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  • Gemini no Android Auto agora pode usar Gmail, Fotos e Agenda: veja como funciona

    Gemini no Android Auto agora pode usar Gmail, Fotos e Agenda: veja como funciona

    O Gemini no Android Auto está ficando muito mais pessoal. O Google começou a liberar a Inteligência Pessoal, ou Personal Intelligence, recurso que permite ao assistente usar informações de serviços como Gmail, Google Agenda, Google Fotos, Maps, YouTube e Pesquisa para responder a pedidos enquanto o motorista está no carro.

    Com a permissão do usuário, será possível perguntar pelo portão de um voo salvo no e-mail, pedir uma rota para um compromisso da agenda ou até encontrar um lugar que apareceu em uma foto antiga sem precisar mexer no celular.

    A novidade começou a ser distribuída em 20 de outubro de 2026 e chega primeiro ao Android Auto. Carros que possuem o Google integrado de fábrica também receberão o recurso nos próximos meses.

    Resumo rápido

    • O Gemini no Android Auto começou a receber a Inteligência Pessoal.
    • O recurso pode utilizar informações de Gmail, Google Agenda, Fotos, Maps, YouTube e Pesquisa.
    • É necessário autorizar a conexão dos aplicativos.
    • A função pode ser desativada pelo usuário.
    • O Brasil não aparece entre as regiões excluídas pelo Google.
    • A distribuição é gradual, então o recurso pode não aparecer imediatamente para todas as contas.
    • Contas pessoais elegíveis precisam pertencer a usuários com 18 anos ou mais.
    • Contas corporativas, empresariais e educacionais do Google Workspace não estão incluídas nesta primeira liberação.

    O que mudou no Gemini do Android Auto?

    O Gemini já podia ser usado no Android Auto para conversar, procurar destinos, iniciar navegação, controlar músicas, fazer ligações e enviar mensagens.

    A diferença agora é que o assistente pode, com autorização, recorrer a informações pessoais armazenadas em diferentes serviços do Google para entender melhor o contexto de uma pergunta.

    Em vez de o motorista precisar informar endereço, horário, nome do estabelecimento ou procurar uma mensagem antes de sair, o Gemini pode tentar encontrar essa informação nas fontes conectadas.

    Serviço Como pode ajudar no carro
    Gmail Encontrar informações em e-mails, como detalhes de uma viagem ou compromisso
    Google Agenda Identificar compromissos e ajudar a iniciar uma rota
    Google Fotos Localizar informações ou lugares presentes em fotos do usuário
    Google Maps Usar locais salvos e preferências para ajudar na navegação
    Pesquisa Google Combinar informações pessoais com dados pesquisados na internet
    YouTube Usar informações relacionadas ao histórico e preferências quando aplicável

    O que dá para pedir ao Gemini enquanto dirige?

    Um dos exemplos apresentados pelo próprio Google envolve uma viagem de avião.

    O motorista pode perguntar algo como qual é o portão de embarque de seu voo e se ele está no horário. Em vez de abrir o Gmail para procurar a confirmação da passagem e depois fazer outra pesquisa sobre o voo, o Gemini pode combinar as informações necessárias para responder.

    Outro exemplo envolve compromissos. Em vez de lembrar o endereço do consultório, o usuário poderia pedir para o Gemini levá-lo até o compromisso médico armazenado em sua agenda.

    O Google também mostrou uma situação mais incomum: pedir ao Gemini para encontrar um lava-rápido que aparecia em uma foto tirada anteriormente e iniciar a navegação até o local.

    A ideia é reduzir a necessidade de procurar manualmente informações no celular enquanto se está ao volante.

    Gemini com Inteligência Pessoal funciona no Brasil?

    O Brasil está entre os países potencialmente atendidos pela nova liberação.

    O Google informa que a Inteligência Pessoal para carros está sendo distribuída para contas pessoais elegíveis de usuários com 18 anos ou mais em diferentes países.

    As regiões explicitamente excluídas nesta primeira fase são o Espaço Econômico Europeu, Suíça, Reino Unido e Nigéria. Como o Brasil não aparece nessa relação, usuários brasileiros elegíveis podem receber o recurso.

