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  • Samsung libera Android 17 com One UI 9: veja quais Galaxy já receberam

    Samsung libera Android 17 com One UI 9: veja quais Galaxy já receberam

    O Android 17 começou a chegar oficialmente aos celulares Samsung Galaxy por meio da One UI 9. A nova versão do sistema traz melhorias no Galaxy AI, mais opções de personalização e novos recursos voltados à segurança, privacidade e produtividade.

    No Brasil, a Samsung confirmou que a atualização começou a ser disponibilizada para o Galaxy S26, Galaxy S26+ e Galaxy S26 Ultra a partir de 30 de setembro de 2026.

    Em outros mercados, a distribuição já alcançou mais aparelhos, incluindo modelos da linha Galaxy S25 e dobráveis da família Galaxy Z. Mas existe um detalhe importante: uma atualização disponível em outro país não significa automaticamente que ela já chegou ao Brasil.

    Resumo rápido

    • A One UI 9 é baseada no Android 17.
    • Galaxy S26, S26+ e S26 Ultra já têm atualização confirmada oficialmente no Brasil.
    • A distribuição brasileira começou em 30 de setembro.
    • Modelos da linha Galaxy S25 já começaram a receber a versão estável em algumas regiões.
    • Alguns Galaxy Z também já aparecem com Android 17 fora do Brasil.
    • A disponibilidade depende do país, modelo e operadora.

    Android 17 começa a chegar aos Samsung Galaxy

    A Samsung iniciou a expansão oficial da One UI 9, sua interface baseada no Android 17.

    Globalmente, a empresa anunciou em setembro a expansão do sistema começando pelo Galaxy S26, Galaxy S26+ e Galaxy S26 Ultra, depois da estreia da One UI 9 nos modelos Galaxy Z Fold8 Ultra, Galaxy Z Fold8 e Galaxy Z Flip8.

    No Brasil, a confirmação específica veio em 30 de setembro. Segundo a Samsung Brasil, os proprietários da linha Galaxy S26 começaram a receber a nova versão a partir dessa data.

    Como ocorre normalmente com grandes atualizações da Samsung, a distribuição é feita de maneira gradual. Isso significa que nem todos os aparelhos recebem o pacote exatamente no mesmo dia.

    Quais Samsung Galaxy já receberam Android 17?

    Até 1º de outubro de 2026, a lista de aparelhos que já possuem distribuição estável registrada em pelo menos algum mercado inclui:

    Linha Galaxy S

    • Galaxy S26
    • Galaxy S26+
    • Galaxy S26 Ultra
    • Galaxy S25
    • Galaxy S25+
    • Galaxy S25 Ultra
    • Galaxy S25 FE
    • Galaxy S25 Edge

    Linha Galaxy Z

    • Galaxy Z Fold7
    • Galaxy Z Flip7
    • Galaxy Z Flip7 FE
    • Galaxy Z TriFold

    Nos aparelhos das famílias Galaxy S25 e Galaxy Z citados acima, a disponibilidade ainda é limitada a determinadas regiões.

    Já o Galaxy Z Fold8 Ultra, Galaxy Z Fold8 e Galaxy Z Flip8 estrearam originalmente com a One UI 9 instalada, portanto não dependem de uma atualização do Android 16 para receber o novo sistema.

    E quais desses já receberam Android 17 no Brasil?

    Aqui é importante separar confirmação oficial de disponibilidade internacional.

    Até a publicação desta matéria, a Samsung Brasil confirmou oficialmente a One UI 9 para:

    • Galaxy S26
    • Galaxy S26+
    • Galaxy S26 Ultra

    A atualização começou a ser liberada para esses modelos no país em 30 de setembro de 2026.

    Para modelos Galaxy S25 e Galaxy Z que já aparecem com a atualização em outros países, a chegada pode acontecer em momentos diferentes no mercado brasileiro.

    Por isso, o BaratoTech não considera um aparelho como atualizado no Brasil apenas porque o software já apareceu na Coreia do Sul, Europa, Estados Unidos ou outra região.

    O que muda na One UI 9?

    A One UI 9 não tenta reinventar completamente o visual dos celulares Samsung. O foco está principalmente em melhorar recursos que já existiam e aumentar a presença de inteligência artificial no sistema.

    Entre as principais novidades estão melhorias no Galaxy AI, personalização do painel rápido, novos recursos de privacidade e mudanças na tela de bloqueio.

    Now Nudge ficou mais inteligente

    O Now Nudge passa a oferecer sugestões contextuais em mais partes do sistema.

    Além do teclado, as sugestões podem aparecer em notificações de conversas e em outros pontos da interface.

    O sistema pode, por exemplo, identificar um endereço ou uma informação relevante durante uma conversa e sugerir uma ação relacionada.

    My FanCam acompanha uma pessoa automaticamente

    Outra novidade curiosa é o My FanCam.

    O recurso permite selecionar uma pessoa em um vídeo para que o Galaxy acompanhe aquele indivíduo e faça o reenquadramento automaticamente.

    A proposta pode ser especialmente útil em apresentações, shows, eventos esportivos ou vídeos nos quais o usuário deseja manter determinada pessoa em destaque.

    Samsung reforçou privacidade e segurança

    A segurança também recebeu bastante atenção na One UI 9.

    O sistema ganhou novos alertas capazes de avisar sobre possíveis riscos relacionados a permissões excessivas, aplicativos maliciosos e programas instalados por fontes desconhecidas.

    A Samsung também adicionou alertas de privacidade com inteligência artificial, que analisam como aplicativos utilizam determinadas permissões e podem avisar quando existe acesso considerado desnecessário a dados pessoais.

    Outra mudança permite bloquear rapidamente o uso da biometria. O usuário pode utilizar uma combinação dos botões físicos ou o botão de energia no painel rápido para exigir senha ou PIN no próximo desbloqueio.

    Quick Panel ganhou mais personalização

    O painel de configurações rápidas também ficou mais flexível.

    Agora é possível reorganizar mais elementos e ajustar o tamanho de controles como brilho, volume e reprodução de mídia.

    A Samsung também permite separar determinados controles que antes ficavam agrupados, oferecendo mais liberdade para o usuário organizar a interface.

    Nova tela de bloqueio

    A tela de bloqueio ganhou novos estilos de relógio.

    Segundo a Samsung, o relógio padrão foi redesenhado e pode se adaptar melhor ao papel de parede utilizado no aparelho.

    É uma mudança relativamente pequena, mas que aumenta as possibilidades de personalização sem exigir aplicativos externos.

    Samsung DeX também recebeu melhorias

    Quem utiliza o Galaxy conectado a uma tela maior também encontra novidades.

    O Samsung DeX ganhou melhorias no gerenciamento de janelas e na troca entre diferentes áreas de trabalho.

    A proposta continua sendo aproximar a experiência do smartphone de um computador quando conectado a monitor, teclado e mouse.

    Nem todo Galaxy terá exatamente os mesmos recursos

    Existe outra observação importante.

    Mesmo quando dois aparelhos recebem a One UI 9, isso não significa necessariamente que terão acesso a todas as mesmas funções.

    Alguns recursos de Galaxy AI podem depender do hardware do aparelho, idioma, país, disponibilidade dos serviços da Samsung e outros requisitos técnicos.

    Por isso, modelos mais antigos podem receber o Android 17 sem necessariamente ganhar todas as ferramentas presentes nos aparelhos mais recentes.

    Como verificar se o Android 17 já chegou ao seu Samsung?

    É possível verificar diretamente nas configurações do aparelho.

    Siga este caminho:

    Configurações > Atualização de software > Baixar e instalar.

    Se a One UI 9 já estiver disponível para o modelo e região do aparelho, o Galaxy deverá localizar o novo pacote.

    Vale lembrar que a Samsung realiza distribuições em etapas. Por isso, dois celulares aparentemente iguais podem receber a atualização em dias diferentes dependendo do código regional, operadora e país.

    Devo instalar a One UI 9?

    Quem recebeu a versão estável oficialmente pode atualizar normalmente, desde que tome os cuidados básicos recomendados antes de uma grande atualização do Android.

    É indicado manter backup dos arquivos importantes, utilizar uma conexão Wi-Fi estável e garantir que o aparelho tenha carga suficiente antes de iniciar a instalação.

    Também não recomendamos instalar manualmente firmware destinado a outro país apenas para tentar antecipar a atualização.

    Além de existirem diferenças regionais, esse processo pode causar problemas com recursos da operadora, atualizações futuras ou suporte técnico.

    A lista de Galaxy com Android 17 ainda vai crescer

    A distribuição da One UI 9 ainda está no início.

    A Samsung afirma que a versão será ampliada gradualmente para mais dispositivos Galaxy, então a lista de celulares atualizados deve crescer nas próximas semanas e meses.

    Para quem possui um Galaxy mais antigo, a ausência do aparelho na lista atual não significa necessariamente que ele ficará sem Android 17.

    O BaratoTech continuará acompanhando a distribuição da One UI 9 e atualizará as informações conforme novos Galaxy começarem a receber o Android 17 no Brasil.

    Fontes

  • Google manda chips de IA ao espaço hoje e quer levar data centers para órbita

    Google manda chips de IA ao espaço hoje e quer levar data centers para órbita

    O Google está prestes a colocar sua inteligência artificial literalmente fora da Terra. Nesta quinta-feira, 1º de outubro de 2026, a empresa pretende enviar chips desenvolvidos para IA à órbita terrestre em um experimento que pode ajudar a definir se grandes estruturas de computação poderão funcionar no espaço no futuro.

    O teste faz parte do Project Suncatcher, projeto de pesquisa do Google que investiga uma ideia que até pouco tempo parecia ficção científica: criar infraestrutura de computação para inteligência artificial em órbita, aproveitando principalmente a enorme disponibilidade de energia solar.

    Resumo rápido

    • Google pretende enviar chips de IA ao espaço hoje, 1º de outubro.
    • O experimento faz parte do Project Suncatcher.
    • O satélite será levado pela missão Transporter-18 da SpaceX.
    • O objetivo é testar os chips contra radiação, calor, frio e as forças de um lançamento.
    • No futuro, vários satélites poderiam trabalhar juntos como uma infraestrutura de IA em órbita.
    • Ainda não se trata de um data center espacial comercial.

    O que exatamente o Google está mandando para o espaço?

    O primeiro passo é muito menor do que construir um gigantesco data center orbital.

    O Google vai colocar em órbita um satélite experimental equipado com suas TPUs, sigla para Tensor Processing Units. Esses chips foram desenvolvidos especialmente para acelerar tarefas de inteligência artificial e são utilizados na infraestrutura computacional da empresa.

    O satélite foi desenvolvido em parceria com a Planet e seguirá para a órbita terrestre baixa a bordo da missão compartilhada Transporter-18 da SpaceX.

    A missão está programada para partir da Califórnia utilizando um foguete Falcon 9. A janela de lançamento prevista começa por volta das 15h18 no horário de Brasília, podendo sofrer alterações por condições técnicas ou meteorológicas.

    Por que colocar chips de IA no espaço?

    Existe um motivo que torna essa ideia muito mais interessante do que simplesmente dizer que existe uma inteligência artificial orbitando a Terra: energia.

    Grandes sistemas de inteligência artificial exigem enormes quantidades de eletricidade. Além do consumo dos próprios processadores, data centers terrestres precisam gastar energia com sistemas de refrigeração e toda a infraestrutura necessária para manter milhares de chips funcionando.

    Em órbita terrestre baixa, determinados satélites conseguem ter acesso quase contínuo à luz do Sol. Segundo o Google, sistemas desse tipo poderiam gerar até oito vezes mais energia solar do que instalações equivalentes na superfície terrestre.

    Na teoria, isso permitiria criar enormes conjuntos de satélites alimentados por energia solar e dedicados ao processamento de inteligência artificial.

    Mas existe um enorme problema: como resfriar os chips?

    A mesma ideia que parece resolver o problema da energia cria outro desafio gigantesco.

    Chips de inteligência artificial produzem muito calor. Em data centers tradicionais, sistemas de refrigeração transportam esse calor utilizando ar ou líquidos.

    No vácuo do espaço não existe ar circulando.

    Isso significa que simplesmente colocar centenas ou milhares de processadores dentro de um satélite faria a temperatura se tornar um dos principais obstáculos do projeto.

    O Google está experimentando sistemas que combinam tubos de calor e radiadores para retirar energia térmica dos processadores e dissipá-la para o espaço.

    O funcionamento real dessa solução será uma das coisas que os engenheiros tentarão observar durante o experimento em órbita.

    E a radiação espacial?

    Esse é outro problema que um computador dentro de um escritório normalmente não precisa enfrentar.

    Partículas energéticas vindas do Sol e do espaço podem atingir componentes eletrônicos e provocar falhas nos dados armazenados pelos chips.

    Antes do lançamento, o Google submeteu suas TPUs a testes com feixes de prótons enquanto os processadores executavam cargas de inteligência artificial.

    Segundo a empresa, os resultados iniciais indicaram que as TPUs Trillium conseguiram suportar uma dose total de radiação superior àquela esperada durante uma missão de aproximadamente cinco anos.

    Mesmo assim, testes em laboratório não conseguem reproduzir perfeitamente tudo que acontece em órbita. É justamente por isso que o experimento de hoje é tão importante.

    O lançamento também é um teste de resistência

    Chegar ao espaço já será uma prova para o equipamento.

