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  • Galaxy M36 5G vale a pena em 2026? Review honesto do Samsung com cara de linha A

    Galaxy M36 5G vale a pena em 2026? Review honesto do Samsung com cara de linha A

    O Galaxy M36 5G é um daqueles celulares que chamam atenção porque parece misturar duas ideias: preço mais agressivo da linha M e visual mais moderno próximo da linha Galaxy A. No papel, ele traz tela Super AMOLED de 120 Hz, câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, bateria de 5.000 mAh, 5G e promessa longa de atualizações.

    Mas tem um detalhe importante para o leitor brasileiro: até o momento desta análise, o Galaxy M36 5G aparece principalmente como modelo de mercado internacional, com destaque para a Índia. Por isso, este review não deve ser lido como “compre agora no Brasil a qualquer preço”. A pergunta certa é outra: se o Galaxy M36 aparecer por aqui ou em importação confiável, ele faz sentido?

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Transparência editorial: esta análise é baseada na ficha técnica oficial da Samsung Índia, informações públicas de mercado e comparação de custo-benefício. Não é um teste prático próprio do BaratoTech.

    Resposta rápida: Galaxy M36 5G vale a pena?

    O Galaxy M36 5G pode valer a pena se aparecer com preço realmente competitivo. Ele tem uma tela forte para a categoria, bom conjunto básico de câmeras, bateria suficiente para um dia de uso e suporte de software longo, que é um diferencial importante em celulares intermediários.

    O problema é que ele não pode custar perto demais do Galaxy A36 5G ou do Galaxy A56 5G. Se isso acontecer, a linha A tende a ser mais segura para o consumidor brasileiro, principalmente por disponibilidade, garantia, assistência e revenda.

    Em resumo: o Galaxy M36 5G é interessante como alternativa custo-benefício, mas só faz sentido com preço abaixo dos Galaxy A equivalentes.

    Ficha técnica do Galaxy M36 5G

    Item Galaxy M36 5G
    Tela Super AMOLED, 6,7 polegadas, FHD+, 120 Hz
    Processador Octa-core com velocidades de 2,4 GHz e 2,0 GHz
    Memória RAM 6 GB ou 8 GB, conforme versão
    Armazenamento 128 GB ou 256 GB, conforme versão
    MicroSD Suporte a cartão de memória de até 2 TB
    Câmeras traseiras 50 MP + 8 MP + 2 MP
    Estabilização óptica Sim, na câmera traseira principal
    Câmera frontal 13 MP
    Vídeo Até 4K a 30 fps
    Bateria 5.000 mAh
    Carregamento 25 W, com carregador vendido separadamente
    Conectividade 5G, Wi-Fi ax, Bluetooth 5.3, USB-C
    Peso 197 g
    Dimensões 164,4 x 77,9 x 7,7 mm

    Design: mais fino, mas perdeu um pouco da “cara de linha M parruda”

    O Galaxy M36 5G ficou com uma proposta visual mais moderna e fina. Com 7,7 mm de espessura e 197 g, ele passa longe daquele perfil mais pesado de alguns modelos antigos da linha M.

    Isso pode agradar quem queria um celular Samsung com bateria boa, mas sem carregar um aparelho muito grosso no bolso. Por outro lado, quem acompanha a linha M pode sentir falta daquele espírito mais “parrudão”, especialmente porque alguns modelos anteriores ficaram conhecidos por bateria maior.

    O ponto positivo é que ele parece mais alinhado com o gosto atual do mercado: tela grande, corpo relativamente fino e visual mais limpo. O ponto negativo é que, dependendo do preço, ele pode acabar parecendo apenas uma versão alternativa da linha A.

    Tela: um dos melhores argumentos do M36

    A tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz é um dos pontos fortes do Galaxy M36 5G. Para vídeos, redes sociais, navegação, YouTube, TikTok e uso diário, é o tipo de tela que costuma agradar bastante.

    A Samsung sabe fazer boas telas intermediárias, e esse é justamente o tipo de recurso que o consumidor percebe no primeiro dia de uso. A fluidez de 120 Hz também ajuda a deixar o celular com sensação mais rápida, mesmo quando o processador não é topo de linha.

    Para quem sai de um aparelho básico com tela LCD ou taxa de atualização menor, o salto tende a ser grande.

    Desempenho: suficiente, não empolgante

    O Galaxy M36 5G usa um processador octa-core com velocidades de 2,4 GHz e 2,0 GHz. Na prática, a proposta é atender bem tarefas do dia a dia: WhatsApp, Instagram, YouTube, banco, navegador, mapas, fotos, vídeos e alguns jogos leves ou médios.

    Ele não deve ser tratado como celular gamer. Dá para jogar, mas quem busca desempenho máximo, gráficos altos e estabilidade em jogos pesados provavelmente encontra opções mais agressivas em marcas como POCO, Redmi ou realme, dependendo do preço.

    Para o público que quer um Samsung confiável, com tela boa e suporte longo, o desempenho tende a ser suficiente. Para quem quer potência bruta pelo menor preço, o M36 precisa ser comparado com muito cuidado.

    Câmeras: principal boa, auxiliares simples

    O conjunto traseiro tem câmera principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e macro de 2 MP. A presença de estabilização óptica na câmera principal é um ponto positivo, porque ajuda em fotos com menos luz e vídeos mais estáveis.

    Mas aqui vale a sinceridade: esse não é um celular para quem quer o melhor conjunto de câmeras da categoria. A principal deve resolver bem fotos do dia a dia, especialmente com boa iluminação. A ultrawide é útil, mas tende a perder qualidade em detalhes. A macro de 2 MP provavelmente será o sensor menos importante do conjunto.

    O Galaxy M36 5G faz mais sentido para quem quer uma câmera principal confiável do que para quem busca versatilidade fotográfica premium.

    Bateria: boa, mas poderia ser maior para a linha M

    A bateria de 5.000 mAh é boa e suficiente para a maioria dos usuários. Em uso comum, a expectativa é passar o dia longe da tomada, dependendo de brilho de tela, 5G, jogos e tempo de uso.

    O ponto que pode incomodar é o histórico da linha M. Muitos consumidores associam Galaxy M com bateria gigante. Por isso, ver 5.000 mAh no M36 pode parecer menos empolgante, especialmente para quem lembra de modelos com 6.000 mAh.

    O carregamento de 25 W também é apenas correto. Funciona, mas não impressiona em 2026, principalmente quando concorrentes chineses oferecem potências bem maiores. E ainda existe a pegadinha: o carregador de 25 W pode ser vendido separadamente.

    Atualizações: aqui a Samsung ganha pontos

    Um dos grandes argumentos do Galaxy M36 5G é a promessa de longo suporte de software. A Samsung destaca 6 gerações de upgrades de sistema para o aparelho, o que é muito forte para um intermediário.

    Esse ponto pesa bastante no custo-benefício real. Um celular que continua recebendo atualizações por muitos anos tende a envelhecer melhor, manter segurança e continuar útil por mais tempo.

    Para quem compra pensando em ficar dois, três ou quatro anos com o aparelho, isso pode valer mais do que ganhar alguns pontos extras em benchmark.

    O que eu gostei no Galaxy M36 5G

    • Tela Super AMOLED de 120 Hz: ótima para consumo de conteúdo e uso diário.
    • Câmera principal de 50 MP com OIS: bom diferencial para fotos e vídeos básicos.
    • Suporte longo de software: ponto forte da Samsung em 2026.
    • Design mais fino: fica menos pesado que alguns modelos tradicionais da linha M.
    • MicroSD até 2 TB: vantagem para quem guarda muitas fotos, vídeos e arquivos.
    • 5G e conectividade completa: bom para quem quer ficar mais tempo com o aparelho.

    O que pode decepcionar

    • Bateria de 5.000 mAh: é boa, mas não empolga para quem esperava linha M com bateria gigante.
    • Carregamento de 25 W: já parece conservador para 2026.
    • Câmeras auxiliares simples: ultrawide e macro não devem ser decisivas.
    • Desempenho sem brilho: atende bem o comum, mas não é opção gamer forte.
    • Disponibilidade no Brasil: precisa de atenção, porque o modelo não deve ser comprado como se fosse um lançamento nacional comum.
    • Preço pode matar o custo-benefício: se encostar no A36 ou A56, perde força.

    Galaxy M36 5G ou Galaxy A36 5G?

    Comparativo visual entre Galaxy M36, Galaxy A36 e Galaxy A56 para escolher o melhor Samsung

    Essa comparação é inevitável. O Galaxy A36 5G tende a ser uma opção mais segura para o consumidor brasileiro quando está oficialmente disponível, com garantia nacional, assistência mais clara e melhor presença no varejo.

    O Galaxy M36 5G só começa a ficar mais interessante se aparecer bem mais barato. Se a diferença for pequena, o A36 pode fazer mais sentido por ser mais fácil de encontrar, revender e acionar garantia no Brasil.

    Minha leitura: M36 é para preço agressivo. A36 é para compra mais segura.

    Galaxy M36 5G ou Galaxy A56 5G?

    Se o Galaxy M36 5G chegar perto do preço do Galaxy A56 5G, a disputa fica ruim para ele. O A56 é mais completo como intermediário premium da Samsung e tende a ser uma escolha melhor para quem quer conjunto mais equilibrado.

    O M36 pode vencer no custo-benefício apenas se custar claramente menos. Caso contrário, o consumidor corre o risco de pagar caro em um modelo que deveria ser mais acessível.

    Galaxy M36 5G ou Galaxy M35 5G?

    Essa comparação é interessante porque o Galaxy M35 5G ficou conhecido por entregar bateria de 6.000 mAh. Já o M36 aposta em corpo mais fino, visual atualizado e proposta mais moderna, mas reduz a bateria para 5.000 mAh.

    Se a prioridade for autonomia máxima, o M35 ainda pode ser mais atraente quando encontrado em promoção. Se a prioridade for design mais fino, tela boa e atualizações mais recentes, o M36 pode fazer mais sentido.

    Para comparar com outras opções da Samsung antes de decidir, veja também Galaxy A16 vale a pena e Galaxy A26 5G vale a pena.

    Preço ideal para comprar o Galaxy M36 5G

    Como não dá para tratar o M36 como um modelo com preço nacional consolidado, o ideal é pensar em faixas de compra:

    • Abaixo de R$ 1.400: pode ficar muito interessante, desde que tenha boa garantia e vendedor confiável.
    • Entre R$ 1.400 e R$ 1.700: ainda pode valer, mas já precisa comparar com Galaxy A36, A35, M35 e Motorola/POCO em promoção.
    • Acima de R$ 1.800: eu teria bastante cautela, porque o Galaxy A56 e outros intermediários mais fortes podem aparecer perto.

    O segredo é não pagar preço de linha A em um modelo da linha M sem garantia clara no Brasil.

    Para quem o Galaxy M36 5G vale a pena?

    • Para quem quer um Samsung com tela AMOLED grande e fluida.
    • Para quem valoriza atualizações longas.
    • Para quem usa o celular para redes sociais, vídeos, WhatsApp, banco e fotos comuns.
    • Para quem encontra o aparelho com preço realmente abaixo dos Galaxy A.
    • Para quem não liga tanto para carregamento muito rápido.
    • Para quem quer microSD e mais espaço para arquivos.

    Para quem eu não recomendo?

    • Para quem quer bateria gigante acima de 5.000 mAh.
    • Para quem joga pesado.
    • Para quem quer o melhor conjunto de câmeras possível.
    • Para quem só compra celular com garantia nacional fácil.
    • Para quem encontrou o Galaxy A36 ou A56 por preço próximo.
    • Para quem quer carregamento muito rápido.

    Vale a pena comprar o Galaxy M36 5G em 2026?

    Vale a pena apenas se o preço for o grande argumento. O Galaxy M36 5G tem tela boa, câmera principal competente, bateria suficiente, 5G e suporte longo de software. É um conjunto interessante, mas não revolucionário.

    O problema é que ele precisa justificar sua existência contra a própria linha Galaxy A. Se chegar caro, perde sentido. Se aparecer barato, vira uma alternativa esperta para quem quer Samsung, tela AMOLED e atualizações longas sem pagar tanto.

    Veredito BaratoTech

    O Galaxy M36 5G é um Samsung intermediário interessante, mas não é compra automática.

    Ele vale mais pelo conjunto equilibrado do que por algum recurso espetacular. A tela e o suporte de software são os maiores pontos fortes. A bateria de 5.000 mAh, o carregamento de 25 W e a disponibilidade no Brasil são os principais pontos de atenção.

