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  • LG QNED80 55 vale a pena em 2026? Review da Mini LED com webOS

    LG QNED80 55 vale a pena em 2026? Review da Mini LED com webOS

    Atualizado em 7 de outubro de 2026.

    A LG QNED80 de 55 polegadas chegou em 2026 com uma mudança que chama atenção: agora estamos falando de uma TV QNED com iluminação Mini LED em uma faixa de preço que já encosta nos R$ 3 mil.

    No papel, a combinação é forte. A 55QNED80BSG traz resolução 4K, processador Alpha 7 AI Gen9, webOS 26, Dolby Atmos, Magic Remote, recursos de inteligência artificial e iluminação Mini LED para melhorar contraste e controle de luz.

    Mas existe um detalhe que muda bastante a análise: o painel continua sendo de 60 Hz nativos. Isso significa que, apesar do Mini LED e dos recursos como VRR e ALLM, ela não disputa em igualdade com TVs de 120 Hz ou 144 Hz quando o foco é jogar ou assistir movimentos muito rápidos.

    A pergunta, portanto, não é apenas se a LG QNED80 55 é uma boa TV. A pergunta certa é: ela vale a pena perto dos R$ 3 mil quando existem concorrentes Mini LED mais agressivos?

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Transparência editorial: esta análise foi produzida com base nas especificações oficiais da LG, preços encontrados no varejo brasileiro e comparação com concorrentes da mesma faixa. Não afirmamos ter realizado teste de longa duração com esta unidade no BaratoTech.

    Veredito rápido: LG QNED80 55 vale a pena?

    Sim, mas principalmente se você quer uma LG e encontrar a TV perto de R$ 3.000.

    A QNED80 55 entrega um pacote muito interessante para filmes, séries, streaming, TV aberta e uso familiar. O Mini LED é um avanço importante sobre TVs LED convencionais da marca, o webOS continua sendo um dos melhores sistemas para Smart TV e o Magic Remote faz diferença no uso diário.

    O problema aparece quando olhamos para a concorrência.

    A TCL C6K de 55 polegadas, por exemplo, também usa Mini LED, mas oferece painel de 144 Hz, Dolby Vision, HDR10+ e sistema de áudio 2.1. Quando as duas aparecem por valores próximos, a TCL é tecnicamente mais completa, principalmente para games e conteúdo HDR.

    Por isso, a QNED80 fica muito mais interessante quando cai abaixo dos concorrentes ou quando o comprador prefere especificamente o ecossistema LG.

    Resumo BaratoTech

    • Vale a pena até: cerca de R$ 3.100
    • Preço excelente: abaixo de R$ 2.900
    • Faixa para comparar: R$ 3.100 a R$ 3.400
    • Evite pagar: acima de R$ 3.500 sem comparar outras Mini LED
    • Melhor para: streaming, filmes, séries, TV aberta, futebol e quem gosta do webOS
    • Não é ideal para: gamer exigente querendo 4K a 120 Hz ou 144 Hz
    • Nota BaratoTech: 8,4/10

    Ficha técnica da LG QNED80 55 2026

    Modelo LG QNED evo Mini LED AI 4K QNED80 55″
    Código 55QNED80BSG
    Tela 55 polegadas QNED Mini LED
    Resolução 4K Ultra HD, 3840 x 2160 pixels
    Frequência nativa 60 Hz
    Processador Alpha 7 AI Gen9 4K
    Cores Dynamic QNED Color Pro, com certificação de 100% de volume de cor
    HDR HDR10 e HLG
    Sistema webOS 26
    Som 20 W, 2.0 canais
    Áudio Dolby Atmos, AI Sound Pro, Clear Voice Pro e WOW Orchestra
    Games VRR até 60 Hz, ALLM, HGiG e Otimizador de Jogos
    HDMI 3 entradas, com eARC no HDMI 2
    USB 1 porta USB 2.0
    Conectividade Wi-Fi 5, Bluetooth 5.3, Ethernet, AirPlay, Google Cast e LG ThinQ
    Controle AI Magic Remote MR26
    VESA 300 x 200 mm
    Peso sem base 11,5 kg

    Mini LED é o grande diferencial da QNED80

    O principal motivo para olhar para a QNED80 em vez de uma LG UHD ou QNED mais simples está no sistema de iluminação.

    Uma TV Mini LED utiliza LEDs muito menores na retroiluminação da tela. Isso permite um controle mais preciso da luz do que uma TV LED convencional, principalmente quando a imagem mistura regiões claras e escuras.

    Na prática, o objetivo é conseguir pretos mais convincentes, menos aparência acinzentada em cenas noturnas e maior impacto em pontos luminosos.

    Mas é importante não transformar a palavra “Mini LED” em uma garantia automática de desempenho premium.

    O resultado depende também da quantidade e do controle das zonas de iluminação, brilho máximo, tipo de painel, processamento de imagem e algoritmo de local dimming.

    A LG não informa na ficha brasileira da 55QNED80BSG a quantidade de zonas de escurecimento nem um número oficial de brilho máximo. Por isso, não faz sentido inventar números ou prometer desempenho equivalente ao de Mini LEDs mais caras.

    Qualidade de imagem: onde a LG QNED80 deve se destacar

    A combinação de Mini LED com o Dynamic QNED Color Pro coloca a QNED80 acima das TVs LED 4K básicas da LG.

    Para quem vem de uma UHD de entrada, a expectativa é encontrar melhor controle de luz, cores mais fortes e uma imagem com mais profundidade, principalmente em filmes, séries, animações e conteúdo 4K de boa qualidade.

    O processador Alpha 7 AI Gen9 também faz parte dessa equação. Ele é responsável pelo tratamento da imagem, upscaling para fontes de resolução inferior, mapeamento dinâmico de tons e recursos de remasterização HDR.

    Isso importa bastante em TV aberta, vídeos antigos do YouTube e streaming em qualidade variável, porque nem tudo que chega à tela está em 4K perfeito.

    O ponto positivo aqui é o equilíbrio. A QNED80 não parece tentar ser uma OLED barata, mas oferece uma evolução clara sobre TVs LED tradicionais.

    HDR: atenção à ficha técnica

    A ficha específica da 55QNED80BSG lista suporte a HDR10 e HLG.

    Isso precisa ser destacado porque concorrentes na mesma faixa, como a TCL C6K, trabalham também com formatos como Dolby Vision e HDR10+.

    Para boa parte dos usuários isso não será motivo suficiente para descartar a LG, mas quem consome muitos filmes e séries em HDR e quer a maior compatibilidade possível deve levar essa diferença em consideração.

    Também é importante lembrar que HDR não depende apenas do formato aceito. Brilho, contraste e controle da iluminação têm impacto direto no resultado visual.

    A LG QNED80 55 é boa para futebol?

    Sim. Para assistir Brasileirão, Champions League, Libertadores, Copa do Brasil, Copa do Mundo ou outros esportes, a QNED80 tem um conjunto interessante.

    A LG utiliza o TruMotion para suavização de movimento e também oferece recursos voltados a esportes dentro do webOS.

    Para o consumidor comum, o painel de 60 Hz deve ser suficiente para TV aberta e transmissões esportivas tradicionais.

    Mas não confunda processamento de movimento com painel nativo de alta frequência.

    Uma TV de 120 Hz ou 144 Hz tem vantagem física na quantidade de atualizações que a tela consegue exibir por segundo. Quem é muito sensível a movimentos rápidos ou busca máxima fluidez pode encontrar resultado melhor em modelos com painel nativamente mais rápido.

    E para PS5, Xbox Series X e PC?

    Aqui está a principal limitação da LG QNED80.

    Ela oferece VRR, ALLM, HGiG, Painel de Jogos e Otimizador de Jogos, recursos bastante úteis para reduzir latência e facilitar configurações.

    O problema é que o VRR vai somente até 60 Hz.

    Isso significa que a QNED80 é perfeitamente utilizável com PS5 e Xbox Series X para jogos em 4K a 60 quadros por segundo, que ainda é o alvo de muitos títulos.

    Por outro lado, ela não é a escolha para quem compra uma TV pensando em aproveitar jogos a 120 fps, modos competitivos de alta frequência ou PC gamer com 120/144 Hz.

    O chamado Motion Booster 120 não transforma o painel em uma tela nativa de 120 Hz.

    Para jogos casuais, campanhas, RPGs, EA Sports FC, Nintendo Switch e cloud gaming, o conjunto é bom. Para jogador competitivo, existem alternativas melhores.

    WebOS 26 é um dos melhores argumentos a favor da LG

    Se existe uma área em que a QNED80 fica difícil de criticar, é na experiência de Smart TV.

    Ela utiliza o webOS 26 e vem com o AI Magic Remote MR26, que permite movimentar um cursor pela tela usando o movimento do controle, quase como um mouse.

    A TV também suporta Apple AirPlay, Google Cast, Google Home, LG ThinQ e LG Channels.

    A LG inclui ainda recursos como AI Voice ID, AI Chatbot, assistente de imagem e som com IA, AI Concierge e integração com serviços de inteligência artificial.

    Outro ponto positivo é o programa webOS Re:New, com atualizações gratuitas por até cinco anos em modelos selecionados. A própria LG ressalta que recursos, cronograma e disponibilidade podem variar conforme modelo e região.

    Na prática, para quem utiliza muito Netflix, Prime Video, Disney+, YouTube, Globoplay, Max e outros serviços, a experiência de software é um dos principais motivos para escolher a QNED80 em vez de uma concorrente mais forte em especificações.

    Gemini, Copilot e IA na TV: útil ou marketing?

    A LG aumentou bastante o foco em inteligência artificial na linha de 2026.

    O webOS pode integrar recursos relacionados ao Google Gemini e Microsoft Copilot, além do próprio AI Concierge e ferramentas de recomendação.

    É interessante, mas eu não usaria isso como principal motivo para comprar a TV.

    Recursos de IA baseados em serviços online podem mudar, exigir conexão, variar conforme região e até depender de serviços de terceiros.

    Para o consumidor, Mini LED, qualidade de imagem, sistema rápido, conexões e preço continuam sendo fatores muito mais importantes.

    Som: Dolby Atmos ajuda, mas continuam sendo apenas 20 W

    A LG QNED80 traz sistema de áudio 2.0 com potência total de 20 W.

    Há Dolby Atmos, AI Sound Pro com virtualização, Clear Voice Pro e compatibilidade com WOW Orchestra para uso com soundbars LG compatíveis.

    O processamento ajuda a criar uma sensação sonora mais ampla e pode melhorar diálogos, mas não muda a limitação física dos pequenos alto-falantes integrados à TV.

    Para jornal, YouTube, novela, séries e futebol, deve atender bem.

    Para filmes de ação, música e jogos, uma soundbar continuará sendo um upgrade bastante perceptível.

    Conectividade poderia ser melhor

    Traseira da LG QNED80 55 2026 mostrando o acabamento, pés e disposição das conexões

    A QNED80 traz três portas HDMI, com eARC no HDMI 2, além de entrada óptica, Ethernet, Bluetooth 5.3 e Wi-Fi 5.

    Até aqui, tudo normal.

    O que chama atenção negativamente é ter apenas uma porta USB 2.0.

    Para muita gente isso não fará diferença, mas quem conecta pendrive, HD externo, câmera, acessórios ou outros dispositivos pode sentir falta de uma segunda USB.

    Também seria interessante encontrar Wi-Fi 6 em uma TV lançada em 2026, embora Wi-Fi 5 continue sendo suficiente para streaming 4K em uma rede doméstica bem configurada.

    LG QNED80 55 ou TCL C6K?

    Essa é provavelmente a comparação mais importante para quem está pensando em comprar a LG.

    A TCL C6K também é Mini LED, mas trabalha com uma proposta mais agressiva de hardware. A linha oferece QD-Mini LED, painel nativo de até 144 Hz, VRR de alta frequência, Dolby Vision, HDR10+, áudio Onkyo 2.1 e Google TV.

    A LG QNED80 responde com um sistema webOS muito maduro, Magic Remote, boa integração com AirPlay e Google Cast, processamento Alpha 7 e uma marca que já tem presença muito consolidada no mercado brasileiro.

    Se ambas estiverem pelo mesmo preço, eu considero a TCL C6K mais forte em especificações.

    Agora, se a LG estiver R$ 300, R$ 400 ou R$ 500 mais barata, a escolha fica bem mais equilibrada, principalmente para quem não liga para 120/144 Hz.

    LG QNED80 ou Samsung Q7F 55?

    A Samsung Q7F é outra opção que costuma aparecer na faixa intermediária. Já analisamos a Samsung Q7F 55 no BaratoTech.

    Entre as duas, a QNED80 tem uma vantagem técnica importante: Mini LED.

    A Samsung Q7F é uma QLED mais simples e também trabalha com painel de 60 Hz. Para quem prioriza qualidade de imagem e contraste, a LG tende a ser a opção mais interessante quando os preços estão próximos.

    A Samsung pode fazer mais sentido para quem já está dentro do ecossistema Galaxy/SmartThings e prefere o Tizen.

    Pontos positivos e negativos da LG QNED80 55

    Pontos positivos

    • Iluminação Mini LED
    • Boa proposta para filmes, séries e streaming
    • Dynamic QNED Color Pro
    • Processador Alpha 7 AI Gen9
    • webOS 26 completo
    • Magic Remote incluso
    • Apple AirPlay e Google Cast
    • VRR, ALLM, HGiG e Otimizador de Jogos
    • Dolby Atmos
    • Preço já próximo dos R$ 3 mil

    Pontos negativos

    • Painel nativo de apenas 60 Hz
    • VRR limitado a 60 Hz
    • A ficha técnica específica lista apenas HDR10 e HLG
    • Som de apenas 20 W e 2.0 canais
    • Apenas uma porta USB
    • Wi-Fi 5 em vez de Wi-Fi 6
    • LG não divulga número de zonas Mini LED ou brilho máximo na ficha brasileira
    • TCL C6K pode oferecer mais hardware pelo mesmo dinheiro em promoções

    Preço ideal da LG QNED80 55 em 2026

    É aqui que a QNED80 fica realmente interessante.

    Em consulta feita em 7 de outubro de 2026, a loja oficial da LG mostrava a 55QNED80BSG por aproximadamente R$ 3.039 no Pix, enquanto outros varejistas apareciam próximos ou acima desse valor.