    Durante os primeiros minutos do lançamento, o satélite enfrentará vibrações intensas e forças de aceleração muito superiores às encontradas em condições normais na Terra.

    O Google afirma que componentes individuais podem experimentar forças equivalentes a dezenas de vezes a gravidade durante determinadas etapas e testes relacionados ao lançamento.

    Somente depois dessa viagem o verdadeiro experimento poderá começar.

    Google quer criar uma rede de computadores ao redor da Terra

    Se os primeiros testes forem bem-sucedidos, o plano se torna ainda mais ambicioso.

    O conceito estudado pelo Project Suncatcher prevê vários satélites trabalhando próximos uns dos outros. Cada unidade poderia carregar diversos chips de inteligência artificial e dividir enormes cargas de processamento.

    Mas existe um problema: para funcionar como um grande computador, esses satélites precisariam trocar quantidades gigantescas de dados extremamente rápido.

    A solução que o Google está estudando envolve comunicação por laser entre satélites.

    A precisão necessária é enorme. O próprio Google compara o desafio a atingir um alvo do tamanho de uma moeda a quilômetros de distância enquanto os dois pontos estão se movimentando.

    O próximo grande teste já está planejado para 2027

    O experimento de hoje é apenas o começo.

    O Google pretende colocar dois novos satélites em órbita em 2027 para testar conexões de alta velocidade por laser.

    Se essa tecnologia funcionar, vários satélites poderiam eventualmente compartilhar processamento e trabalhar como um grande conjunto de computadores no espaço.

    Então teremos data centers gigantes orbitando a Terra?

    Ainda é cedo para dizer.

    Apesar do potencial, existem desafios enormes envolvendo custo de lançamento, fabricação de satélites, manutenção, comunicação, radiação e principalmente gerenciamento de temperatura.

    Especialistas também apontam que esse tipo de infraestrutura ainda está distante de se tornar comercialmente competitiva com grandes data centers instalados na Terra.

    Por isso, o satélite enviado agora não deve ser tratado como um data center espacial completo. O objetivo é coletar dados, encontrar possíveis falhas e descobrir se os componentes conseguem sobreviver e funcionar no ambiente espacial.

    Por que esse experimento é tão importante?

    A corrida pela inteligência artificial está fazendo empresas procurarem novas fontes de energia e novos lugares para instalar infraestrutura computacional.

    Hoje parece exagerado imaginar milhares de processadores trabalhando acima das nossas cabeças. Mas também já pareceu exagerado imaginar milhares de satélites formando redes globais de internet.

    Se o Google demonstrar que seus chips conseguem trabalhar de maneira confiável no espaço, uma das perguntas mais curiosas da computação moderna começará a receber uma resposta real:

    o próximo grande data center do mundo pode não estar em nenhum país — pode estar orbitando a Terra.

    Quando acontece o lançamento?

    A missão Transporter-18 está prevista para esta quinta-feira, 1º de outubro de 2026, com lançamento programado a partir da Califórnia.

    O horário previsto para abertura da janela é aproximadamente 15h18 no horário de Brasília.

    Como acontece em qualquer missão espacial, o horário ou até mesmo a data podem mudar devido a condições meteorológicas ou questões técnicas.

    O BaratoTech acompanhará o resultado do experimento e as próximas etapas do Project Suncatcher.

    Fontes

  • Motorola Edge 70 começa a receber Android 17 no Brasil: veja o que muda

    Motorola Edge 70 começa a receber Android 17 no Brasil: veja o que muda

    O Motorola Edge 70 começou a receber o Android 17 no Brasil em 24 de setembro de 2026. A nova versão do sistema está sendo distribuída gradualmente e traz mudanças na interface, nas notificações e em recursos de personalização do smartphone.

    Isso significa que a atualização pode aparecer primeiro para alguns usuários e levar mais tempo para chegar a outros aparelhos. Quem ainda não encontrou o Android 17 disponível no Edge 70, portanto, não precisa necessariamente considerar isso um problema.

    Resumo rápido

    • Motorola Edge 70 começou a receber o Android 17 no Brasil.
    • A distribuição acontece de forma gradual.
    • Widgets empilháveis estão entre as novidades.
    • Ícones recebem maior integração com as cores do tema.
    • Notificações ganham novos recursos.
    • A atualização pode ser procurada manualmente nas configurações.

    Android 17 começa a chegar ao Motorola Edge 70

    O Edge 70 chegou ao mercado originalmente com Android 16 e agora começa a receber sua primeira grande atualização de versão do sistema.

    A liberação brasileira ocorre por etapas. Por isso, dois aparelhos do mesmo modelo podem não receber a atualização exatamente no mesmo dia.

    O que muda no Edge 70 com o Android 17?

    Uma das mudanças está na personalização da tela inicial.

    O Android 17 adiciona suporte a widgets empilháveis, permitindo reunir mais de um widget no mesmo espaço da tela e alternar entre eles.

    Os ícones também passam a acompanhar melhor as cores escolhidas pelo usuário, aumentando a integração visual com o tema utilizado no aparelho.

    As Configurações Rápidas também recebem ajustes. No estilo clássico, por exemplo, existe a possibilidade de ocultar os nomes exibidos abaixo dos botões.

    Notificações também mudaram

    O sistema de notificações está entre as áreas que receberam novidades.

    O Android 17 adiciona atualizações em tempo real para determinados tipos de informação e pode gerar resumos de conversas longas.

    Alertas considerados menos importantes também podem ser organizados em uma área silenciosa, ajudando a reduzir a quantidade de notificações disputando atenção na tela.

    Como verificar se o Android 17 chegou ao Edge 70

    Quem possui um Motorola Edge 70 pode procurar manualmente pela atualização.

    No aparelho, acesse:

    Configurações > Sistema > Atualizações do sistema.

    Caso nenhuma nova versão apareça, vale aguardar e tentar novamente posteriormente, já que a distribuição está acontecendo gradualmente.

    Edge 70 ainda terá outras atualizações?

    O Android 17 não representa o fim do suporte de software do Edge 70. O modelo chegou com Android 16 e a Motorola informa, na página brasileira do produto, quatro upgrades garantidos do Android e atualizações de segurança até julho de 2031.

    Para quem comprou o aparelho, isso é especialmente importante porque atualizações de sistema ajudam a prolongar a vida útil do smartphone e acrescentam novos recursos sem exigir a troca do hardware.

    Android 17 começa a ganhar espaço nos Motorola

    A chegada da versão estável ao Edge 70 também é um sinal importante para quem acompanha a expansão do Android 17 para outros aparelhos da Motorola.

    O BaratoTech já acompanha os modelos da marca relacionados ao novo sistema.

    Leia também: quais celulares Motorola estão na lista do Android 17.

    O que observar antes de instalar o Android 17

    Para quem receber a atualização oficialmente pelo próprio sistema do Edge 70, o Android 17 adiciona recursos de personalização, organização e notificações sem exigir nenhuma modificação não oficial no aparelho.

    Como ocorre com qualquer grande atualização de sistema, ainda vale acompanhar os relatos dos primeiros usuários sobre autonomia, estabilidade e eventuais bugs.

    O BaratoTech ainda não realizou testes próprios desta atualização no Edge 70. Por isso, não vamos afirmar ganhos de desempenho ou bateria sem medições reais.

    Fontes

    Perguntas frequentes

    O Motorola Edge 70 já recebeu Android 17 no Brasil?

    Sim. A distribuição do Android 17 para o Motorola Edge 70 começou no Brasil em 24 de setembro de 2026 e acontece gradualmente.

    Por que o Android 17 ainda não apareceu no meu Edge 70?

    A atualização é distribuída em etapas e pode não chegar a todos os aparelhos ao mesmo tempo.

    Como procurar a atualização manualmente?

    Acesse Configurações > Sistema > Atualizações do sistema e procure por novas atualizações.

    O Android 17 muda as notificações do Edge 70?

    Sim. Entre as novidades estão mudanças na organização das notificações, atualizações em tempo real para informações compatíveis e recursos relacionados a conversas.

  • One UI 9 começa a chegar ao Galaxy S26 no Brasil: veja o que muda

    One UI 9 começa a chegar ao Galaxy S26 no Brasil: veja o que muda

    A Samsung começou em 30 de setembro de 2026 a distribuir a One UI 9 para a linha Galaxy S26 no Brasil. A atualização contempla inicialmente Galaxy S26, Galaxy S26+ e Galaxy S26 Ultra e amplia a integração do Galaxy AI ao sistema, além de trazer novidades relacionadas a criação de conteúdo, personalização, segurança e privacidade.

    A nova interface já havia aparecido em aparelhos mais recentes da Samsung e agora começa a chegar aos principais modelos da família Galaxy S26.

    Resumo rápido

    • One UI 9 começou a chegar à linha Galaxy S26.
    • Galaxy S26, S26+ e Galaxy S26 Ultra fazem parte desta etapa.
    • Now Nudge e Now Brief receberam melhorias.
    • My FanCam usa inteligência artificial para reenquadrar vídeos.
    • Há novos recursos relacionados a segurança e privacidade.
    • Outros dispositivos Galaxy receberão a atualização posteriormente.
    • A Samsung ainda não divulgou um calendário brasileiro completo para todos os modelos.

    Galaxy AI tenta entender melhor o contexto

    Um dos focos da One UI 9 é tornar os recursos de inteligência artificial mais integrados ao uso cotidiano do aparelho.

    O Now Nudge passa a oferecer sugestões mais contextuais. Durante determinadas situações, o sistema pode sugerir ações relacionadas ao que o usuário está fazendo, como consultar a agenda, buscar um endereço ou salvar uma localização.

    A proposta é diminuir a quantidade de passos necessários para realizar tarefas simples sem obrigar o usuário a sair do que está fazendo.

    O Now Brief também ganha novas possibilidades de personalização e passa a reunir mais informações consideradas relevantes para a rotina do usuário.

    Além dos conteúdos cotidianos, a Samsung adicionou informações relacionadas à segurança e privacidade.

    My FanCam pode reenquadrar vídeos depois da gravação

    Outra novidade da One UI 9 é o My FanCam.

    O recurso permite selecionar uma pessoa em um vídeo já gravado. A inteligência artificial acompanha os movimentos dessa pessoa e cria um novo enquadramento focado nela.

    Na prática, isso pode ser útil em vídeos de shows, apresentações, esportes ou qualquer situação em que várias pessoas estejam no mesmo enquadramento.

    Em vez de refazer a gravação ou ajustar todo o vídeo manualmente, o sistema tenta acompanhar automaticamente a pessoa escolhida.

    A precisão pode variar de acordo com as características do vídeo.

    Criação de imagens também ficou mais contextual

    O Estúdio Criativo também recebe novidades.

    A ferramenta pode sugerir ideias para geração de imagens relacionadas ao contexto do usuário, inclusive levando em consideração eventos futuros.

    A intenção é fazer com que os recursos de criação apareçam em momentos em que podem ser úteis, em vez de depender apenas de comandos iniciados manualmente.

    Segurança e privacidade ganham novos recursos

    A One UI 9 não é focada apenas em ferramentas de criação.

    O Resumo de Segurança passa a apresentar informações sobre possíveis riscos diretamente no Now Brief.

    Também existem Alertas de Privacidade que utilizam processamento no próprio dispositivo para identificar comportamentos que podem merecer atenção.

    Um exemplo citado pela Samsung envolve aplicativos tentando acessar permissões em segundo plano sem uma necessidade aparente.

    Isso permite que o usuário tenha uma visão mais clara sobre como determinados aplicativos estão utilizando permissões e dados do aparelho.

    Quais celulares recebem a One UI 9 agora?

    Nesta etapa anunciada pela Samsung, a atualização contempla:

    • Galaxy S26
    • Galaxy S26+
    • Galaxy S26 Ultra

    A Samsung informa que a One UI 9 chegará posteriormente a mais dispositivos Galaxy.

    Até o momento, a empresa não divulgou um calendário brasileiro completo com datas específicas para Galaxy S25, Galaxy S24, linha A ou outros aparelhos.

    Como verificar a atualização

    Quem possui um aparelho compatível pode verificar manualmente a disponibilidade seguindo este caminho:

    Configurações > Atualização de software > Baixar e instalar

    A liberação pode acontecer gradualmente.

    Se a One UI 9 ainda não aparecer no aparelho, isso não significa necessariamente que exista algum problema. Pode ser necessário aguardar a distribuição para aquele dispositivo.

    O que isso muda para quem tem um Galaxy S26?

    A chegada da One UI 9 reforça um dos pontos importantes da linha Galaxy S26: a evolução do aparelho por meio de atualizações de software.

    A nova versão não muda o hardware do smartphone, mas adiciona recursos de inteligência artificial, ferramentas de criação e novas funções relacionadas a segurança e privacidade.

    Para quem já possui um Galaxy S26, a atualização adiciona funcionalidades sem exigir a troca do aparelho.

    Para quem ainda está pensando em comprar o modelo, software e tempo de suporte também fazem parte da análise de custo-benefício. Vale cruzar essas novidades com o nosso review completo do Galaxy S26.

    Vale atualizar para a One UI 9?

    Para Galaxy S26, S26+ e S26 Ultra, a One UI 9 traz uma quantidade relevante de novidades, principalmente para quem utiliza recursos do Galaxy AI.