    Isso, porém, não significa que a função aparecerá imediatamente para todas as pessoas no Brasil. O Google afirma que a distribuição é gradual.

    Por isso, não encontrar a opção no aplicativo hoje não significa necessariamente que seu celular ou carro seja incompatível.

    Como ativar a Inteligência Pessoal do Gemini

    Quem já ativou a Inteligência Pessoal no aplicativo do Gemini não precisa fazer uma configuração separada apenas para o Android Auto. Segundo o Google, as preferências acompanham o usuário quando ele entra no carro.

    Para contas que já receberam o recurso, o processo de ativação pode ser feito pelo Gemini:

    1. Abra o aplicativo Gemini no celular.
    2. Procure pelo aviso ou cartão da Inteligência Pessoal.
    3. Toque para começar a configuração.
    4. Escolha quais aplicativos do Google poderão ser conectados.
    5. É possível conectar todos os serviços disponíveis ou selecionar apenas alguns.
    6. Confirme as opções apresentadas na tela.

    As opções também podem ser gerenciadas posteriormente nas configurações de aplicativos conectados do Gemini.

    Como a distribuição é gradual, o menu pode ainda não aparecer para todas as contas.

    O Gemini passa a ler todos os seus e-mails e fotos?

    Não é correto interpretar a novidade como uma liberação automática de todos os dados pessoais assim que o usuário entra no carro.

    Segundo o Google, os aplicativos não são conectados à Inteligência Pessoal até que o usuário escolha ativar o recurso.

    Também é possível escolher quais serviços serão conectados e alterar essas opções posteriormente.

    Isso é especialmente importante porque a utilidade da nova função depende justamente do nível de acesso autorizado. Quem não quiser utilizar a Inteligência Pessoal pode continuar usando funções tradicionais do Gemini no carro, como navegação, chamadas, música e perguntas gerais, mas sem o mesmo nível de personalização.

    Quais são os requisitos para usar Gemini no Android Auto?

    A documentação do Google informa alguns requisitos básicos para utilizar o Gemini através do Android Auto.

    Requisito Necessário
    Versão do Android Android 11 ou mais recente
    Memória RAM Pelo menos 2 GB
    Assistente Gemini configurado como assistente digital
    Carro Compatível com Android Auto
    Conta para Inteligência Pessoal Conta pessoal elegível de usuário com 18 anos ou mais

    Além desses requisitos, funções específicas podem depender da conta, idioma, país, aplicativos conectados e do estágio da distribuição.

    Android Auto e Google integrado não são a mesma coisa

    Existe outro detalhe que pode gerar confusão.

    O Android Auto normalmente utiliza o smartphone conectado ao sistema multimídia do veículo. Já os carros com Google integrado, também conhecido como Google built-in, possuem serviços do Google incorporados ao próprio sistema do automóvel.

    A Inteligência Pessoal começou a ser liberada primeiro no Android Auto. Segundo o Google, veículos com Google integrado receberão a função nos próximos meses.

    Portanto, dois carros usando o Gemini podem receber essa novidade em momentos diferentes dependendo da plataforma utilizada.

    Por que essa atualização é mais importante do que parece?

    Até agora, boa parte dos assistentes de voz para carros funcionava principalmente a partir de comandos relativamente diretos: tocar uma música, ligar para alguém, enviar uma mensagem ou navegar até determinado endereço.

    A Inteligência Pessoal tenta eliminar uma etapa importante desse processo: o usuário precisar fornecer todas as informações ao assistente.

    Se o sistema consegue encontrar o horário de um compromisso, identificar onde ele acontecerá e iniciar a navegação apenas a partir de uma pergunta natural, a experiência passa a se aproximar mais de um assistente que conhece o contexto do usuário.

    Essa mudança também faz parte de um movimento maior de levar inteligência artificial para além da tela tradicional do smartphone. O BaratoTech já mostrou como Google, Samsung e outras empresas estão levando assistentes de IA para óculos inteligentes.

    Análise BaratoTech: utilidade aumenta, mas o controle dos dados fica ainda mais importante

    A nova função resolve um problema real do uso de assistentes no carro: muitas vezes a informação que você precisa já está em algum lugar do seu celular, mas o assistente não possui contexto suficiente para encontrá-la.