    Por cerca de R$ 3 mil, já estamos falando de uma TV 55 polegadas Mini LED de marca tradicional, o que melhora bastante a relação custo-benefício.

    • Abaixo de R$ 2.900: excelente compra
    • R$ 2.900 a R$ 3.100: vale muito a pena para quem quer LG
    • R$ 3.100 a R$ 3.400: compare com TCL C6K e outras Mini LED
    • R$ 3.500 ou mais: eu esperaria uma promoção ou buscaria alternativas

    A razão é simples: a concorrência está muito forte. A TCL C6K já apareceu em promoções recentes abaixo dos R$ 3 mil e entrega painel de maior frequência.

    Para quem a LG QNED80 vale a pena?

    A QNED80 é uma escolha interessante para quem quer melhorar bastante a imagem em relação a uma TV LED convencional, mas ainda não quer pagar o preço de uma OLED.

    Ela também faz bastante sentido para quem gosta do webOS, do Magic Remote e da facilidade de uso das TVs LG.

    É uma boa TV para família, filmes, séries, YouTube, streaming, TV aberta e futebol.

    Também atende gamers casuais que jogam em até 60 fps e não fazem questão de 120 Hz.

    Para quem ela não vale a pena?

    Se sua prioridade é PS5, Xbox Series X ou PC gamer em alta frequência, eu procuraria uma TV de 120 Hz ou 144 Hz nativos.

    Também pensaria duas vezes se a QNED80 estiver custando o mesmo que uma TCL C6K ou outra Mini LED com painel mais rápido e maior suporte a formatos HDR.

    E, acima de R$ 3.500, o custo-benefício começa a ficar bem mais difícil de defender.

    Análise BaratoTech: uma boa Mini LED que precisa custar menos que as rivais mais fortes

    A LG QNED80 55 é um produto interessante porque finalmente coloca Mini LED em uma faixa de preço mais acessível dentro da linha LG.

    Ela tem vários acertos: boa base tecnológica de imagem, processamento Alpha 7, webOS 26, Magic Remote, Dolby Atmos e um ecossistema de Smart TV bastante completo.

    Mas existe uma decisão curiosa da LG: manter o painel em 60 Hz.

    Isso cria uma situação em que a QNED80 pode oferecer imagem superior a muitas TVs QLED e LED básicas, mas ao mesmo tempo perde em fluidez para concorrentes que já oferecem 120 Hz ou 144 Hz nessa faixa de preço.

    Por isso, considero o preço o ponto decisivo.

    Por aproximadamente R$ 3.000, ela é uma boa compra. Abaixo de R$ 2.900, fica ainda mais interessante.

    Agora, se uma TCL C6K de 55 estiver custando o mesmo valor ou menos, eu compararia as duas com bastante atenção antes de escolher a LG.

    Veredito BaratoTech: LG QNED80 55 vale a pena?

    Sim. A LG QNED80 55 vale a pena em 2026 para quem procura uma TV Mini LED equilibrada, gosta do webOS e não precisa de painel de 120 Hz.

    O preço perto dos R$ 3 mil coloca a TV em uma posição competitiva, principalmente para filmes, séries, streaming e uso familiar.

    Mas ela não é automaticamente a melhor Mini LED da faixa.

    O painel de 60 Hz, o VRR limitado a 60 Hz e a concorrência forte da TCL impedem uma recomendação sem ressalvas.

    Selo BaratoTech: compre perto de R$ 3.000. Abaixo de R$ 2.900, é uma ótima oportunidade. Acima de R$ 3.400, compare antes de fechar a compra.

    Nota BaratoTech: 8,4/10.

    Perguntas frequentes sobre a LG QNED80 55

    A LG QNED80 55 é Mini LED?

    Sim. A versão 2026 de código 55QNED80BSG utiliza painel 4K QNED com iluminação Mini LED.

    A LG QNED80 tem 120 Hz?

    Não. A frequência nativa da tela é de 60 Hz. A TV possui recursos de processamento de movimento, mas isso não transforma o painel em 120 Hz nativos.

    A LG QNED80 é boa para PS5?

    Sim para quem joga em até 60 Hz. Ela possui VRR, ALLM, HGiG e Otimizador de Jogos. Porém, não é a melhor escolha para quem procura jogos em 4K a 120 Hz.

    A LG QNED80 tem Dolby Atmos?

    Sim. O sistema de áudio é 2.0 com potência de 20 W e suporte a Dolby Atmos e AI Sound Pro.

    A LG QNED80 tem Dolby Vision?

    Na tabela oficial específica da 55QNED80BSG, a LG informa HDR10 e HLG como formatos HDR. Dolby Vision não aparece listado nessa especificação do modelo.

    Qual é o preço ideal da LG QNED80 55?

    Considerando o mercado em outubro de 2026, o ponto mais interessante fica por volta de R$ 2.900 a R$ 3.100. Abaixo de R$ 2.900, considero uma excelente oferta.

    LG QNED80 ou TCL C6K?

    A QNED80 faz mais sentido para quem prefere LG, webOS e Magic Remote. A TCL C6K é mais forte para quem prioriza especificações, principalmente painel de 144 Hz e suporte mais amplo a HDR. Se estiverem pelo mesmo preço, a TCL tende a oferecer mais hardware.

    Fontes consultadas

    • LG Brasil — especificações oficiais da Smart TV LG QNED80 55 2026, modelo 55QNED80BSG.
    • LG Brasil — preço e condições comerciais consultados em 7 de outubro de 2026.
    • TCL Brasil — especificações oficiais da TCL C6K.
    • Varejo brasileiro e comparadores de preço — referências de preço da LG QNED80 e concorrentes.
  • PRIMA: novo telescópio da NASA vai complementar o James Webb

    PRIMA: novo telescópio da NASA vai complementar o James Webb

    Atualizado em 7 de outubro de 2026.

    O James Webb ainda está revelando detalhes do Universo que nunca haviam sido vistos, mas a NASA já prepara uma nova peça para seu conjunto de telescópios espaciais. A agência escolheu o PRIMA, um observatório projetado para estudar uma faixa de luz que o Webb praticamente não consegue alcançar.

    O nome vem de PRobe far-Infrared Mission for Astrophysics. A missão acaba de avançar para uma nova etapa de desenvolvimento e, se passar pelas próximas revisões da NASA, deverá ser lançada em 2033.

    Mas existe um detalhe importante: o PRIMA não está sendo construído para substituir o James Webb. Na prática, os dois telescópios deverão enxergar partes diferentes do Universo e trabalhar de maneira complementar.

    Resumo rápido

    • O PRIMA foi escolhido pela NASA para avançar para a Fase B de desenvolvimento.
    • Será o primeiro observatório da nova classe de missões Probe Explorers.
    • Seu espelho terá aproximadamente 1,8 metro de diâmetro.
    • O telescópio será especializado no infravermelho distante.
    • A missão poderá estudar água, formação de planetas, estrelas, poeira cósmica, galáxias e buracos negros.
    • O lançamento é atualmente planejado para 2033.
    • A missão inicial deverá durar cerca de cinco anos.

    O que é o telescópio PRIMA?

    O PRIMA é um novo observatório espacial projetado para estudar o Universo principalmente por meio da luz no infravermelho distante.

    Em 23 de setembro de 2026, a NASA anunciou que o projeto havia sido escolhido para avançar para a Fase B. Essa é a etapa em que o desenho preliminar da missão e suas tecnologias são desenvolvidos em maior detalhe antes de uma decisão definitiva sobre a construção.

    Isso significa que o telescópio ainda não está pronto e nem teve sua implementação final garantida. O projeto precisará passar por uma revisão de confirmação antes de avançar para a próxima fase.

    Caso seja confirmado, o custo do projeto terá um limite de aproximadamente US$ 1,2 bilhão, sem considerar o lançamento e outros custos externos ao projeto.

    O PRIMA também inaugura uma nova categoria de missões de astrofísica da NASA chamada Probe Explorers, criada para ocupar um espaço entre missões menores e os enormes observatórios espaciais de vários bilhões de dólares.

    Por que a NASA precisa de outro telescópio se já existe o James Webb?

    É aqui que o PRIMA fica especialmente interessante.

    O James Webb é extremamente poderoso, mas nenhum telescópio consegue observar sozinho todas as formas de luz existentes. Cada instrumento é construído para trabalhar melhor em determinadas regiões do espectro eletromagnético.

    O Webb observa aproximadamente de 0,6 a 28,8 micrômetros, passando pela luz vermelha visível, infravermelho próximo e infravermelho médio.

    O PRIMA avançará muito além disso.

    Seu espectrômetro FIRESS foi projetado para trabalhar aproximadamente entre 24 e 235 micrômetros, enquanto outros modos do observatório poderão chegar a comprimentos de onda ainda maiores.

    Na prática, existe uma pequena sobreposição entre os dois telescópios, mas o PRIMA seguirá para uma região do infravermelho que o Webb não foi projetado para explorar profundamente.

    PRIMA não será um “James Webb 2”

    Também não faz sentido comparar os dois apenas pelo tamanho do espelho.

    O espelho principal do James Webb tem cerca de 6,6 metros, enquanto o PRIMA terá aproximadamente 1,8 metro.

    Isso não significa que o PRIMA seja simplesmente uma versão menor ou mais fraca.

    O objetivo científico é diferente.

    O novo observatório deverá operar em temperaturas extremamente baixas, próximas de 4,5 kelvin, ou aproximadamente -269 °C. Manter o telescópio tão frio reduz a própria emissão térmica do observatório, algo essencial quando os cientistas tentam detectar sinais extremamente fracos no infravermelho distante.

    É como tentar enxergar uma pequena fonte de calor em um ambiente escuro: quanto menos calor o próprio equipamento emitir, mais fácil fica perceber o sinal que realmente interessa.

    O Universo escondido atrás da poeira

    Uma das maiores vantagens do infravermelho é sua capacidade de revelar regiões que podem permanecer escondidas em imagens feitas em luz visível.

    Nuvens de gás e poeira estão espalhadas pelo Universo e participam de processos como o nascimento de estrelas e a formação de sistemas planetários.

    O PRIMA deverá observar justamente alguns dos sinais emitidos por materiais frios presentes nessas regiões.

    Isso permitirá aos astrônomos investigar ambientes onde estrelas e planetas estão se formando, além de estudar como poeira e elementos pesados foram se acumulando ao longo da história do Universo.

    PRIMA poderá ajudar a entender a origem da água

    Uma das áreas científicas mais interessantes da missão envolve algo extremamente familiar para nós: água.

    Planetas se formam dentro de discos de gás e poeira ao redor de estrelas jovens. Dentro desses discos existem diferentes temperaturas e regiões onde a água pode aparecer na forma de vapor ou gelo.

    O PRIMA deverá usar espectroscopia para analisar esses ambientes e medir a distribuição de água em discos protoplanetários.

    Um dos programas científicos previstos pretende observar cerca de 200 discos ao redor de estrelas jovens. Essas medições poderão ajudar pesquisadores a entender como água e outros elementos são distribuídos enquanto planetas estão sendo formados.

    A missão também poderá estudar cometas e asteroides para investigar diferentes hipóteses sobre a origem da água da Terra.

    Isso não significa que o telescópio simplesmente descobrirá “de onde veio toda a água da Terra”. A questão é muito mais complexa. O PRIMA deverá fornecer novas medições que permitam testar melhor as teorias existentes.

    Galáxias e buracos negros também entram na mira

    A missão não ficará limitada a sistemas planetários.

    Outro objetivo importante será investigar como as galáxias evoluíram junto com os buracos negros supermassivos presentes em seus centros.

    Quando um buraco negro está absorvendo grandes quantidades de matéria, o ambiente ao seu redor pode liberar enorme quantidade de energia. Ao mesmo tempo, novas estrelas continuam se formando dentro dessas galáxias.

    O PRIMA deverá ajudar os pesquisadores a separar e medir melhor esses processos, inclusive em galáxias distantes e envolvidas por grandes quantidades de poeira.

    Os cientistas também querem entender como ventos extremamente poderosos expulsam gás das galáxias e se esse processo pode reduzir ou até interromper a formação de novas estrelas.

    Os instrumentos do PRIMA

    O projeto prevê dois instrumentos científicos principais.

    FIRESS

    O Far-Infrared Enhanced Survey Spectrometer será o espectrômetro do observatório.

    Em vez de simplesmente produzir uma fotografia, a espectroscopia divide a luz recebida em diferentes comprimentos de onda. É algo parecido com separar as cores de um arco-íris, mas envolvendo frequências invisíveis aos nossos olhos.

    Esse tipo de análise permite identificar moléculas, elementos químicos e características físicas dos objetos observados.

    PRIMAger

    O segundo instrumento será o PRIMA Imager, chamado de PRIMAger.

    Ele combinará recursos de imagem, espectrofotometria e polarimetria para estudar propriedades da poeira, campos magnéticos e diferentes estruturas existentes no Universo.

    Juntos, os instrumentos deverão permitir pesquisas que vão desde objetos do Sistema Solar até galáxias muito distantes.

    Quando o novo telescópio da NASA será lançado?

    O cronograma anunciado mais recentemente pela NASA aponta para um lançamento em 2033.

    É importante tratar essa data como uma meta e não como algo definitivo.

    O PRIMA ainda precisa passar por novas etapas de desenvolvimento e por uma revisão que analisará fatores técnicos, custos e cronograma antes de sua implementação completa.

    Se confirmado, o observatório deverá realizar inicialmente uma missão científica de aproximadamente cinco anos.

    O Jet Propulsion Laboratory, o JPL, ficará responsável pelo gerenciamento da missão, com participação de outros centros da NASA e parceiros internacionais.

    O PRIMA será mais poderoso que o James Webb?

    Essa comparação, embora inevitável, não é exatamente correta.

    Para algumas observações o James Webb continuará sendo muito mais adequado. Para outras, especialmente no infravermelho distante, o PRIMA terá capacidades que simplesmente não fazem parte do projeto do Webb.

    É por isso que a astronomia utiliza diferentes observatórios.

    Telescópios ópticos, infravermelhos, de raios X e radiotelescópios podem observar o mesmo Universo, mas revelar fenômenos completamente diferentes.