    As mudanças em Now Nudge, Now Brief, criação de conteúdo e segurança ampliam funcionalidades que já faziam parte da experiência da linha.

    Como acontece com qualquer atualização importante, ainda vale acompanhar a experiência dos usuários depois da instalação para identificar possíveis bugs ou alterações de autonomia.

    Por enquanto, o ponto confirmado é que a distribuição oficial para a família Galaxy S26 começou e que a Samsung pretende expandir a One UI 9 para outros dispositivos.

    Perguntas frequentes

    A One UI 9 já chegou ao Galaxy S26 no Brasil?

    Sim. A Samsung anunciou o início da atualização para Galaxy S26, S26+ e Galaxy S26 Ultra em 30 de setembro de 2026.

    Quais modelos recebem a One UI 9 nesta etapa?

    Galaxy S26, Galaxy S26+ e Galaxy S26 Ultra.

    Como verificar a atualização?

    Acesse Configurações > Atualização de software > Baixar e instalar.

    Outros celulares Samsung vão receber One UI 9?

    Sim. A Samsung confirmou expansão para mais dispositivos Galaxy, mas o cronograma pode variar por modelo e mercado.

    Fontes

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

  • Galaxy S26 vale a pena em 2026? Review mostra quando o compacto da Samsung compensa

    Galaxy S26 vale a pena em 2026? Review mostra quando o compacto da Samsung compensa

    O Samsung Galaxy S26 ocupa uma posição cada vez mais rara no mercado: é um smartphone realmente topo de linha que continua relativamente compacto e leve. Ele traz tela AMOLED de 6,3 polegadas, 12 GB de RAM, processador Exynos 2600 de 2 nm no Brasil, câmera principal de 50 MP, teleobjetiva com zoom óptico de 3x e bateria de 4.300 mAh.

    Mas existe uma pergunta mais importante do que simplesmente olhar a ficha técnica: o Galaxy S26 vale a pena em 2026?

    A resposta depende principalmente do preço. O aparelho chegou oficialmente ao Brasil por R$ 7.499 na versão de 256 GB, mas já pode ser encontrado por valores próximos de R$ 4.800 em promoções. Nessa faixa, a situação muda bastante.

    Atualizado em setembro de 2026.

    Análise BaratoTech: este artigo utiliza especificações oficiais da Samsung, testes independentes publicados por veículos especializados e preços encontrados no varejo brasileiro. O BaratoTech não realizou teste físico de laboratório deste aparelho.

    Resumo rápido do Galaxy S26

    • Tela: 6,3″ Dynamic AMOLED 2X, FHD+ e até 120 Hz
    • Processador: Exynos 2600 de 2 nm no modelo brasileiro
    • RAM: 12 GB
    • Armazenamento: 256 GB ou 512 GB
    • Câmera principal: 50 MP com OIS
    • Teleobjetiva: 10 MP com zoom óptico de 3x
    • Ultrawide: 12 MP
    • Selfie: 12 MP
    • Bateria: 4.300 mAh
    • Carregamento: 25 W com fio e 15 W sem fio
    • Proteção: IP68
    • Sistema de lançamento: Android 16 com One UI 8.5
    • Conectividade: 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC
    • Peso: apenas 167 g
    Veredito rápido: o Galaxy S26 é um dos melhores smartphones para quem procura desempenho de topo de linha em um aparelho pequeno e leve. Tela, desempenho, acabamento, suporte de software e versatilidade das câmeras são pontos fortes. O problema é que a Samsung evoluiu pouco as câmeras e manteve o carregamento limitado a 25 W. Por isso, ele fica muito mais interessante quando cai para perto ou abaixo dos R$ 4.500.

    Galaxy S26: o que realmente mudou?

    O Galaxy S26 não é uma revolução em relação ao Galaxy S25. A Samsung preferiu refinar uma fórmula que já funcionava.

    A tela cresceu levemente para 6,3 polegadas, a bateria passou de 4.000 mAh no Galaxy S25 para 4.300 mAh e o modelo brasileiro passou a utilizar o novo Exynos 2600.

    Ele também mantém uma característica que está desaparecendo entre os celulares premium: dimensões realmente compactas.

    O aparelho mede aproximadamente 149,6 x 71,7 x 7,2 mm e pesa apenas 167 gramas. Para comparação, muitos intermediários atuais passam facilmente dos 190 ou até 200 gramas.

    Esse talvez seja um dos maiores argumentos a favor do S26: entregar hardware de topo sem obrigar o usuário a carregar um celular enorme.

    Tela AMOLED de 6,3 polegadas continua sendo um dos destaques

    O Galaxy S26 utiliza uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,3 polegadas, resolução de 2340 x 1080 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz.

    A Samsung informa brilho máximo de até 2.600 nits em determinadas condições.

    Na prática, estamos diante de uma tela compatível com a categoria premium: contraste muito alto, pretos profundos, ótima fluidez e boa visibilidade em ambientes claros.

    A resolução FHD+ pode parecer modesta ao lado de aparelhos QHD+, mas em uma tela compacta de 6,3 polegadas a densidade de pixels continua suficientemente alta para que textos, fotos e vídeos apareçam muito nítidos.

    O tamanho também merece destaque. Enquanto boa parte dos celulares atuais se aproxima das 6,7 ou 6,8 polegadas, o S26 continua confortável para utilizar com uma mão e cabe com mais facilidade no bolso.

    Exynos 2600: desempenho de topo de linha?

    Galaxy S26 com Exynos 2600 e 12 GB de RAM

    Sim.

    O Galaxy S26 vendido no Brasil utiliza o Exynos 2600, processador fabricado em processo de 2 nanômetros e acompanhado de 12 GB de memória RAM.

    Existe uma diferença importante entre regiões: versões comercializadas em alguns mercados utilizam Snapdragon 8 Elite Gen 5, enquanto o modelo oficial brasileiro utiliza Exynos 2600.

    Por isso, comparações internacionais precisam ser feitas com cuidado.

    Em testes independentes do Notebookcheck, o Galaxy S26 equipado com Exynos 2600 marcou aproximadamente 3.060 pontos em single-core e 10.388 pontos em multi-core no Geekbench 6.7.

    Os números colocam o aparelho claramente em território de topo de linha.

    O desempenho multi-core ficou inclusive bastante próximo de alguns aparelhos equipados com chips concorrentes de última geração.

    Por outro lado, testes prolongados indicam que o desempenho pode cair sob cargas intensas e contínuas. Portanto, o Exynos 2600 é extremamente rápido no uso cotidiano e suficientemente potente para jogos pesados, mas não necessariamente lidera todos os testes de desempenho sustentado.

    E para jogos?

    Jogos pesados não representam problema para o Galaxy S26.

    O chip trabalha com GPU Xclipse 960 e oferece suporte a tecnologias modernas de renderização, incluindo ray tracing e Vulkan.

    O conjunto também recebeu melhorias no gerenciamento térmico. A própria Samsung afirma ter aumentado a capacidade de dissipação de calor em relação à geração anterior.

    Para a grande maioria dos usuários, o desempenho ficará muito acima do necessário para redes sociais, câmera, navegação, multitarefa e aplicativos comuns.

    12 GB de RAM agora ajudam bastante na longevidade

    Outro ponto positivo é que o Galaxy S26 parte de 12 GB de RAM.

    As opções vendidas oficialmente no Brasil são:

    • 12 GB + 256 GB
    • 12 GB + 512 GB

    Para um smartphone premium que deve permanecer vários anos recebendo atualizações, 12 GB é uma quantidade muito mais confortável do que configurações básicas de 8 GB.

    Não existe entrada para cartão microSD, portanto quem grava muitos vídeos ou mantém uma biblioteca grande de jogos deve considerar a versão de 512 GB.

    Câmeras do Galaxy S26: boas, mas a Samsung poderia ter feito mais

    Câmeras do Samsung Galaxy S26 com câmera principal de 50 MP e zoom óptico 3x

    O sistema traseiro é formado por:

    • 50 MP principal, abertura f/1.8 e estabilização óptica;
    • 12 MP ultrawide, abertura f/2.2;
    • 10 MP teleobjetiva, abertura f/2.4 e zoom óptico de 3x.

    Na frente existe uma câmera de 12 MP.

    Também existe zoom de qualidade óptica de 2x utilizando recorte do sensor principal e zoom digital de até 30x.

    A presença de uma teleobjetiva 3x continua sendo uma vantagem importante sobre diversos smartphones intermediários premium, que normalmente oferecem apenas câmera principal e ultrawide.

    A câmera principal é boa?

    Sim.

    Testes independentes mostram que a câmera principal continua entregando boas fotos durante o dia, com alto nível de detalhes, bom HDR e processamento característico da Samsung.

    O problema não está exatamente na qualidade.

    O problema é a falta de evolução significativa do hardware.

    Veículos especializados como Notebookcheck, Android Authority e TechRadar apontaram justamente a pequena evolução das câmeras como uma das principais críticas ao aparelho.

    Em outras palavras: as câmeras do S26 continuam boas, mas um smartphone dessa categoria deveria apresentar uma evolução maior geração após geração.

    Teleobjetiva 3x faz diferença

    A câmera teleobjetiva de 10 MP continua sendo uma das maiores vantagens do aparelho.

    O zoom óptico de 3x permite fotografar pessoas, objetos e detalhes distantes sem depender exclusivamente de ampliação digital.

    Para retratos, principalmente, isso proporciona enquadramentos muito mais naturais do que simplesmente utilizar zoom digital na câmera principal.

    Vídeos

    O Galaxy S26 também mantém forte capacidade de gravação de vídeo.

    A linha recebeu o recurso de estabilização com bloqueio horizontal, capaz de utilizar sensores do aparelho para ajudar a manter o horizonte nivelado mesmo durante movimentos mais intensos.

    É uma função especialmente interessante para gravações caminhando, correndo ou produzindo conteúdo para redes sociais.

    Bateria de 4.300 mAh finalmente melhora o ponto fraco dos compactos

    A bateria cresceu para 4.300 mAh, contra 4.000 mAh do Galaxy S25.

    Para um celular de apenas 167 gramas e 7,2 mm de espessura, é uma capacidade interessante.

    A Samsung anuncia até 30 horas de reprodução de vídeo.

    Nos testes independentes, os resultados variam conforme metodologia e tipo de uso, mas existe um padrão: o Galaxy S26 normalmente consegue atravessar um dia completo sem grandes dificuldades.

    O TechRadar relatou um dia completo de uso pesado e ainda alguma carga disponível no dia seguinte. Já outros testes apontaram autonomia mais moderada, principalmente em atividades pesadas.

    Isso mostra por que não vale transformar um único benchmark de bateria em verdade absoluta.

    O mais seguro é considerar que a autonomia melhorou e é boa para um aparelho compacto, mas não compete em capacidade bruta com celulares grandes equipados com baterias acima de 5.000 ou 6.000 mAh.

    25 W é pouco para um celular desse preço

    Bateria de 4.300 mAh e carregamento de 25 W do Galaxy S26

    Aqui está uma das críticas mais fáceis de fazer ao Galaxy S26.

    O carregamento por cabo continua limitado a apenas 25 W.

    Também existe carregamento sem fio de 15 W e carregamento reverso sem fio.

    Em teste do Notebookcheck, uma carga completa levou aproximadamente 79 minutos.

    Esse tempo não é desastroso isoladamente, mas fica bastante atrás de concorrentes Android que já trabalham com 45 W, 67 W, 80 W ou potências ainda maiores.

    Para um celular premium lançado originalmente por R$ 7.499, o carregamento de 25 W é difícil de defender em 2026.

    Galaxy AI e One UI

    O Galaxy S26 saiu de fábrica com Android 16 e One UI 8.5, além de integrar os recursos de Galaxy AI da Samsung.

    A estratégia da empresa nesta geração é fazer a inteligência artificial atuar de forma mais contextual, reduzindo etapas para tarefas e oferecendo sugestões baseadas no que está acontecendo no aparelho.

    Também existem ferramentas relacionadas a edição de imagens, pesquisa, produtividade, chamadas e integração com outros dispositivos Galaxy.

    Esses recursos podem variar de acordo com idioma, país, aplicativo e atualizações futuras, portanto não recomendamos comprar o aparelho exclusivamente por uma determinada função de inteligência artificial.

    Sete anos de atualizações são um diferencial importante

    A Samsung promete suporte prolongado para a linha Galaxy S26.

    A página oficial brasileira informa atualizações de segurança até 28 de fevereiro de 2033.

    Isso transforma o suporte de software em um dos principais argumentos a favor do aparelho para quem pretende ficar quatro, cinco ou até mais anos com o mesmo celular.

    É também um ponto importante na hora de avaliar o custo-benefício: um smartphone premium que permanece atualizado por muitos anos pode fazer mais sentido do que trocar um intermediário com maior frequência.

    Construção e proteção

    O Galaxy S26 possui certificação IP68 contra água e poeira.

    Segundo a Samsung, os testes consideram submersão em até 1,5 metro de água doce durante até 30 minutos em condições controladas.

    Isso não significa que seja completamente à prova d’água em qualquer situação, nem elimina a possibilidade de desgaste da vedação com o passar dos anos.

    Além disso, temos:

    • som estéreo;
    • leitor de digitais;
    • NFC;
    • 5G;
    • Wi-Fi 7;
    • Bluetooth 5.4;
    • USB-C;
    • Samsung DeX;
    • SmartThings.

