com ausência de 4K

    Para quem o Moto G Max é indicado?

    O aparelho faz mais sentido para quem procura um celular intermediário com excelente tela, bastante armazenamento, câmera principal estabilizada e resistência acima da média.

    Também é interessante para quem usa o smartphone bastante na rua e valoriza IP68/IP69 mais do que desempenho bruto.

    Por outro lado, não é a primeira recomendação para jogadores mais exigentes. Também perde parte do sentido para quem não liga para câmera de 200 MP ou resistência reforçada, já que modelos mais baratos conseguem oferecer desempenho semelhante.

    Veredito: Moto G Max 5G é bom?

    Sim, o Moto G Max 5G é um bom celular intermediário, mas o preço decide se ele também é uma boa compra.

    A Motorola montou um aparelho interessante ao combinar tela AMOLED 1.5K de 120 Hz, câmera de 200 MP com OIS, 256 GB, NFC, 5G, bateria de 5.200 mAh e certificações IP66, IP68 e IP69.

    O erro foi colocar um processador relativamente modesto em um produto que chega muito perto do território de intermediários mais potentes.

    Na faixa de R$ 2.100 a R$ 2.200, a proposta é convincente. Perto dos R$ 2.500, já existem alternativas melhores para quem busca desempenho.

    Nota BaratoTech de custo-benefício: 8/10 quando encontrado até R$ 2.200. Acima de R$ 2.500, a nota cai consideravelmente.

    Perguntas frequentes

    Moto G Max 5G vale a pena em 2026?

    Vale principalmente quando encontrado por aproximadamente R$ 2.200 ou menos. Nessa faixa, tela AMOLED 120 Hz, câmera de 200 MP com OIS, 256 GB e IP68/IP69 formam um conjunto competitivo.

    O Moto G Max é bom para jogos?

    Ele consegue executar jogos, mas o Dimensity 6400 não é o maior destaque do aparelho. Para jogos pesados e altas taxas de quadros, existem alternativas mais potentes próximas da mesma faixa de preço.

    O Moto G Max tem NFC?

    Sim. O aparelho possui NFC e pode ser usado para pagamentos por aproximação com aplicativos compatíveis.

    O Moto G Max tem cartão de memória?

    Sim. O aparelho aceita cartão microSD por meio de uma entrada híbrida.

    O Moto G Max é resistente à água?

    Sim. Ele possui certificações IP66, IP68 e IP69. Segundo a Motorola, o IP68 foi testado para imersão em água doce por até 30 minutos e até 1,5 metro de profundidade, dentro das condições especificadas pela fabricante.

    A câmera de 200 MP do Moto G Max é boa?

    É uma das principais características do celular e possui estabilização óptica. No uso padrão, a tecnologia Ultra Pixel combina 16 pixels para produzir imagens de 12,5 MP com maior captação de luz. A qualidade final depende também do processamento, iluminação e modo utilizado.

    O Moto G Max grava em 4K?

    Não. Mesmo com câmera principal de 200 MP, o modelo não oferece gravação de vídeo em 4K.

    Moto G Max ou Moto G77: qual comprar?

    O Moto G77 tende a oferecer melhor custo-benefício para quem quer economizar, pois usa o mesmo Dimensity 6400 e mantém características semelhantes de tela e bateria. O Moto G Max justifica a diferença principalmente com câmera de 200 MP com OIS e proteção IP68/IP69.

    Qual é o preço ideal do Moto G Max?

    Considerando o mercado em agosto de 2026, o BaratoTech considera aproximadamente R$ 2.200 ou menos uma boa faixa de compra. Acima de R$ 2.500, recomendamos comparar com intermediários mais potentes.

    Fontes consultadas

    As especificações foram verificadas na página oficial do Moto G Max na Motorola. Informações de lançamento, preços e comparação de mercado também foram consultadas no Tecnoblog e em seu levantamento de celulares Motorola de 2026.