    O próprio objetivo da NASA é fazer com que o PRIMA ajude a preencher a região existente entre observatórios como o James Webb e os grandes radiotelescópios.

    Análise BaratoTech

    O mais interessante sobre o PRIMA não é a ideia de criar um sucessor para o James Webb. É justamente o contrário: a NASA está mostrando por que não existe um único telescópio capaz de responder todas as perguntas sobre o Universo.

    Enquanto o Webb vem revolucionando a astronomia no infravermelho próximo e médio, existe uma grande quantidade de informação escondida em comprimentos de onda maiores.

    O PRIMA pretende entrar justamente nessa região.

    Se o projeto cumprir o que promete, poderá conectar várias peças que hoje são observadas separadamente: o nascimento de estrelas, a química dos discos onde os planetas aparecem, a presença de água, a evolução das galáxias e o crescimento de seus buracos negros.

    E talvez seja essa complementaridade, e não uma disputa entre telescópios, o ponto mais importante da missão.

    O que isso muda para quem não é astrônomo?

    Não espere uma tecnologia do PRIMA aparecendo imediatamente no próximo celular ou notebook. Essa é uma missão de ciência básica e seu principal retorno será conhecimento.

    Ao mesmo tempo, construir detectores extremamente sensíveis, sistemas criogênicos e instrumentos capazes de funcionar durante anos no espaço exige avanços de engenharia que podem encontrar outras aplicações no futuro.

    Mas qualquer impacto comercial ainda é especulativo. O efeito concreto, caso a missão seja confirmada, será oferecer aos cientistas uma nova maneira de observar uma parte do Universo que permanece relativamente pouco explorada.

    O lançamento ainda está distante. Se tudo seguir o cronograma atual, teremos de esperar até 2033 para ver o PRIMA começar essa nova etapa da astronomia infravermelha.

    Perguntas rápidas sobre o PRIMA

    O PRIMA vai substituir o James Webb?

    Não. Os telescópios observam diferentes regiões do espectro e deverão ser complementares. O Webb continuará realizando suas próprias observações enquanto o PRIMA será especializado principalmente no infravermelho distante.

    Quando o PRIMA será lançado?

    A meta anunciada pela NASA em setembro de 2026 é realizar o lançamento em 2033, caso a missão passe pelas próximas revisões.

    Qual será o tamanho do telescópio?

    O PRIMA terá um espelho principal de aproximadamente 1,8 metro de diâmetro.

    O que o PRIMA vai estudar?

    Entre os objetivos estão formação de planetas e estrelas, distribuição de água em sistemas planetários, poeira e elementos pesados, evolução de galáxias e crescimento de buracos negros supermassivos.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Fontes

  • Moto G35 5G vale a pena em 2026? Review do Motorola barato que ainda compensa

    Moto G35 5G vale a pena em 2026? Review do Motorola barato que ainda compensa

    Atualizado em 6 de outubro de 2026.

    Encontrar um celular realmente completo por menos de R$ 1.000 ficou mais difícil, mas o Moto G35 5G continua aparecendo em promoções que chamam atenção. A versão com 256 GB já pode ser encontrada perto dos R$ 900, faixa em que tela Full HD+ de 120 Hz, 5G, NFC e câmera ultrawide começam a pesar bastante a favor dele.

    O problema é que o Moto G35 não é mais um lançamento. Ele chegou ao Brasil em 2024 e, em 2026, precisa competir não apenas com outros celulares baratos, mas também com modelos mais novos que já começam a cair de preço.

    E existe outro detalhe importante escondido no marketing dos “12 GB”: o aparelho possui 4 GB de RAM física. Os outros 8 GB anunciados são RAM Boost, que utiliza parte do armazenamento e não oferece o mesmo desempenho de memória RAM real.

    Então, afinal, o Moto G35 5G ainda vale a pena em 2026? Sim, mas somente se estiver barato. Perto de R$ 900, ele ainda entrega um conjunto difícil de ignorar. Acima de R$ 1.100, a história muda.

    Moto G35 5G em 1 minuto

    • Tela: 6,7 polegadas, IPS LCD, Full HD+ e 120 Hz
    • Processador: Unisoc T760 de 6 nm
    • GPU: Mali-G57
    • RAM: 4 GB físicos + até 8 GB de RAM Boost
    • Armazenamento: 128 GB ou 256 GB
    • Cartão microSD: sim
    • Câmera principal: 50 MP
    • Ultrawide: 8 MP
    • Selfie: 16 MP
    • Vídeo: gravação em até 4K
    • Bateria: 5.000 mAh
    • Carregamento: TurboPower de 20 W
    • 5G: sim
    • NFC: sim na versão brasileira
    • Entrada P2: sim
    • Som estéreo: sim, com Dolby Atmos
    • Biometria: leitor lateral

    Tela ainda é um dos melhores argumentos do Moto G35

    A Motorola colocou no Moto G35 uma tela IPS LCD de aproximadamente 6,7 polegadas com resolução Full HD+ de 2400 x 1080 pixels e atualização de até 120 Hz.

    Em um celular que atualmente pode custar menos de R$ 1.000, é um conjunto interessante.

    A resolução Full HD+ ajuda bastante na leitura de textos, redes sociais e vídeos, enquanto os 120 Hz deixam animações, rolagem e navegação visualmente mais fluidas.

    Não é uma tela OLED. Portanto, não espere o mesmo contraste, pretos profundos e qualidade de imagem oferecidos por celulares AMOLED mais caros.

    Mesmo assim, para essa faixa de preço, a tela não parece ser um ponto onde a Motorola economizou demais.

    Unisoc T760: desempenho é suficiente?

    O Moto G35 utiliza o Unisoc T760, processador fabricado em 6 nanômetros.

    Ele possui oito núcleos, incluindo quatro Cortex-A76 de até 2,2 GHz e quatro Cortex-A55 de até 2,0 GHz, acompanhados pela GPU Mali-G57.

    Não é um chip desenvolvido para disputar desempenho com intermediários mais caros, mas entrega o necessário para o público do aparelho.

    Aplicativos como WhatsApp, Instagram, YouTube, TikTok, bancos, mapas e serviços de streaming estão dentro do perfil esperado para esse hardware.

    Jogos também funcionam, especialmente títulos leves e competitivos, mas esse definitivamente não é um celular que eu compraria pensando principalmente em games pesados.

    Em jogos mais exigentes, será necessário reduzir gráficos e aceitar uma experiência mais limitada.

    Os “12 GB de RAM” precisam de explicação

    Moto G35 tem Unisoc T760 e 4 GB de RAM física
    O Unisoc T760 atende ao uso cotidiano, mas os 4 GB de RAM física já são uma limitação em 2026.

    Aqui existe um detalhe que merece bastante atenção.

    Anúncios do Moto G35 frequentemente mostram algo como “12 GB de RAM”, mas isso não significa que existam 12 GB de memória física dentro do aparelho.

    Na versão brasileira, são 4 GB de RAM física + até 8 GB de RAM Boost.

    O RAM Boost utiliza uma parte do armazenamento interno como memória virtual.

    Ele pode ajudar o sistema a manter determinados aplicativos em segundo plano, mas armazenamento é muito mais lento que RAM dedicada. Portanto, 4 GB + 8 GB de RAM Boost não devem ser tratados como se fossem 12 GB de RAM física.

    Em 2026, esses 4 GB já são uma das principais limitações do G35.

    Para uso básico funciona. Para muita multitarefa, vários aplicativos pesados abertos e uso mais exigente por alguns anos, começa a ficar apertado.

    256 GB ajudam muito no custo-benefício

    Se existe uma versão do Moto G35 que ainda faz sentido comprar, é principalmente a de 256 GB.

    Essa capacidade permite instalar muitos aplicativos, guardar fotos e vídeos sem ficar administrando espaço constantemente.

    E existe mais uma vantagem: o aparelho aceita cartão microSD, algo que está desaparecendo até mesmo em celulares intermediários.

    Para quem guarda vídeos, músicas ou muitos arquivos localmente, isso continua sendo um diferencial.

    Câmera de 50 MP é boa?

    O conjunto traseiro possui uma câmera principal de 50 MP com abertura f/1.8 e uma ultrawide de 8 MP.

    A presença da ultrawide merece destaque porque muitos celulares baratos substituem essa câmera por sensores de 2 MP que pouco acrescentam.

    A principal deve atender bem fotos do cotidiano em condições favoráveis de iluminação, enquanto a ultrawide permite registrar paisagens, ambientes e grupos maiores.

    À noite, como esperado em um aparelho dessa categoria, há mais limitações de detalhe e processamento.

    Um diferencial interessante é a possibilidade de gravação de vídeos em 4K, recurso que a própria Motorola destacou quando lançou o aparelho.

    Na frente, há uma câmera de 16 MP.

    Não compre o G35 esperando um celular fotográfico, mas seu conjunto de câmeras é mais versátil do que o de vários aparelhos básicos.

    Bateria de 5.000 mAh é boa, mas carregamento poderia ser melhor

    A bateria possui 5.000 mAh, capacidade que continua dentro do padrão esperado em 2026.

    Para um usuário comum, a proposta é atravessar um dia de uso sem grandes dificuldades, embora autonomia sempre dependa de brilho da tela, sinal de rede, 5G, jogos e aplicativos utilizados.

    Já o carregamento de 20 W não impressiona.

    Ele é suficiente para um celular barato, mas existem modelos mais modernos oferecendo recargas significativamente mais rápidas.

    Ao menos a Motorola inclui o carregador TurboPower compatível na caixa da versão brasileira.

    Tem NFC, 5G, estéreo e entrada para fone

    A lista de recursos ajuda bastante a justificar o G35.

    Na versão vendida oficialmente no Brasil há NFC, permitindo pagamentos por aproximação, além de conectividade 5G.

    O aparelho ainda traz alto-falantes estéreo com Dolby Atmos, rádio FM e uma entrada de 3,5 mm para fones de ouvido.

    Para um modelo barato, é um pacote bastante completo.

    Software é o maior problema em 2026

    Esse é provavelmente o ponto que mais envelheceu no Moto G35.

    O aparelho chegou ao Brasil com Android 14. Na apresentação oficial, a Motorola prometeu pelo menos uma atualização de sistema operacional e três anos de atualizações de segurança.

    A página brasileira de suporte da Motorola indica o Android 15 como a próxima versão do sistema para o modelo, e a fabricante já mantém documentação específica da atualização para o Moto G35.

    Isso significa que não faz sentido comprar esse aparelho em 2026 esperando vários grandes upgrades futuros do Android.

    Ele ainda recebe atualizações de segurança, mas está claramente atrás de aparelhos recentes que oferecem políticas de atualização mais longas.

    Para quem troca de celular a cada dois ou três anos isso pode ser menos relevante. Para quem pretende comprar hoje e permanecer cinco anos com o aparelho, pesa contra.

    Moto G35 ainda vale a pena em 2026?

    Sim, principalmente se a versão de 256 GB estiver perto de R$ 900.

    Nessa faixa, você leva 5G, NFC, tela Full HD+ de 120 Hz, 256 GB, microSD, som estéreo, câmera ultrawide e bateria de 5.000 mAh.

    É uma combinação difícil de encontrar em qualquer aparelho muito barato.

    O maior cuidado está na memória RAM. Os 4 GB físicos são suficientes para tarefas comuns, mas já deixam pouco espaço para o futuro.

    O suporte de software curto também impede que eu recomende pagar muito pelo aparelho em 2026.

    Preço ideal para comprar o Moto G35 em 2026

    Até R$ 850: excelente compra. O conjunto oferecido fica muito competitivo.

    Entre R$ 850 e R$ 950: ainda vale bastante a pena, especialmente pela versão de 256 GB.

    Entre R$ 950 e R$ 1.050: vale comparar antes com modelos mais novos.

    Acima de R$ 1.100: eu não compraria sem analisar alternativas recentes da própria Motorola, Samsung e Xiaomi.

    No momento desta atualização, encontramos a versão de 256 GB por R$ 899,10 em ofertas na KaBuM e também no Mercado Livre. Nessa faixa, o Moto G35 ainda faz sentido.

    Preço ideal do Moto G35 5G em 2026

    Pontos fortes

    • Tela Full HD+ de 120 Hz
    • 5G
    • NFC
    • 256 GB por preço baixo
    • Suporte a microSD
    • Câmera principal de 50 MP
    • Câmera ultrawide de 8 MP
    • Gravação em 4K
    • Som estéreo com Dolby Atmos
    • Entrada P2 para fone
    • Bateria de 5.000 mAh

    Pontos fracos

    • Apenas 4 GB de RAM física
    • RAM Boost não substitui RAM real
    • Tela é IPS, não AMOLED
    • Carregamento de 20 W é apenas razoável
    • Política de grandes atualizações do Android é curta
    • Não é uma boa escolha para jogos pesados

    Veredito BaratoTech

    O Moto G35 5G envelheceu melhor do que alguns celulares básicos da mesma época porque a Motorola colocou nele recursos que continuam relevantes em 2026.

    A tela Full HD+ de 120 Hz, os 256 GB, o NFC, o 5G, a ultrawide e o som estéreo fazem diferença no uso diário.

    O problema é que seus 4 GB de RAM física e o suporte limitado de sistema deixam claro que estamos diante de um aparelho antigo sendo vendido barato, e não de um intermediário atual.

    Por isso, a decisão depende quase totalmente do preço.

    Por cerca de R$ 900, o Moto G35 5G 256 GB ainda compensa em 2026. Por R$ 1.200 ou mais, já perde boa parte do sentido.

    É uma opção especialmente interessante para quem quer gastar pouco, precisa de bastante armazenamento e prioriza redes sociais, vídeos, aplicativos do dia a dia e 5G em vez de jogos pesados ou muitos anos de atualizações.

    Perguntas frequentes

    O Moto G35 tem 12 GB de RAM?

    Não de RAM física. A versão brasileira possui 4 GB de RAM física e pode utilizar até 8 GB adicionais por meio do RAM Boost.

    O Moto G35 tem NFC?

    Sim. A versão brasileira oficial do Moto G35 5G possui NFC e pode ser utilizada para pagamentos por aproximação.

    O Moto G35 tem 5G?