    Ficha técnica do Samsung Galaxy S26

    Característica Galaxy S26
    Tela 6,3″ Dynamic AMOLED 2X
    Resolução 2340 x 1080 pixels
    Taxa de atualização Até 120 Hz
    Processador no Brasil Exynos 2600 de 2 nm
    RAM 12 GB
    Armazenamento 256 GB ou 512 GB
    Câmera principal 50 MP f/1.8 com OIS
    Teleobjetiva 10 MP f/2.4, zoom óptico 3x
    Ultrawide 12 MP f/2.2
    Selfie 12 MP f/2.2
    Bateria 4.300 mAh
    Carregamento com fio 25 W
    Carregamento sem fio 15 W
    Proteção IP68
    Conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4, NFC
    Sistema de lançamento Android 16 / One UI 8.5
    Dimensões 149,6 x 71,7 x 7,2 mm
    Peso 167 g

    Quanto vale pagar no Galaxy S26?

    O Galaxy S26 chegou ao Brasil custando R$ 7.499 na versão de 256 GB e R$ 9.099 na versão de 512 GB.

    Esse preço inicial era difícil de justificar.

    Em setembro de 2026, porém, já encontramos o modelo de 256 GB por aproximadamente R$ 4.799 no Pix no varejo nacional.

    Preço do Galaxy S26 256 GB Avaliação BaratoTech
    Até R$ 4.000 Excelente compra para quem quer um compacto premium
    R$ 4.000 a R$ 4.400 Vale muito a pena
    R$ 4.400 a R$ 4.800 Boa compra, mas compare com o Galaxy S25
    R$ 4.800 a R$ 5.200 Só compraria se você fizer questão do S26
    Acima de R$ 5.200 Melhor esperar promoção ou comparar alternativas

    Preço ideal BaratoTech: aproximadamente R$ 4.000 a R$ 4.400.

    Abaixo de R$ 4 mil, ele se torna especialmente interessante considerando que estamos falando de um topo de linha compacto com 12 GB de RAM, teleobjetiva, IP68, carregamento sem fio e suporte prolongado.

    O Galaxy S25 virou o maior problema do Galaxy S26

    Talvez o concorrente mais perigoso do Galaxy S26 seja justamente seu antecessor.

    Em setembro de 2026 já apareceram ofertas do Galaxy S25 256 GB próximas de R$ 3.570.

    Quando existe uma diferença superior a R$ 1.000 entre os dois, a escolha pelo S26 fica mais difícil.

    O S26 tem bateria maior, processador mais recente, tela ligeiramente maior e um ano adicional dentro do seu ciclo de suporte.

    Mas o S25 continua extremamente rápido e oferece uma experiência muito semelhante em vários aspectos.

    Portanto:

    • Se o S25 estiver por aproximadamente R$ 3.500 e o S26 custar R$ 4.800, o S25 oferece melhor relação entre preço e entrega.
    • Se o S26 cair para perto de R$ 4.000, a diferença passa a ser muito mais aceitável.
    • Se você pretende ficar muitos anos com o celular, bateria maior e ciclo de suporte mais recente favorecem o S26.

    Galaxy S26 ou intermediário premium?

    Também existe outra discussão interessante.

    Celulares como o Motorola Edge 70 aparecem em promoções na faixa de pouco mais de R$ 2 mil.

    O Motorola oferece tela grande, carregamento de 68 W, bateria maior e construção extremamente fina.

    Por outro lado, o S26 entrega processador significativamente mais potente, teleobjetiva 3x, ecossistema Galaxy, suporte de software mais longo e proposta genuinamente topo de linha.

    Portanto, pagar mais pelo S26 só faz sentido para quem realmente vai aproveitar esses diferenciais.

    Pontos positivos do Galaxy S26

    • desempenho de topo de linha;
    • 12 GB de RAM em todas as versões brasileiras;
    • um dos poucos flagships realmente compactos;
    • apenas 167 gramas;
    • excelente tela AMOLED de 120 Hz;
    • câmera principal com OIS;
    • teleobjetiva com zoom óptico de 3x;
    • bateria maior que a geração anterior;
    • IP68;
    • Wi-Fi 7;
    • carregamento sem fio;
    • Samsung DeX;
    • suporte de software prolongado.

    Pontos negativos do Galaxy S26

    • 25 W de carregamento é pouco para a categoria;
    • hardware das câmeras evoluiu pouco;
    • bateria de 4.300 mAh ainda é pequena diante de celulares maiores;
    • preço precisa cair para entregar bom custo-benefício;
    • Galaxy S25 em promoção pode oferecer uma relação preço/desempenho melhor;
    • não possui entrada microSD;
    • não possui ímãs Qi2 integrados, exigindo capa compatível para acessórios magnéticos.

    Galaxy S26 vale a pena em 2026?

    Sim, mas não por qualquer preço.

    O Galaxy S26 é um excelente smartphone para quem procura algo que está ficando cada vez mais difícil de encontrar: um celular pequeno, leve e ao mesmo tempo realmente poderoso.

    O Exynos 2600 oferece desempenho de topo de linha, os 12 GB de RAM dão ótima margem para os próximos anos, a tela é excelente e o sistema de câmeras continua bastante versátil graças à teleobjetiva de 3x.

    A bateria maior também corrige parcialmente uma das limitações históricas dos Galaxy S compactos.

    Mas existem duas pedras no caminho.

    A primeira é o carregamento de apenas 25 W.

    A segunda é a falta de uma evolução maior nas câmeras.

    E existe ainda o Galaxy S25, que já aparece muito mais barato.

    Por isso, o BaratoTech considera o Galaxy S26 especialmente interessante entre R$ 4.000 e R$ 4.400. Abaixo dos R$ 4 mil, ele se transforma em uma excelente compra para quem procura um Android premium compacto.

    Próximo dos R$ 5 mil ou acima disso, vale comparar cuidadosamente com o S25 e outras ofertas de topo de linha antes de fechar a compra.

    FAQ — Galaxy S26

    O Galaxy S26 é bom?

    Sim. Ele possui desempenho de topo de linha, tela AMOLED de 120 Hz, 12 GB de RAM, boas câmeras, IP68 e suporte prolongado de software.

    Qual processador vem no Galaxy S26 brasileiro?

    O Galaxy S26 vendido oficialmente no Brasil utiliza o Samsung Exynos 2600, fabricado em processo de 2 nm.

    O Galaxy S26 tem Snapdragon?

    Depende do mercado. Algumas versões internacionais utilizam Snapdragon 8 Elite Gen 5, mas o modelo oficial brasileiro utiliza Exynos 2600.

    Quantos GB de RAM tem o Galaxy S26?

    As versões brasileiras possuem 12 GB de RAM e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento.

    O Galaxy S26 tem cartão de memória?

    Não. O aparelho não possui entrada para cartão microSD.

    O Galaxy S26 é à prova d’água?

    Ele possui certificação IP68 para resistência à água e poeira em condições controladas. Isso não significa proteção ilimitada contra líquidos.

    Qual é a bateria do Galaxy S26?

    O Galaxy S26 possui bateria típica de 4.300 mAh.

    O Galaxy S26 carrega a quantos watts?

    O carregamento por cabo chega a 25 W. O aparelho também suporta carregamento sem fio de 15 W.

    O Galaxy S26 tem zoom óptico?

    Sim. Existe uma câmera teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.

    Qual é o preço ideal do Galaxy S26?

    Para o BaratoTech, aproximadamente R$ 4.000 a R$ 4.400 é uma faixa bastante interessante para o modelo de 256 GB. Abaixo de R$ 4.000, o custo-benefício fica ainda melhor.

    Galaxy S25 ou Galaxy S26?

    Depende do preço. O S26 oferece bateria maior, processador mais recente e ciclo de suporte mais novo, mas o S25 pode apresentar custo-benefício superior quando aparece mais de R$ 1.000 mais barato.

    Fontes

    • Samsung Brasil — página oficial e especificações do Galaxy S26
    • Samsung Newsroom Brasil — lançamento e preços oficiais da linha Galaxy S26
    • Samsung Brasil — informações de bateria, hardware e atualizações
    • Notebookcheck — testes de desempenho, bateria e carregamento
    • GSMArena — benchmarks e testes independentes
    • TechRadar — análise de autonomia, câmera e experiência de uso
    • Magazine Luiza — referência de preço no varejo brasileiro em setembro de 2026

    Quer ver o review completo? Acesse o site BaratoTech.

  • Óculos com IA podem substituir o celular? A corrida já começou

    Óculos com IA podem substituir o celular? A corrida já começou

    Resumo rápido: a disputa pelo que pode vir depois do smartphone ganhou força em 2026. Meta, Samsung e Google estão transformando óculos comuns em dispositivos capazes de usar inteligência artificial, entender o ambiente, traduzir conversas, oferecer navegação, responder mensagens e executar tarefas sem que o usuário precise tirar o celular do bolso. Mas isso ainda está mais perto de uma expansão do smartphone do que de sua substituição completa.

    Os óculos com IA entraram em uma nova fase

    Durante anos, falar em óculos inteligentes lembrava produtos experimentais, pesados ou pouco úteis no dia a dia. Em 2026, essa história começou a mudar.

    No Meta Connect 2026, realizado em setembro, a Meta anunciou uma expansão agressiva de sua estratégia para óculos com inteligência artificial. A empresa afirmou que pretende oferecer mais de 100 opções de óculos entre Ray-Ban, Oakley e sua própria linha Meta Glasses até o fim do ano.

    Mais importante que o número de armações é o que está acontecendo por dentro delas.

    A Meta está levando o Muse, seu agente pessoal de inteligência artificial, para os óculos. A proposta é permitir que o sistema entenda aquilo que o usuário está vendo e execute tarefas a partir desse contexto.

    Em vez de tirar o celular do bolso, abrir um aplicativo e digitar alguma coisa, a ideia é simplesmente olhar para um produto, documento ou objeto e conversar com a IA.

    O BaratoTech já analisou a evolução dessa categoria no review do Ray-Ban Meta Wayfarer Gen 2, mas a disputa atual é mais ampla: envolve a tentativa de transformar os óculos em uma nova interface cotidiana para a inteligência artificial.

    O celular começa a perder o monopólio da tela

    Essa talvez seja a mudança mais importante.

    Durante quase duas décadas, praticamente toda experiência móvel começou do mesmo jeito: pegar o smartphone, desbloquear a tela e abrir um aplicativo.

    Os novos dispositivos tentam quebrar essa sequência.

    Imagine caminhar por uma cidade desconhecida e receber instruções de navegação diretamente pelos óculos. Ou olhar para uma placa em outro idioma e ouvir sua tradução. Uma mensagem longa poderia ser resumida por voz. Uma câmera poderia mostrar à IA aquilo que você está vendo e permitir perguntas sobre o ambiente.

    O smartphone continua existindo, mas deixa de participar diretamente de cada interação.

    Essa diferença parece pequena, porém pode representar uma transformação semelhante à que aconteceu quando muitas funções do computador migraram para o celular.

    Samsung e Google também querem levar a IA para o rosto

    A Meta não está sozinha nessa corrida.

    Samsung e Google estão desenvolvendo uma nova geração de óculos inteligentes baseada no Android XR, plataforma criada em colaboração com a Qualcomm e profundamente integrada ao Gemini.

    A Samsung apresentou modelos desenvolvidos com Gentle Monster e Warby Parker. A proposta combina câmera, inteligência artificial e áudio em armações finas destinadas ao uso cotidiano.

    Entre as funções demonstradas estão resumo de mensagens, tradução em tempo real, navegação, captura daquilo que o usuário está vendo e assistência contextual.

    Segundo a Samsung, seus óculos conseguem oferecer até nove horas de autonomia em determinadas condições, enquanto o estojo pode fornecer cargas adicionais.

    O Google também descreve experiências em que o Gemini consegue responder perguntas sobre aquilo que está diante do usuário, enviar mensagens, fazer chamadas, consultar informações, traduzir textos e interagir com aplicativos conectados ao smartphone.

    Essa frente também conversa com a evolução dos chips para realidade estendida. O BaratoTech já explicou por que novos chips da Qualcomm podem influenciar a próxima fase dos óculos com IA.

    Então o smartphone vai desaparecer?

    Ecossistema com smartphone, óculos inteligentes, relógio e inteligência artificial

    Provavelmente não tão cedo.

    A própria estratégia das empresas mostra algo diferente.

    A Samsung afirma que os smartphones continuam no centro das experiências conectadas do Ecossistema Galaxy. Os óculos acrescentam uma nova camada de interação a esse sistema.

    Esse detalhe muda completamente a maneira de enxergar o chamado “sucessor do celular”.

    Talvez não exista um único aparelho que simplesmente substitua o smartphone.

    O que pode surgir é um ecossistema em que diferentes dispositivos dividem funções.

    O celular pode ficar no bolso cuidando de conectividade, aplicativos e processamento. Os óculos enxergam o ambiente e entregam informações. O relógio acompanha sensores corporais e gestos. Fones ou os próprios óculos cuidam do áudio. A inteligência artificial conecta tudo isso.

    Nesse cenário, o smartphone não desaparece. Ele simplesmente deixa de ser a interface usada o tempo inteiro.

    A inteligência artificial é a peça que faltava

    Óculos inteligentes não são uma ideia nova. O que mudou foi a capacidade da inteligência artificial de interpretar imagens, voz e contexto.