    Selo BaratoTech: vale comprar se estiver bem mais barato que Galaxy A36 e A56. Se o preço encostar neles, eu iria de linha A.

    Perguntas frequentes

    Galaxy M36 5G é bom?

    Sim, o Galaxy M36 5G é bom para uso diário, redes sociais, vídeos, WhatsApp, fotos comuns e navegação. Ele não é a melhor escolha para jogos pesados ou câmeras avançadas.

    Galaxy M36 5G tem tela AMOLED?

    Sim. O aparelho tem tela Super AMOLED de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz.

    Galaxy M36 5G tem boa bateria?

    A bateria de 5.000 mAh é boa para uso comum, mas pode decepcionar quem esperava uma bateria maior por ser um modelo da linha Galaxy M.

    Galaxy M36 5G tem carregador na caixa?

    A Samsung informa suporte a carregamento de 25 W, mas o carregador rápido pode ser vendido separadamente. É importante conferir isso antes da compra.

    Galaxy M36 5G é melhor que o Galaxy A36?

    Depende do preço. O M36 só faz mais sentido se estiver bem mais barato. Se a diferença for pequena, o Galaxy A36 tende a ser uma compra mais segura no Brasil.

    Galaxy M36 5G tem câmera boa?

    A câmera principal de 50 MP com OIS é o ponto mais interessante. As câmeras auxiliares são mais simples e não devem ser o principal motivo da compra.

    Galaxy M36 5G vale importar?

    Só vale considerar importação se o preço final for muito competitivo e se o vendedor oferecer segurança, garantia e compatibilidade clara. Caso contrário, modelos vendidos oficialmente no Brasil podem ser escolhas mais tranquilas.

    Fontes consultadas

  • IA nos celulares pode deixar o conserto mais caro? Entenda o alerta

    IA nos celulares pode deixar o conserto mais caro? Entenda o alerta

    A inteligência artificial está virando argumento de venda em celulares novos, mas existe um lado menos comentado dessa evolução: o conserto pode ficar mais complexo. Segundo avaliação do Grupo PLL, empresa especializada em manutenção de dispositivos móveis, a integração cada vez maior entre hardware, software e recursos inteligentes aumentou o nível de dificuldade nos diagnósticos e reparos de smartphones.

    Na prática, isso não significa que todo celular com IA ficará automaticamente mais caro para consertar. Mas acende um alerta importante para quem compra smartphone pensando em custo-benefício: além de olhar câmera, bateria e desempenho, também começa a fazer sentido prestar atenção em garantia, assistência técnica e facilidade de reparo.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    O que aconteceu?

    De acordo com o Grupo PLL, celulares mais inteligentes estão exigindo processos de manutenção mais sofisticados. O motivo é que os aparelhos atuais dependem cada vez mais de uma integração fina entre peças físicas, sensores, câmeras, chips dedicados e software.

    Quando uma tela, câmera, placa, bateria ou outro componente é substituído, a assistência não precisa apenas trocar a peça. Em muitos casos, também é necessário validar se o sistema continua funcionando corretamente depois do reparo.

    Esse tipo de checagem pode envolver diagnóstico mais detalhado, testes adicionais e profissionais mais preparados para lidar com aparelhos que misturam hardware tradicional com recursos de inteligência artificial.

    Por que a IA pode complicar o reparo?

    A IA nos celulares não aparece apenas em aplicativos de edição de foto ou assistentes inteligentes. Ela também depende de processamento local, sensores, câmeras, algoritmos e integração com o sistema do aparelho.

    Isso torna o smartphone mais poderoso, mas também mais fechado e complexo. Um problema em uma peça pode afetar recursos que dependem de calibração, processamento de imagem, reconhecimento de cena, segurança ou comunicação entre componentes.

    Para o consumidor comum, o resultado pode ser simples de entender: quanto mais tecnológico e integrado o celular fica, mais difícil pode ser fazer um reparo rápido, barato e confiável fora de uma assistência bem preparada.

    O conserto vai ficar mais caro?

    A resposta mais honesta é: pode ficar, mas não em todos os casos.

    O alerta não significa que trocar uma bateria ou uma tela será sempre muito mais caro em qualquer celular com IA. O ponto é que a manutenção pode exigir mais tempo, ferramentas específicas, validações extras e mão de obra mais qualificada.

    Esse aumento de complexidade pressiona o custo operacional das assistências. E, quando o custo para reparar sobe, parte disso pode chegar ao bolso do consumidor, principalmente em aparelhos premium, dobráveis ou modelos com componentes mais integrados.

    O que isso muda para quem compra celular?

    Para quem compra smartphone pensando em custo-benefício, a notícia reforça uma regra que muita gente ignora: celular barato de comprar nem sempre é barato de manter.

    Antes de escolher um modelo, vale observar:

    • se a marca tem assistência oficial no Brasil;
    • se peças como tela e bateria costumam ter preço razoável;
    • se o aparelho tem boa política de garantia;
    • se existem relatos de reparo difícil ou caro;
    • se a marca oferece atualizações por vários anos;
    • se o preço do celular compensa o risco de manutenção.

    Isso vale ainda mais para modelos importados, celulares muito novos, dobráveis e aparelhos que prometem recursos avançados de IA sem ter uma rede clara de suporte no Brasil.

    Direito ao reparo volta ao debate

    O avanço da IA nos smartphones também reforça a discussão sobre direito ao reparo. Esse debate gira em torno do acesso a peças, manuais, ferramentas, diagnósticos e condições para que consumidores e oficinas consigam prolongar a vida útil dos aparelhos.

    Para o consumidor, o assunto importa porque um celular que não pode ser reparado com facilidade tende a virar troca obrigatória mais cedo. Isso pesa no bolso e também aumenta o descarte de eletrônicos.

    Ao mesmo tempo, é preciso equilíbrio. Celulares modernos envolvem segurança de dados, baterias sensíveis, sensores e sistemas complexos. Reparos mal feitos podem causar falhas, perda de recursos ou até riscos físicos em casos de bateria danificada.

    Análise BaratoTech

    A IA nos celulares é uma evolução importante, mas o consumidor precisa olhar além do marketing. Recursos inteligentes podem melhorar fotos, desempenho, produtividade e experiência de uso, mas também tornam os aparelhos mais dependentes de software, calibração e suporte técnico.

    Para quem compra celular no Brasil, o melhor caminho é não avaliar apenas a ficha técnica. Um modelo com IA, tela bonita e câmera forte pode parecer ótimo no anúncio, mas perder parte do custo-benefício se tiver reparo caro, peça difícil de encontrar ou assistência limitada.

    A tendência é que esse assunto fique mais importante nos próximos anos. Quanto mais o celular vira um computador de bolso com IA, mais o reparo deixa de ser uma simples troca de peça e passa a exigir validação técnica completa.

    O que observar antes de comprar

    Se você está pensando em trocar de celular, a dica é simples: coloque assistência e manutenção na conta. Veja se a marca vende oficialmente no Brasil, se tem rede autorizada, se atualiza o aparelho por bastante tempo e se o preço faz sentido caso você precise trocar tela ou bateria depois.

    Celular bom não é só aquele que parece potente no dia da compra. É também aquele que continua viável depois de um ano ou dois de uso.

    Fontes consultadas

  • Bateria de silício-carbono em celulares: o que muda para quem compra smartphone

    Bateria de silício-carbono em celulares: o que muda para quem compra smartphone

    Você já deve ter reparado: celular novo está ficando mais potente, com tela melhor, câmera mais pesada e cada vez mais recursos de IA. Só que a bateria continua sendo uma das maiores dores de quem compra smartphone. É aí que entra uma tecnologia que começou a aparecer com força em alguns modelos recentes: a bateria de silício-carbono.

    Ela não é mágica e também não significa que todo celular vai durar três dias longe da tomada. Mas pode ser uma das mudanças mais importantes dos próximos anos para quem quer comprar um smartphone com mais autonomia sem carregar um tijolo no bolso.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Resposta rápida: o que é bateria de silício-carbono?

    A bateria de silício-carbono é uma evolução das baterias de íon-lítio usadas em celulares. A grande diferença está no material usado no ânodo, uma das partes internas da bateria. Em vez de depender quase totalmente do grafite, essa tecnologia usa uma combinação de silício com carbono para tentar armazenar mais energia no mesmo espaço físico.

    Na prática, isso pode permitir celulares com baterias maiores, como 6.000 mAh, 7.000 mAh ou até mais, sem necessariamente deixar o aparelho muito grosso ou pesado. O ponto de atenção é que o silício expande durante o carregamento, então as marcas precisam controlar bem a durabilidade, o calor e a segurança.

    Por que isso importa para quem compra celular?

    Porque a ficha técnica dos smartphones chegou em um ponto em que processador, tela e câmera evoluem rápido, mas a autonomia nem sempre acompanha. Muita gente compra celular novo esperando um salto grande de bateria e, no uso real, acaba vendo pouca diferença.

    Com a bateria de silício-carbono, a promessa é simples: colocar mais capacidade dentro do mesmo corpo. Para o consumidor, isso pode significar menos ansiedade com porcentagem de bateria, menos necessidade de carregar no meio do dia e mais liberdade para usar 5G, câmera, GPS, redes sociais e IA sem ficar procurando tomada.

    Como essa tecnologia funciona de forma simples?

    Em uma bateria comum de íon-lítio, o grafite é muito usado no ânodo porque é estável, conhecido pela indústria e relativamente seguro. O problema é que ele já está perto do seu limite prático de armazenamento de energia.

    O silício consegue armazenar muito mais lítio em teoria, o que abre caminho para baterias com maior densidade energética. Só que existe uma pegadinha: ele aumenta bastante de volume durante os ciclos de carga e descarga. Se isso não for bem controlado, pode causar desgaste, perda de capacidade e problemas estruturais na bateria.

    É por isso que as fabricantes misturam silício com carbono. O carbono ajuda a dar mais estabilidade, enquanto o silício contribui para aumentar a capacidade. O desafio é encontrar o equilíbrio certo entre mais autonomia, segurança, custo e vida útil.

    O que já está acontecendo no mercado?

    A tecnologia não está só no laboratório. Algumas marcas chinesas já vêm usando baterias de silício-carbono em celulares premium, dobráveis e modelos com capacidade acima da média. Esse movimento faz sentido porque essas empresas competem muito em ficha técnica e tentam entregar aparelhos mais finos com baterias maiores.

    A Counterpoint Research publicou em março de 2026 que, entre os 10 smartphones com bateria de pelo menos 6.000 mAh analisados em janeiro de 2026, seis já traziam tecnologia de silício-carbono. Isso mostra que a tecnologia começou a sair do discurso e entrar em produtos reais.

    A OPPO também apresentou a bateria de silício-carbono como uma das bases do Find N5, destacando justamente a tentativa de combinar corpo fino, boa autonomia e controle da expansão interna da bateria.

    Então a bateria de silício-carbono é melhor que a bateria comum?

    Ela pode ser melhor em autonomia e aproveitamento de espaço, mas ainda não dá para dizer que é melhor em tudo. A bateria tradicional de íon-lítio com grafite é mais madura, mais conhecida, mais testada e mais previsível para assistência técnica, garantia e produção em grande escala.

    Comparação Bateria comum com grafite Bateria de silício-carbono
    Autonomia Boa, mas limitada pelo espaço interno Pode entregar mais capacidade no mesmo tamanho
    Espessura do celular Bateria maior costuma deixar o aparelho mais grosso Pode permitir bateria maior sem aumentar tanto a espessura
    Maturidade da tecnologia Muito madura e bem conhecida Mais nova no uso amplo em smartphones
    Custo Mais previsível Pode ser mais cara no começo
    Durabilidade Depende da qualidade da célula e do carregamento Promissora, mas ainda exige atenção em longo prazo
    Risco para o consumidor Menor surpresa, por ser tecnologia consolidada Vale observar garantia, marca e testes reais

    Por que Samsung, Apple e outras marcas podem demorar mais?

    Marcas grandes e globais costumam ser mais cautelosas com bateria. Isso não acontece por falta de interesse, mas porque bateria envolve segurança, certificação, transporte, assistência, garantia e milhões de unidades vendidas em vários países.

    Para uma marca menor ou mais agressiva, apostar cedo em uma bateria gigante pode ser um diferencial de marketing. Para empresas como Samsung e Apple, qualquer problema em larga escala teria impacto enorme na reputação. Por isso, é normal que essas marcas esperem a tecnologia amadurecer antes de colocar em todos os modelos.