    Sim. Como o próprio nome indica, o aparelho é compatível com redes 5G.

    O Moto G35 grava em 4K?

    Sim. A Motorola informa suporte à gravação de vídeos em resolução 4K pela câmera principal.

    O Moto G35 recebe Android 15?

    Sim. O aparelho foi lançado com Android 14 e a Motorola disponibiliza documentação de suporte para a atualização ao Android 15.

    Quanto vale pagar no Moto G35 5G em 2026?

    A versão de 256 GB fica especialmente interessante entre R$ 850 e R$ 950. Acima de aproximadamente R$ 1.100, vale comparar cuidadosamente com aparelhos mais novos.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

  • Qualcomm e Huawei fecham acordo de patentes envolvendo 5G e IA, entenda o impacto

    Qualcomm e Huawei fecham acordo de patentes envolvendo 5G e IA, entenda o impacto

    Atualizado em 6 de outubro de 2026.

    Duas das empresas que mais investem em tecnologias de comunicação chegaram a um novo acordo que vai muito além dos smartphones. Qualcomm e Huawei anunciaram um acordo plurianual de licenciamento de patentes envolvendo 5G, inteligência artificial, computação e tecnologias de redes.

    O negócio inclui licenciamento cruzado, permitindo que as empresas utilizem tecnologias protegidas por determinados portfólios de patentes uma da outra. Além disso, a Qualcomm vai comprar da Huawei algumas patentes registradas nos Estados Unidos relacionadas a computação, IA, redes e outras tecnologias.

    Os valores envolvidos não foram divulgados e a conclusão da transação ainda depende das aprovações regulatórias necessárias.

    Mas o acordo chama atenção porque coloca frente a frente duas empresas que ajudaram a desenvolver tecnologias fundamentais usadas em celulares, redes móveis, chips e infraestrutura de telecomunicações no mundo inteiro.

    O que Qualcomm e Huawei acertaram?

    O acordo anunciado em 5 de outubro é amplo e terá duração de vários anos.

    Ele prevê licenciamento cruzado de portfólios de patentes em quatro áreas principais:

    • 5G;
    • inteligência artificial;
    • computação;
    • tecnologias de redes.

    Na prática, isso significa que determinadas tecnologias desenvolvidas e patenteadas por uma empresa poderão ser utilizadas pela outra dentro das condições estabelecidas no contrato.

    A Qualcomm também concordou em adquirir algumas patentes da Huawei registradas nos Estados Unidos.

    Mas o que é um licenciamento cruzado de patentes?

    Imagine duas empresas que passaram décadas investindo bilhões em pesquisa.

    Uma desenvolve técnicas fundamentais para transmissão de dados por redes móveis. A outra possui patentes importantes relacionadas a processamento, chips ou comunicação entre dispositivos.

    Se cada empresa precisasse evitar completamente qualquer tecnologia patenteada pela concorrente, desenvolver novos produtos poderia se tornar muito mais complicado.

    Em um acordo de licenciamento cruzado, as empresas estabelecem regras para permitir o uso de determinadas propriedades intelectuais uma da outra.

    Isso pode reduzir disputas judiciais e facilitar o desenvolvimento de produtos que dependem de vários padrões tecnológicos ao mesmo tempo.

    Por que o 5G é tão importante nesse acordo?

    Qualcomm e Huawei possuem enormes portfólios de propriedade intelectual relacionados às redes móveis.

    A Qualcomm desenvolve tecnologias fundamentais de comunicação sem fio há décadas e mantém um dos maiores negócios de licenciamento do setor.

    A Huawei também possui milhares de patentes relacionadas às telecomunicações e participou diretamente do desenvolvimento dos padrões de redes 4G e 5G.

    Algumas dessas tecnologias são conhecidas como patentes essenciais a padrões, ou SEPs. São invenções que podem ser necessárias para que um dispositivo siga corretamente determinado padrão técnico.

    É por isso que empresas que competem diretamente no mercado muitas vezes acabam licenciando tecnologias umas das outras.

    Acordo também alcança inteligência artificial e computação

    O ponto mais interessante é que o contrato não está limitado às telecomunicações tradicionais.

    Qualcomm e Huawei mencionam explicitamente computação e inteligência artificial entre as áreas cobertas pelo acordo.

    Isso ocorre em um momento em que os próprios smartphones estão mudando de perfil. Cada vez mais tarefas de IA são processadas diretamente no aparelho, utilizando CPU, GPU e aceleradores especializados em inteligência artificial.

    Ao mesmo tempo, chips desenvolvidos originalmente para celulares estão chegando a notebooks, carros, óculos inteligentes, robôs e equipamentos de infraestrutura.

    Consequentemente, as fronteiras entre comunicação, computação e inteligência artificial estão ficando cada vez menores.

    Qualcomm também vai comprar patentes da Huawei

    Patentes de 5G IA computação e redes fazem parte de acordo entre Qualcomm e Huawei
    O contrato inclui licenciamento cruzado de tecnologias e a compra de determinadas patentes

    O contrato contém outro componente importante: a Qualcomm vai adquirir determinadas patentes da Huawei registradas nos Estados Unidos.

    Essas propriedades intelectuais envolvem áreas como computação, inteligência artificial e redes.

    As empresas, porém, não detalharam publicamente todas as patentes que fazem parte dessa transferência nem divulgaram o valor financeiro da operação.

    A transação também precisa passar pelas aprovações regulatórias necessárias antes de ser concluída.

    Isso significa que Huawei voltará a usar chips Snapdragon?

    Não necessariamente.

    É importante não confundir um acordo de propriedade intelectual com um contrato de fornecimento de processadores.

    O anúncio trata principalmente de patentes e licenciamento de tecnologias. Ele não informa que a Huawei voltará a utilizar chips Snapdragon em larga escala nem que a Qualcomm passará a fornecer novos processadores avançados para celulares Huawei.

    Também não significa automaticamente o fim das restrições comerciais impostas pelos Estados Unidos à empresa chinesa.

    São questões separadas.

    Rivais podem compartilhar tecnologia?

    Sim, e isso é bastante comum na indústria.

    Um smartphone moderno reúne milhares de tecnologias desenvolvidas ao longo de décadas por diferentes empresas, universidades e centros de pesquisa.

    Wi-Fi, Bluetooth, redes móveis, compressão de vídeo, processamento de imagens e vários outros recursos dependem de padrões formados por contribuições de diversas companhias.

    Por isso, uma fabricante pode competir agressivamente com outra nas lojas e, ao mesmo tempo, pagar royalties ou permitir o uso de determinadas tecnologias patenteadas.

    Qualcomm e Huawei afirmaram que o novo contrato segue princípios de licenciamento considerados justos, razoáveis e não discriminatórios — conhecidos pela sigla FRAND.

    Por que a Huawei tem tantas patentes?

    A Huawei investe pesadamente em pesquisa e desenvolvimento há décadas, principalmente nas áreas de telecomunicações, redes, chips e computação.

    Esse trabalho fez com que a empresa construísse um dos maiores portfólios de propriedade intelectual do setor de comunicação.

    Segundo a própria Huawei, contribuições da companhia estão presentes inclusive em tecnologias usadas nos padrões 4G e 5G.

    O novo acordo mostra que mesmo empresas que não utilizam necessariamente produtos Huawei no consumidor final podem depender ou se beneficiar de tecnologias criadas por seus pesquisadores.

    E o que a Qualcomm ganha com isso?

    A Qualcomm também possui um enorme portfólio de patentes fundamentais para redes móveis e mantém uma divisão inteira dedicada ao licenciamento dessas tecnologias.

    Ao fechar um contrato abrangente com a Huawei, a empresa obtém acesso a propriedades intelectuais da companhia chinesa em áreas que estão ganhando importância, incluindo IA e computação.

    Ao mesmo tempo, a Huawei reconhece e licencia tecnologias desenvolvidas pela Qualcomm.

    É justamente essa troca que torna o acordo mais amplo do que um simples pagamento de royalties por uma única patente.

    Análise BaratoTech: o mais importante acontece nos bastidores

    Para quem compra um celular, esse acordo provavelmente não vai provocar uma mudança visível amanhã.

    Não espere uma atualização no seu Galaxy, Xiaomi ou Motorola simplesmente porque Qualcomm e Huawei assinaram um novo contrato.

    O impacto é mais estrutural.

    Empresas como Qualcomm, Huawei, Samsung, Ericsson e outras participam da criação das tecnologias que depois se transformam em recursos que consideramos básicos: 5G mais rápido, conexão mais estável, processamento eficiente e IA executada diretamente no aparelho.

    Acordos de licenciamento ajudam a estabelecer quem pode usar essas tecnologias e sob quais condições.

    Quando grandes detentores de patentes conseguem chegar a um acordo, também diminui o risco de longas disputas judiciais bloquearem ou encarecerem o uso de determinadas tecnologias.

    Isso pode deixar celulares mais baratos?

    Não existe indicação de que o acordo vá reduzir diretamente o preço dos smartphones.

    Patentes e royalties fazem parte do custo de desenvolvimento de dispositivos, mas o preço final depende de muitos outros fatores, como chips, memória, câmeras, telas, impostos, logística e margem das fabricantes.

    O possível benefício para o consumidor é mais indireto: menos atrito jurídico e maior acesso a tecnologias fundamentais podem facilitar o desenvolvimento de novos chips, redes e dispositivos.

    E é justamente aí que esse tipo de acordo, apesar de acontecer longe das lojas, pode acabar influenciando os produtos que vamos comprar nos próximos anos.

    Perguntas frequentes

    Qualcomm e Huawei fizeram uma parceria para fabricar chips?

    Não. O anúncio é sobre licenciamento cruzado e aquisição de determinadas patentes. Não foi anunciado um novo acordo para fabricação ou fornecimento de chips.

    Quais tecnologias fazem parte do acordo?

    As empresas citaram 5G, inteligência artificial, computação e tecnologias de redes, além de outras áreas cobertas pelos portfólios envolvidos.

    A Qualcomm comprou patentes da Huawei?

    Sim. O acordo prevê a compra, pela Qualcomm, de determinadas patentes da Huawei registradas nos Estados Unidos relacionadas a computação, IA, redes e outras tecnologias.

    O acordo já está concluído?

    A assinatura foi anunciada, mas a conclusão da transação envolvendo as patentes ainda depende das aprovações regulatórias necessárias.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

  • Samsung corrige 9 falhas críticas em celulares Galaxy, veja por que atualizar

    Samsung corrige 9 falhas críticas em celulares Galaxy, veja por que atualizar

    Atualizado em 6 de outubro de 2026.

    Se uma atualização de segurança aparecer no seu celular Galaxy nos próximos dias, desta vez vale prestar atenção. A Samsung detalhou o pacote de segurança de outubro de 2026, que inclui correções para 9 vulnerabilidades classificadas como críticas no Android, além de dezenas de outras falhas no sistema e em componentes próprios da fabricante.

    O pacote reúne correções fornecidas pelo Google, ajustes específicos da Samsung e patches para componentes Samsung Semiconductor. Separadamente, a fabricante também publicou nesta terça-feira uma atualização de segurança para aplicativos, incluindo uma vulnerabilidade de nível alto no Samsung Internet.

    Na prática, não se trata apenas de uma atualização para alterar o número do patch nas configurações: algumas das vulnerabilidades corrigidas poderiam permitir elevação de privilégios, execução de código ou causar falhas no sistema em determinadas condições.

    O que a atualização de outubro da Samsung corrige?

    De acordo com o boletim oficial da Samsung, o pacote de outubro incorpora 45 correções provenientes do boletim de segurança do Android.

    Elas estão divididas em:

    • 9 vulnerabilidades críticas;
    • 33 vulnerabilidades de nível alto;
    • 3 vulnerabilidades de nível moderado.

    Além disso, o pacote incorpora 4 correções de nível alto relacionadas a componentes Samsung Semiconductor e outras 27 vulnerabilidades SVE — sigla usada pela fabricante para falhas encontradas especificamente em softwares e componentes de dispositivos Samsung.

    Somando esses grupos, são 76 correções listadas pela Samsung no pacote de outubro, embora nem toda vulnerabilidade necessariamente afete todos os modelos Galaxy.

    Por que as 9 falhas críticas chamam atenção?

    A classificação “crítica” é reservada para vulnerabilidades com potencial de impacto mais sério no dispositivo.

    O boletim do Android de outubro informa, por exemplo, que uma das vulnerabilidades mais graves encontradas no componente de sistema poderia permitir elevação local de privilégios sem necessidade de privilégios adicionais e sem interação do usuário para a exploração.

    Outra falha crítica localizada no Framework poderia ser utilizada para provocar uma negação de serviço sem necessidade de interação do usuário.

    Isso não significa que todos os celulares Galaxy estejam sendo atacados ou que as nove falhas estejam sendo exploradas ativamente. O boletim serve justamente para corrigir vulnerabilidades conhecidas antes que possam representar um risco maior.

    Galaxy também recebe correções exclusivas da Samsung

    Além das vulnerabilidades do Android, a Samsung corrigiu problemas encontrados em seus próprios componentes.

    Entre as falhas de nível alto aparecem problemas envolvendo bibliotecas responsáveis pelo processamento de arquivos, serviços internos do sistema e gerenciamento de privilégios.

    Algumas das correções atingem dispositivos com Android 14, Android 15, Android 16 e Android 17, embora a lista de versões afetadas varie conforme cada vulnerabilidade.

    Por isso, o fato de um Galaxy utilizar uma versão recente do Android não significa que ele possa ignorar os patches mensais de segurança.

    Samsung Internet também recebeu correção importante

    Atualização de segurança de outubro de 2026 para celulares Samsung Galaxy
    A distribuição do patch pode variar conforme modelo, região e versão do software.

    A Samsung publicou ainda um boletim separado de atualizações de segurança para seus aplicativos.

    Uma das correções mais relevantes envolve o Samsung Internet. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-21132, estava relacionada a uma validação inadequada de dados.

    Segundo a fabricante, versões anteriores à Samsung Internet 30.0.5.24 poderiam permitir que um atacante remoto injetasse scripts arbitrários. Nesse caso, porém, seria necessária interação do usuário para explorar a falha.