    Um sistema capaz de relacionar um compromisso da agenda, um endereço, um e-mail e uma rota pode ser particularmente útil enquanto o motorista precisa manter as mãos no volante e os olhos na estrada.

    Por outro lado, quanto mais serviços são conectados ao Gemini, maior é a quantidade de informações pessoais que podem participar dessa experiência.

    Por isso, talvez a configuração mais importante não seja simplesmente ativar tudo, mas decidir quais aplicativos realmente precisam estar conectados.

    Para uma pessoa que utiliza intensamente Gmail e Agenda, a integração pode ser bastante útil. Para quem não precisa que fotos ou histórico de outros serviços participem das respostas, manter determinados aplicativos desconectados pode fazer mais sentido.

    O ponto positivo é que o Google tornou a função opcional e permite gerenciar os aplicativos conectados.

    Perguntas frequentes

    O Gemini no Android Auto pode acessar meu Gmail?

    Sim, desde que a conta seja elegível para a Inteligência Pessoal e o usuário autorize a conexão dos serviços correspondentes. O Gemini pode utilizar informações do Google Workspace, incluindo Gmail e Agenda, para responder a determinadas solicitações.

    O Gemini consegue usar minhas fotos no Android Auto?

    A Inteligência Pessoal pode utilizar informações do Google Fotos em regiões e contas compatíveis quando o usuário conecta o serviço. Um dos exemplos apresentados pelo Google envolve encontrar um estabelecimento que aparecia em uma foto anterior.

    A nova função está disponível no Brasil?

    O Brasil não aparece entre as regiões excluídas da distribuição anunciada pelo Google. Entretanto, a liberação é gradual e pode ainda não estar disponível em todas as contas brasileiras.

    Preciso pagar para usar o Gemini no Android Auto?

    O anúncio do Google não apresenta uma cobrança específica para usar a Inteligência Pessoal no Android Auto. A disponibilidade depende principalmente de conta elegível, região, aplicativos conectados e distribuição do recurso.

    Posso usar o Android Auto sem conectar meus e-mails e fotos?

    Sim. A Inteligência Pessoal é opcional. O usuário pode continuar utilizando recursos como navegação, música, chamadas e perguntas ao Gemini sem conectar todos os serviços pessoais.

    Qual celular é necessário para usar Gemini no Android Auto?

    Segundo a documentação do Google, é necessário um smartphone com Android 11 ou versão mais recente, pelo menos 2 GB de RAM e o Gemini configurado como assistente digital, além de um veículo compatível com Android Auto.

    Fontes

  • Apple revela fornecedores nos EUA para câmera do iPhone 18 Pro e titânio do Duo

    Apple revela fornecedores nos EUA para câmera do iPhone 18 Pro e titânio do Duo

    A Apple detalhou em 20 de outubro de 2026 a participação de duas fornecedoras americanas nos novos iPhones: a Qnity Electronics produzirá filmes avançados para a abertura variável da câmera do iPhone 18 Pro, enquanto a Perryman fornecerá titânio usado no iPhone Duo. A produção desses materiais e componentes ocorre nos Estados Unidos.

    A notícia é sobre a cadeia de fabricação, não sobre uma câmera anunciada pela primeira vez. Os aparelhos já haviam sido apresentados em setembro; agora, a Apple explica quem participa da produção de tecnologias que eles utilizam.

    O que realmente é novo no anúncio da Apple?

    O comunicado amplia a parceria com a Qnity e detalha o acordo com a Perryman dentro do American Manufacturing Program (AMP). A Qnity já integrava o programa desde março: não é uma fornecedora que acaba de entrar.

    Componente Empresa Produto O que a empresa fará
    Filmes avançados para o sistema de abertura variável Qnity Electronics iPhone 18 Pro Produzir nos EUA materiais essenciais ao mecanismo da câmera principal.
    Titânio usado na estrutura Perryman Company iPhone Duo Fundir, forjar e laminar o metal em Houston, na Pensilvânia.

    A Apple também anuncia um compromisso de até US$ 100 milhões com a Perryman ao longo de três anos. É um limite de compromisso futuro, não a confirmação de que todo esse dinheiro já foi gasto. O comunicado não informa um valor específico para a expansão com a Qnity.