    O consumidor deve se animar, mas sem cair em promessa exagerada

    A bateria de silício-carbono pode ser uma evolução real, principalmente para celulares que precisam equilibrar tela grande, 5G, câmeras fortes e corpo fino. Mas o número de mAh sozinho não conta a história inteira.

    Um celular com 7.000 mAh pode decepcionar se tiver sistema mal otimizado, tela gastona, aquecimento excessivo ou carregamento agressivo demais. Do mesmo jeito, um aparelho com bateria menor pode render bem se tiver processador eficiente e software bem ajustado.

    O que observar antes de comprar um celular com bateria de silício-carbono?

    • Marca e garantia: prefira modelos com venda oficial ou boa assistência no Brasil.
    • Testes de autonomia: veja reviews que mostram uso real, não apenas número de mAh.
    • Aquecimento: bateria maior e carregamento rápido precisam de bom controle térmico.
    • Vida útil: observe se a marca informa proteção de bateria, ciclos de carga ou recursos para preservar a saúde da bateria.
    • Carregador: nem sempre a potência máxima funciona com qualquer carregador.
    • Preço: não pague muito mais caro só porque a ficha técnica parece impressionante.

    Preço ideal: quando essa tecnologia começa a fazer sentido?

    Para o BaratoTech, a bateria de silício-carbono faz mais sentido quando ela aparece como benefício real sem inflar demais o preço do aparelho. Em um celular premium, ela pode justificar parte do valor se vier junto de bom conjunto de tela, câmeras, desempenho e atualizações.

    Já em intermediários, o ideal é ter cautela. Se um modelo cobrar muito mais caro só por prometer bateria gigante, talvez seja melhor esperar a tecnologia descer de preço ou comparar com celulares tradicionais que já entregam boa autonomia por menos.

    Vale a pena esperar por celulares com bateria de silício-carbono?

    Depende do seu momento de compra.

    Se seu celular atual ainda aguenta bem e você pretende trocar só daqui a alguns meses, vale acompanhar essa tecnologia. A tendência é que mais modelos apareçam com baterias maiores e corpos mais finos.

    Agora, se você precisa comprar um celular hoje, não vale travar a compra só esperando silício-carbono. Ainda existem ótimos aparelhos com bateria tradicional de 5.000 mAh ou 5.500 mAh que entregam autonomia suficiente para a maioria das pessoas.

    Impacto nos próximos anos: mais autonomia sem celular gigante

    O impacto mais interessante dessa tecnologia não é apenas ver números maiores na ficha técnica. O mais importante é a possibilidade de melhorar a autonomia sem transformar todo smartphone em um aparelho pesado e grosso.

    Nos próximos dois ou três anos, a bateria de silício-carbono pode ajudar celulares intermediários e premium a entregarem mais tempo de tela, melhor desempenho em 5G e mais folga para recursos de IA no aparelho. Isso conversa diretamente com o bolso do consumidor, porque um celular que dura mais tempo longe da tomada tende a envelhecer melhor no uso diário.

    Veredito BaratoTech

    A bateria de silício-carbono é uma das evoluções mais interessantes para smartphones em 2026, mas ainda precisa ser analisada com calma. Ela pode trazer celulares com mais autonomia, carregamento mais eficiente e designs mais finos, mas não deve ser vista como garantia automática de celular melhor.

    O melhor caminho é olhar o conjunto: autonomia real, aquecimento, garantia, preço, atualizações e qualidade geral do aparelho. Se a tecnologia vier junto de um preço justo, ótimo. Se vier só como marketing para cobrar mais caro, é melhor esperar.

    Perguntas frequentes

    Bateria de silício-carbono é a mesma coisa que bateria de estado sólido?

    Não. A bateria de silício-carbono ainda faz parte da família das baterias de íon-lítio, mas usa uma composição diferente no ânodo. Bateria de estado sólido envolve outra abordagem, principalmente no eletrólito.

    Bateria de silício-carbono dura mais?

    Ela pode entregar mais autonomia por carga, mas a durabilidade em anos depende da qualidade da célula, do controle de temperatura, do carregamento e do projeto da fabricante.

    Celular com bateria de silício-carbono é perigoso?

    Não dá para dizer que é perigoso por padrão. O ponto é que toda bateria precisa de bom projeto, certificação e controle térmico. O consumidor deve priorizar marcas confiáveis e modelos com garantia.

    Essa tecnologia vai deixar os celulares mais baratos?

    No começo, não necessariamente. Tecnologias novas costumam aparecer primeiro em modelos mais caros. Com produção maior e mais concorrência, ela pode ajudar a melhorar o custo-benefício no futuro.

    Vale comprar celular só por ter bateria de silício-carbono?

    Não. Ela é um ponto positivo, mas não deve ser o único critério. Também é importante avaliar tela, desempenho, câmeras, atualizações, preço e assistência no Brasil.

    Fontes consultadas

  • Galaxy A35 5G ainda vale a pena em 2026? Review honesto do Samsung com AMOLED, IP67 e preço em queda

    Galaxy A35 5G ainda vale a pena em 2026? Review honesto do Samsung com AMOLED, IP67 e preço em queda

    O Galaxy A35 5G virou aquele tipo de Samsung que começa a ficar mais interessante quando sai do preço de lançamento e entra na fase das promoções. Ele não é o modelo mais novo da linha A, mas ainda reúne pontos que muita gente procura em 2026: tela Super AMOLED de 120 Hz, proteção IP67, bateria de 5.000 mAh, câmera principal de 50 MP e suporte de atualizações por alguns anos.

    A dúvida principal é outra: faz sentido comprar o Galaxy A35 5G agora ou é melhor partir para um Galaxy A26 mais novo, Galaxy A55 em promoção ou até um Galaxy A56?

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Resposta rápida: Galaxy A35 5G ainda vale a pena?

    Sim, o Galaxy A35 5G ainda vale a pena em 2026 se estiver com preço bem abaixo dos modelos mais novos da linha A.

    Ele é uma boa escolha para quem quer um Samsung intermediário com tela muito boa, resistência à água, bateria decente, NFC, 5G e câmeras competentes para o dia a dia. O problema aparece quando o preço encosta demais em modelos superiores.

    Se o Galaxy A35 5G estiver barato, ele faz sentido. Se estiver perto do Galaxy A55, A56 ou de algum Galaxy S em promoção, é melhor comparar com calma antes de comprar.

    Ficha técnica do Galaxy A35 5G

    Característica Galaxy A35 5G
    Tela Super AMOLED de 6,6 polegadas, Full HD+ e 120 Hz
    Processador Samsung Exynos 1380
    Memória RAM 6 GB ou 8 GB, dependendo da versão
    Armazenamento 128 GB ou 256 GB, com suporte a microSD
    Câmera traseira Tripla: 50 MP + 8 MP + 5 MP
    Câmera frontal 13 MP
    Bateria 5.000 mAh
    Carregamento Até 25 W
    Conectividade 5G e NFC
    Resistência IP67 contra água e poeira
    Atualizações Até 4 atualizações de Android e até 5 anos de segurança

    Design e construção: aqui ele ainda se destaca

    O Galaxy A35 5G tem uma construção mais caprichada do que muitos celulares de entrada. A traseira em vidro e a proteção IP67 ajudam a dar uma sensação de aparelho mais completo, especialmente para quem está saindo de um modelo básico.

    A certificação IP67 é um diferencial importante. Ela não significa que você deve usar o celular na piscina ou na praia, mas oferece mais segurança contra poeira, chuva e acidentes leves com água doce.

    Esse é um dos pontos que fazem o A35 5G continuar interessante. Muitos aparelhos mais baratos até entregam bom desempenho no papel, mas economizam justamente em construção, proteção e acabamento.

    Tela: o principal motivo para olhar para o A35

    Imagem editorial 16:9, 1200x675px, mostrando um Galaxy A35 5G sobre uma mesa moderna com a tela ligada exibindo interface abstrata de vídeos, redes sociais e entretenimento, sem marcas de aplicativos. Foco na tela Super AMOLED de 6,6 polegadas com 120 Hz, visual limpo, tecnológico e confiável, fundo azul escuro com detalhes verdes, luz premium, profundidade de campo, poucos elementos, sem pessoas. Manter logotipos originais do produto intactos.

    A tela Super AMOLED de 6,6 polegadas com 120 Hz é um dos maiores acertos do Galaxy A35 5G. Para vídeos, redes sociais, navegação, leitura e jogos casuais, ela entrega uma experiência bem acima de celulares básicos.

    O painel AMOLED ajuda no contraste, nas cores e no preto mais profundo. Já os 120 Hz deixam a rolagem mais fluida em apps, menus e redes sociais.

    Para quem consome muito YouTube, TikTok, Instagram, streaming e futebol pelo celular, esse é um ponto que realmente pesa na decisão de compra.

    Desempenho: suficiente para o dia a dia, mas não é o mais forte da faixa

    O Exynos 1380 ainda dá conta de um uso normal em 2026. WhatsApp, Instagram, banco, navegador, vídeos, chamadas, câmera e multitarefa leve devem funcionar bem.

    O cuidado é não vender o A35 como se ele fosse um celular gamer ou um intermediário premium de alto desempenho. Ele não é. Para jogos pesados, edição mais intensa ou uso muito exigente, existem opções mais fortes.

    A versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento é a mais interessante, principalmente para quem pretende ficar mais tempo com o aparelho. A versão de 6 GB/128 GB pode valer se estiver muito mais barata.

    Câmeras: boas, desde que você saiba o limite

    O conjunto traseiro tem câmera principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e macro de 5 MP. A câmera principal é o destaque real, principalmente para fotos durante o dia, registros de família, produtos, documentos, comida e redes sociais.

    A ultrawide ajuda quando você precisa capturar mais cenário, mas não deve entregar o mesmo nível da câmera principal. Já a macro é um recurso complementar, não um motivo principal para comprar o celular.

    Em fotos noturnas, o A35 5G pode quebrar um galho, mas não espere resultado de celular premium. Se câmera é sua prioridade absoluta, vale comparar com modelos mais caros ou aparelhos que se destacam especificamente nesse ponto.

    Bateria e carregamento

    A bateria de 5.000 mAh é um ponto positivo. Para uso comum, o Galaxy A35 5G tem conjunto para aguentar bem um dia de uso.

    O carregamento de 25 W, por outro lado, é apenas aceitável. Não é ruim, mas também não impressiona em 2026. Algumas marcas concorrentes oferecem carregadores mais rápidos na mesma faixa de preço.

    Também é importante conferir se o carregador vem na caixa ou se será necessário comprar separadamente, porque isso muda o custo final.

    Atualizações: bom suporte, mas menor que modelos mais novos

    A Samsung informa até 4 atualizações de Android e até 5 anos de atualizações de segurança para o Galaxy A35 5G.

    Esse suporte ainda é bom, principalmente para quem pensa em ficar alguns anos com o aparelho. Mas existe um detalhe: modelos mais novos da Samsung já podem oferecer política de atualização mais longa.

    Por isso, o A35 5G precisa compensar no preço. Ele não pode custar quase o mesmo que um modelo mais recente com suporte maior.

    Preço ideal para comprar o Galaxy A35 5G

    Galaxy A35 5G com proteção IP67 e bateria de 5000 mAh

    O Galaxy A35 5G vale mais a pena quando aparece em promoção. Para a versão de 128 GB, eu consideraria interessante na faixa de R$ 1.300 a R$ 1.600, dependendo da loja, garantia e forma de pagamento.

    Na versão de 256 GB com 8 GB de RAM, o preço fica mais atraente entre R$ 1.600 e R$ 1.900. Acima disso, é obrigatório comparar com Galaxy A55, A56 ou até algum modelo da linha S em oferta.

    O erro seria pagar preço de lançamento em um aparelho que já deveria brigar por custo-benefício.

    Galaxy A35 5G ou Galaxy A16 5G?

    O Galaxy A16 5G é a opção mais barata e faz sentido para quem quer economizar. Ele entrega 5G, tela AMOLED e bom suporte para a categoria.

    O Galaxy A35 5G é mais completo. Ele tem tela melhor, 120 Hz, construção superior, IP67 e conjunto mais equilibrado. Se a diferença de preço não for absurda, o A35 é uma compra melhor para quem quer um celular mais durável.

    Galaxy A35 5G ou Galaxy A26 5G?