    Sem IA, uma câmera instalada em um par de óculos serve basicamente para registrar aquilo que está na frente do usuário.

    Com uma IA multimodal, a câmera pode funcionar como os “olhos” de um assistente.

    O usuário pode olhar para algo e perguntar o que é, pedir uma tradução, solicitar informações ou iniciar uma ação relacionada àquilo que está vendo.

    É essa combinação entre visão computacional, modelos multimodais, voz e agentes capazes de executar tarefas que torna os óculos muito mais interessantes do que as primeiras tentativas do setor.

    O próximo grande problema não é desempenho: é privacidade

    Privacidade e câmeras são desafios dos óculos inteligentes com IA

    Quanto mais úteis esses dispositivos ficam, maior também se torna o problema de privacidade.

    Óculos com câmeras e microfones podem registrar pessoas que nem sempre sabem que estão sendo filmadas ou ouvidas.

    Uma reportagem da Reuters publicada em setembro mostrou que a expansão dos dispositivos de IA já está aumentando as preocupações com gravações discretas, armazenamento de dados e consentimento.

    A Meta afirma utilizar indicadores visuais de gravação e mecanismos que impedem o funcionamento da câmera caso esse indicador seja bloqueado. A empresa também anunciou recursos de processamento privado para algumas experiências de IA.

    Mesmo assim, privacidade pode se tornar um dos fatores decisivos para determinar se óculos inteligentes serão utilizados por milhões de pessoas ou continuarão sendo produtos de nicho.

    E o Brasil?

    Para o consumidor brasileiro, ainda existe uma diferença importante entre anúncios globais e produtos realmente disponíveis por aqui.

    A Meta afirmou no Connect 2026 que pretende levar os Meta Glasses ao Brasil em breve, embora detalhes de preço e disponibilidade possam variar conforme o modelo.

    No caso dos óculos apresentados pela Samsung em parceria com Gentle Monster e Warby Parker, a própria Samsung informa que ainda não existe previsão de disponibilidade para o Brasil.

    Por isso, qualquer expectativa de preço nacional neste momento seria especulação.

    Análise BaratoTech: o sucessor do celular pode não ser outro aparelho

    A indústria passou anos tentando descobrir qual seria o próximo smartphone. Talvez essa pergunta esteja errada.

    Em vez de um aparelho substituir completamente outro, estamos vendo o começo de uma computação mais distribuída.

    O smartphone pode continuar sendo extremamente importante, mas cada vez mais escondido.

    Se os óculos conseguirem oferecer bateria suficiente, conforto, preço aceitável e principalmente confiança em relação à privacidade, olhar para uma tela centenas de vezes por dia pode deixar de ser necessário para algumas tarefas.

    Isso ainda não significa o fim do celular.

    Mas 2026 está deixando claro que Meta, Samsung e Google já estão disputando qual plataforma ficará mais próxima dos seus olhos quando a tela do smartphone deixar de ser o único centro da vida digital.

    Perguntas frequentes

    Óculos inteligentes vão substituir smartphones?

    No curto prazo, não. Os produtos atuais normalmente trabalham em conjunto com smartphones ou com serviços conectados. A tendência mais clara é que algumas funções migrem para os óculos enquanto o celular permanece como parte central do ecossistema.

    O que os óculos com IA conseguem fazer?

    Dependendo do modelo, eles podem tirar fotos, gravar vídeos, fazer chamadas, reproduzir áudio, traduzir conversas, oferecer navegação e usar inteligência artificial para interpretar o ambiente.

    Samsung já lançou óculos inteligentes?

    A Samsung apresentou oficialmente seus óculos inteligentes desenvolvidos com Gentle Monster e Warby Parker e baseados no Android XR. No entanto, a empresa informa que ainda não há previsão de disponibilidade desses modelos no Brasil.

    Os Meta Glasses serão vendidos no Brasil?

    A Meta informou em setembro de 2026 que pretende levar sua linha Meta Glasses ao Brasil em breve. A disponibilidade específica, os modelos e os preços brasileiros ainda precisam ser confirmados.

    Qual é o maior problema dos óculos inteligentes?

    Além de bateria, preço e conforto, privacidade é um dos principais desafios. Câmeras, microfones e sistemas capazes de interpretar constantemente o ambiente precisam oferecer controles claros e proteção para usuários e para outras pessoas ao redor.

    Leia também no BaratoTech

    Fontes consultadas

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  • Redmi Note 17 Pro 5G vale a pena? Bateria de 8.340 mAh impressiona, mas preço pesa

    Redmi Note 17 Pro 5G vale a pena? Bateria de 8.340 mAh impressiona, mas preço pesa

    O Redmi Note 17 Pro 5G chegou oficialmente ao Brasil em setembro de 2026 com uma proposta diferente do que muita gente esperava da linha Redmi Note. Em vez de buscar apenas números maiores de câmera e processador, a Xiaomi colocou boa parte dos esforços em bateria e resistência.

    São 8.340 mAh, carregamento de 67 W, tela AMOLED 1,5K de 120 Hz e certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K. O problema é que também existem cortes importantes: o processador é o Snapdragon 6s Gen 4, a câmera principal caiu para 50 MP e a gravação de vídeo fica limitada a Full HD a 30 fps.

    E há outro ponto ainda mais complicado: o preço brasileiro.

    Resumo rápido: o Redmi Note 17 Pro 5G vale a pena?

    O Redmi Note 17 Pro 5G é um bom celular para quem prioriza bateria e resistência, mas não vale a pena pelo preço oficial de lançamento no Brasil.

    A bateria de 8.340 mAh é um diferencial enorme, a tela AMOLED 1,5K de 120 Hz é muito interessante e as certificações IP66/IP68/IP69/IP69K colocam o aparelho entre os intermediários mais resistentes da categoria.

    Por outro lado, o Snapdragon 6s Gen 4 não combina muito bem com um aparelho custando perto de R$ 5 mil, as câmeras ficaram mais simples que as da geração anterior e nem gravação em 4K está disponível.

    Para o BaratoTech, este é um daqueles celulares em que a resposta muda completamente conforme o preço. Perto dos R$ 2.500 a R$ 3.000, a conversa começa a ficar interessante. Perto dos R$ 5.000, existem alternativas que precisam ser consideradas.

    Ficha técnica do Redmi Note 17 Pro 5G

    Especificação Redmi Note 17 Pro 5G
    Tela AMOLED de 6,83″, resolução 1,5K e até 120 Hz
    Resolução 2772 × 1280 pixels
    Brilho máximo anunciado Até 3.500 nits
    Processador Qualcomm Snapdragon 6s Gen 4, 4 nm
    RAM 6 GB ou 8 GB
    Armazenamento 256 GB ou 512 GB
    Câmera principal 50 MP, f/1.8, PDAF e OIS
    Ultrawide 8 MP, f/2.2
    Câmera frontal 16 MP, f/2.4
    Vídeo traseiro Até 1080p a 30 fps
    Bateria 8.340 mAh, silício-carbono
    Carregamento 67 W HyperCharge
    Carregamento reverso Até 22,5 W com fio
    Proteção IP66, IP68, IP69 e IP69K
    Vidro Gorilla Glass Victus 2
    Sistema Android 16 com interface Xiaomi
    5G Sim
    NFC Sim
    eSIM Sim
    microSD Não
    Áudio Estéreo, Dolby Atmos e Hi-Res

    Tela AMOLED 1,5K de 120 Hz continua sendo um ponto forte

    A tela é uma das especificações mais interessantes do Redmi Note 17 Pro 5G.

    São 6,83 polegadas, tecnologia AMOLED, resolução 1,5K de 2772 × 1280 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz.

    Na prática, essa combinação faz bastante sentido para vídeos, redes sociais, leitura e jogos. Os 120 Hz ajudam na sensação de fluidez durante a navegação, enquanto o painel AMOLED oferece preto profundo e ótimo contraste.

    A Xiaomi também anuncia brilho máximo de até 3.500 nits em condições específicas, além de profundidade de cor de 12 bits e diversas tecnologias voltadas ao conforto visual.

    Mas existe uma curiosidade importante: o Redmi Note 17 Pro perdeu suporte a HDR10+ e Dolby Vision que estava disponível na geração anterior. Portanto, embora a tela continue tecnicamente forte, existe um downgrade para quem consome conteúdo compatível com HDR.

    Snapdragon 6s Gen 4: aqui começa a principal discussão

    O Redmi Note 17 Pro 5G utiliza o Snapdragon 6s Gen 4, produzido em processo de 4 nanômetros.

    Segundo a ficha brasileira, o chip possui quatro núcleos Cortex-A78 de até 2,4 GHz e quatro Cortex-A55 de até 1,8 GHz, além da GPU Adreno 710.

    É suficiente para redes sociais, navegação, vídeos, aplicativos cotidianos e jogos. O problema não é dizer que o processador é ruim. O problema é o preço cobrado pelo conjunto.

    Em um celular que parte oficialmente de aproximadamente R$ 5 mil, naturalmente começam a aparecer comparações com aparelhos que utilizam processadores significativamente mais fortes.

    Também chama atenção o fato de a geração anterior utilizar o Dimensity 7400-Ultra. Isso significa que a mudança para o novo modelo não representa necessariamente um salto em desempenho.

    6 GB de RAM em um celular de R$ 5 mil incomodam

    A versão brasileira mais barata combina 6 GB de RAM física com 256 GB de armazenamento.

    Existem ainda 6 GB adicionais anunciados como expansão de memória virtual, mas é importante não confundir memória virtual com RAM física. A expansão utiliza parte do armazenamento e não entrega o mesmo desempenho da RAM convencional.

    Para tarefas comuns, 6 GB continuam funcionando. Porém, considerando o preço de lançamento e a proposta de manter o aparelho durante vários anos, 8 GB seriam mais adequados.

    A versão superior traz 8 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, mas também sobe bastante de preço.

    As versões brasileiras de 256 GB e 512 GB utilizam armazenamento UFS 3.1, ponto positivo para velocidade de leitura, instalação de aplicativos e transferência de arquivos.

    Câmeras: 50 MP com OIS, mas sem vídeo em 4K

    Câmeras de 50 MP com OIS e ultrawide de 8 MP do Redmi Note 17 Pro 5G

    O conjunto traseiro possui duas câmeras realmente utilizáveis:

    • principal de 50 MP com abertura f/1.8, PDAF e estabilização óptica;
    • ultrawide de 8 MP com abertura f/2.2.

    Na frente, há uma câmera de 16 MP.

    A estabilização óptica na câmera principal é bem-vinda porque ajuda a reduzir tremidos e pode colaborar principalmente em situações com menos iluminação.

    Porém, existem duas limitações importantes.

    A primeira é a ausência de uma câmera teleobjetiva. Para aproximações, o aparelho depende de zoom digital de até 10x.

    A segunda é ainda mais difícil de defender pelo preço: a câmera traseira grava no máximo em 1080p a 30 fps.

    Não há 4K e nem opção Full HD a 60 fps na ficha oficial brasileira.

    Isso é um corte considerável para um smartphone lançado em 2026 custando praticamente R$ 5 mil na versão básica.

    Testes independentes publicados após o lançamento observaram resultados satisfatórios durante o dia, mas perda de detalhes em ambientes internos e limitações nas fotos noturnas. Como o BaratoTech não realizou testes próprios de câmera neste aparelho, essas observações devem ser tratadas como referência externa e não como experiência prática nossa.

    Bateria de 8.340 mAh é o grande motivo para olhar para este celular

    A bateria é provavelmente o maior diferencial do Redmi Note 17 Pro 5G.

    São 8.340 mAh usando tecnologia de silício-carbono. É uma capacidade muito acima do padrão tradicional de aproximadamente 5.000 mAh que dominou os smartphones durante anos.

    A própria Xiaomi anuncia autonomia superior a dois dias em seu cenário de testes, embora o resultado real naturalmente dependa de brilho, sinal de rede, jogos, câmeras, aplicativos e outros fatores.

    Testes independentes também ajudam a dar contexto. Em uma análise publicada pelo Tecnoblog, uma unidade do aparelho permaneceu aproximadamente 46 horas longe da tomada, incluindo cerca de 7 horas e 30 minutos de tela ligada em diferentes atividades.

    O resultado não deve ser tratado como autonomia garantida para todos os usuários, mas reforça que a bateria realmente é um dos argumentos mais fortes do aparelho.

    Carregamento de 67 W e carregador na caixa brasileira

    Bateria de 8.340 mAh e carregamento de 67 W do Redmi Note 17 Pro 5G

    O carregamento chega a 67 W.

    Segundo a Xiaomi, é possível recuperar aproximadamente 50% da bateria em cerca de 34 minutos em condições de laboratório.

    Existe também carregamento reverso com fio de até 22,5 W, permitindo que o Redmi seja utilizado para fornecer energia a outro aparelho compatível.

    Um detalhe positivo para o consumidor brasileiro é que a página oficial informa carregador de tomada no padrão brasileiro incluído na embalagem, além de cabo USB-C e capa protetora.

    Não há carregamento sem fio.

    Resistência IP69K é outro diferencial importante

    O Redmi Note 17 Pro 5G possui certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K.

    A Xiaomi também utiliza Gorilla Glass Victus 2 na tela e anuncia certificação contra quedas de até três metros em condições controladas.

    Isso transforma resistência em um dos argumentos mais fortes do aparelho.