    A versão 30.0.5.24 corrige o problema adicionando uma validação apropriada.

    Quais celulares Galaxy receberão a atualização?

    A Samsung não libera o patch para todos os aparelhos simultaneamente. A distribuição costuma acontecer gradualmente conforme o modelo, região, versão do software e operadora.

    Os principais Galaxy elegíveis a atualizações mensais de segurança normalmente ficam entre os primeiros a receber o pacote, enquanto outros modelos podem receber patches em calendários trimestrais ou semestrais.

    Portanto, se a atualização de outubro ainda não apareceu no seu Galaxy, isso não significa necessariamente que o aparelho deixou de receber suporte.

    Como verificar se a atualização chegou ao seu Galaxy

    Para procurar manualmente pelo novo patch, abra:

    Configurações > Atualização de software > Baixar e instalar.

    Se houver uma nova versão disponível, confira as informações exibidas pela Samsung antes da instalação e mantenha bateria suficiente durante o processo.

    Também é possível verificar o nível atual do patch de segurança nas informações de software do aparelho.

    Análise BaratoTech: não deixe esse tipo de atualização para depois

    Atualizações de segurança costumam receber muito menos atenção do que uma nova versão da One UI ou do Android porque não trazem recursos visuais chamativos.

    Mas são justamente esses pequenos patches que corrigem vulnerabilidades descobertas depois que o celular já está nas mãos de milhões de pessoas.

    O pacote de outubro é um bom exemplo: são 9 falhas críticas do Android, além de dezenas de outras correções relacionadas ao sistema e aos componentes da Samsung.

    Para quem pretende permanecer vários anos com o mesmo Galaxy, o suporte prolongado de segurança também deve entrar na conta na hora de avaliar custo-benefício.

    Preciso atualizar imediatamente?

    Se o patch oficial estiver disponível para o seu aparelho, a recomendação é instalar. Não há necessidade de entrar em pânico, mas também não faz muito sentido deixar uma atualização de segurança acumulando por semanas quando ela já foi liberada oficialmente para o modelo.

    Também vale manter aplicativos como o Samsung Internet atualizados pela Galaxy Store ou pela loja oficial disponível no aparelho.

    Perguntas frequentes

    A Samsung corrigiu 9 falhas críticas próprias?

    Não exatamente. As nove vulnerabilidades críticas fazem parte das correções provenientes do boletim de segurança do Android e incorporadas ao pacote da Samsung. O pacote também contém correções próprias da fabricante.

    A atualização é apenas para celulares com Android 17?

    Não. Algumas das vulnerabilidades específicas corrigidas pela Samsung afetam aparelhos com Android 14, 15, 16 e 17. A disponibilidade do patch depende do modelo.

    O Samsung Internet também precisa ser atualizado?

    Sim. A Samsung corrigiu uma vulnerabilidade de nível alto que afetava versões anteriores à 30.0.5.24 e poderia permitir injeção de script mediante interação do usuário.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

  • WhatsApp pode impedir login em celulares desatualizados, entenda o que muda

    WhatsApp pode impedir login em celulares desatualizados, entenda o que muda

    Atualizado em 6 de outubro de 2026.

    Quem costuma adiar as atualizações do celular pode começar a receber um aviso mais sério do WhatsApp. O aplicativo está liberando uma nova proteção que pode impedir temporariamente o login em aparelhos com versões desatualizadas do Android ou iOS até que o sistema seja atualizado.

    A mudança foi identificada pelo WABetaInfo e também repercutida pelo GSMArena. O ponto mais importante é que ela está sendo ativada diretamente pelos servidores do WhatsApp. Isso significa que não depende necessariamente da instalação de uma versão específica do aplicativo.

    Por enquanto, porém, não é motivo para pânico: a novidade está sendo liberada para usuários específicos e o WhatsApp ainda não informou exatamente quais versões do Android ou do iOS podem acionar o bloqueio.

    Como funciona o novo bloqueio do WhatsApp?

    Quando o sistema identifica que o celular está usando uma versão considerada desatualizada, uma tela pode aparecer durante a tentativa de entrar na conta.

    Em vez de permitir que o usuário simplesmente ignore o aviso, o WhatsApp orienta a abrir as configurações do smartphone e instalar uma atualização do sistema operacional antes de tentar fazer login novamente.

    Ou seja: nesse caso, atualizar apenas o aplicativo pela Play Store ou App Store pode não resolver. A exigência é relacionada ao próprio Android ou iOS instalado no aparelho.

    Segundo as informações disponíveis até agora, a medida está chegando tanto ao Android quanto ao iPhone e está sendo distribuída gradualmente.

    Isso significa que qualquer celular antigo vai perder o WhatsApp?

    Não. É importante separar duas situações diferentes.

    A primeira é a lista normal de sistemas operacionais oficialmente compatíveis com o WhatsApp. Atualmente, o próprio WhatsApp informa suporte para Android 6.0 ou mais recente e iOS 15.1 ou superior.

    No caso do iPhone, já existe outra mudança programada: a partir de 30 de novembro de 2026, o requisito mínimo passará para o iOS 15.5.

    A segunda situação é justamente essa nova proteção de segurança. Ela pode exigir que determinados usuários atualizem o sistema antes de fazer login, mesmo sem uma mudança geral anunciada na lista mínima de compatibilidade.

    O WhatsApp ainda não detalhou quais versões ou condições fazem a nova tela aparecer. Portanto, não é correto afirmar neste momento que todo aparelho que não esteja na versão mais recente do Android ou iOS será bloqueado.

    Por que o WhatsApp está fazendo isso?

    A explicação mais provável está relacionada à segurança. Sistemas operacionais antigos podem deixar de receber correções importantes e permanecer expostos a vulnerabilidades que já foram corrigidas em versões mais novas.

    O próprio WhatsApp explica em sua documentação de suporte que, ao decidir quais sistemas continuarão compatíveis, leva em consideração aparelhos e softwares antigos que podem não receber mais as atualizações de segurança necessárias.

    Isso é especialmente importante em um aplicativo que concentra conversas pessoais, contatos, documentos, fotos e até comunicações de empresas.

    Um celular comprometido por malware pode colocar a conta em risco mesmo que as mensagens do WhatsApp continuem protegidas por criptografia de ponta a ponta.

    O que fazer se aparecer a mensagem?

    Atualização de Android e iOS pode ser exigida para entrar no WhatsApp
    Manter o sistema operacional atualizado pode se tornar necessário para acessar a conta em alguns casos.

    Se o WhatsApp pedir uma atualização do sistema antes de liberar o acesso à conta, o primeiro passo é verificar se existe uma atualização disponível para o aparelho.

    No Android, normalmente essa opção aparece em Configurações > Sistema > Atualização de software, embora o caminho possa variar entre Samsung, Motorola, Xiaomi e outras fabricantes.

    No iPhone, basta acessar Ajustes > Geral > Atualização de Software.

    Depois de instalar a versão disponível, o usuário pode tentar entrar novamente no WhatsApp.

    E se o celular não receber mais atualizações?

    Esse é o ponto que merece mais atenção para quem usa um smartphone antigo.

    Alguns aparelhos chegam ao fim do período de suporte da fabricante e deixam de receber novas versões do Android ou iOS. Nessa situação, se o WhatsApp passar a exigir uma versão que o dispositivo não consegue instalar, pode chegar um momento em que seja necessário trocar de aparelho para continuar usando o serviço.

    Isso já acontece quando o WhatsApp aumenta oficialmente seus requisitos mínimos de sistema. Em setembro de 2026, por exemplo, aparelhos presos no Android 5.0 e 5.1 deixaram de atender aos requisitos do aplicativo, que passou a exigir Android 6.0 ou superior.

    Análise BaratoTech: atualização virou parte do custo-benefício

    Para quem compra celular pensando em ficar vários anos com o aparelho, essa mudança reforça algo que nem sempre aparece na ficha técnica: o tempo de suporte de software também faz parte do custo-benefício.

    Um smartphone barato pode parecer excelente no momento da compra, mas perde parte dessa vantagem se a fabricante abandonar rapidamente as atualizações de sistema e segurança.

    É por isso que, ao comparar dois aparelhos com preços próximos, vale olhar não apenas processador, câmera, RAM e bateria, mas também quantos anos de atualizações cada fabricante promete.

    Samsung e Google, por exemplo, ampliaram bastante o suporte de vários modelos recentes, enquanto a política pode variar bastante entre aparelhos intermediários e básicos de outras marcas.

    Preciso atualizar meu celular agora?

    Se existe uma atualização oficial disponível para o seu aparelho, mantê-lo atualizado é recomendável principalmente pelas correções de segurança.

    Mas quem não recebeu nenhuma mensagem do WhatsApp não precisa concluir que perderá o acesso imediatamente. Até agora, a nova exigência está sendo distribuída de maneira limitada e o WhatsApp não publicou uma lista de versões específicas afetadas por esse bloqueio adicional.

    O melhor é manter o sistema e o WhatsApp atualizados e prestar atenção aos avisos exibidos dentro do próprio aplicativo.

    Perguntas frequentes

    O WhatsApp vai parar de funcionar em celulares antigos?

    Alguns aparelhos muito antigos podem perder compatibilidade conforme o WhatsApp aumenta seus requisitos mínimos. Atualmente, o aplicativo exige Android 6.0 ou superior e iOS 15.1 ou superior. O requisito do iPhone sobe para iOS 15.5 em 30 de novembro de 2026.

    Atualizar o WhatsApp resolve o bloqueio?

    Não necessariamente. A nova tela identificada pede a atualização do próprio sistema operacional do celular, e não apenas uma nova versão do aplicativo.

    Quais versões do Android e iOS serão bloqueadas?

    O WhatsApp ainda não divulgou uma lista específica relacionada a essa nova proteção. A funcionalidade está sendo liberada gradualmente para alguns usuários.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

  • Seu Galaxy S26 ganhou novas funções: veja o que a One UI 9 faz

    Seu Galaxy S26 ganhou novas funções: veja o que a One UI 9 faz

    Atualizado em 5 de outubro de 2026.

    Se você tem um Galaxy S26 e apareceu uma atualização grande nos últimos dias, não é apenas mais um pacote de segurança. A Samsung começou a liberar no Brasil a One UI 9, nova versão da interface baseada no Android 17, com mudanças que mexem principalmente em inteligência artificial, vídeos, personalização e segurança.

    A distribuição começou em 30 de setembro para o Galaxy S26, Galaxy S26+ e Galaxy S26 Ultra. Como o lançamento acontece de forma gradual, a atualização pode não aparecer para todos os aparelhos no mesmo dia.

    One UI 9 no Galaxy S26: resumo rápido

    • Now Nudge: passa a sugerir ações com base no que você está fazendo.
    • Now Brief: ganha cartões mais personalizados e informações de segurança.
    • My FanCam: acompanha uma pessoa em um vídeo já gravado e ajusta o enquadramento automaticamente.
    • Garantia e cuidados: concentra suporte, diagnóstico e informações de garantia nas Configurações.
    • Gravador de voz: recebe resumos mais organizados, inclusive com títulos e tabelas.
    • Resumo de segurança: pode alertar sobre malware, apps de fontes desconhecidas e permissões desnecessárias.
    • Alertas de privacidade: usam IA no próprio aparelho para identificar comportamentos suspeitos envolvendo permissões.

    Now Nudge tenta entender o que você quer fazer em seguida

    Uma das mudanças mais interessantes da One UI 9 não aparece necessariamente como um novo aplicativo. O Now Nudge foi aprimorado para analisar o contexto e oferecer atalhos para a próxima ação.

    Imagine que alguém mande por mensagem o endereço de um restaurante enquanto vocês combinam de sair. Em vez de copiar o endereço, fechar a conversa e abrir outro aplicativo, o Galaxy pode sugerir uma ação relacionada diretamente naquele momento.

    A ideia da Samsung é reduzir a quantidade de etapas necessárias para tarefas simples. Dependendo do aplicativo, idioma e região, as sugestões disponíveis podem variar.

    Now Brief ficou mais personalizável

    O Now Brief, que reúne informações relevantes ao longo do dia, também evoluiu.

    Na One UI 9, o usuário pode receber cartões mais personalizados com informações relacionadas, por exemplo, a saúde, clima, vídeos e outros conteúdos considerados relevantes.

    O recurso também passa a conversar mais com as novas ferramentas de segurança. Assim, um alerta importante pode aparecer no resumo diário sem que você precise entrar manualmente nas configurações para procurar um problema.

    My FanCam pode salvar aquele vídeo em que a pessoa saiu do enquadramento

    My FanCam da One UI 9 acompanha pessoa em vídeo no Galaxy S26

    A novidade mais fácil de demonstrar visualmente provavelmente é o My FanCam.

    O recurso permite escolher uma pessoa dentro de um vídeo que já foi gravado. A inteligência artificial acompanha o movimento desse indivíduo e cria um novo enquadramento mantendo a pessoa em destaque.

    Isso pode ser útil em vídeos de crianças em apresentações, esportes, shows ou qualquer situação em que você gravou uma cena mais aberta e depois percebeu que gostaria de destacar alguém específico.

    O detalhe importante é que não estamos falando apenas de manter o foco durante a gravação. O recurso trabalha sobre um vídeo já registrado, reduzindo o trabalho de recortar e reposicionar a imagem manualmente na edição.

    O Galaxy S26 também ganhou uma central melhor para garantia e reparos

    Outra mudança menos chamativa, mas potencialmente bastante útil, é o recurso Garantia e cuidados.

    A Samsung passou a integrar mais informações de suporte diretamente às Configurações do aparelho.

    Dependendo dos serviços disponíveis, é possível consultar cobertura de garantia, executar autodiagnósticos, verificar estimativas relacionadas a reparos, gerenciar o Samsung Care+ e acessar opções de assistência.

    É o tipo de função que provavelmente fica esquecida até o dia em que alguma coisa dá errado no celular — justamente quando pode fazer bastante diferença.

    Gravador de voz ficou melhor para reuniões e estudos

    A One UI 9 também melhora o Gravador de voz.

    Os resumos gerados pelo sistema podem apresentar as informações de maneira mais estruturada, utilizando elementos como títulos e tabelas para separar os pontos importantes.