    Essa comparação depende muito do preço. O Galaxy A26 5G é mais novo e pode ter vantagem em suporte futuro, dependendo da política aplicada ao modelo.

    Já o Galaxy A35 5G pode ser mais interessante se aparecer com acabamento melhor, IP67 e preço agressivo. A decisão deve ser feita olhando a promoção do dia, não apenas o nome do aparelho.

    Para quem o Galaxy A35 5G vale a pena?

    • Para quem quer um Samsung intermediário com tela AMOLED de 120 Hz.
    • Para quem valoriza proteção IP67 contra água e poeira.
    • Para quem usa bastante redes sociais, vídeos, banco e apps do dia a dia.
    • Para quem quer um celular mais completo que o A16 e A26, desde que o preço ajude.
    • Para quem prefere Samsung por causa de assistência, revenda e interface One UI.

    Para quem ele não é a melhor compra?

    • Para quem quer o máximo desempenho em jogos pesados.
    • Para quem precisa do melhor carregamento rápido da categoria.
    • Para quem encontra Galaxy A55 ou A56 por pouca diferença.
    • Para quem quer câmera de nível premium.
    • Para quem prefere celulares mais compactos.

    Prós e contras do Galaxy A35 5G

    Prós Contras
    Tela Super AMOLED de 120 Hz Processador não é o mais forte da faixa
    Proteção IP67 Carregamento de 25 W é apenas ok
    Bateria de 5.000 mAh Pode perder sentido se ficar perto do A55 ou A56
    Construção mais caprichada Câmeras secundárias são apenas medianas
    Bom suporte de atualizações Já não é o modelo mais novo da linha A

    Para não confundir as faixas, vale reforçar: o A35 5G é uma opção intermediária anterior que só fica realmente atraente em promoção. Para comparação com modelos mais novos e superiores, veja também o comparativo Galaxy A56, Moto G86 ou POCO X7 Pro e o guia Galaxy A37 vs Galaxy A57.

    O que observar antes de comprar?

    Antes de comprar o Galaxy A35 5G, veja três coisas: preço, versão e concorrentes.

    A versão de 256 GB com 8 GB de RAM é a mais segura para o longo prazo. Mas se ela estiver cara demais, pode encostar em celulares superiores. Já a versão de 128 GB pode valer se o preço estiver realmente agressivo.

    Também compare com Galaxy A26, Galaxy A55 e Galaxy A56. O A35 5G só é compra esperta quando o desconto é bom.

    Veredito BaratoTech: Galaxy A35 5G é bom?

    O Galaxy A35 5G é bom e ainda vale a pena em 2026, mas precisa estar no preço certo. Ele entrega tela excelente para a categoria, construção melhor que a de muitos rivais baratos, IP67, bateria forte e um conjunto confiável para uso diário.

    O ponto fraco é que ele já não pode cobrar preço de novidade. Se aparecer em promoção, continua sendo uma escolha segura para quem quer um Samsung intermediário bem equilibrado. Se estiver caro, o consumidor deve olhar para A55, A56 ou algum Galaxy S em oferta.

    Selo BaratoTech: vale comprar em promoção. Fora da faixa ideal, compare antes com modelos mais novos da Samsung.

    Perguntas frequentes

    Galaxy A35 5G é bom?

    Sim. O Galaxy A35 5G é bom para uso diário, redes sociais, vídeos, banco, fotos simples e multitarefa leve. Ele se destaca pela tela AMOLED de 120 Hz, IP67 e bateria de 5.000 mAh.

    Galaxy A35 5G tem resistência à água?

    Sim. O Galaxy A35 5G tem certificação IP67 contra água e poeira. Mesmo assim, não é recomendado usar o aparelho em piscina, praia ou mergulho.

    Galaxy A35 5G é bom para jogos?

    Ele roda jogos leves e intermediários, mas não é a melhor escolha para jogos pesados no gráfico alto. Para esse uso, vale procurar modelos com processador mais forte.

    Galaxy A35 5G tem NFC?

    Sim. O Galaxy A35 5G tem NFC, permitindo pagamentos por aproximação e outros recursos compatíveis.

    Galaxy A35 5G ou Galaxy A16 5G: qual vale mais?

    O A16 5G é mais barato e serve para uso básico. O A35 5G é mais completo, com tela melhor, IP67 e construção superior. Se a diferença de preço for pequena, o A35 tende a valer mais.

    Galaxy A35 5G ou Galaxy A55: qual comprar?

    Se o Galaxy A35 5G estiver bem mais barato, ele vale. Se a diferença para o A55 for pequena, o A55 tende a ser a escolha mais forte por ser superior em desempenho e conjunto geral.

    Fontes consultadas

  • Refrigeração líquida em chips de IA pode deixar a tecnologia mais barata? Entenda a nova corrida dos data centers

    Refrigeração líquida em chips de IA pode deixar a tecnologia mais barata? Entenda a nova corrida dos data centers

    A inteligência artificial não roda no ar. Por trás de cada chatbot, gerador de imagem, busca inteligente e recurso de IA no celular existe uma estrutura enorme de servidores, chips gráficos, memória, redes e sistemas de refrigeração. E quanto mais potente a IA fica, mais calor esses chips geram.

    É aí que entra uma tecnologia que pode parecer distante do consumidor, mas tende a influenciar o preço e a qualidade dos serviços digitais nos próximos anos: a refrigeração líquida em chips de IA.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Resposta rápida: por que isso importa?

    A refrigeração líquida pode ajudar data centers de IA a consumirem energia de forma mais eficiente, manterem chips potentes funcionando com mais estabilidade e reduzirem parte dos custos operacionais.

    Isso não significa que celular, notebook ou assinatura de IA vão ficar baratos automaticamente. Mas, sem soluções melhores de energia e resfriamento, a tendência é que a expansão da IA fique mais cara, mais difícil e mais limitada.

    Por que chips de IA esquentam tanto?

    Os chips usados em inteligência artificial são diferentes dos processadores comuns de um notebook básico. Eles trabalham com grande volume de cálculos ao mesmo tempo, especialmente em tarefas como treinamento de modelos, geração de imagens, vídeo, voz e respostas em tempo real.

    Esse tipo de operação exige muita energia. E quando há muita energia sendo consumida em pouco espaço, há também muito calor para remover.

    Durante anos, muitos data centers usaram principalmente ar-condicionado, ventiladores e corredores frios para controlar a temperatura. Esse modelo ainda funciona em muitos casos, mas começa a ficar pressionado quando racks inteiros passam a concentrar chips de IA de altíssimo consumo.

    Como funciona a refrigeração líquida em data centers?

    A refrigeração líquida usa fluidos para capturar o calor mais perto da fonte, em vez de depender apenas do ar circulando pelo ambiente. Em soluções “direct-to-chip”, por exemplo, placas frias entram em contato com partes do sistema e retiram calor diretamente dos componentes mais quentes.

    A lógica é parecida com um carro ou PC gamer com water cooler, mas em escala muito maior, com segurança, sensores, bombas, tubulações, redundância e monitoramento constante.

    O objetivo não é só deixar o chip “mais frio”. É permitir que servidores de IA operem com mais densidade, estabilidade e eficiência.

    Por que a IA está acelerando essa mudança?

    A demanda por IA aumentou a pressão sobre data centers no mundo inteiro. Segundo a IEA, o consumo de eletricidade de data centers pode crescer cerca de 15% ao ano entre 2024 e 2030, ritmo mais de quatro vezes superior ao crescimento do consumo elétrico dos demais setores no mesmo período.

    Na prática, isso significa que não basta comprar mais chips. É preciso ter energia, refrigeração, espaço físico, rede elétrica e infraestrutura para manter tudo funcionando.

    A NVIDIA também tem defendido o uso de refrigeração líquida em infraestruturas de IA, afirmando que esse tipo de arquitetura pode melhorar a eficiência em data centers e “fábricas de IA”.

    Isso pode baratear tecnologia para o consumidor?

    Pode ajudar indiretamente, mas não há garantia automática de queda de preço.

    Se data centers conseguem rodar IA com mais eficiência, eles podem reduzir desperdício de energia, aproveitar melhor os chips e diminuir parte do custo por tarefa. Em tese, isso ajuda a segurar custos de serviços de nuvem, assistentes de IA, geração de imagem, ferramentas corporativas e recursos inteligentes em aplicativos.

    Mas isso não quer dizer que o usuário verá uma queda imediata no preço da assinatura de IA ou no valor do celular. O custo final depende de muitos fatores: chip, memória, energia, demanda, margem das empresas, câmbio, impostos, servidores, software e competição.

    Impacto nos celulares e notebooks

    O consumidor pode sentir essa mudança de duas formas.

    A primeira é nos recursos de IA que dependem da nuvem. Quando um celular envia parte do processamento para servidores, o custo desse processamento influencia a viabilidade do recurso. Se a infraestrutura fica mais eficiente, fica mais fácil oferecer IA em escala.

    A segunda é no próprio design dos produtos. Conforme IA local fica mais forte em celulares, notebooks e PCs, o desafio térmico também cresce. Chips mais potentes precisam de melhor controle de calor para manter desempenho sem gastar bateria demais ou aquecer além do aceitável.

    Mas existe risco?

    Sim. Refrigeração líquida exige projeto bem feito. Vazamento, manutenção ruim, falha de sensor ou operação mal planejada podem causar prejuízo em ambientes críticos.

    Por isso, data centers usam sistemas com monitoramento, redundância e controle. Não é simplesmente “colocar água perto do chip”. A tecnologia precisa ser confiável, segura e previsível.

    Um estudo recente sobre design generativo para refrigeração líquida direct-to-chip mostra justamente esse movimento: pesquisadores estão tentando otimizar canais de resfriamento para reduzir pontos quentes em chips avançados, especialmente em sistemas de IA de alta potência.

    O que muda nos próximos anos?

    A tendência é que data centers de IA fiquem mais especializados. Em vez de salas genéricas cheias de servidores parecidos, veremos estruturas projetadas para cargas intensas de IA, com mais atenção a energia, refrigeração, densidade e reaproveitamento térmico.

    Relatórios do setor apontam crescimento forte do mercado de refrigeração líquida em data centers, impulsionado por aceleradores de IA, racks mais densos e necessidade de eficiência.

    Isso também pode mudar o tipo de empresa que vence a corrida da IA. Não basta ter o melhor modelo. Quem tiver infraestrutura mais eficiente pode conseguir entregar serviços mais baratos, rápidos e estáveis.

    O que observar antes de se empolgar

    • Não é promessa de preço baixo imediato: eficiência ajuda, mas não garante redução direta para o consumidor.
    • IA ainda consome muita energia: refrigeração líquida melhora o problema, mas não elimina a demanda elétrica.
    • Data centers impactam regiões de forma diferente: energia, água, clima e rede elétrica local mudam o cenário.
    • Nem todo serviço de IA será igual: empresas com infraestrutura melhor podem entregar planos mais competitivos.

    Vale a pena para o consumidor?

    Vale acompanhar. A refrigeração líquida em chips de IA não é uma tecnologia que você vai comprar diretamente na loja amanhã, mas ela pode influenciar produtos e serviços que você usa todos os dias.

    Se ela ajudar a reduzir gargalos de energia e calor, podemos ver IA mais estável em aplicativos, nuvem mais eficiente, notebooks com melhor desempenho sustentado e serviços digitais com menos pressão de custo.

    Análise editorial BaratoTech

    A refrigeração líquida é uma daquelas tecnologias invisíveis que podem mexer no bolso do consumidor sem aparecer na propaganda. O usuário não compra “um data center refrigerado a líquido”, mas usa serviços que dependem dele.

    O ponto principal é que a IA está ficando cara de operar. Se a indústria não melhorar energia, refrigeração e eficiência, a conta chega em algum lugar: no preço da assinatura, no limite de uso gratuito, no valor dos aparelhos ou na disponibilidade dos recursos.

    Veredito BaratoTech: a refrigeração líquida não vai baratear a IA sozinha, mas pode ser uma peça essencial para evitar que a tecnologia fique ainda mais cara e limitada nos próximos anos.

    Perguntas frequentes

    Refrigeração líquida em chips de IA é igual water cooler de PC?

    A ideia básica é parecida: usar líquido para remover calor. Mas em data centers a escala, segurança, monitoramento e complexidade são muito maiores.

    Isso vai deixar a inteligência artificial mais barata?

    Pode ajudar indiretamente, porque melhora eficiência e reduz desperdício. Mas preço final depende de energia, chips, demanda, impostos, câmbio, competição e estratégia das empresas.