    O que já sabíamos e o que a Apple revelou agora

    Já era conhecido

    Na apresentação de 9 de setembro, a Apple já havia divulgado a câmera Fusion principal de 48 MP com abertura variável e controles manuais do iPhone 18 Pro. A página oficial lista as opções ƒ/1.48, ƒ/1.8, ƒ/2.8 e ƒ/4.0. O uso de titânio grau 5 no Duo também constava do anúncio de setembro.

    Revelado ou detalhado em 20 de outubro

    A novidade está na ampliação do trabalho com a Qnity e no papel industrial da Perryman: fornecedores, materiais, etapas de produção, origem americana e compromisso financeiro. O percentual mínimo de material reciclado do titânio processado nessa parceria também é detalhado no comunicado.

    Assim, a abertura variável é contexto técnico; a fabricação é a notícia. A nota de outubro não deve ser apresentada como um novo lançamento de câmera.

    Como a Perryman produz o titânio do iPhone Duo?

    Segundo a Apple, o titânio processado pela Perryman para o Duo contém pelo menos 80% de material reciclado. O percentual se refere ao metal dessa parceria, não ao peso total do celular nem, automaticamente, a todas as peças da estrutura.

    A unidade fica em Houston, na Pensilvânia — não em Houston, no Texas. As etapas citadas são fundição, forjamento e laminação: o metal é fundido e depois conformado por processos mecânicos até chegar às formas necessárias à fabricação.

    Titânio grau 5 é a designação da liga Ti-6Al-4V, composta principalmente de titânio com alumínio e vanádio. Não é titânio puro nem apenas um nome comercial para material “premium”. A liga combina resistência mecânica, baixa densidade e resistência à corrosão, conforme a documentação técnica da Smiths High Performance.

    Na prática, essas propriedades ajudam a explicar seu uso em estruturas nas quais resistência e peso importam. Elas não permitem, sozinhas, prometer que o aparelho resistirá a qualquer queda ou estabelecer uma vida útil para a dobradiça. O comunicado não apresenta testes independentes do produto.

    Por que o componente da câmera importa?

    Os filmes da Qnity fazem parte do sistema de abertura variável. A Apple não atribui à empresa a fabricação da câmera inteira nem detalha a composição dos filmes ou a função de cada camada; não há base para identificá-los como um filtro óptico específico.

    A abertura controla a passagem de luz pela lente. Entre as opções do iPhone 18 Pro, ƒ/1.48 é a abertura maior e deixa entrar mais luz. Já ƒ/4.0 é menor e pode ampliar a profundidade de campo: a faixa de distâncias que aparece suficientemente nítida na imagem, mantidas as demais condições.

    Abertura Principal característica Quando pode ser útil
    ƒ/1.48 Maior entrada de luz entre as opções Ambientes pouco iluminados
    ƒ/1.8 Equilíbrio entre luz e profundidade Retratos e uso geral
    ƒ/2.8 Maior profundidade que nas aberturas mais amplas Elementos em distâncias diferentes
    ƒ/4.0 Maior profundidade entre as opções Grupos e cenas com vários planos

    O ajuste é físico, feito antes de a luz chegar ao sensor; não se resume a aplicar desfoque por software. A fotografia computacional continua trabalhando junto com a óptica. Segundo a Apple, o aparelho ajusta a abertura automaticamente e também permite seleção manual pelos controles Pro.

    Isso não garante, por si só, uma foto melhor: foco, iluminação, movimento e processamento também influenciam o resultado. São recursos já anunciados, não melhorias adicionadas pelo acordo de outubro.

    O iPhone 18 Pro será fabricado nos Estados Unidos?

    O anúncio não confirma a fabricação integral nem a montagem final do iPhone 18 Pro nos EUA. Produzir materiais e componentes no país é diferente de produzir todo o aparelho ali.

    A Apple informa que quase 100 componentes presentes no Duo e no 18 Pro vêm de empresas americanas, com fornecedores em mais de uma dúzia de estados. Isso dimensiona a participação local, mas não equivale a dizer que 100% do telefone é americano.

    A empresa destaca essas parcerias como parte do AMP e de seu compromisso mais amplo de US$ 600 bilhões em quatro anos com manufatura e inovação nos Estados Unidos. Esse programa e o compromisso geral são contexto anterior, não um aporte inteiramente novo anunciado em 20 de outubro.