    Na prática, isso pode facilitar a consulta de uma gravação longa de reunião, aula ou entrevista sem precisar ouvir todo o áudio novamente apenas para encontrar uma informação.

    Segurança agora aparece dentro do Now Brief

    A Samsung também colocou bastante atenção em segurança e privacidade nesta versão.

    O novo Resumo de segurança pode trazer ao Now Brief avisos relacionados a malware, aplicativos instalados a partir de fontes desconhecidas e permissões que talvez não sejam necessárias.

    Isso muda um pouco a forma como o sistema apresenta segurança ao usuário. Em vez de deixar todas essas informações escondidas em menus, o Galaxy pode colocar um problema relevante em uma área que a pessoa realmente consulta durante o dia.

    IA também procura comportamentos estranhos em segundo plano

    Os Alertas de privacidade são outro destaque.

    Segundo a Samsung, o recurso utiliza inteligência artificial processada no próprio dispositivo para identificar possíveis riscos, incluindo tentativas desnecessárias de aplicativos acessarem determinadas permissões em segundo plano.

    Isso não significa que a IA consiga identificar todo comportamento malicioso, mas adiciona mais uma camada para mostrar ao usuário quando um aplicativo pode estar tentando acessar algo que não parece necessário.

    Nem tudo depende da internet

    Um ponto interessante dessa estratégia é que parte da análise de privacidade acontece diretamente no smartphone.

    Isso combina com uma tendência cada vez mais forte nos celulares premium: utilizar o processamento local não apenas para editar fotos e gerar conteúdo, mas também para analisar informações sensíveis sem necessariamente enviá-las para servidores externos.

    Vale a pena atualizar o Galaxy S26 para a One UI 9?

    Sim. Para quem já usa um Galaxy S26, não há um motivo evidente para permanecer propositalmente na versão anterior apenas para evitar as mudanças.

    A One UI 9 não é somente uma atualização estética. Há novas funções de IA, ferramentas de vídeo, melhorias de produtividade e recursos adicionais de segurança.

    O My FanCam é provavelmente a novidade que mais chama atenção de imediato, enquanto o Now Nudge e os novos alertas de segurança podem acabar sendo mais relevantes no uso diário.

    É uma atualização que reforça uma mudança na estratégia da Samsung: o Galaxy AI está deixando de ser apenas um conjunto de ferramentas que você abre manualmente e começando a aparecer de forma mais contextual dentro do sistema.

    Como verificar se a One UI 9 já chegou ao seu Galaxy S26

    No Galaxy S26, abra:

    Configurações → Atualização de software → Baixar e instalar.

    O celular vai procurar a versão mais recente disponível para o seu aparelho.

    Se a One UI 9 ainda não aparecer, isso não significa que exista algum problema. As atualizações são distribuídas gradualmente e podem variar conforme modelo, região e operadora.

    Antes de instalar uma atualização grande, vale manter o aparelho carregado, utilizar uma conexão Wi-Fi estável e fazer backup dos arquivos importantes.

    Análise BaratoTech

    A One UI 9 deixa claro que a próxima disputa entre os celulares premium não será apenas por câmera, processador ou bateria. A capacidade de o sistema entender o contexto e oferecer uma ação antes mesmo de você procurar a função está ganhando cada vez mais espaço.

    Nem toda novidade de IA será indispensável para todo mundo, e algumas funções dependem de conta Samsung, idioma, região ou aplicativo compatível. Mas recursos como My FanCam, alertas de privacidade e um Now Brief mais útil têm potencial para aparecer no uso real do aparelho, em vez de servirem apenas como demonstração de inteligência artificial.

    Analiso tecnologia com foco em custo-benefício seguindo as diretrizes editoriais do BaratoTech.

    Fontes consultadas

    Perguntas rápidas sobre a One UI 9

    O Galaxy S26 já recebeu a One UI 9 no Brasil?

    A Samsung iniciou a distribuição brasileira em 30 de setembro de 2026 para Galaxy S26, S26+ e S26 Ultra. A liberação pode ocorrer gradualmente.

    A One UI 9 usa qual versão do Android?

    A One UI 9 é baseada no Android 17.

    Preciso pagar pelas novas funções?

    A atualização do sistema é gratuita. A disponibilidade de determinadas funções de inteligência artificial e serviços associados pode variar conforme os termos da Samsung e de serviços de terceiros.

  • Nova regra de apps já vale no Brasil: o que muda no seu Android

    Nova regra de apps já vale no Brasil: o que muda no seu Android

    Atualizado em 5 de outubro de 2026.

    Uma mudança importante na forma como aplicativos são distribuídos no Android começou a valer no Brasil. Desde 30 de setembro de 2026, o Google passou a aplicar a nova verificação de desenvolvedores Android, criada para dificultar a distribuição de aplicativos maliciosos, golpes e softwares publicados por desenvolvedores anônimos.

    A mudança pode afetar principalmente quem instala aplicativos fora das fontes tradicionais ou utiliza lojas alternativas, mas existe um detalhe importante: o Android não proibiu a instalação de APKs.

    Resumo rápido

    • A nova regra começou a valer no Brasil em 30 de setembro de 2026.
    • Desenvolvedores precisam comprovar sua identidade e registrar seus aplicativos.
    • A primeira fase envolve Google Play, Galaxy Store, GetApps e outras lojas participantes.
    • Aplicativos de desenvolvedores não verificados podem ser bloqueados durante a instalação.
    • APKs e sideload continuam existindo.
    • Usuários avançados ainda podem instalar apps não registrados usando um fluxo especial ou ADB.
    • A regra será ampliada globalmente a partir de 2027.

    O que mudou no Android?

    A nova política funciona como uma espécie de identificação obrigatória do responsável pelo aplicativo.

    Antes de distribuir determinados apps para aparelhos Android certificados, o desenvolvedor precisa confirmar sua identidade e registrar o pacote do aplicativo.

    Na prática, o Android passa a conseguir verificar não apenas qual aplicativo está sendo instalado, mas também quem é o desenvolvedor responsável por ele.

    Segundo o Google, a ideia é aumentar a responsabilidade dos desenvolvedores e dificultar que criminosos simplesmente criem novas contas e novos aplicativos depois que um app malicioso é identificado.

    A verificação não significa que o Google está analisando ou aprovando individualmente todo aplicativo. O principal objetivo é confirmar a identidade do desenvolvedor responsável.

    Quais lojas já entram na nova regra?

    Nesta primeira etapa no Brasil, a verificação está sendo aplicada às instalações feitas por lojas participantes, entre elas:

    • Google Play
    • Samsung Galaxy Store
    • Xiaomi GetApps
    • HONOR App Market
    • OPPO App Market
    • Palm Store
    • V-Appstore

    A medida começou simultaneamente no Brasil, Indonésia, Singapura e Tailândia.

    O Google pretende ampliar o sistema para outros mercados e para mais formas de distribuição durante 2027.

    Isso significa o fim dos APKs?

    Android verifica aplicativo antes da instalação de APK

    Não.

    Esse é provavelmente o ponto que mais pode gerar confusão.

    O Android continua permitindo o chamado sideload, que é a instalação de aplicativos obtidos fora da Google Play ou de outra loja tradicional.

    O próprio Google mantém duas formas para usuários avançados instalarem aplicativos de desenvolvedores não registrados: um fluxo avançado de instalação e o uso do ADB (Android Debug Bridge).

    Portanto, dizer que o Google “acabou com os APKs” seria incorreto.

    O que mudou é que instalar um aplicativo desconhecido pode exigir etapas extras de segurança.

    O que acontece se o desenvolvedor não estiver verificado?

    Ao tentar instalar determinados aplicativos distribuídos pelas lojas participantes, o Android pode verificar se o aplicativo está registrado em nome de um desenvolvedor identificado.

    Caso o desenvolvedor não tenha concluído o processo exigido, o sistema pode impedir a instalação ou apresentar uma etapa adicional de segurança.

    O Google também criou um fluxo especial para usuários avançados que desejam prosseguir mesmo com aplicativos não registrados.

    A ideia é dificultar principalmente golpes nos quais criminosos convencem uma vítima a instalar um APK malicioso por WhatsApp, SMS, redes sociais ou páginas falsas.

    Meu celular vai bloquear aplicativos que já estão instalados?

    A nova regra está focada principalmente na instalação e atualização dos aplicativos.

    Isso não significa que aplicativos já presentes no celular simplesmente deixarão de funcionar de uma hora para outra.

    Para a maioria das pessoas que baixa aplicativos normalmente pela Google Play, inclusive, a mudança tende a passar praticamente despercebida.

    O Google afirma que a grande maioria dos aplicativos da Play Store já está registrada automaticamente dentro do novo sistema.

    Quem instala apps pela Google Play precisa fazer alguma coisa?

    Na maioria dos casos, não.

    Para o usuário comum, o funcionamento da Google Play continua praticamente igual.

    A maior mudança acontece nos bastidores: desenvolvedores precisam manter sua identidade e seus aplicativos devidamente registrados.

    Isso pode reduzir a quantidade de aplicativos publicados de forma anônima e tornar mais difícil para desenvolvedores mal-intencionados retornarem rapidamente depois de serem identificados.

    E Samsung e Xiaomi?

    A regra também é relevante para usuários de celulares Samsung, Xiaomi e outras fabricantes.

    A Samsung participa da primeira fase por meio da Galaxy Store, enquanto a Xiaomi participa com a GetApps.

    Portanto, não é uma mudança limitada aos celulares Pixel ou somente à Google Play.

    Ela faz parte de uma nova camada de segurança presente em aparelhos Android certificados.

    Android 7 ou superior entra na regra

    O Google informa que a proteção está sendo implementada em dispositivos Android certificados executando Android 7 ou versões mais recentes.

    Isso significa que a mudança pode alcançar uma quantidade enorme de aparelhos, inclusive modelos relativamente antigos que ainda estão em funcionamento.

    Por que o Google criou essa verificação?

    O argumento principal é segurança.

    Aplicativos maliciosos distribuídos fora das lojas tradicionais são utilizados com frequência em golpes envolvendo:

    • falsos aplicativos bancários;
    • aplicativos que roubam senhas;
    • falsas atualizações;
    • APKs enviados por mensagens;
    • apps que abusam das permissões de acessibilidade;
    • aplicativos utilizados para controlar remotamente o aparelho.

    Ao exigir uma identidade associada ao desenvolvedor, fica mais difícil para um criminoso distribuir repetidamente novos aplicativos sem deixar rastros.

    O Android está ficando mais fechado?

    Essa é a principal discussão em torno da mudança.

    De um lado, a verificação pode reduzir golpes e dificultar a distribuição de malware.

    Do outro, desenvolvedores e usuários sempre valorizaram a liberdade do Android para instalar aplicativos de praticamente qualquer origem.

    O Google tenta equilibrar as duas coisas mantendo o sideload disponível, inclusive para aplicativos não registrados, mas adicionando avisos e etapas adicionais para usuários que escolherem continuar.

    Por enquanto, portanto, o Android continua permitindo instalações externas.

    O que realmente muda para você?

    Para quem usa apenas aplicativos conhecidos e baixa tudo pela Google Play ou Galaxy Store, provavelmente muito pouco.

    A diferença será maior para quem costuma baixar APKs diretamente da internet ou utilizar aplicativos distribuídos fora das lojas tradicionais.

    Nesses casos, o Android poderá mostrar mais verificações, avisos e barreiras antes da instalação.

    Em resumo

    A nova regra não representa o fim dos APKs nem transforma o Android em um sistema totalmente fechado.

    O que começou no Brasil é uma mudança na identificação dos responsáveis pelos aplicativos.

    O objetivo é dificultar golpes e malware, colocando uma identidade verificável por trás dos desenvolvedores.

    Para o usuário comum, quase nada deve mudar no dia a dia. Para quem costuma instalar aplicativos de fontes externas, porém, o Android passa a exigir um pouco mais de atenção — e, em alguns casos, algumas etapas extras.

    Vale se preocupar?

    Para a maioria dos usuários, não há motivo para pânico.

    A regra não exige nenhuma configuração imediata no celular e não há necessidade de apagar aplicativos já instalados.

    O principal cuidado continua sendo o mesmo: evitar APKs enviados por desconhecidos, desconfiar de aplicativos que pedem permissões excessivas e priorizar fontes confiáveis.

    A diferença é que agora o próprio Android ganhou mais uma camada para ajudar nessa proteção.

    Fontes consultadas

    Perguntas frequentes

    O Android proibiu a instalação de APKs?

    Não. APKs e sideload continuam existindo, mas algumas instalações podem passar por verificações e etapas adicionais.

    A regra já vale no Brasil?

    Sim. A aplicação regional começou em 30 de setembro de 2026 para lojas participantes em dispositivos Android certificados.

    Quem usa apenas a Google Play precisa fazer algo?

    Na maioria dos casos, não. Para o usuário comum, a mudança acontece principalmente nos bastidores.

    Samsung e Xiaomi entram nessa mudança?

    Sim. A primeira fase inclui lojas participantes como Galaxy Store e GetApps, além da Google Play e outras lojas listadas pelo Google.

    Apps já instalados vão parar de funcionar?

    A regra é focada principalmente em instalação e atualização. Ela não significa que todos os aplicativos já instalados deixarão de funcionar automaticamente.

  • Lenovo IdeaPad 1i vale a pena em 2026? Review do notebook Core i3

    Lenovo IdeaPad 1i vale a pena em 2026? Review do notebook Core i3

    O Lenovo IdeaPad 1i é um daqueles notebooks que parecem bastante simples olhando apenas para o preço e para o nome da linha. Mas a configuração com Intel Core i3-1315U, 8 GB de RAM e SSD de 256 GB esconde um processador consideravelmente mais competente do que os chips normalmente encontrados nos notebooks mais baratos.

    Isso não significa que ele seja uma compra automática. A Lenovo economizou justamente em alguns componentes importantes, principalmente na tela. E dependendo do preço encontrado, existem notebooks concorrentes que fazem mais sentido.

    Nesta análise estamos considerando especificamente o Lenovo IdeaPad 1i 15IRU7, código 83QJ0001BO, vendido no Brasil com Windows 11 Home.

    Resumo rápido: Lenovo IdeaPad 1i vale a pena?