    Celulares vão usar refrigeração líquida?

    Alguns celulares já usam câmaras de vapor e soluções térmicas avançadas. A tendência é que o controle de calor fique mais importante conforme chips móveis ganham recursos de IA local.

    Data centers de IA gastam muita energia?

    Sim. A IEA projeta forte crescimento no consumo elétrico de data centers até 2030, impulsionado por IA e digitalização.

    Essa tecnologia usa muita água?

    Depende do projeto. Existem diferentes sistemas de refrigeração. Alguns usam água em determinadas etapas, outros buscam reduzir consumo hídrico. O impacto varia conforme clima, fonte de energia e desenho do data center.

    Fontes consultadas

  • GTA 6 entra em pré-venda em junho: veja data, plataformas e o que ainda falta saber

    GTA 6 entra em pré-venda em junho: veja data, plataformas e o que ainda falta saber

    GTA 6 entra em pré-venda em junho: veja data, plataformas e o que ainda falta saber

    A Rockstar Games deu mais um passo importante na campanha de lançamento de Grand Theft Auto VI. A página oficial do jogo passou a destacar que a pré-venda de GTA 6 começa em 25 de junho de 2026, aumentando a expectativa para um dos jogos mais aguardados da década.

    Na página oficial, a Rockstar também lista PlayStation 5 e Xbox Series X|S como plataformas confirmadas. O lançamento segue tratado na cobertura internacional como previsto para 19 de novembro de 2026, depois do adiamento anunciado anteriormente pela empresa.

    Atualização em 18 de junho de 2026: até o momento, a Rockstar confirma GTA VI para PS5 e Xbox Series X|S. Versão para PC, preço oficial no Brasil, edições especiais e bônus de pré-venda ainda não aparecem claramente na página oficial consultada.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Fato confirmado

    A principal novidade confirmada pela página oficial é a abertura da pré-venda em 25 de junho de 2026. Isso significa que os jogadores devem começar a ver o jogo disponível para reserva em canais digitais e varejistas selecionados, dependendo da região e da plataforma.

    Por enquanto, as plataformas citadas oficialmente pela Rockstar são PS5 e Xbox Series X|S. Esse é o ponto mais importante para separar informação confirmada de rumor.

    GTA 6 vai sair para PC?

    Essa é uma das perguntas mais importantes para muitos jogadores, mas ainda exige cautela. Até o momento desta apuração, a página oficial da Rockstar destaca apenas PS5 e Xbox Series X|S.

    Isso não significa que uma versão de PC nunca vá existir. A Rockstar já lançou jogos anteriores primeiro nos consoles e depois no computador. Mas, para esta notícia, o correto é separar fato de expectativa: a versão de PC ainda não foi confirmada oficialmente na página principal de GTA VI.

    Expectativa: preço e edições

    Outro ponto que ainda falta saber é o preço. A abertura da pré-venda deve revelar quanto GTA 6 vai custar no Brasil e se haverá edições diferentes, como versão padrão, deluxe ou colecionador.

    Por enquanto, qualquer valor circulando fora dos canais oficiais deve ser tratado com cuidado. No Brasil, o preço final pode variar bastante dependendo de mídia física, mídia digital, impostos, loja, promoções e possíveis edições especiais.

    Análise BaratoTech

    Para quem pretende jogar GTA 6 no lançamento, a notícia é importante. A pré-venda costuma indicar que a campanha comercial entrou em uma fase mais forte e que a data de lançamento está sendo reforçada.

    Mesmo assim, não vale comprar no impulso. O ideal é esperar a confirmação do preço no Brasil, comparar mídia física e digital, verificar possíveis bônus de pré-venda e observar se alguma edição realmente entrega algo relevante.

    Para quem ainda não tem console da nova geração, a decisão é ainda mais delicada. Comprar um PS5 ou Xbox Series X|S só por causa de GTA 6 pode fazer sentido para fãs da franquia, mas o melhor caminho é avaliar o pacote completo: preço do console, assinatura online, armazenamento disponível e outros jogos que você pretende jogar.

    Vale fazer a pré-venda de GTA 6?

    Para fãs que querem jogar no primeiro dia, a pré-venda pode fazer sentido, principalmente se houver bônus interessante ou facilidade de parcelamento. Mas, para a maioria dos jogadores, esperar alguns dias pode ser mais racional.

    Assim que o jogo chegar às lojas, será possível comparar preço, desempenho nos consoles, tamanho do download, eventuais atualizações de lançamento e avaliações iniciais.

    Resumo rápido

    • Pré-venda: começa em 25 de junho de 2026.
    • Lançamento previsto: 19 de novembro de 2026.
    • Plataformas confirmadas: PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
    • PC: ainda sem confirmação oficial na página principal do jogo.
    • Preço no Brasil: ainda não confirmado no momento da apuração.

    Fontes consultadas

  • Galaxy A16 5G vale a pena em 2026? Review honesto do Samsung barato com AMOLED e 6 anos de updates

    Galaxy A16 5G vale a pena em 2026? Review honesto do Samsung barato com AMOLED e 6 anos de updates

    O Galaxy A16 5G é o tipo de celular que muita gente procura quando quer gastar pouco, mas sem cair em um aparelho básico demais. Ele chama atenção porque entrega 5G, tela Super AMOLED, bateria de 5.000 mAh, NFC, proteção IP54 e uma promessa de atualização longa para a faixa de preço.

    Mas a pergunta principal não é se ele é bonito na ficha técnica. A pergunta certa é: o Galaxy A16 5G ainda vale a pena em 2026 ou é melhor juntar um pouco mais para pegar um Galaxy A26, A35 ou outro intermediário mais completo?

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Resposta rápida: Galaxy A16 5G vale a pena?

    Sim, o Galaxy A16 5G vale a pena em 2026 se aparecer por um preço realmente competitivo, principalmente abaixo da faixa de celulares intermediários mais completos.

    Ele é uma boa escolha para quem quer um Samsung barato para WhatsApp, redes sociais, banco, YouTube, chamadas, fotos simples e uso diário. O ponto forte está no conjunto equilibrado: tela AMOLED, 5G, bateria grande, NFC e longo suporte de software.

    Por outro lado, ele não é a melhor opção para quem quer desempenho forte em jogos, câmeras avançadas ou acabamento mais premium. Se o preço estiver muito perto do Galaxy A26 5G ou de algum modelo superior em promoção, o A16 5G perde parte do brilho.

    Ficha técnica do Galaxy A16 5G

    Característica Galaxy A16 5G
    Tela Super AMOLED de 6,7 polegadas, Full HD+ e 90 Hz
    Processador Samsung Exynos 1330
    Memória RAM 4 GB ou 8 GB, dependendo da versão
    Armazenamento 128 GB ou 256 GB
    Câmera traseira Tripla: 50 MP + 5 MP + 2 MP
    Câmera frontal 13 MP
    Bateria 5.000 mAh
    Carregamento Até 25 W
    Conectividade 5G e NFC
    Resistência IP54 contra poeira e respingos de água
    Atualizações Até 6 atualizações de Android e 6 anos de segurança

    Design e construção: simples, mas não passa vergonha

    O Galaxy A16 5G tem visual simples, seguindo a identidade atual da linha Galaxy A. Ele não tenta parecer um celular premium, mas também não tem aparência antiga demais. Para quem quer um aparelho discreto, com cara de Samsung atual, ele cumpre bem o papel.

    A construção é mais simples que a de modelos como Galaxy A26, A35 ou A55, então não espere acabamento sofisticado. O foco aqui é custo-benefício. O ponto positivo é a certificação IP54, que ajuda contra poeira e respingos de água.

    É importante não confundir IP54 com IP67. O Galaxy A16 5G não é feito para mergulho, piscina ou praia. Ele apenas oferece uma proteção básica extra contra situações leves do dia a dia, como respingos e chuva fraca.

    Tela: o grande ponto forte do Galaxy A16 5G

    Tela Super AMOLED do Galaxy A16 5G para vídeos e redes sociais

    A tela é um dos melhores motivos para considerar o Galaxy A16 5G. Mesmo sendo um modelo mais barato, ele traz painel Super AMOLED de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de 90 Hz.

    Na prática, isso faz diferença para quem passa bastante tempo no celular vendo vídeos, usando Instagram, TikTok, YouTube, WhatsApp e navegando na internet. O painel AMOLED costuma entregar cores mais fortes, preto mais profundo e contraste melhor do que telas LCD básicas.

    A taxa de 90 Hz também deixa a navegação mais fluida do que em celulares travados em 60 Hz. Não é tão suave quanto os 120 Hz de modelos superiores, mas já melhora bastante a experiência para um celular de entrada.

    Desempenho: bom para o básico, limitado para uso pesado

    O Galaxy A16 5G usa o processador Exynos 1330. Para tarefas comuns, ele deve atender bem: WhatsApp, redes sociais, banco, navegador, YouTube, chamadas de vídeo e apps do dia a dia.

    O cuidado maior está na versão com 4 GB de RAM. Em 2026, 4 GB ainda funcionam para uso básico, mas já podem limitar a vida útil do aparelho para quem abre muitos apps, joga ou quer ficar vários anos sem sentir lentidão.

    Por isso, se a diferença de preço não for grande, a versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento é a mais interessante. Ela dá mais fôlego para o celular envelhecer melhor.

    Jogos: dá para brincar, mas não é celular gamer

    O Galaxy A16 5G roda jogos leves e populares, mas não deve ser comprado com expectativa de desempenho gamer. Free Fire, Roblox, Subway Surfers, jogos casuais e títulos mais leves tendem a ser o foco ideal.

    Para jogos pesados com gráficos altos, como títulos competitivos mais exigentes, o ideal é procurar um aparelho com processador mais forte. Nesse ponto, alguns modelos da Xiaomi, POCO ou Samsung mais avançados podem entregar melhor desempenho.

    Câmeras: boas para registros simples

    O conjunto de câmeras do Galaxy A16 5G é formado por sensor principal de 50 MP, ultrawide de 5 MP e macro de 2 MP. A câmera principal é a que realmente importa no uso diário.

    Para fotos durante o dia, registros de família, produtos, documentos, comida e redes sociais, o A16 5G deve atender bem dentro da proposta. O problema é esperar resultado de celular caro. À noite, em ambientes internos ou com pouca luz, a tendência é a qualidade cair.

    A ultrawide de 5 MP pode quebrar um galho para paisagens e fotos abertas, mas não deve entregar o mesmo nível da câmera principal. Já a macro de 2 MP é mais um complemento do que um recurso realmente decisivo.

    Bateria: ponto positivo para uso diário

    Galaxy A16 5G com bateria de 5000 mAh, NFC e proteção IP54
    Além da bateria de 5.000 mAh, o Galaxy A16 5G traz NFC, 5G e proteção IP54 contra respingos

    A bateria de 5.000 mAh é um dos pontos fortes do Galaxy A16 5G. Para uso comum, ele tem conjunto para aguentar bem um dia longe da tomada.

    O carregamento de 25 W é suficiente, mas não impressiona. Marcas concorrentes costumam oferecer carregamento mais rápido em alguns modelos da mesma faixa. Ainda assim, para quem carrega à noite ou não tem pressa, não deve ser um grande problema.

    Atualizações: o maior diferencial contra rivais baratos

    Um dos pontos mais fortes do Galaxy A16 5G é a promessa de até 6 atualizações de Android e 6 anos de atualizações de segurança. Isso é muito relevante em um celular barato.

    Na prática, suporte longo ajuda o aparelho a continuar recebendo correções de segurança, melhorias e novas versões do sistema por mais tempo. Para quem usa app de banco, carteira digital, WhatsApp, e-mail e dados pessoais no celular, isso pesa bastante.

    Esse é um dos motivos que fazem o A16 5G ser mais interessante que muitos aparelhos baratos de marcas com suporte de software mais curto.

    Preço ideal para comprar o Galaxy A16 5G

    O Galaxy A16 5G faz mais sentido quando aparece em promoção. Para a versão de 128 GB com 4 GB de RAM, eu consideraria uma compra interessante na faixa de R$ 900 a R$ 1.100.

    Na versão de 256 GB com 8 GB de RAM, o preço ideal fica mais próximo de R$ 1.200 a R$ 1.400, dependendo da loja, garantia e forma de pagamento.