    O que muda para o consumidor?

    O comunicado torna mais clara a origem de parte das tecnologias e dos materiais. Ele não anuncia uma nova função de câmera, atualização de software, mudança de preço ou alteração de disponibilidade no Brasil ligada às parcerias.

    Para avaliar a compra, convém separar três coisas: os recursos já existentes no aparelho, a procedência dos componentes e o desempenho demonstrado em testes. A identificação de uma fornecedora não substitui uma avaliação prática, e o BaratoTech não testou os produtos para esta matéria.

    Para acompanhar outro anúncio recente da empresa, veja a matéria sobre o Apple HomeView, central para casa inteligente anunciada por US$ 299.

    Perguntas frequentes

    Quem fabrica o componente da abertura variável do iPhone 18 Pro?

    A Qnity produz filmes avançados usados nesse sistema. Isso não significa que ela fabrique toda a câmera.

    Quem fornece o titânio do iPhone Duo?

    A Perryman é a fornecedora identificada na parceria de outubro para processar o titânio na Pensilvânia.

    O iPhone 18 Pro é fabricado nos Estados Unidos?

    Há componentes produzidos no país. A nota não confirma montagem final americana nem fabricação integral nos EUA.

    O que é titânio grau 5?

    É a liga Ti-6Al-4V, usada pela combinação de resistência e baixa densidade. Não significa que todo o celular seja de titânio.

    O que significa abertura variável?

    É a possibilidade de alterar fisicamente a abertura da lente para controlar luz e profundidade de campo, em conjunto com os demais ajustes da câmera.

    A Apple anunciou alguma nova câmera em 20 de outubro?

    Não. O foco foi a fabricação de materiais e componentes; o sistema de câmera já havia sido apresentado em setembro.

    Fontes

  • Samsung TV Plus ganha Film Plus TV no canal 2697: veja como assistir grátis

    Samsung TV Plus ganha Film Plus TV no canal 2697: veja como assistir grátis

    Quem tem uma Smart TV Samsung compatível ganhou mais uma opção para assistir a filmes sem contratar outro serviço de streaming. O Film Plus TV já está disponível no Samsung TV Plus pelo canal 2697, com uma programação contínua que mistura filmes de diferentes gêneros e doramas.

    A proposta é diferente de Netflix, Prime Video ou outros serviços sob demanda. Em vez de abrir um catálogo e escolher exatamente o que assistir, o Film Plus TV funciona de maneira parecida com um canal de televisão tradicional: você entra no canal e acompanha o conteúdo que está passando naquele momento.

    O acesso é gratuito e não exige uma assinatura específica do Film Plus TV. Em contrapartida, a programação utiliza publicidade para financiar a transmissão.

    Resumo rápido

    • O Film Plus TV está disponível no Samsung TV Plus.
    • O número oficial do canal é 2697.
    • A programação inclui filmes de diferentes gêneros e doramas.
    • O canal funciona com programação linear, 24 horas por dia.
    • Não é necessário pagar uma mensalidade para assistir.
    • O serviço é financiado por anúncios.
    • É necessária uma Smart TV Samsung compatível conectada à internet.

    O que é o Film Plus TV?

    O Film Plus TV é um canal da distribuidora brasileira A2 Filmes, que tem ampliado a distribuição de seu catálogo em plataformas de televisão conectada.

    A descrição oficial da Samsung confirma uma programação com filmes de diferentes gêneros e doramas, disponível 24 horas por dia.

    A marca Film Plus já possui presença em outras plataformas de Smart TV e trabalha com canais temáticos dedicados a categorias como ação, drama, terror e conteúdo familiar. Isso, porém, não significa que todos esses canais temáticos estejam disponíveis separadamente no Samsung TV Plus.

    Na lista oficial da Samsung consultada para esta matéria, o Film Plus TV aparece na categoria Filmes pelo número 2697.

    Como assistir ao Film Plus TV na Smart TV Samsung?

    Na prática, não é necessário instalar um aplicativo separado do Film Plus TV. O canal faz parte do próprio Samsung TV Plus.