    Mesmo assim, certificação IP não significa aparelho indestrutível. Os testes são realizados sob condições específicas de laboratório, a resistência pode diminuir com desgaste e danos por líquidos fora das condições determinadas pela fabricante podem não ser cobertos pela garantia.

    Portanto, não compre o aparelho pensando que ele pode ser usado livremente em piscina, praia ou água salgada.

    Android 16, HyperOS e atualizações

    O aparelho chega com Android 16 e HyperOS 3.

    Entre os recursos estão integração com ferramentas de inteligência artificial, Gemini, funções de edição de imagens e o HyperIsland, recurso que utiliza a área próxima à câmera frontal para mostrar atividades e atalhos.

    A Xiaomi informa até seis anos de atualizações de segurança para a linha global.

    É importante fazer uma distinção: até o momento da produção deste conteúdo, o número exato de grandes atualizações de versão do Android para o modelo brasileiro não estava claramente detalhado pela fabricante.

    Por isso, o BaratoTech não vai inventar uma promessa de quatro, cinco ou seis versões do Android sem confirmação específica.

    Conectividade está completa, mas Wi-Fi 5 chama atenção

    O Redmi Note 17 Pro 5G traz 5G, NFC, eSIM, Bluetooth 5.1, infravermelho, USB-C e leitor de impressão digital sob a tela.

    O sensor infravermelho permite utilizar o celular como controle remoto para diversos eletrônicos compatíveis, recurso tradicionalmente presente em aparelhos Xiaomi.

    Por outro lado, o aparelho permanece no Wi-Fi 5. Não chega a ser um problema para a maioria dos usuários, mas é uma especificação relativamente conservadora considerando seu preço de lançamento.

    Também não há entrada P2 de 3,5 mm nem suporte a cartão microSD.

    O Redmi Note 17 Pro 5G é bom para jogos?

    Ele consegue rodar jogos, mas não é a escolha óbvia para quem procura o máximo de desempenho pelo dinheiro.

    A tela AMOLED de 120 Hz e a bateria enorme são excelentes características para jogar durante bastante tempo.

    O Snapdragon 6s Gen 4, porém, posiciona o aparelho mais próximo de um intermediário tradicional do que de modelos focados em desempenho.

    Quem prioriza jogos deve comparar principalmente com o POCO X8 Pro, que possui proposta muito mais voltada ao desempenho bruto.

    Redmi Note 17 Pro 5G contra os concorrentes

    Redmi Note 15 Pro 5G

    O antecessor continua sendo uma comparação obrigatória.

    O Redmi Note 15 Pro 5G possui câmera principal de 200 MP, processador Dimensity 7400-Ultra e gravação em 4K.

    O Note 17 Pro responde com bateria muito maior, carregamento mais rápido e resistência reforçada.

    Se o Note 15 Pro estiver muito mais barato, porém, ele pode continuar sendo a compra mais racional.

    POCO X8 Pro

    Para quem prioriza desempenho, o POCO X8 Pro é talvez o rival interno mais complicado para o Redmi.

    O POCO tem um processador de categoria mais elevada e uma proposta muito mais adequada para jogos e tarefas pesadas.

    O Redmi responde principalmente com bateria e resistência.

    Galaxy S26 FE

    No preço oficial do Redmi Note 17 Pro também começa a aparecer uma comparação desconfortável com o Galaxy S26 FE.

    O Samsung oferece teleobjetiva com zoom óptico, política de atualizações mais claramente definida e recursos de categoria premium.

    Por isso, quanto mais perto de R$ 5 mil estiver o Redmi, mais difícil fica defender sua relação entre preço e ficha técnica.

    Pontos positivos

    • Bateria enorme de 8.340 mAh;
    • carregamento rápido de 67 W;
    • carregamento reverso de até 22,5 W;
    • tela AMOLED 1,5K de 120 Hz;
    • brilho máximo anunciado muito elevado;
    • Gorilla Glass Victus 2;
    • IP66, IP68, IP69 e IP69K;
    • câmera principal com OIS;
    • 5G, NFC e eSIM;
    • áudio estéreo;
    • carregador incluído na versão brasileira;
    • 256 GB já na versão de entrada.

    Pontos negativos

    • Preço brasileiro de lançamento muito alto;
    • Snapdragon 6s Gen 4 é modesto para essa faixa de preço;
    • apenas 6 GB de RAM física na versão de entrada;
    • não grava vídeos em 4K;
    • vídeo limitado a 1080p a 30 fps;
    • sem câmera teleobjetiva;
    • ultrawide de apenas 8 MP;
    • sem microSD;
    • sem carregamento sem fio;
    • Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.1 são conservadores para o preço;
    • perdeu HDR10+ e Dolby Vision em relação ao antecessor.

    Qual é o preço ideal do Redmi Note 17 Pro 5G?

    O preço ideal abaixo representa uma análise editorial do BaratoTech. Não é preço oficial nem garantia de promoção.

    Preço da versão de 256 GB Veredito BaratoTech
    Até R$ 2.600 Excelente compra para quem prioriza bateria e resistência
    R$ 2.600 a R$ 3.000 Bom custo-benefício
    R$ 3.000 a R$ 3.500 Vale comparar com concorrentes
    R$ 3.500 a R$ 4.000 Caro para o conjunto
    Acima de R$ 4.000 Esperaria promoção

    Na consulta feita em 25 de setembro de 2026, a loja oficial da Xiaomi Brasil listava a versão de 256 GB por R$ 4.999,99 no preço parcelado, ou R$ 4.599,99 à vista.

    A versão de 512 GB aparecia por R$ 5.999,99, ou R$ 5.519,99 à vista.

    Nesses valores, o BaratoTech não considera o Redmi Note 17 Pro 5G uma boa relação custo-benefício.

    Redmi Note 17 Pro 5G vale a pena em 2026?

    Sim, mas apenas quando o preço cair bastante.

    É difícil ignorar uma bateria de 8.340 mAh. Também é difícil encontrar intermediários com uma combinação tão completa de IP66, IP68, IP69 e IP69K, Gorilla Glass Victus 2 e certificações adicionais de resistência.

    A tela AMOLED 1,5K de 120 Hz completa um conjunto excelente para quem valoriza autonomia, vídeos, redes sociais e uso diário.

    O problema aparece quando olhamos para aquilo que a Xiaomi decidiu cortar.

    O Snapdragon 6s Gen 4 é modesto para o preço. A câmera principal caiu para 50 MP, não existe teleobjetiva e o celular sequer grava em 4K. A versão de entrada ainda possui somente 6 GB de RAM física.

    Por isso, o Redmi Note 17 Pro 5G é um caso clássico de aparelho bom com preço ruim.

    Veredito BaratoTech: espere promoção. Próximo dos R$ 2.500 a R$ 3.000, bateria e resistência podem transformar o Redmi Note 17 Pro em uma compra muito interessante. Perto dos R$ 5 mil cobrados no lançamento, há concorrentes que entregam mais desempenho, câmeras ou suporte de software pelo dinheiro.

    Perguntas frequentes sobre o Redmi Note 17 Pro 5G

    O Redmi Note 17 Pro 5G tem NFC?

    Sim. A versão brasileira possui NFC e pode ser utilizada para pagamentos por aproximação em serviços compatíveis.

    O Redmi Note 17 Pro 5G tem 5G?

    Sim. O aparelho possui suporte às redes 5G brasileiras compatíveis.

    O Redmi Note 17 Pro 5G é à prova d’água?

    O aparelho possui certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K, mas isso não significa que seja indestrutível ou que possa ser usado livremente debaixo d’água. A proteção é certificada em condições específicas de laboratório.

    O Redmi Note 17 Pro 5G grava em 4K?

    Não. Segundo a ficha técnica oficial brasileira, a câmera traseira grava no máximo em 1080p a 30 fps.

    O Redmi Note 17 Pro 5G tem cartão de memória?

    Não. A memória interna não pode ser ampliada com cartão microSD.

    O Redmi Note 17 Pro 5G tem eSIM?

    Sim. Ele pode utilizar dois nano-SIM ou uma combinação de nano-SIM e eSIM.

    O carregador acompanha a caixa?

    Sim. A Xiaomi Brasil informa que a versão nacional acompanha carregador de tomada, cabo USB-C e capa protetora.

    Qual é o preço ideal do Redmi Note 17 Pro 5G?

    Na análise editorial do BaratoTech, a versão de 256 GB começa a ficar realmente interessante abaixo de R$ 3.000 e vira uma compra especialmente forte perto ou abaixo de R$ 2.600.

    Redmi Note 17 Pro 5G ou POCO X8 Pro?

    O Redmi faz mais sentido para quem prioriza bateria e resistência. O POCO X8 Pro é a opção mais interessante para quem coloca desempenho e jogos acima desses fatores.

    Conclusão

    O Redmi Note 17 Pro 5G mostra que números menores nem sempre significam um celular ruim. A Xiaomi criou um aparelho muito focado em autonomia e resistência, e nesses dois pontos há argumentos fortes.

    Mas custo-benefício depende de preço.

    Por quase R$ 5 mil, Snapdragon 6s Gen 4, 6 GB de RAM e gravação limitada a Full HD são compromissos difíceis de aceitar.

    Espere a queda natural de preço. É aí que os 8.340 mAh, a tela AMOLED e a proteção reforçada podem transformar o Redmi Note 17 Pro 5G de um lançamento caro em um intermediário realmente interessante.

    Quer acompanhar mais reviews, comparativos e celulares que realmente valem o preço? Continue acompanhando o BaratoTech.

    Fontes consultadas

  • NASA quer produzir oxigênio com o solo da Lua — tecnologia já funcionou em testes

    NASA quer produzir oxigênio com o solo da Lua — tecnologia já funcionou em testes

    E se os astronautas do futuro não precisassem levar todo o oxigênio da Terra para viver e trabalhar na Lua?

    A NASA está tentando tornar isso possível usando um recurso que existe em enormes quantidades por lá: as próprias pedras e a poeira que cobrem a superfície lunar.

    Em setembro de 2026, a agência colocou a produção de oxigênio a partir do regolito entre as tecnologias prioritárias para sustentar futuras operações na região do polo sul da Lua.

    E a ideia já passou da fase de simplesmente imaginar como isso poderia funcionar. Pesquisadores da NASA já conseguiram retirar oxigênio molecular de material que simula o solo lunar em testes realizados na Terra.

    Resumo rápido: já é possível produzir oxigênio usando o solo da Lua?

    Sim, a tecnologia já conseguiu extrair oxigênio de regolito lunar simulado na Terra, mas ainda não existe uma fábrica produzindo oxigênio na superfície real da Lua.

    O oxigênio lunar não está disponível como um gás que os astronautas poderiam simplesmente coletar. Ele está quimicamente ligado aos minerais presentes nas pedras e na poeira lunar e precisa ser separado através de processos que exigem bastante energia.

    A NASA agora quer avançar essas tecnologias para que, no futuro, recursos locais possam ajudar no suporte à vida, na produção de propelente e na manutenção de uma presença humana mais duradoura na Lua.

    O que a NASA anunciou agora?

    Em 8 de setembro de 2026, a NASA anunciou uma chamada para empresas, universidades e outras organizações apresentarem tecnologias destinadas à exploração de longo prazo da superfície lunar.

    A iniciativa faz parte dos esforços da agência para desenvolver a infraestrutura necessária para futuras operações na região do polo sul da Lua.

    Entre as áreas consideradas prioritárias está uma tecnologia conhecida como utilização de recursos in situ, ou ISRU.

    O conceito é relativamente simples: em vez de transportar da Terra tudo o que uma missão precisa, tentar aproveitar materiais que já existem no destino.

    No caso da Lua, um dos recursos mais interessantes é justamente o oxigênio preso aos minerais do regolito.

    Mas como pode existir oxigênio dentro de uma pedra?

    Ilustração mostrando oxigênio ligado aos minerais do regolito lunar

    Quando falamos em oxigênio, normalmente pensamos no gás presente no ar que respiramos.

    Na superfície lunar, a situação é diferente.

    Grande parte do oxigênio está quimicamente ligada a elementos presentes nos minerais do regolito lunar. Isso significa que ele faz parte da própria estrutura das rochas.

    Portanto, um astronauta não poderia simplesmente recolher um pouco de poeira lunar e respirar o oxigênio existente ali.

    É necessário quebrar essas ligações químicas e separar o oxigênio dos demais elementos.

    Esse é justamente um dos grandes desafios tecnológicos que NASA e empresas estão tentando resolver.

    A NASA já conseguiu fazer isso?

    Processo experimental de extração de oxigênio de regolito lunar simulado

    Sim, mas existe uma diferença importante: os experimentos foram realizados na Terra usando materiais desenvolvidos para simular as propriedades do regolito lunar.

    Em um dos testes realizados no Kennedy Space Center, pesquisadores trabalharam com aproximadamente 25 kg de regolito simulado dentro de uma câmara que reproduzia o ambiente de vácuo encontrado na Lua.

    O material foi aquecido a aproximadamente 1.700 °C até derreter.

    Depois, uma corrente elétrica foi aplicada ao material fundido. O processo permitiu separar oxigênio em forma gasosa dos metais presentes no simulante.

    A NASA informou que conseguiu medir e coletar oxigênio molecular durante o experimento.

    O teste é importante porque mostra que o princípio funciona em condições controladas semelhantes a alguns aspectos do ambiente lunar.