    Acima disso, é preciso comparar com cuidado. Se o Galaxy A26 5G, Galaxy A35 5G ou algum intermediário melhor estiverem próximos no preço, pode valer mais a pena subir de categoria.

    Galaxy A16 5G ou Galaxy A26 5G?

    O Galaxy A16 5G é a escolha mais econômica. Ele faz sentido para quem quer gastar menos e ainda ter 5G, tela AMOLED, NFC, bateria boa e suporte longo.

    Já o Galaxy A26 5G tende a ser uma opção mais completa para quem quer um celular melhor para durar mais tempo, especialmente se aparecer com pouca diferença de preço.

    A regra é simples: se o A16 5G estiver bem mais barato, ele vale. Se a diferença for pequena, o A26 5G pode ser a compra mais inteligente.

    Para comparar com faixas superiores da linha Galaxy, veja também o comparativo Galaxy A37 vs Galaxy A57 e o guia Galaxy A56, Moto G86 ou POCO X7 Pro, que ajudam a entender onde o A16 5G fica como opção mais barata e de entrada.

    Para quem o Galaxy A16 5G vale a pena?

    • Para quem quer um Samsung barato com 5G.
    • Para quem usa principalmente WhatsApp, redes sociais, banco e YouTube.
    • Para quem valoriza tela AMOLED.
    • Para quem quer NFC para pagamento por aproximação.
    • Para quem quer um celular com suporte longo de atualizações.
    • Para quem busca uma opção simples, segura e fácil de revender depois.

    Para quem ele não é a melhor escolha?

    • Para quem quer jogar pesado com gráficos altos.
    • Para quem exige câmeras avançadas.
    • Para quem pretende ficar muitos anos com a versão de apenas 4 GB de RAM.
    • Para quem encontra Galaxy A26 ou A35 por pouca diferença.
    • Para quem quer carregamento muito rápido.

    Prós e contras do Galaxy A16 5G

    Prós Contras
    Tela Super AMOLED de 6,7 polegadas Versão de 4 GB de RAM pode limitar no longo prazo
    5G e NFC Não é indicado para jogos pesados
    Bateria de 5.000 mAh Carregamento de 25 W não impressiona
    Até 6 atualizações de Android Câmeras secundárias são simples
    IP54 contra poeira e respingos Acabamento básico

    O que observar antes de comprar?

    Antes de comprar o Galaxy A16 5G, observe principalmente a versão. O modelo de 128 GB com 4 GB de RAM é o mais barato, mas também o mais limitado para o futuro.

    Se você pretende ficar vários anos com o celular, a versão de 256 GB com 8 GB de RAM tende a ser mais segura. O problema é que, dependendo do preço, ela pode chegar perto demais de modelos superiores.

    Também confira se o carregador vem na caixa, a reputação da loja, garantia nacional e diferença de preço para o Galaxy A26 5G.

    Veredito BaratoTech: Galaxy A16 5G é bom?

    O Galaxy A16 5G é bom para quem quer um Samsung barato, simples e equilibrado em 2026. Ele não é o celular mais potente da categoria, nem o melhor para câmeras, mas entrega um conjunto honesto para uso diário.

    O destaque está na tela AMOLED, bateria de 5.000 mAh, NFC, 5G, IP54 e principalmente no suporte longo de atualizações. Para um celular de entrada, isso pesa bastante.

    Selo BaratoTech: vale comprar se estiver em promoção. A melhor escolha é a versão de 256 GB com 8 GB de RAM quando o preço não passar muito da faixa ideal. Se o valor encostar no Galaxy A26 5G ou Galaxy A35 5G, compare antes de fechar a compra.

    Perguntas frequentes

    Galaxy A16 5G é bom?

    Sim. O Galaxy A16 5G é bom para uso básico e intermediário leve, como WhatsApp, redes sociais, banco, vídeos, chamadas e navegação. Ele não é ideal para jogos pesados ou câmeras avançadas.

    Galaxy A16 5G tem NFC?

    Sim. O Galaxy A16 5G tem NFC, então permite pagamento por aproximação usando Samsung Wallet e outros serviços compatíveis.

    Galaxy A16 5G tem tela AMOLED?

    Sim. O aparelho tem tela Super AMOLED de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de 90 Hz.

    Galaxy A16 5G é resistente à água?

    Ele tem certificação IP54 contra poeira e respingos de água. Isso não significa que o celular pode ser mergulhado ou usado na piscina.

    Galaxy A16 5G é bom para jogos?

    Ele serve para jogos leves e populares, mas não é a melhor escolha para jogos pesados com gráficos altos. Quem joga muito deve procurar um modelo com processador mais forte.

    Qual versão do Galaxy A16 5G vale mais a pena?

    A versão de 256 GB com 8 GB de RAM é mais interessante para quem quer mais fôlego no longo prazo. A versão de 128 GB com 4 GB de RAM vale se estiver bem mais barata.

    Galaxy A16 5G ou Galaxy A26 5G: qual comprar?

    Se o Galaxy A16 5G estiver bem mais barato, ele vale para uso básico. Se a diferença de preço for pequena, o Galaxy A26 5G tende a ser uma compra mais completa.

    Fontes consultadas

  • Android 17 é lançado oficialmente: veja o que muda no celular

    Android 17 é lançado oficialmente: veja o que muda no celular

    O Google lançou oficialmente o Android 17 nesta semana, começando a liberação para celulares Pixel compatíveis e preparando o caminho para que marcas como Samsung, Motorola, Xiaomi, realme, OnePlus e outras adaptem a nova versão aos seus aparelhos nos próximos meses.

    A atualização não é apenas uma troca de número. Segundo o Google, o Android 17 marca uma transição do sistema para uma experiência mais integrada com inteligência artificial, além de trazer mudanças em privacidade, segurança, desempenho, mídia, câmera e adaptação para telas maiores.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    O que muda na prática?

    Para o usuário comum, a principal promessa é um Android mais inteligente, seguro e preparado para celulares, dobráveis, tablets e outros formatos de tela. O Google também destaca melhorias para apps se adaptarem melhor a diferentes tamanhos de tela, algo importante para quem usa celular dobrável ou tablet Android.

    Outro ponto importante está na segurança. A documentação oficial do Android 17 cita novos recursos e mudanças ligados à privacidade, proteção de dados, contatos, conexões locais e limites de memória para apps. Na prática, isso pode ajudar a reduzir abusos de permissões, melhorar estabilidade e tornar o sistema mais controlado.

    Seu Samsung, Motorola ou Xiaomi vai receber agora?

    Provavelmente não imediatamente. Como acontece todo ano, o Android novo chega primeiro aos aparelhos Pixel compatíveis. Depois disso, cada fabricante precisa adaptar o sistema com sua própria interface, como One UI, HyperOS, My UX ou outras versões personalizadas.

    Por isso, quem usa celular Samsung, Motorola, Xiaomi, realme, OPPO ou OnePlus deve esperar o cronograma oficial de cada marca. Modelos mais recentes e intermediários premium costumam receber primeiro, enquanto celulares básicos podem demorar mais ou nem entrar na lista, dependendo da política de atualização.

    Análise BaratoTech

    O Android 17 parece uma atualização importante, mas não é motivo para trocar de celular correndo. Para quem já tem um aparelho recente, o melhor é esperar a lista oficial da fabricante e ver se o modelo vai receber o update com estabilidade.

    Para quem está pensando em comprar celular agora, a recomendação é simples: dê preferência a modelos com boa política de atualização. Em 2026, comprar um aparelho com pouco suporte de software pode sair mais caro no longo prazo, mesmo que o preço inicial pareça atrativo.

    Vale esperar antes de comprar um celular?

    Vale esperar apenas se você estiver em dúvida entre dois modelos muito parecidos e um deles tiver promessa melhor de atualização. Se o celular atual já está travando, com bateria ruim ou sem segurança recente, não faz sentido adiar a compra só por causa do Android 17.

    O mais importante é olhar o conjunto: desempenho, bateria, tela, câmeras, preço atual e anos de atualização prometidos pela fabricante.

    Fontes consultadas

  • Wi-Fi 8 promete internet mais estável em casa: entenda a tecnologia antes de trocar seu roteador

    Wi-Fi 8 promete internet mais estável em casa: entenda a tecnologia antes de trocar seu roteador

    Tem gente que troca de roteador achando que o problema da internet é só velocidade. Mas, na prática, o que mais irrita no dia a dia não é apenas baixar um arquivo mais rápido: é chamada de vídeo travando, TV perdendo sinal no quarto, jogo com ping instável e celular oscilando quando a casa tem muitos aparelhos conectados.

    É exatamente nesse ponto que o Wi-Fi 8 começa a ficar interessante. A nova geração da tecnologia sem fio não promete apenas “mais velocidade” como se fosse uma corrida de números. A grande aposta está em entregar uma conexão mais estável, previsível e resistente a interferências.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Atualização BaratoTech — 17 de junho de 2026

    O Wi-Fi 8 ainda está em desenvolvimento e não deve ser tratado como motivo para trocar seu roteador imediatamente. O padrão técnico ligado ao IEEE 802.11bn ainda passa por processo de padronização, com previsão de conclusão mais ampla para 2028. Alguns fabricantes já falam em testes, chips e produtos antecipados, mas isso não significa que o consumidor comum precise correr para comprar agora.

    Resposta rápida: o que é Wi-Fi 8?

    O Wi-Fi 8 é a próxima geração de conexão sem fio baseada no padrão IEEE 802.11bn, também associado ao conceito de Ultra High Reliability, ou confiabilidade ultra-alta. Em vez de focar apenas em velocidade máxima teórica, ele busca melhorar a estabilidade da conexão em situações reais: casas cheias de aparelhos, apartamentos com muita interferência, redes mesh, jogos online, videochamadas, TVs 4K, câmeras inteligentes e dispositivos com IA.

    Em português claro: o Wi-Fi 8 quer resolver menos o problema do “número bonito na caixa” e mais o problema da internet que parece rápida no teste de velocidade, mas falha quando você realmente precisa dela.

    Por que o Wi-Fi 8 importa para o consumidor?

    Nos últimos anos, a maioria das propagandas de roteadores girou em torno de velocidade: Wi-Fi 5, Wi-Fi 6, Wi-Fi 6E, Wi-Fi 7, mais gigabits, mais bandas, mais canais e mais números impressionantes.

    O problema é que velocidade máxima quase nunca representa a experiência real dentro de casa. Um roteador pode anunciar velocidades altíssimas e ainda assim sofrer quando há parede grossa, muitos vizinhos usando redes próximas, vários celulares conectados, smart TV, Alexa, câmera Wi-Fi, notebook, videogame e aparelhos de casa inteligente disputando sinal ao mesmo tempo.

    O Wi-Fi 8 tenta atacar esse gargalo. A ideia é melhorar a consistência da rede, reduzir perdas de pacotes, diminuir latência em cenários difíceis e fazer com que pontos de acesso consigam trabalhar de forma mais coordenada.

    Wi-Fi 8 não é só sobre velocidade maior

    Esse é o ponto mais importante para o leitor não cair em marketing exagerado. O Wi-Fi 8 não deve ser vendido como uma revolução apenas porque “vai ser mais rápido”. A mudança mais relevante está na confiabilidade.

    Na prática, isso pode significar:

    • menos quedas em videochamadas;
    • melhor estabilidade em jogos online;
    • streaming mais consistente em cômodos afastados;
    • melhor desempenho em redes mesh;
    • menos oscilação quando muitos aparelhos estão conectados;
    • melhor uso da rede em apartamentos e locais com muita interferência.

    Isso conversa diretamente com a vida real. Não adianta ter uma internet contratada de 600 Mb/s, 800 Mb/s ou 1 Gb/s se o roteador não consegue entregar estabilidade no cômodo onde você realmente usa a TV, o notebook ou o videogame.

    O que muda tecnicamente no Wi-Fi 8?

    O Wi-Fi 8 está ligado ao padrão IEEE 802.11bn, com foco em redes WLAN de confiabilidade ultra-alta. Entre os pontos técnicos discutidos para essa geração estão melhorias de coordenação entre pontos de acesso, uso mais inteligente do espectro, menor latência em cenários críticos e melhor desempenho quando há interferência.

    Um dos conceitos mais importantes é a coordenação entre múltiplos pontos de acesso. Em redes mesh atuais, dois ou três roteadores podem melhorar a cobertura, mas nem sempre trabalham de forma realmente inteligente. Em alguns casos, eles também podem gerar interferência entre si ou entregar uma transição ruim quando o celular muda de um ponto para outro.