    1. Conecte sua Smart TV Samsung à internet.
    2. Abra o aplicativo Samsung TV Plus na tela inicial.
    3. Entre no guia ou na lista de canais.
    4. Vá até a categoria de filmes ou procure pelo número 2697.
    5. Selecione Film Plus TV para começar a assistir.

    O Samsung TV Plus transmite os canais pela internet, portanto não é necessário conectar uma antena específica ou contratar um pacote de TV por assinatura para acessar o Film Plus TV.

    Film Plus TV é realmente grátis?

    Sim, mas existe uma diferença importante entre “grátis” e “sem publicidade”.

    O Film Plus TV utiliza o modelo conhecido como FAST, sigla para Free Ad-Supported Streaming Television. Nesse formato, o espectador não paga uma mensalidade para assistir ao canal porque parte da operação é sustentada pela exibição de anúncios.

    Recurso Film Plus TV Streaming por assinatura tradicional
    Mensalidade específica Não Normalmente sim
    Publicidade Sim Depende do plano
    Programação linear Sim Normalmente não
    Escolher qualquer título a qualquer momento Não; o espectador acompanha a grade do canal Sim, na maioria dos casos, entre os títulos do catálogo
    Internet necessária Sim Sim

    É uma experiência mais próxima daquela de ligar a televisão e descobrir o que está passando do que de procurar durante vários minutos por um filme em um catálogo.

    Quais filmes e doramas estão disponíveis?

    As informações de lançamento da A2 Filmes, publicadas pelo Tela Viva, descrevem uma seleção de filmes de diferentes gêneros e doramas. Entretanto, as fontes consultadas não apresentam uma lista completa e fixa dos títulos exibidos no Samsung TV Plus.

    Por isso, seria incorreto tratar determinados filmes ou séries como permanentemente disponíveis. A grade pode mudar, e a maneira mais segura de conferir o conteúdo exibido naquele dia é abrir o guia de programação da própria TV.

    Esse detalhe também diferencia canais FAST de serviços tradicionais de vídeo sob demanda: um título que aparece na programação hoje pode não estar no mesmo horário ou nem fazer parte da grade em outro período.

    Por que a chegada do Film Plus TV é interessante?

    Um ponto prático é que o usuário encontra o canal dentro do Samsung TV Plus, já integrado às TVs Samsung compatíveis. Assim, pode experimentar a programação sem instalar um aplicativo separado.

    A própria Samsung informa atualmente que o Samsung TV Plus reúne mais de 150 canais gratuitos no Brasil, cobrindo categorias como filmes, séries, notícias, esportes, entretenimento e conteúdo infantil.

    Isso transforma a Smart TV em uma alternativa cada vez mais próxima de uma televisão por assinatura para quem aceita assistir a intervalos publicitários em troca de não pagar outra mensalidade.

    Para quem utiliza a televisão principalmente para Netflix, YouTube e outros aplicativos, vale abrir o Samsung TV Plus e consultar o guia: pode haver opções de entretenimento que ainda não conhece.

    Film Plus TV não aparece na sua Samsung? Veja o que verificar

    Se você procurar o canal 2697 e não encontrá-lo imediatamente, existem alguns pontos que vale conferir antes de concluir que o serviço não está disponível.

    Primeiro, verifique se a televisão está conectada à internet e se o Samsung TV Plus abre normalmente. Também vale fechar e abrir o aplicativo ou reiniciar a TV e consultar o guia novamente.

    Confira também a compatibilidade do modelo e a região configurada no aparelho. A Samsung informa que a disponibilidade e o conteúdo podem variar e ser alterados. Se o canal continuar ausente, consulte o suporte oficial da fabricante para o seu modelo.

    Outra opção é procurar diretamente pelo nome Film Plus TV dentro do guia, caso a navegação pelo número do canal não funcione.

    Vale a pena usar o Film Plus TV?

    Como o acesso não acrescenta uma nova mensalidade, o principal motivo para experimentar o Film Plus TV é simples: ele oferece mais uma fonte de filmes e produções asiáticas dentro de uma plataforma que já está instalada na televisão.

    Ele pode ser especialmente interessante para quem sente falta daquela experiência de apenas ligar a TV e encontrar algo para assistir, sem precisar escolher um título entre centenas de opções.