    Sim, mas somente pelo preço certo. O Core i3-1315U é o grande destaque e entrega desempenho suficiente para estudo, trabalho, navegação com várias abas, pacote Office, videochamadas e tarefas do cotidiano sem aquela sensação de lentidão típica de notebooks muito básicos.

    • Processador: Intel Core i3-1315U de 6 núcleos e 8 threads.
    • RAM: 8 GB DDR4-3200 soldados + um slot SODIMM disponível.
    • Máximo oficial: 16 GB de RAM.
    • Armazenamento: SSD NVMe PCIe 4.0 de 256 GB.
    • Tela: 15,6″, Full HD, 60 Hz e painel TN.
    • Gráficos: Intel UHD integrada.
    • Bateria: 42 Wh.
    • Peso: aproximadamente 1,62 kg.

    Veredito rápido: é um bom notebook básico se aparecer em uma promoção forte. O processador e a possibilidade de aumentar a RAM são pontos positivos, mas a tela TN é uma limitação importante.

    Core i3-1315U é bom? Aqui está o principal motivo para comprar o IdeaPad 1i

    Não se deixe enganar pelo nome Core i3. O Intel Core i3-1315U é um processador de 13ª geração com 6 núcleos e 8 threads. A arquitetura combina dois núcleos de desempenho com quatro núcleos de eficiência.

    Os núcleos de desempenho podem chegar a 4,5 GHz, enquanto os núcleos de eficiência chegam a 3,3 GHz. O chip ainda possui 10 MB de cache.

    Na prática, isso coloca o IdeaPad 1i muito acima de notebooks básicos equipados com processadores Celeron antigos ou chips extremamente simples voltados apenas para tarefas leves.

    Para estudar, usar Word e Excel, acessar sistemas de empresas, fazer reuniões pelo Meet ou Teams, assistir a vídeos, trabalhar com várias abas no navegador e utilizar aplicações comuns do Windows, o i3-1315U é mais do que suficiente.

    Ele também consegue lidar com multitarefa razoavelmente bem. É possível manter navegador, Spotify, documentos, WhatsApp e outras aplicações abertas simultaneamente sem transformar o notebook em uma máquina lenta — principalmente se a memória RAM for expandida.

    Agora, é importante colocar o processador na categoria correta: ele é eficiente para produtividade e uso doméstico, mas não foi desenvolvido para edição pesada de vídeo, projetos 3D grandes ou jogos AAA modernos.

    8 GB de RAM são suficientes? Existe uma boa surpresa

    Lenovo IdeaPad 1i com 8 GB de RAM e possibilidade de expansão
    Os 8 GB são soldados, mas existe um slot adicional e suporte oficial a até 16 GB.

    Essa é uma das partes mais interessantes do IdeaPad 1i.

    Os 8 GB DDR4-3200 instalados são soldados na placa, portanto não podem ser removidos. Entretanto, o notebook possui também um slot SODIMM DDR4 disponível para expansão.

    A Lenovo informa suporte oficial a até 16 GB de RAM, utilizando os 8 GB soldados junto com mais um módulo de 8 GB.

    Isso é uma vantagem importante em um notebook de entrada.

    Com 8 GB, o Windows 11 funciona normalmente para tarefas básicas, mas já não existe tanta folga quando muitas abas e vários programas ficam abertos ao mesmo tempo. Com 16 GB, a vida útil e a capacidade de multitarefa do notebook aumentam bastante.

    Se você pretende ficar alguns anos com o IdeaPad 1i, colocar mais 8 GB no futuro é um dos upgrades que mais fazem sentido.

    SSD de 256 GB é rápido, mas o espaço é limitado

    O armazenamento é um SSD M.2 NVMe PCIe de 256 GB. Para o funcionamento do Windows, isso é muito melhor do que qualquer notebook antigo equipado com HD mecânico.

    Inicialização do sistema, abertura de programas e transferência de arquivos ficam rápidas.

    O problema está na capacidade.

    Depois do Windows, atualizações e programas básicos, os 256 GB começam a ficar apertados rapidamente para quem guarda muitas fotos, vídeos ou jogos.

    Para uso escolar e trabalho baseado principalmente em arquivos na nuvem, dá para conviver tranquilamente. Para grandes bibliotecas de arquivos, 512 GB seria uma configuração mais confortável.

    Tela Full HD é boa? Cuidado com este detalhe

    A ficha técnica parece ótima à primeira vista: são 15,6 polegadas com resolução Full HD de 1920 x 1080 pixels.

    Mas existe um detalhe muito importante: o painel desta configuração é TN, e não IPS.

    A tela possui 250 nits de brilho, cobertura de 45% NTSC e frequência de 60 Hz.

    Para escrever documentos, estudar, assistir a aulas ou navegar na internet, ela cumpre sua função. A resolução Full HD é uma vantagem em relação aos notebooks baratos que ainda usam painéis HD.

    O problema aparece na qualidade de imagem. Painéis TN normalmente possuem ângulos de visão menores, e a própria especificação da Lenovo mostra ângulos bastante limitados nesta versão.

    Isso significa que pequenas mudanças na posição da tela podem alterar a percepção de cores, contraste e brilho.

    Para edição de fotos, criação de conteúdo ou para quem valoriza muito a qualidade da imagem, essa tela é provavelmente o maior ponto fraco do notebook.

    IdeaPad 1i roda jogos?

    Ele roda alguns jogos, mas não é um notebook gamer.

    O Core i3-1315U utiliza gráficos integrados Intel UHD, compartilhando a memória RAM do sistema. Não existe placa de vídeo dedicada.

    Jogos competitivos e títulos leves como League of Legends, Valorant, Roblox e Minecraft estão dentro do tipo de uso que faz sentido tentar, reduzindo qualidade gráfica e resolução quando necessário.

    Jogos mais pesados exigirão cortes significativos na qualidade e alguns simplesmente não entregarão uma experiência satisfatória.

    Fortnite, por exemplo, faz muito mais sentido utilizando configurações reduzidas e modos voltados para desempenho do que tentando jogar com gráficos altos.

    Para GTA V e outros títulos mais antigos também é possível trabalhar com configurações baixas, mas quem pretende comprar um notebook principalmente para jogar deve procurar uma máquina com solução gráfica mais potente.

    A expansão para 16 GB também pode ajudar o sistema a trabalhar com mais folga, especialmente porque os gráficos integrados utilizam a RAM compartilhada.

    Construção e teclado

    O IdeaPad 1i não tenta parecer um notebook premium. A construção utiliza plástico PC-ABS e a versão brasileira analisada vem na cor Cloud Grey.

    Mesmo sendo um notebook de 15,6 polegadas, o peso começa em aproximadamente 1,62 kg, enquanto a espessura fica em cerca de 17,9 mm.

    É um tamanho razoável para levar para faculdade ou trabalho, embora existam modelos menores e mais leves para quem precisa carregar o notebook diariamente.

    O teclado brasileiro possui bloco numérico, algo útil para Excel e atividades envolvendo números. Não há iluminação no teclado nesta configuração.

    Conexões: USB-C tem uma limitação importante

    O conjunto de portas inclui USB-A 2.0, USB-A 3.2 Gen 1, HDMI, entrada combinada para fone e microfone, leitor de cartão e USB-C 3.2 Gen 1.

    Mas atenção: a porta USB-C desta geração funciona apenas para transferência de dados.

    Ela não deve ser confundida com uma USB-C completa capaz de carregar o notebook ou enviar vídeo para um monitor.

    O notebook possui Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1, o que é positivo para uma máquina desta categoria.

    Webcam e bateria

    A webcam possui resolução HD de 1 MP e conta com obturador físico de privacidade. Serve para videochamadas e aulas, mas não espere qualidade de imagem de câmeras Full HD encontradas em notebooks mais caros.

    A bateria tem capacidade de 42 Wh. É uma bateria relativamente pequena, mas combina com um processador da série U focado em eficiência energética.

    A autonomia real varia bastante conforme brilho da tela, quantidade de programas abertos, chamadas de vídeo e tipo de uso. Portanto, não faz sentido prometer um número fixo de horas apenas pela ficha técnica.

    Ficha técnica do Lenovo IdeaPad 1i 83QJ0001BO

    Processador Intel Core i3-1315U
    CPU 6 núcleos / 8 threads, até 4,5 GHz
    Gráficos Intel UHD integrada
    Memória RAM 8 GB DDR4-3200 soldados
    Expansão 1 slot SODIMM, até 16 GB no total
    Armazenamento SSD NVMe de 256 GB
    Tela 15,6″, Full HD, TN, 250 nits, 60 Hz
    Bateria 42 Wh
    Webcam HD 1 MP com obturador de privacidade
    Wi-Fi Wi-Fi 6
    Bluetooth 5.1
    Peso A partir de 1,62 kg
    Sistema Windows 11 Home

    Quanto vale pagar no Lenovo IdeaPad 1i?

    Aqui está a parte mais importante deste review.

    preço ideal para comprar o Lenovo IdeaPad 1i

    O IdeaPad 1i é um notebook interessante, mas não vale qualquer preço.

    Em outubro de 2026, encontramos anúncios da configuração 83QJ0001BO que passam de R$ 3.000 e, em alguns marketplaces, chegam muito acima disso. Nessa faixa ele perde boa parte do sentido, porque começa a disputar espaço com notebooks mais novos e modelos com características melhores.

    Preço excelente: até aproximadamente R$ 2.500.

    Bom preço: entre aproximadamente R$ 2.500 e R$ 2.800.

    Vale comparar: entre R$ 2.800 e R$ 3.000.

    Acima de R$ 3.000: procuraríamos outras opções antes de comprar.

    Como referência, notebooks concorrentes utilizando o mesmo Core i3-1315U aparecem próximos da casa dos R$ 3.000. Portanto, o IdeaPad precisa compensar no preço, principalmente por utilizar uma tela TN.

    Pontos fortes e fracos

    Pontos fortes

    • Core i3-1315U entrega bom desempenho para a categoria.
    • 6 núcleos e 8 threads.
    • SSD NVMe.
    • 8 GB de RAM já instalados.
    • Possibilidade de aumentar a memória para 16 GB.
    • Tela Full HD.
    • Wi-Fi 6.
    • Teclado numérico.
    • Peso razoável para um notebook de 15,6″.

    Pontos fracos

    • Tela TN com ângulos de visão limitados.
    • Somente 256 GB de armazenamento.
    • USB-C serve apenas para dados.
    • Teclado sem iluminação.
    • Intel UHD não é indicada para jogos pesados.
    • Perde o custo-benefício rapidamente quando passa de R$ 3.000.

    Lenovo IdeaPad 1i vale a pena em 2026?

    Vale a pena se estiver barato.

    O maior mérito do IdeaPad 1i é não utilizar um processador excessivamente fraco. O Core i3-1315U oferece desempenho suficiente para transformar esse notebook em uma boa máquina para faculdade, escola, escritório, navegação, home office e tarefas domésticas.

    A possibilidade de aumentar a memória para 16 GB também ajuda bastante na longevidade.

    Por outro lado, a Lenovo economizou na tela. O painel TN de 250 nits é o componente que mais denuncia a categoria de entrada do produto.

    Por isso, nosso veredito depende diretamente do preço.

    Encontrou perto de R$ 2.500? É uma compra interessante.

    Está chegando aos R$ 3.000? Comece a comparar.

    Passou claramente de R$ 3.000? Existem alternativas que merecem ser consideradas antes dele.

    Perguntas frequentes

    O Lenovo IdeaPad 1i com Core i3 é bom?

    Sim. O Core i3-1315U possui 6 núcleos e 8 threads e atende muito bem tarefas como estudos, pacote Office, navegação, videochamadas e trabalho cotidiano.

    É possível aumentar a RAM do IdeaPad 1i?

    Sim. Nesta configuração existem 8 GB soldados e um slot SODIMM. A Lenovo informa suporte oficial a até 16 GB no total.

    O IdeaPad 1i roda jogos?

    Jogos leves e competitivos podem rodar com ajustes gráficos, mas a Intel UHD integrada não transforma o notebook em uma máquina gamer.

    A tela do IdeaPad 1i é IPS?

    Não nesta configuração 83QJ0001BO. Ela utiliza painel TN de 15,6 polegadas, resolução Full HD, 250 nits e 60 Hz.

    O USB-C carrega o notebook?

    Não. A Lenovo especifica o USB-C deste modelo como uma conexão para transferência de dados.

    256 GB são suficientes?

    Para estudos, documentos e arquivos na nuvem podem ser suficientes. Quem instala muitos jogos ou armazena grandes quantidades de fotos e vídeos provavelmente precisará de mais espaço.

  • Galaxy A57 5G vale a pena em 2026? Review do Samsung que finalmente caiu de preço

    Galaxy A57 5G vale a pena em 2026? Review do Samsung que finalmente caiu de preço

    O Galaxy A57 5G chegou ao Brasil ocupando uma posição complicada: ele era o melhor intermediário tradicional da Samsung, mas custava caro demais para um aparelho que ainda ficava abaixo da linha Galaxy S.

    Meses depois, a situação mudou bastante.

    Com a versão de 256 GB aparecendo perto da faixa de R$ 2.300, o Galaxy A57 começa a entregar uma combinação muito mais convincente de tela AMOLED de 120 Hz, construção premium, resistência IP68, processador Exynos 1680, câmera principal de 50 MP com estabilização óptica e seis gerações de atualizações.

    Mas ele não é perfeito. O desempenho ainda fica atrás de alguns concorrentes focados em jogos, não existe câmera teleobjetiva e a Samsung continua usando uma câmera macro de 5 MP em um celular que originalmente chegou perto dos R$ 4 mil.

    Atualizado em 5 de outubro de 2026.

    Transparência BaratoTech: este review é uma análise editorial baseada na ficha técnica oficial da Samsung, preços encontrados no varejo brasileiro e resultados publicados por veículos que testaram o aparelho. O BaratoTech não realizou teste físico de laboratório desta unidade.