    Com o Wi-Fi 8, a ideia é que diferentes pontos da rede consigam cooperar melhor. Isso pode ajudar principalmente em casas maiores, sobrados, apartamentos com muitas paredes, escritórios pequenos e ambientes cheios de dispositivos conectados.

    Comparativo rápido: Wi-Fi 7 vs Wi-Fi 8

    Característica Wi-Fi 7 Wi-Fi 8
    Foco principal Mais velocidade, menor latência e maior capacidade Mais confiabilidade, estabilidade e desempenho real
    Uso doméstico Ótimo para quem tem internet rápida e aparelhos compatíveis Promete melhorar a rede em cenários difíceis e congestionados
    Redes mesh Já melhora a cobertura, dependendo do equipamento Deve avançar na coordenação entre pontos de acesso
    Disponibilidade Já existe em roteadores e celulares mais caros Ainda está em desenvolvimento e deve amadurecer até 2028
    Vale comprar agora? Pode valer para quem tem aparelhos compatíveis e internet muito rápida Ainda não é compra racional para a maioria dos consumidores

    Como isso pode afetar celulares, notebooks e TVs?

    O impacto do Wi-Fi 8 não fica limitado ao roteador. Para aproveitar a tecnologia de verdade, os aparelhos também precisam ter chips compatíveis. Isso vale para celulares, notebooks, tablets, smart TVs, consoles, óculos de realidade aumentada e dispositivos de casa conectada.

    No começo, como acontece quase sempre, a tecnologia deve aparecer primeiro em produtos premium. Celulares topo de linha, notebooks caros e roteadores de alto desempenho costumam receber os novos padrões antes dos modelos intermediários e baratos.

    Com o tempo, a tendência é que a tecnologia desça para produtos mais acessíveis. Foi assim com Wi-Fi 5, Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E. Mas isso leva alguns anos.

    O Wi-Fi 8 pode deixar os roteadores mais caros?

    No início, sim. Todo padrão novo costuma chegar primeiro em produtos mais caros. Roteadores com chips recentes, antenas melhores, mais processamento e suporte a recursos avançados normalmente entram no mercado com preço alto.

    Mas isso não significa que o consumidor precise pagar caro logo no começo. Pelo contrário: para a maioria das pessoas, o melhor custo-benefício costuma aparecer quando a tecnologia amadurece, os preços caem e há mais aparelhos compatíveis.

    Hoje, para muita gente, um bom roteador Wi-Fi 6 ou um kit mesh bem escolhido ainda pode resolver mais problemas do que esperar por Wi-Fi 8. A compra ideal depende menos do nome da tecnologia e mais do problema real da casa.

    Quando o Wi-Fi 8 começa a fazer sentido?

    O Wi-Fi 8 começa a fazer sentido quando três coisas acontecerem ao mesmo tempo:

    • roteadores compatíveis estiverem mais baratos;
    • celulares, notebooks e TVs tiverem suporte real ao padrão;
    • a certificação e o ecossistema estiverem mais maduros.

    Antes disso, existe o risco de pagar caro por um recurso que poucos aparelhos da sua casa conseguem usar. Esse é o mesmo cuidado que valeu para Wi-Fi 6E e Wi-Fi 7: a tecnologia pode ser boa, mas a compra só faz sentido quando o conjunto inteiro acompanha.

    Vale esperar o Wi-Fi 8 antes de trocar o roteador?

    Na maioria dos casos, não. Se a sua internet está ruim hoje, esperar pelo Wi-Fi 8 pode ser perda de tempo. Muitas vezes, o problema está em roteador fraco, posicionamento ruim, plano de internet mal distribuído, excesso de interferência ou falta de uma rede mesh bem configurada.

    Se você usa um roteador antigo de operadora, mora em casa com muitos cômodos ou tem vários aparelhos conectados, um bom roteador Wi-Fi 6 ou um kit mesh atual pode trazer melhora imediata. O Wi-Fi 8 é uma promessa importante para o futuro, mas ainda não é o primeiro passo para resolver uma rede doméstica ruim em 2026.

    Preço ideal para comprar

    Como o Wi-Fi 8 ainda está em fase de amadurecimento, o preço ideal hoje é simples: não pagar caro apenas pelo selo Wi-Fi 8.

    Quando os primeiros roteadores aparecerem, eles provavelmente serão caros e voltados para entusiastas. Para o consumidor comum, o ponto racional será esperar modelos mais estáveis, avaliações reais, firmware maduro e aparelhos compatíveis em casa.

    Se você precisa trocar de roteador agora, procure primeiro por um modelo Wi-Fi 6 ou Wi-Fi 6E bem avaliado, com boa cobertura, portas compatíveis com sua internet e, se necessário, suporte a mesh. Para a maioria das casas brasileiras, isso tende a entregar mais retorno por real gasto do que comprar tecnologia recém-chegada.

    O que observar antes de comprar um roteador nos próximos anos?

    • Compatibilidade dos seus aparelhos: não adianta comprar um roteador muito avançado se seus celulares e notebooks não aproveitam o padrão.
    • Tamanho da casa: em casas maiores, rede mesh pode ser mais importante que velocidade máxima.
    • Portas do roteador: se sua internet é acima de 1 Gb/s, verifique se há portas 2.5 GbE ou superiores.
    • Quantidade de dispositivos: casas com muitas câmeras, TVs, celulares e assistentes inteligentes exigem roteadores mais robustos.
    • Atualizações de firmware: roteador barato demais e abandonado pela marca pode virar dor de cabeça.
    • Preço real no Brasil: tecnologia nova costuma chegar cara e nem sempre entrega custo-benefício no primeiro ano.

    Veredito BaratoTech

    O Wi-Fi 8 é uma evolução importante porque muda a conversa: em vez de vender apenas velocidade máxima, ele mira uma internet mais estável, confiável e preparada para casas cheias de dispositivos conectados.

    Mas, em 2026, ainda é cedo para tratar o Wi-Fi 8 como compra obrigatória. Para a maioria dos consumidores, o melhor caminho é resolver o problema atual com um bom roteador Wi-Fi 6, Wi-Fi 6E ou mesh de qualidade, dependendo do tamanho da casa e da velocidade contratada.

    Selo BaratoTech: tecnologia promissora para ficar de olho, mas ainda não é motivo para pagar caro em roteador novo agora.

    FAQ

    Wi-Fi 8 já existe?

    O Wi-Fi 8 já está em desenvolvimento técnico, mas ainda não é um padrão maduro para o consumidor comum. A base técnica está ligada ao IEEE 802.11bn, com foco em confiabilidade ultra-alta.

    Wi-Fi 8 vai ser mais rápido que Wi-Fi 7?

    A principal promessa do Wi-Fi 8 não é apenas velocidade máxima maior. O foco está em estabilidade, menor latência, melhor desempenho em ambientes difíceis e conexão mais confiável.

    Preciso trocar meu roteador por Wi-Fi 8?

    Não agora. Em 2026, a maioria das pessoas ainda deve ter melhor custo-benefício com bons roteadores Wi-Fi 6, Wi-Fi 6E ou kits mesh, dependendo do caso.

    Celulares atuais vão receber Wi-Fi 8 por atualização?

    Em geral, não. Suporte a novos padrões de Wi-Fi depende de hardware compatível. Ou seja, normalmente é preciso um aparelho novo com chip preparado para a tecnologia.

    Wi-Fi 8 melhora jogos online?

    A proposta do Wi-Fi 8 pode ajudar em jogos online ao reduzir instabilidade e latência em cenários difíceis. Mas isso também depende do roteador, do aparelho, do plano de internet, da distância e da qualidade da rede.

    Fontes consultadas

  • Samsung Galaxy A36 5G vale a pena em 2026? Review honesto do intermediário Samsung com tela AMOLED, 5G e 6 anos de atualização

    Samsung Galaxy A36 5G vale a pena em 2026? Review honesto do intermediário Samsung com tela AMOLED, 5G e 6 anos de atualização

    O Samsung Galaxy A36 5G é aquele tipo de celular que não tenta ser o mais barato da prateleira, mas também não quer brigar diretamente com modelos premium. A proposta dele é ser o meio-termo racional dentro da linha Galaxy A: mais completo que um Galaxy A26 5G, mais acessível que um Galaxy A56 5G e com alguns diferenciais que realmente pesam no uso diário.

    Entre os principais destaques estão a tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com 120 Hz, a bateria de 5.000 mAh, o carregamento de até 45 W, a proteção IP67 contra água e poeira e a promessa de seis gerações de atualizações do sistema operacional, além de seis anos de atualizações de segurança.

    Mas nem tudo é perfeito. O Galaxy A36 5G precisa estar no preço certo para valer a pena, porque existem concorrentes chineses com mais desempenho bruto, modelos Motorola com boa experiência limpa e outros Samsung que podem fazer mais sentido dependendo da promoção.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Resposta rápida: o Galaxy A36 5G vale a pena?

    Sim, o Samsung Galaxy A36 5G vale a pena em 2026, principalmente para quem quer um celular Samsung equilibrado, com tela AMOLED de qualidade, boa bateria, resistência IP67, 5G, NFC, câmera principal competente e muitos anos de atualização.

    Ele faz mais sentido para quem valoriza segurança, durabilidade, interface Samsung, assistência mais fácil e vida útil longa. Não é a melhor escolha para quem busca o máximo desempenho em jogos pesados pelo menor preço possível.

    O ponto decisivo é o preço. O Galaxy A36 5G fica interessante quando aparece abaixo de R$ 1.600 na versão de 256 GB. Abaixo de R$ 1.400, começa a ficar muito competitivo. Acima de R$ 1.900, já vale comparar com Galaxy A56, Motorola Edge 60 Fusion e modelos POCO mais fortes.

    Ficha técnica do Galaxy A36 5G

    Item Samsung Galaxy A36 5G
    Tela 6,7 polegadas, Super AMOLED, FHD+, 120 Hz
    Processador Octa-core
    Memória RAM 8 GB na versão brasileira de 256 GB consultada
    Armazenamento 256 GB
    Câmera traseira 50 MP + 8 MP + 5 MP
    Câmera frontal 12 MP
    Vídeo UHD 4K a 30 fps
    Bateria 5.000 mAh
    Carregamento Até 45 W, carregador vendido separadamente
    Proteção IP67 contra água e poeira
    Conectividade 5G, USB-C, Dual SIM
    Atualizações 6 gerações de OS e 6 anos de atualizações de segurança
    Peso 195 g

    Design: mais cara de celular premium

    O Galaxy A36 5G tem um visual mais refinado do que os intermediários antigos da Samsung. A traseira em vidro, o conjunto de câmeras mais limpo e as bordas mais discretas ajudam o aparelho a parecer mais caro do que realmente é quando encontrado em promoção.

    Esse ponto importa porque muita gente compra celular intermediário querendo uma experiência completa, não apenas ficha técnica. O A36 entrega uma sensação mais próxima de aparelho premium do que modelos básicos, principalmente pelo acabamento e pela proteção com Gorilla Glass Victus+ na frente e atrás.

    A certificação IP67 também é um diferencial importante. Ela não transforma o aparelho em celular para piscina ou praia, mas dá mais segurança contra acidentes com água doce e poeira no dia a dia. Para quem pretende ficar vários anos com o aparelho, isso conta bastante.

    Tela: um dos pontos mais fortes do Galaxy A36 5G

    Galaxy A36 5G com destaque para tela AMOLED, câmeras e bateria de 5000 mAh

    A tela é provavelmente o maior argumento do Galaxy A36 5G. O painel Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução FHD+ e taxa de atualização de 120 Hz entrega ótima experiência para redes sociais, YouTube, streaming, navegação e jogos casuais.

    Na prática, isso significa cores fortes, preto profundo, bom contraste e rolagem mais fluida. Para quem vem de um celular básico com tela LCD ou AMOLED simples de 60 Hz, a diferença deve ser bem perceptível.

    O brilho maior também ajuda no uso externo. Não é uma tela de topo de linha como a de um Galaxy S, mas é muito boa para a categoria e provavelmente será um dos motivos principais para o comprador gostar do aparelho no dia a dia.

    Desempenho: bom para uso diário, mas não é celular gamer

    O Galaxy A36 5G tem desempenho suficiente para a maioria dos usuários. Ele roda bem aplicativos comuns como WhatsApp, Instagram, TikTok, YouTube, bancos, mapas, navegador, e-mail, serviços de streaming e jogos mais leves.