    Isso, porém, ainda está longe de significar que basta enviar uma máquina para a Lua e começar a encher tanques de oxigênio.

    A luz do Sol também pode ajudar

    Outra tecnologia estudada pela NASA é a redução carbotérmica.

    Em vez de depender apenas de sistemas convencionais de aquecimento, pesquisadores estão testando concentradores solares capazes de direcionar grandes quantidades de energia para o processo.

    Em testes divulgados pela NASA em fevereiro de 2026, um protótipo integrou concentradores solares, espelhos, software de controle e um reator destinado ao processamento de regolito.

    A ideia é aproveitar a luz do Sol disponível na Lua para ajudar a fornecer a enorme quantidade de energia necessária para transformar materiais locais em recursos úteis.

    Segundo a NASA, tecnologias desse tipo poderiam futuramente contribuir inclusive para a produção de propelente usando materiais lunares e energia solar.

    O oxigênio serviria apenas para os astronautas respirarem?

    Não.

    Respiração é a aplicação mais óbvia, mas o oxigênio também é extremamente importante para sistemas de propulsão espacial.

    Oxidantes fazem parte de muitos sistemas de foguetes e veículos espaciais.

    Produzir parte desses recursos diretamente na Lua poderia reduzir a quantidade de material que precisaria ser transportada da Terra para futuras missões.

    Na prática, o objetivo não é apenas criar “ar lunar”. A ideia é desenvolver uma cadeia capaz de aproveitar recursos disponíveis na própria superfície para sustentar diferentes operações.

    Por que não simplesmente levar todo o oxigênio da Terra?

    Conceito de produção de recursos na Lua para reduzir suprimentos enviados da Terra

    Tecnicamente isso é possível, e missões espaciais atuais dependem de recursos enviados da Terra.

    O problema aparece quando o objetivo deixa de ser uma visita relativamente curta e passa a envolver uma presença humana frequente ou de longa duração.

    Água, alimentos, equipamentos, peças, combustível e sistemas de suporte à vida representam massa que precisa ser lançada da Terra.

    Quanto maior a dependência de reabastecimento terrestre, mais complexa se torna a logística de uma operação permanente.

    Por isso, aprender a utilizar materiais encontrados na Lua é considerado uma peça importante para futuras missões de longa duração.

    A NASA não está pensando apenas em oxigênio

    A nova iniciativa da agência envolve cinco grupos principais de tecnologia.

    • Produção de oxigênio a partir do regolito: separar o oxigênio ligado aos minerais lunares.
    • Painéis solares verticais: desenvolver sistemas de geração, armazenamento e distribuição de energia para operações na superfície.
    • Geração de energia por radioisótopos: fornecer eletricidade em regiões ou períodos nos quais a energia solar não seja suficiente.
    • Fabricação avançada: produzir peças e materiais longe da Terra para reduzir a dependência de missões de reabastecimento.
    • Nanomateriais: desenvolver novos materiais que possam ter aplicações na exploração lunar.

    O ponto em comum é diminuir a necessidade de transportar absolutamente tudo a partir da Terra.

    Isso significa que uma fábrica de oxigênio será construída na Lua em breve?

    Não.

    Essa é justamente uma das diferenças mais importantes entre uma tecnologia experimental e um sistema pronto para uso operacional.

    Os testes realizados até agora mostram que diferentes processos conseguem separar oxigênio de materiais que simulam o regolito lunar.

    Mas uma máquina destinada à Lua precisaria funcionar durante longos períodos em condições extremamente difíceis.

    Ela teria que lidar com vácuo, grandes variações de temperatura, poeira lunar abrasiva, disponibilidade limitada de energia e manutenção muito mais complicada do que seria em um laboratório terrestre.

    Além disso, os sistemas precisariam escavar ou coletar regolito, processar grandes quantidades de material, separar o oxigênio, purificá-lo e armazená-lo de forma segura.

    O que já sabemos e o que ainda não sabemos?

    Fato: a NASA já demonstrou na Terra processos capazes de extrair oxigênio de materiais que simulam o regolito lunar.

    Fato: em setembro de 2026, produção de oxigênio a partir do regolito foi incluída entre as tecnologias que a NASA quer acelerar para futuras operações na Lua.

    Estimativa tecnológica: sistemas desse tipo poderão futuramente ajudar a produzir recursos para suporte à vida e propulsão.

    Ainda não sabemos: qual tecnologia será escolhida para uma operação lunar de grande escala, quando uma instalação operacional desse tipo será colocada na superfície ou quanto oxigênio ela conseguirá produzir continuamente.

    Portanto, não existe atualmente uma “fábrica de oxigênio lunar” funcionando na Lua.

    Por que essa tecnologia importa?

    Produzir recursos longe da Terra é um dos passos necessários para transformar missões espaciais pontuais em operações capazes de durar meses ou anos.

    A Lua pode funcionar como um grande laboratório para aprender como extrair, processar e reutilizar materiais fora do nosso planeta.

    Se essas tecnologias conseguirem atingir a escala necessária, futuras missões poderão depender menos de cargas enviadas constantemente da Terra.

    E parte do material que hoje seria considerado apenas poeira e pedra pode acabar se tornando oxigênio, matéria-prima e até recursos relacionados à produção de combustível.

    Conclusão: a Lua pode fornecer parte do que astronautas precisam

    A ideia de produzir oxigênio a partir das pedras da Lua parece ficção científica, mas o princípio já foi demonstrado em laboratório com material lunar simulado.

    O grande desafio agora é transformar experimentos em equipamentos confiáveis, eficientes e capazes de funcionar autonomamente no ambiente lunar.

    A nova iniciativa da NASA mostra que essa deixou de ser apenas uma curiosidade científica e passou a fazer parte das tecnologias consideradas importantes para sustentar futuras operações humanas na Lua.

    O passo decisivo, porém, ainda está pela frente: demonstrar que todo esse processo consegue funcionar de forma confiável na superfície lunar.

    Perguntas frequentes

    É realmente possível retirar oxigênio do solo da Lua?

    Sim. O oxigênio está quimicamente ligado aos minerais do regolito lunar. Diferentes processos podem separar esse oxigênio, e a NASA já demonstrou a extração usando materiais que simulam o solo lunar em testes realizados na Terra.

    A NASA já produz oxigênio na Lua?

    Não. Os experimentos mencionados foram realizados na Terra com regolito lunar simulado. Ainda não existe uma instalação operacional produzindo oxigênio diretamente na superfície lunar.

    Para que serviria esse oxigênio?

    Ele poderia futuramente ser utilizado em sistemas de suporte à vida e também participar da produção de propelentes para veículos espaciais.

    Como a NASA consegue separar o oxigênio das pedras?

    Existem diferentes técnicas em desenvolvimento. Entre elas estão processos que aquecem o regolito a temperaturas muito elevadas e utilizam reações químicas ou eletrólise para separar o oxigênio dos minerais.

    A energia solar pode ser usada para produzir oxigênio na Lua?

    A NASA está testando sistemas que utilizam concentradores solares para fornecer energia a processos de extração. A tecnologia ainda está em desenvolvimento e não opera atualmente na superfície lunar.

    Quando uma fábrica de oxigênio será construída na Lua?

    A NASA não estabeleceu, nas fontes utilizadas nesta matéria, uma data para uma instalação comercial ou operacional de grande escala. As tecnologias continuam em desenvolvimento e testes.

    Leia também no BaratoTech

    Fontes consultadas

    NASA — NASA Calls for Proposals to Accelerate Lunar Surface Technologies, setembro de 2026.

    NASA Kennedy Space Center — NASA Kennedy Breathes Life into Moon Soil Testing, maio de 2025.

    NASA Johnson Space Center — Sunlight Extracts Oxygen From Regolith Using Solar Chemistry, fevereiro de 2026.

    NASA — Lunar Surface Technology / In-Situ Resource Utilization.

    Quer continuar descobrindo como tecnologias que parecem ficção científica estão sendo desenvolvidas no mundo real? Acompanhe o BaratoTech para mais notícias e curiosidades sobre ciência e tecnologia.

  • OPPO A6t vale a pena? Bateria de 6.500 mAh chama atenção

    OPPO A6t vale a pena? Bateria de 6.500 mAh chama atenção

    O OPPO A6t vendido oficialmente no Brasil é um celular de entrada que tenta chamar atenção por três pontos: bateria grande, tela de 120 Hz e preço agressivo quando aparece em promoção.

    Na ficha técnica oficial, o modelo CPH2847 combina bateria de 6.500 mAh, tela LCD de 6,75 polegadas, processador Snapdragon 685, 4 GB de RAM física e 128 GB de armazenamento.

    O cuidado é não confundir esse aparelho com o OPPO A6t 5G, com o OPPO A6t Pro ou com outras variantes regionais. Aqui a análise é do OPPO A6t 4G, modelo com câmera principal de 13 MP e sem NFC.

    Então, o OPPO A6t vale a pena? Em nossa análise editorial, ele pode fazer sentido quando aparece perto de R$ 800, mas deixa de ser tão interessante quando se aproxima de celulares 5G mais completos.

    Ficha técnica do OPPO A6t

    Característica OPPO A6t 4G
    Tela LCD de 6,75 polegadas, HD+ 1570 x 720 pixels, até 120 Hz
    Processador Qualcomm Snapdragon 685
    GPU Adreno 610
    RAM física 4 GB LPDDR4X
    RAM virtual Até +8 GB por expansão
    Armazenamento 128 GB UFS 2.2, com suporte a cartão de memória
    Câmera traseira 13 MP principal + sensor monocromático QVGA
    Câmera frontal 5 MP
    Vídeo Até 1080p a 30 fps nas câmeras traseira e frontal
    Bateria 6.500 mAh típica
    Carregamento rápido Não suportado na ficha oficial
    Rede 4G LTE
    NFC Não suportado
    Proteção IP64 contra poeira e respingos
    Sistema ColorOS 15.0
    Peso e dimensões Aproximadamente 210 g; 166,61 x 78,51 x 8,61 mm

    Tela: 120 Hz é boa, mas HD+ limita

    A tela do OPPO A6t tem 6,75 polegadas, tecnologia LCD e taxa de atualização máxima de 120 Hz. No papel, os 120 Hz ajudam a deixar rolagem de redes sociais, menus e animações mais suaves do que em celulares básicos de 60 Hz.

    O ponto fraco está na resolução. A ficha oficial informa HD+ de 1570 x 720 pixels, com densidade de 256 ppi. Em uma tela desse tamanho, textos pequenos, ícones e vídeos podem parecer menos definidos do que em um painel Full HD+.

    Segundo a OPPO, o brilho chega a 800 nits no uso típico e 1.125 nits em HBM. Isso ajuda ao usar o aparelho em ambientes claros, mas não muda o fato de que o painel é LCD e tem resolução simples para 2026.

    Desempenho com Snapdragon 685

    O Snapdragon 685 é um chip 4G conhecido em celulares de entrada e intermediários básicos. Ele é suficiente para WhatsApp, Instagram, YouTube, navegação, bancos, transporte, streaming e tarefas comuns.

    Na prática esperada para a categoria, o OPPO A6t deve atender melhor quem usa o celular de forma cotidiana do que quem procura desempenho pesado. Alternar entre muitos aplicativos, manter várias abas abertas ou editar vídeos tende a expor a limitação de RAM e de processamento.

    Não há benchmark próprio do BaratoTech para este aparelho. A avaliação aqui considera a ficha técnica oficial e a posição do Snapdragon 685 no mercado.

    4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento

    Este é um ponto que precisa ficar muito claro: o OPPO A6t não tem 12 GB de RAM física.

    A configuração oficial é 4 GB de RAM física + até 8 GB de expansão virtual. A RAM virtual usa parte do armazenamento interno para auxiliar na retenção de aplicativos, mas não tem a mesma velocidade de uma memória RAM física.

    Os 128 GB de armazenamento UFS 2.2 são bons para a faixa de preço. A OPPO também informa suporte a cartão de memória, o que ajuda quem guarda muitas fotos, vídeos e arquivos.

    Câmeras

    Câmeras do OPPO A6t com destaque para o sensor principal de 13 MP

    O conjunto de câmeras é um dos pontos mais simples do OPPO A6t. A ficha oficial informa câmera principal grande-angular de 13 MP, abertura f/2.2 e foco automático, acompanhada por um sensor monocromático QVGA.

    Na frente, a câmera de selfies tem 5 MP. Não há câmera ultrawide, não há teleobjetiva dedicada, não há OIS informado e a gravação de vídeo fica limitada a 1080p a 30 fps.

    Para documentos, chamadas de vídeo e registros casuais em boa luz, o conjunto pode atender. Para quem prioriza fotos, selfies melhores, vídeo em 4K ou versatilidade de lentes, existem opções mais fortes.

    Bateria e carregamento

    A bateria de 6.500 mAh é o maior argumento do OPPO A6t. É uma capacidade acima dos 5.000 mAh comuns em muitos celulares baratos, o que favorece quem usa bastante redes sociais, mensagens, vídeos e aplicativos ao longo do dia.

    Segundo a ficha técnica oficial, a capacidade típica é de 6.500 mAh e a nominal é de 6.335 mAh. A página comercial da OPPO também destaca bateria grande como principal vantagem do aparelho.