    Galaxy A57 5G em 1 minuto

    • Vale a pena? Sim, principalmente perto ou abaixo de R$ 2.400.
    • Tela: Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas, Full HD+ e 120 Hz.
    • Processador: Exynos 1680 de 4 nm.
    • Memória: 8 GB de RAM.
    • Armazenamento: 128 GB ou 256 GB no Brasil.
    • Câmera principal: 50 MP com OIS.
    • Ultrawide: 12 MP.
    • Macro: 5 MP.
    • Selfie: 12 MP.
    • Bateria: 5.000 mAh.
    • Carregamento: Super Fast Charging 2.0 de até 45 W.
    • Proteção: IP68 e Gorilla Glass Victus+.
    • Sistema de lançamento: Android 16 com One UI 8.5.
    • Atualizações: até seis gerações de Android e seis anos de atualizações de segurança.
    • Extras: 5G, NFC, eSIM, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0 e som estéreo.

    Veredito rápido: por aproximadamente R$ 2.300, o Galaxy A57 5G é um dos Samsungs mais equilibrados para quem quer boa tela, construção premium, câmera confiável e muitos anos de atualizações. Para jogos pesados, porém, existem concorrentes mais fortes pelo mesmo dinheiro.

    Quanto vale pagar no Galaxy A57 5G?

    Este é o ponto que muda completamente o review.

    O Galaxy A57 5G chegou ao Brasil por R$ 3.599 na versão de 128 GB e R$ 3.999 na versão de 256 GB. Por esses valores, a recomendação era difícil.

    Em outubro de 2026, porém, a versão de 256 GB já apareceu no varejo nacional por aproximadamente R$ 2.299 no Pix.

    Preço do Galaxy A57 5G 256 GB Veredito BaratoTech
    Até R$ 2.300 Excelente compra
    R$ 2.300 a R$ 2.500 Vale muito a pena
    R$ 2.500 a R$ 2.800 Boa compra, mas compare alternativas
    R$ 2.800 a R$ 3.200 Só compraria se você priorizar Samsung e atualizações
    Acima de R$ 3.200 Começa a perder bastante o custo-benefício

    Preço ideal BaratoTech: entre R$ 2.200 e R$ 2.500 na versão de 256 GB.

    Perto de R$ 2.300, o A57 fica especialmente interessante porque já entra no território dos intermediários premium sem carregar o preço de lançamento.

    Design: parece mais caro do que realmente custa

    Um dos maiores acertos do Galaxy A57 está na construção.

    Ele tem apenas 6,9 mm de espessura e pesa 179 gramas, números interessantes para um celular com tela grande de 6,7 polegadas e bateria de 5.000 mAh.

    A Samsung também utiliza vidro Gorilla Glass Victus+ na parte frontal e traseira, acabamento metálico e certificação IP68 contra água e poeira.

    Na prática, isso aproxima a sensação de uso do A57 da encontrada em aparelhos mais caros da família Galaxy.

    O módulo traseiro com três câmeras continua deixando claro que estamos diante de um Galaxy A, mas o aparelho ficou mais fino, leve e com bordas menores.

    Ponto forte: construção, resistência e acabamento estão entre os melhores argumentos do A57.

    Tela Super AMOLED Plus de 120 Hz continua sendo um dos destaques

    A Samsung raramente decepciona neste ponto.

    O Galaxy A57 possui uma tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz.

    Para redes sociais, YouTube, streaming, navegação e jogos, é uma tela excelente para a categoria.

    Os 120 Hz deixam movimentos e animações mais suaves, enquanto o AMOLED entrega contraste forte, preto profundo e cores bastante agradáveis.

    Testes independentes também apontaram a tela como um dos pontos mais fortes do aparelho, inclusive para utilização em ambientes externos.

    Quem está saindo de um celular básico ou intermediário antigo provavelmente perceberá uma evolução significativa logo nos primeiros minutos de uso.

    Exynos 1680: ficou mais rápido, mas não virou celular gamer

    O coração do Galaxy A57 é o Exynos 1680, acompanhado por 8 GB de RAM.

    Galaxy A57 5G com processador Exynos 1680
    O Exynos 1680 melhorou o desempenho, mas o A57 não é focado em jogos extremos.

    A Samsung melhorou CPU, GPU e processamento de inteligência artificial em comparação com a geração anterior. No uso cotidiano, o conjunto oferece desempenho de sobra para WhatsApp, Instagram, navegador, câmera, streaming, aplicativos bancários e multitarefa.

    Ele também consegue rodar jogos atuais.

    O problema aparece quando colocamos o A57 contra aparelhos criados quase exclusivamente para entregar desempenho.

    Celulares POCO e alguns concorrentes equipados com chips mais agressivos podem entregar mais quadros por segundo e maior margem gráfica na mesma faixa de preço.

    Isso não transforma o A57 em um celular lento. Muito pelo contrário: ele é rápido para uso comum e suficientemente poderoso para a maioria das pessoas.

    A diferença está no público.

    Para uso diário: excelente.

    Para jogos ocasionais: muito bom.

    Para quem compra celular pensando principalmente em jogos pesados: existem opções melhores.

    Câmeras: 50 MP com OIS continua sendo a estrela

    Câmera de 50 MP do Galaxy A57

    O Galaxy A57 possui três câmeras traseiras:

    • Principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem;
    • Ultrawide de 12 MP;
    • Macro de 5 MP.

    Na frente, há uma câmera de 12 MP.

    A principal é claramente a câmera mais importante do conjunto. A estabilização óptica ajuda principalmente em ambientes com menos luz e durante gravações, enquanto o processamento da Samsung tende a entregar resultados prontos para compartilhar nas redes sociais.

    A ultrawide de 12 MP é útil para paisagens, ambientes e fotos em grupo.

    Já a macro de 5 MP é o componente mais difícil de defender. Funciona para fotografar objetos muito próximos, mas uma teleobjetiva seria muito mais interessante em um aparelho deste nível.

    E essa talvez seja a maior limitação do conjunto fotográfico do A57.

    Não existe zoom óptico dedicado.

    Quem fotografa muito shows, viagens, animais ou objetos distantes encontrará uma vantagem real em aparelhos equipados com câmera teleobjetiva.

    Fotos à noite melhoraram?

    A Samsung deu atenção especial ao processamento noturno nesta geração.

    O Galaxy A57 utiliza processamento de imagem aprimorado e recursos de Nightography para tentar reduzir ruído e preservar mais detalhes quando existe pouca iluminação.

    Os resultados reportados em testes independentes são bons para um intermediário, especialmente com a câmera principal, mas não espere o mesmo nível de consistência de um Galaxy S topo de linha.

    Em cenas difíceis e principalmente com objetos em movimento, os celulares premium ainda levam vantagem.

    Bateria de 5.000 mAh é boa, mas não é gigante

    A bateria possui 5.000 mAh.

    Hoje já existem celulares intermediários ultrapassando 6.000 mAh, portanto o número do A57 não impressiona apenas olhando a ficha técnica.

    Isso não significa autonomia ruim.

    A eficiência do conjunto permite atravessar um dia de utilização com tranquilidade na maioria dos cenários e a própria Samsung estima autonomia de até dois dias dependendo do perfil de uso.

    Outro avanço importante está no carregamento Super Fast Charging 2.0 de até 45 W.

    A Samsung informa que o aparelho consegue recuperar aproximadamente 60% da bateria em cerca de 30 minutos usando um carregador compatível.

    Não está entre os carregamentos mais rápidos da indústria, mas é suficiente para corrigir uma das antigas desvantagens dos intermediários Galaxy.

    Seis atualizações são uma vantagem enorme

    Este é um ponto que muitas comparações de ficha técnica deixam passar.

    A Samsung promete até seis gerações de atualizações do sistema operacional e seis anos de atualizações de segurança para o Galaxy A57.

    Para alguém que pretende ficar quatro, cinco ou até seis anos com o mesmo celular, isso pesa bastante na decisão.

    Um aparelho pode ter processador um pouco mais rápido hoje, mas perder valor no longo prazo se receber menos atualizações ou suporte irregular.

    O A57 também saiu de fábrica com Android 16 e One UI 8.5.

    Inteligência artificial e recursos da Samsung

    O Galaxy A57 recebe vários recursos de software que antes chamavam mais atenção nos modelos premium.

    Entre eles estão Circule para Pesquisar, Apagador de Objetos, Melhor Rosto, sugestões de edição, ferramentas de edição de vídeo, integração com Gemini e recursos da Samsung Wallet.

    Não é o pacote completo encontrado na linha Galaxy S, mas ajuda a aumentar a vida útil e a utilidade do aparelho.

    O NFC também permite pagamentos por aproximação e o aparelho possui suporte a eSIM.

    Galaxy A57 5G ou Galaxy A56?

    A resposta depende quase totalmente da diferença de preço.

    Se o Galaxy A56 estiver várias centenas de reais mais barato, ele continua sendo uma alternativa interessante porque mantém uma experiência semelhante em muitos aspectos.

    Mas quando A56 e A57 aparecem praticamente no mesmo preço, não existe muito motivo para escolher o modelo antigo.

    O A57 é mais novo, mais fino e leve, melhora desempenho, resistência e conectividade e começa com mais tempo de vida útil pela frente.

    Diferença pequena de preço: escolha o A57.

    Diferença grande de preço: o A56 ainda pode ter melhor custo-benefício.

    Galaxy A57 ou Motorola Edge 70?

    Essa é uma comparação bem mais interessante.

    O Edge 70 tem tela de resolução mais alta, construção extremamente fina, carregamento sem fio e câmeras bastante competitivas.

    O Galaxy A57 responde com o ecossistema Samsung, suporte prolongado, interface One UI, boa câmera principal e uma política de atualizações muito forte.

    Se os dois estiverem custando praticamente a mesma coisa, eu escolheria da seguinte forma:

    • Galaxy A57: para quem prioriza atualizações, Samsung, software, câmera consistente e uso por muitos anos.
    • Edge 70: para quem prioriza design ultrafino, tela de maior resolução e carregamento sem fio.

    Pontos fortes do Galaxy A57 5G

    • Tela Super AMOLED Plus de 120 Hz muito boa;
    • Design fino e relativamente leve;
    • Construção premium;
    • Proteção IP68;
    • Gorilla Glass Victus+;
    • Boa câmera principal com OIS;
    • 8 GB de RAM;
    • Bom desempenho no dia a dia;
    • Bateria confiável;
    • Carregamento de 45 W;
    • Wi-Fi 6E e Bluetooth 6.0;
    • NFC e eSIM;
    • Seis gerações de atualizações;
    • One UI bastante completa.

    O que poderia ser melhor

    • Não possui câmera teleobjetiva;
    • Macro de 5 MP agrega pouco pelo preço;
    • Desempenho em jogos fica abaixo de alguns rivais;
    • Bateria de 5.000 mAh já não impressiona em capacidade;
    • Carregamento de 45 W ainda é bem mais lento que alguns concorrentes chineses;
    • Preço de lançamento foi alto demais.

    Ficha técnica do Galaxy A57 5G

    Tela 6,7″ Super AMOLED Plus, FHD+, até 120 Hz
    Processador Samsung Exynos 1680, 4 nm
    RAM 8 GB
    Armazenamento 128 GB ou 256 GB
    Câmera principal 50 MP, f/1.8, OIS
    Ultrawide 12 MP
    Macro 5 MP
    Selfie 12 MP
    Vídeo Até 4K a 30 fps na câmera traseira
    Bateria 5.000 mAh
    Carregamento Super Fast Charging 2.0, até 45 W
    Proteção IP68 e Gorilla Glass Victus+
    Conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0, NFC e eSIM
    Som Estéreo
    Sistema de lançamento Android 16 com One UI 8.5
    Atualizações Até 6 gerações de Android e 6 anos de segurança
    Dimensões 161,5 x 76,8 x 6,9 mm
    Peso 179 g

    Galaxy A57 5G vale a pena em 2026?

    Sim, principalmente quando custa entre R$ 2.200 e R$ 2.500.

    O Galaxy A57 não tenta ser o celular mais poderoso da faixa de preço. O seu principal argumento é outro: equilíbrio.

    Ele combina uma excelente tela AMOLED, construção premium, IP68, desempenho suficiente para praticamente qualquer tarefa comum, câmera principal competente, bateria confiável e uma das melhores políticas de atualização entre os intermediários.

    Por R$ 3.500 ou R$ 4.000, eu procuraria alternativas.

    Por aproximadamente R$ 2.300, porém, a conversa é completamente diferente.

    Nessa faixa, o Galaxy A57 passa a ser uma das opções Samsung mais fáceis de recomendar para quem quer comprar um celular agora e continuar utilizando por vários anos.

    Veredito BaratoTech: o Galaxy A57 começou caro demais, mas a queda de preço resolveu o seu maior defeito. Perto de R$ 2.300 na versão de 256 GB, entrega tela, construção, câmeras, resistência e suporte de software suficientes para ser um dos intermediários mais equilibrados da Samsung em 2026.

    Perguntas frequentes

    Galaxy A57 5G é bom?

    Sim. Ele é especialmente indicado para quem procura tela AMOLED de qualidade, boa câmera principal, construção resistente, bom desempenho no cotidiano e vários anos de atualizações.

    Galaxy A57 é bom para jogos?

    Sim para jogos casuais e até vários títulos pesados, mas existem celulares mais indicados para jogadores que priorizam desempenho máximo e taxas de quadros elevadas.

    Galaxy A57 tem resistência à água?

    Sim. Ele possui certificação IP68 contra água e poeira dentro das condições especificadas pela Samsung.

    Galaxy A57 tem NFC?

    Sim. O aparelho possui NFC e é compatível com pagamentos por aproximação.

    Galaxy A57 tem eSIM?

    Sim. A versão brasileira possui suporte a eSIM.

    Galaxy A57 tem câmera com estabilização óptica?

    Sim. A câmera principal de 50 MP possui OIS.

    Galaxy A57 tem cartão de memória?

    Não há slot dedicado para expansão por microSD. Para quem guarda muitas fotos, vídeos e jogos, a versão de 256 GB é a escolha mais segura.

    Quanto vale pagar no Galaxy A57?

    O BaratoTech considera aproximadamente R$ 2.200 a R$ 2.500 uma faixa muito boa para a versão de 256 GB. Perto ou abaixo de R$ 2.300, o custo-benefício fica especialmente forte.

    Galaxy A57 ou A56: qual comprar?

    Com preços próximos, prefira o Galaxy A57. O A56 só fica mais interessante se aparecer consideravelmente mais barato.