    A Samsung também destaca uma câmara de vapor maior em relação ao modelo anterior, o que ajuda no controle de temperatura em tarefas mais longas. Isso é positivo para estabilidade, principalmente em vídeo, chamadas, navegação intensa e jogos moderados.

    Mas é importante ser honesto: se o foco principal for jogar títulos pesados com gráficos altos, existem celulares Xiaomi, POCO e alguns modelos com chips mais fortes que entregam mais desempenho bruto na mesma faixa de preço. O A36 não é ruim, apenas não é o campeão em potência por real.

    Câmeras: boas para a categoria, mas sem milagre

    O conjunto traseiro do Galaxy A36 5G traz câmera principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e uma câmera auxiliar de 5 MP. A câmera principal é o ponto mais importante do conjunto e tende a entregar os melhores resultados, principalmente com boa iluminação.

    Para fotos do dia a dia, redes sociais, família, comida, documentos, paisagens e vídeos simples, o aparelho deve atender bem. A presença de estabilização na câmera traseira ajuda em fotos com menos tremido e vídeos mais estáveis.

    A câmera frontal de 12 MP também é interessante para selfies, chamadas de vídeo e gravações para redes sociais. A Samsung destaca recursos de câmera com IA, Nightography, apagador de objetos e filtros personalizados, mas vale lembrar: esses recursos ajudam, mas não substituem um sensor maior ou um processamento de topo de linha.

    O ponto fraco está nas câmeras secundárias. A ultrawide de 8 MP é útil, mas deve cair de qualidade em ambientes escuros. A câmera de 5 MP é mais complementar do que essencial. Quem quer câmera muito acima da média talvez deva olhar modelos mais caros ou promoções de aparelhos da linha Galaxy S.

    Bateria e carregamento

    A bateria de 5.000 mAh é um ponto positivo do Galaxy A36 5G. Para uso comum, a expectativa é que o aparelho aguente um dia inteiro com boa folga, dependendo do brilho da tela, uso de 5G, jogos, câmera e redes sociais.

    Outro avanço importante é o carregamento de até 45 W. Isso coloca o A36 em uma posição melhor do que vários Samsung intermediários mais antigos, que ficavam presos a carregamento de 25 W.

    O detalhe que precisa ser considerado é que o carregador rápido pode ser vendido separadamente. Então, se o comprador não tiver um carregador compatível em casa, talvez precise colocar esse custo na conta.

    Atualizações: o grande diferencial contra muitos concorrentes

    Um dos maiores pontos fortes do Galaxy A36 5G é a política de atualizações. A Samsung promete seis gerações de atualizações do sistema operacional e seis anos de atualizações de segurança.

    Esse é um diferencial enorme para quem pretende ficar muito tempo com o celular. Em vez de comprar um aparelho que envelhece rápido no software, o usuário tem mais tranquilidade para usar por vários anos com correções, melhorias e novas versões do Android.

    Para o público do BaratoTech, isso pesa muito no custo-benefício. Às vezes, um celular não é o mais potente no lançamento, mas compensa por durar mais tempo com suporte oficial. Isso reduz a necessidade de trocar de aparelho cedo.

    Recursos de IA e One UI

    O Galaxy A36 5G vem com recursos de inteligência artificial mais simples, como Circule para Pesquisar com o Google, apagador de objetos, sugestões de edição e filtros personalizados. Não é o mesmo pacote completo de IA dos Galaxy S mais caros, mas já adiciona funções úteis para o uso cotidiano.

    A One UI também continua sendo um dos pontos fortes da Samsung. A interface é completa, tem boa integração com outros dispositivos Galaxy, recursos de segurança, Quick Share, personalização e uma experiência mais madura do que muitas interfaces de marcas menores.

    O lado negativo é que a One UI pode vir com aplicativos pré-instalados e recursos que nem todo mundo usa. Ainda assim, para quem já está acostumado com Samsung, a adaptação costuma ser muito fácil.

    Pontos fortes do Galaxy A36 5G

    • Tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com 120 Hz: excelente para vídeos, redes sociais e navegação.
    • IP67: mais segurança contra água e poeira no uso diário.
    • Bateria de 5.000 mAh: boa autonomia para a maioria dos usuários.
    • Carregamento de até 45 W: melhor que muitos Samsung intermediários antigos.
    • 6 anos de atualizações: ótimo para quem quer ficar bastante tempo com o aparelho.
    • Design mais premium: traseira em vidro e construção mais refinada.
    • Boa câmera principal: adequada para fotos do dia a dia e redes sociais.
    • Ecossistema Samsung: integração com Galaxy Buds, Galaxy Watch, tablets e notebooks.

    Pontos fracos do Galaxy A36 5G

    • Não é o melhor em desempenho bruto: há concorrentes mais fortes para jogos pesados.
    • Câmeras secundárias simples: a principal é boa, mas ultrawide e auxiliar são mais limitadas.
    • Carregador rápido pode não vir na caixa: isso pode aumentar o custo final.
    • Preço cheio não compensa: ele precisa aparecer em promoção para ser realmente interessante.
    • Tamanho grande: a tela de 6,7 polegadas é boa para consumo de conteúdo, mas pode incomodar quem prefere celular compacto.

    Galaxy A36 5G ou Galaxy A26 5G?

    O Galaxy A36 5G é mais completo que o Galaxy A26 5G. Ele faz mais sentido para quem quer melhor acabamento, tela mais interessante, carregamento mais rápido e uma experiência mais refinada.

    O Galaxy A26 5G pode ser melhor para quem quer economizar ao máximo e não se importa em abrir mão de alguns detalhes. Mas, se a diferença de preço entre os dois estiver pequena, o A36 tende a ser a compra mais equilibrada.

    Galaxy A36 5G ou Galaxy A56 5G?

    O Galaxy A56 5G é mais forte e mais completo, principalmente para quem quer desempenho melhor e um conjunto mais próximo do topo da linha Galaxy A. Porém, ele costuma custar mais.

    O Galaxy A36 5G é a escolha mais racional quando o A56 está caro. Ele entrega tela boa, bateria forte, IP67, atualizações longas e uma experiência Samsung bem completa, sem necessariamente cobrar o preço do modelo superior.

    A lógica é simples: se o Galaxy A56 estiver apenas R$ 200 ou R$ 300 mais caro, vale comparar com carinho. Se a diferença passar de R$ 500, o A36 provavelmente será o melhor custo-benefício.

    Galaxy A36 5G ou Motorola Edge 60 Fusion?

    O Motorola Edge 60 Fusion pode agradar mais quem prefere uma experiência Android mais limpa, design diferenciado e bom conjunto geral. Já o Galaxy A36 5G tem como vantagem a força da Samsung em atualizações, ecossistema, revenda e assistência mais familiar ao público brasileiro.

    Para quem prioriza software de longo prazo e segurança, o A36 é muito forte. Para quem quer algo com visual mais diferente e experiência menos carregada, o Motorola pode entrar na disputa.

    Preço ideal para comprar o Galaxy A36 5G

    O Galaxy A36 5G só vira uma compra realmente boa quando sai do preço cheio. Considerando o mercado brasileiro e as promoções que já apareceram, esta é a régua BaratoTech:

    Preço encontrado Veredito BaratoTech
    Acima de R$ 1.900 Melhor comparar com Galaxy A56, Edge 60 Fusion e POCO mais potentes.
    Entre R$ 1.600 e R$ 1.900 Vale considerar, mas ainda depende da concorrência no dia.
    Entre R$ 1.400 e R$ 1.600 Boa compra para quem quer Samsung equilibrado e durável.
    Abaixo de R$ 1.400 Excelente custo-benefício, principalmente na versão 256 GB.

    Para o BaratoTech, o ponto doce do Galaxy A36 5G é abaixo de R$ 1.600. Se aparecer perto de R$ 1.300 a R$ 1.400, fica muito difícil ignorar, especialmente pela combinação de AMOLED, IP67, 5G, boa bateria e seis anos de suporte.

    Para quem o Galaxy A36 5G é indicado?

    O Galaxy A36 5G é indicado para quem quer um celular Samsung intermediário bem equilibrado para usar por vários anos. Ele combina com usuários que valorizam tela boa, bateria confiável, resistência à água, câmeras decentes, segurança e atualizações longas.

    Também é uma boa escolha para quem usa muito redes sociais, vídeos, aplicativos de banco, WhatsApp, navegação, fotos casuais e serviços de streaming.

    Para quem ele não é a melhor escolha?

    Ele não é a melhor escolha para quem quer o máximo desempenho em jogos pesados, para quem prefere celulares compactos ou para quem encontra o Galaxy A56 5G em promoção muito próxima.

    Também não é o aparelho ideal para quem espera câmera de flagship. A câmera principal é boa para a categoria, mas o conjunto não compete com modelos premium.

    Vale a pena comprar o Galaxy A36 5G em 2026?

    Sim, vale a pena comprar o Samsung Galaxy A36 5G em 2026, desde que o preço esteja certo. Ele é um dos intermediários Samsung mais equilibrados para quem quer tela boa, construção resistente, bateria de longa duração, suporte prolongado e experiência confiável.

    O principal cuidado é não pagar preço de lançamento ou valor próximo de modelos superiores. O A36 brilha em promoção. Quando aparece abaixo de R$ 1.600, fica muito competitivo. Abaixo de R$ 1.400, vira uma das opções Samsung mais interessantes para quem busca custo-benefício.

    Veredito BaratoTech

    O Samsung Galaxy A36 5G é uma compra segura para quem quer um intermediário Samsung completo e durável. Ele não tenta vencer todos os rivais em desempenho bruto, mas compensa com tela excelente, IP67, boa bateria, carregamento mais rápido, design premium e uma política de atualizações acima da média.

    O segredo é comprar na hora certa. Pelo preço cheio, perde força. Em promoção, principalmente na versão de 256 GB, o Galaxy A36 5G se torna um dos celulares Samsung mais racionais para comprar em 2026.

    Nota BaratoTech: 8,4/10

    Melhor para: quem quer Samsung equilibrado, tela boa e muitos anos de atualização.

    Pior para: quem busca máximo desempenho em jogos ou câmera de nível premium.

    Perguntas frequentes

    O Galaxy A36 5G é bom?

    Sim. O Galaxy A36 5G é bom para quem busca um celular Samsung intermediário com tela AMOLED de 120 Hz, bateria de 5.000 mAh, IP67, 5G e seis anos de atualizações.

    O Galaxy A36 5G vale a pena em 2026?

    Vale a pena se estiver em promoção. Abaixo de R$ 1.600, ele fica interessante. Abaixo de R$ 1.400, pode ser uma excelente compra na versão de 256 GB.

    O Galaxy A36 5G é melhor que o Galaxy A26 5G?

    Sim, no geral. O Galaxy A36 5G tem acabamento mais premium, tela melhor, carregamento mais rápido e experiência mais completa. O A26 5G só faz mais sentido se estiver bem mais barato.

    O Galaxy A36 5G é melhor que o Galaxy A56 5G?

    Não. O Galaxy A56 5G é superior em desempenho e conjunto geral. Mas o Galaxy A36 5G pode ter melhor custo-benefício se estiver muito mais barato.

    O Galaxy A36 5G tem boa bateria?

    Sim. A bateria de 5.000 mAh deve atender bem a maioria dos usuários durante um dia inteiro de uso, dependendo do brilho da tela, rede 5G, jogos e câmera.

    O Galaxy A36 5G tem carregamento rápido?

    Sim. Ele suporta carregamento de até 45 W, mas o carregador compatível pode ser vendido separadamente.

    O Galaxy A36 5G é bom para jogos?

    Ele roda bem jogos leves e intermediários, mas não é a melhor escolha para quem quer jogar títulos pesados com gráficos altos. Para esse perfil, modelos POCO e outros aparelhos com processadores mais fortes podem entregar mais desempenho.

    O Galaxy A36 5G tem resistência à água?

    Sim. O aparelho tem certificação IP67 contra água e poeira. Mesmo assim, a proteção não é permanente e não é recomendado usar o celular na piscina ou na praia.

    Quantos anos de atualização o Galaxy A36 5G recebe?

    A Samsung promete seis gerações de atualizações do sistema operacional e seis anos de atualizações de segurança para o Galaxy A36 5G.

    Qual é o preço ideal do Galaxy A36 5G?

    O preço ideal é abaixo de R$ 1.600 na versão de 256 GB. Se aparecer abaixo de R$ 1.400, o custo-benefício fica ainda melhor.

    Fontes consultadas