    O ponto de atenção está no carregamento: a ficha oficial informa que o carregamento rápido não é suportado. A caixa inclui carregador e cabo USB, mas isso não deve ser confundido com suporte a carregamento rápido.

    Sistema e software

    O OPPO A6t aparece oficialmente com ColorOS 15.0. A OPPO também divulga proteção de fluidez por até 48 meses, mas isso não é a mesma coisa que prometer quatro anos de grandes atualizações do Android.

    Por isso, não tratamos esse ponto como garantia de vários upgrades de sistema. O correto é entender como uma promessa de manutenção de fluidez dentro das condições informadas pela fabricante.

    Construção e proteção

    A OPPO informa proteção IP64 contra poeira e respingos de água. Isso é positivo para um celular de entrada, principalmente contra pequenos acidentes do dia a dia.

    IP64 não significa que o aparelho pode ser submerso. A própria lógica da certificação cobre poeira e respingos, não uso em piscina, banho ou mergulho.

    O aparelho mede aproximadamente 166,61 mm de altura, 78,51 mm de largura, 8,61 mm de espessura e pesa cerca de 210 g, segundo a OPPO.

    Recursos extras

    Em conectividade, o OPPO A6t tem Wi-Fi 5, Bluetooth 5.0, USB-C, suporte a OTG, dual SIM e conector P2 de 3,5 mm para fones de ouvido.

    A ficha também confirma biometria por impressão digital e reconhecimento facial. A localização usa GPS, GLONASS, BDS, Galileo e QZSS.

    • 5G: não. Este modelo é 4G.
    • NFC: não suportado.
    • Cartão de memória: suportado.
    • Entrada P2: suportada.
    • USB-C: suportado.

    Jogos

    O Snapdragon 685 consegue lidar com jogos leves e populares, desde que a expectativa seja ajustada. Jogos casuais, títulos competitivos mais leves e gráficos moderados tendem a fazer mais sentido aqui.

    Para jogos pesados, gráficos altos ou longas sessões com alta estabilidade, o OPPO A6t não é a escolha ideal. A própria proposta do aparelho é bateria e uso básico, não desempenho gamer.

    Concorrentes

    Na faixa abaixo de R$ 900, o OPPO A6t compete mais por bateria do que por câmera, 5G ou tela premium. Ele pode entrar na conversa com modelos 4G baratos e também com aparelhos 5G em promoção.

    Se a prioridade for comparar opções mais equilibradas, vale consultar o guia de melhores celulares custo-benefício. Para quem faz questão de 5G, modelos como Galaxy A25 5G, Moto G56 5G e Redmi Note 15 5G podem ser alternativas quando aparecem perto de R$ 1.000.

    A comparação só é justa olhando preço real do dia. Se o A6t estiver perto de R$ 800, ele fica competitivo para quem prioriza bateria. Se passar muito de R$ 900, começa a disputar espaço com celulares mais completos.

    Pontos positivos

    • Bateria grande de 6.500 mAh.
    • Tela de 120 Hz deixa o uso mais fluido.
    • 128 GB de armazenamento UFS 2.2.
    • Suporte a cartão de memória.
    • Entrada P2 para fones de ouvido.
    • Proteção IP64 contra poeira e respingos.
    • Snapdragon 685 atende bem tarefas básicas.

    Pontos negativos

    • Apenas 4 GB de RAM física.
    • Não possui 5G.
    • Não possui NFC.
    • Tela LCD com resolução HD+.
    • Câmeras simples.
    • Selfie de 5 MP.
    • Não grava em 4K.
    • Não oferece carregamento rápido.

    Preço ideal

    Em 23 de setembro de 2026, a loja oficial da OPPO exibia o OPPO A6t 128 GB 4 GB por R$ 881,02 à vista e R$ 899,00 no preço principal. Em resultados recentes da loja oficial no Mercado Livre, o modelo aparecia a partir de cerca de R$ 799 no Pix, mas esse tipo de oferta muda rapidamente.

    Preço atual é informação de mercado. Preço ideal é análise editorial do BaratoTech.

    Faixa de preço Veredito BaratoTech
    Até R$ 800 Excelente compra para quem prioriza bateria e uso básico.
    De R$ 800 a R$ 900 Bom custo-benefício, principalmente se a bateria for prioridade.
    De R$ 900 a R$ 1.100 Vale comparar com celulares 5G e modelos com câmeras melhores.
    Acima de R$ 1.100 Melhor esperar promoção ou considerar concorrentes mais completos.

    OPPO A6t vale a pena?

    O OPPO A6t vale a pena para quem quer um celular barato, com bateria grande, tela de 120 Hz e armazenamento razoável para tarefas do dia a dia.

    Ele faz sentido para WhatsApp, redes sociais, vídeos, aplicativos bancários, navegação e jogos leves. Também é uma opção interessante para quem passa muito tempo longe da tomada e não liga para 5G ou NFC.

    Ele não é uma boa escolha para quem quer câmera forte, tela Full HD+, pagamento por aproximação, 5G, carregamento rápido ou desempenho para jogos pesados.

    O resumo é simples: perto de R$ 800, o OPPO A6t é competitivo pela bateria. Perto ou acima de R$ 1.000, já merece comparação cuidadosa com rivais mais completos.

    Perguntas frequentes sobre o OPPO A6t

    O OPPO A6t tem 5G?

    Não. O OPPO A6t analisado aqui é o modelo 4G com Snapdragon 685. O OPPO A6t 5G é outro aparelho.

    O OPPO A6t tem NFC?

    Não. A ficha oficial do OPPO A6t informa NFC não suportado.

    Quantos GB de RAM tem o OPPO A6t?

    O OPPO A6t tem 4 GB de RAM física LPDDR4X.

    O OPPO A6t tem 12 GB de RAM?

    Não como RAM física. A configuração correta é 4 GB de RAM física mais até 8 GB de RAM virtual.

    O OPPO A6t é bom para jogos?

    Ele pode rodar jogos leves e populares em configurações moderadas, mas não é indicado para jogos pesados ou gráficos altos.

    Qual é a bateria do OPPO A6t?

    A bateria típica do OPPO A6t é de 6.500 mAh, segundo a ficha oficial.

    O OPPO A6t grava em 4K?

    Não. A gravação de vídeo vai até 1080p a 30 fps nas câmeras traseira e frontal.

    O OPPO A6t é resistente à água?

    Ele possui IP64 contra poeira e respingos, mas não é feito para submersão.

    O OPPO A6t vale a pena?

    Vale a pena perto de R$ 800 para quem prioriza bateria e uso básico. Acima disso, é melhor comparar com alternativas 5G.

    Qual é o preço ideal do OPPO A6t?

    O preço ideal editorial do BaratoTech é até R$ 800 como excelente compra e até R$ 900 como bom custo-benefício.

    Fontes e transparência

    Esta análise editorial considera especificações oficiais, preço encontrado em 23 de setembro de 2026 e comparação com alternativas publicadas no BaratoTech. Não afirmamos ter realizado testes práticos com uma unidade do aparelho.

  • Moto G67 tem 4 câmeras? Não: entenda o que são os quatro círculos traseiros

    Moto G67 tem 4 câmeras? Não: entenda o que são os quatro círculos traseiros

    Olhe rapidamente para a traseira do Motorola Moto G67 5G e provavelmente você terá a impressão de estar diante de um celular com quatro câmeras.

    O módulo possui quatro grandes círculos praticamente do mesmo tamanho, todos integrados ao acabamento traseiro. Só que existe uma curiosidade importante: o Moto G67 não possui quatro câmeras traseiras.

    Segundo a ficha técnica oficial da Motorola, existem apenas duas câmeras atrás: uma principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP.

    Então o que são os outros círculos?

    Quantas câmeras o Moto G67 realmente tem?

    O Moto G67 possui três câmeras capazes de produzir fotografias se também contarmos a frontal.

    Câmera Resolução Função
    Principal traseira 50 MP Fotos comuns e maior qualidade de imagem
    Ultrawide traseira 8 MP Fotos com campo de visão mais amplo
    Frontal 32 MP Selfies e videochamadas

    A câmera principal utiliza o sensor Sony LYTIA 600 de 50 MP, enquanto a ultrawide possui 8 MP e campo de visão amplo.

    A Motorola informa ainda câmera frontal de 32 MP instalada no pequeno furo central da tela.

    Módulo traseiro do Moto G67 5G com linhas explicando câmera principal, ultrawide, flash LED e sensor de luz

    Então por que parecem existir quatro câmeras?

    A resposta está no design do módulo.

    A Motorola colocou diferentes componentes dentro de círculos com aparência semelhante. De longe, todos podem facilmente ser confundidos com lentes.

    Mas o próprio diagrama oficial de hardware do Moto G67 identifica quatro elementos importantes nessa região:

    • câmera principal;
    • câmera ultrawide;
    • flash;
    • sensor de luz.

    Ou seja: nem todo círculo preto ou metálico na traseira é uma câmera.

    O círculo com acabamento metálico é uma câmera?

    Não necessariamente.

    No módulo do Moto G67 existe um elemento circular com acabamento diferente e inscrições relacionadas à câmera Sony LYTIA.

    Visualmente ele combina com as lentes e ajuda a manter o módulo simétrico, mas o sistema fotográfico oficial continua sendo formado por apenas duas câmeras traseiras.

    Um dos demais elementos é utilizado pelo flash.

    E o outro círculo preto?

    O diagrama oficial da Motorola também identifica um sensor de luz na parte traseira.

    Esse componente não produz fotografias e portanto não deve ser contado como câmera.

    Sensores desse tipo detectam informações de iluminação do ambiente que podem ser utilizadas pelo próprio aparelho para diferentes ajustes.

    Ele precisa de uma área exposta para receber luz, o que explica por que visualmente pode lembrar uma pequena lente.

    Moto G67 5G com duas câmeras traseiras e identificação dos círculos que são flash e sensor de luz

    Isso significa que a Motorola está anunciando quatro câmeras?

    Não.

    Na página oficial brasileira, a Motorola informa claramente o conjunto traseiro como 50 MP + 8 MP.

    A confusão acontece principalmente por causa do desenho do módulo.

    Como os quatro elementos possuem formato circular e tamanhos relativamente grandes, o cérebro automaticamente interpreta o conjunto como quatro lentes.

    A câmera principal é realmente de 50 MP?

    Sim.

    A câmera principal utiliza o Sony LYTIA 600 de 50 MP, com abertura f/1,88 segundo a ficha oficial brasileira.

    A Motorola utiliza tecnologia Quad Pixel, que combina informações de vários pixels para aumentar a sensibilidade à luz.

    Isso significa que nem toda fotografia será necessariamente salva em sua resolução máxima de 50 MP.

    O aparelho pode combinar pixels para priorizar iluminação e qualidade dependendo do modo utilizado.

    Para que serve a ultrawide de 8 MP?

    A segunda câmera traseira possui 8 MP e lente ultrawide.

    Ela captura uma área maior da cena, sendo útil principalmente para:

    • paisagens;
    • grupos de pessoas;
    • fotos de ambientes internos;
    • arquitetura;
    • situações em que não é possível se afastar do objeto.

    A ficha oficial informa campo de visão de aproximadamente 120 graus.

    Como possui resolução menor que a câmera principal, a tendência é que apresente menos detalhes, principalmente quando a iluminação não é ideal.

    Mais câmeras significam fotos melhores?

    Não.

    A quantidade de lentes é apenas uma parte do sistema fotográfico.

    Um celular com duas boas câmeras pode produzir resultados melhores do que outro com três ou quatro sensores simples.

    Qualidade de sensor, tamanho dos pixels, lente, abertura, estabilização, processamento de imagem e software também influenciam bastante o resultado final.

    Por isso, contar quantos círculos existem na traseira não é uma boa maneira de comparar câmeras de smartphones.

    O Moto G67 grava em 4K?

    Sim. A ficha técnica brasileira informa gravação traseira em até 4K a 30 quadros por segundo.

    Também é possível utilizar Full HD em até 60 fps na câmera traseira.

    A câmera frontal de 32 MP grava em resoluções menores, dependendo do modo selecionado.

    Por que esse tipo de design virou comum?

    Os módulos de câmera passaram a ser uma das características visuais mais importantes dos smartphones.

    Fabricantes utilizam círculos grandes, anéis metálicos e módulos elevados para criar identidade visual e deixar o conjunto mais simétrico.

    Isso significa que componentes como flash, sensores de luz e outros sensores podem receber praticamente o mesmo destaque visual das câmeras.

    O resultado é um celular que parece possuir mais lentes do que realmente possui.

    Resumo: o que existe atrás do Moto G67?

    Componente É câmera?
    Principal Sony LYTIA 600 de 50 MP Sim
    Ultrawide de 8 MP Sim
    Flash Não
    Sensor de luz Não

    Então o Moto G67 tem quatro câmeras?

    Não.

    Apesar de a traseira apresentar quatro grandes elementos circulares, o Moto G67 possui apenas duas câmeras traseiras.

    A principal utiliza o sensor Sony LYTIA 600 de 50 MP e a segunda é uma ultrawide de 8 MP.

    Os demais elementos fazem parte do flash e do sistema de sensores do aparelho.

    É um bom exemplo de por que não devemos avaliar um celular simplesmente contando quantos círculos aparecem no módulo traseiro.

    Quer saber se o aparelho realmente compensa pelo preço? Veja também nosso review completo do Moto G67 5G.