    Por outro lado, quem prefere decidir exatamente qual filme assistir e começar do início no horário que quiser continuará encontrando uma experiência mais flexível nos serviços sob demanda.

    O Film Plus TV não chega para substituir Netflix, Prime Video ou serviços semelhantes. A proposta é outra: oferecer programação contínua e gratuita em troca da presença de publicidade.

    Samsung TV Plus está ficando cada vez mais completo

    A chegada do Film Plus TV amplia o espaço dos canais FAST nas Smart TVs. Para quem já usa aplicativos pagos, essa integração oferece outra forma de encontrar entretenimento pela internet diretamente no sistema da televisão.

    No caso da Samsung, isso significa que uma pessoa pode ligar uma TV nova, conectá-la ao Wi-Fi e já encontrar dezenas de opções de entretenimento sem contratar um pacote adicional.

    Se você está pensando em trocar de televisão e quer entender melhor o sistema da fabricante, o BaratoTech também já analisou a Samsung Q7F de 55 polegadas, incluindo a experiência com Tizen e os recursos de streaming.

    Fontes

    A consulta à lista oficial da Samsung confirmou o Film Plus TV no canal 2697. As informações sobre a A2 Filmes e a expansão da marca foram conferidas no anúncio de lançamento publicado pelo Tela Viva. A avaliação sobre para quem o serviço faz sentido é editorial.

  • Starlink Mobile: SpaceX planeja rede de celular com satélites e antenas

    Starlink Mobile: SpaceX planeja rede de celular com satélites e antenas

    A SpaceX planeja combinar satélites e infraestrutura terrestre na Starlink Mobile para ampliar a conexão de celulares nos Estados Unidos. A proposta inclui cobertura em áreas sem sinal e dentro de construções, mas ainda depende de aprovações, implantação da rede e investimentos.

    O novo passo foi anunciado em 8 de outubro de 2026: um acordo para adquirir o portfólio nacional de licenças de 800 MHz da Grain Management. A análise da Reuters publicada em 16 de outubro mostra por que comprar frequências, por si só, não transforma a empresa em uma concorrente imediata de AT&T, Verizon e T-Mobile.

    Atualizado em 16 de outubro de 2026.

    Resumo rápido

    Ponto O que está confirmado
    Projeto Starlink Mobile, da SpaceX, com uma arquitetura que combina satélites e rede terrestre.
    Acordo Aquisição do portfólio de 800 MHz da Grain nos EUA, ainda sujeita à aprovação da FCC e a outras condições de fechamento.
    Espectro Até 14 MHz de espectro pareado na faixa de 800 MHz, segundo a SpaceX.
    Satélites A SpaceX informa autorização para 15 mil satélites Starlink Mobile. Isso não significa que todos já estejam em órbita.
    Investimento terrestre Mais de US$ 80 bilhões, segundo estimativa da TD Cowen citada pela Reuters; não é um orçamento anunciado pela SpaceX.
    Brasil Os anúncios consultados não confirmam lançamento, preço ou disponibilidade dessa nova rede híbrida própria no país.

    O que a SpaceX pretende fazer com a Starlink Mobile?

    A proposta é usar a cobertura dos satélites em conjunto com uma rede instalada no solo. A SpaceX apresentou essa arquitetura em seu comunicado de 8 de outubro, com o objetivo de oferecer conexão em diferentes ambientes nos Estados Unidos.

    Em locais afastados de torres, os satélites podem complementar a cobertura. Nas cidades, a infraestrutura terrestre pode oferecer capacidade e melhorar o atendimento aos aparelhos. A Reuters relata planos que incluem antenas em torres e telhados.

    Essa combinação ajuda a entender o projeto: a rede espacial amplia o alcance, enquanto a estrutura no solo enfrenta parte das limitações de uma conexão direta entre celular e satélite.

    Por que a faixa de 800 MHz importa?

    Celulares têm antenas pequenas e potência de transmissão limitada. A distância até os satélites e obstáculos como prédios dificultam uma conexão confiável, especialmente em ambientes urbanos.

    Segundo a SpaceX, o espectro de baixa frequência permitirá criar uma camada de cobertura capaz de atravessar obstáculos e atender dispositivos dentro de edifícios. Trata-se de um objetivo da arquitetura híbrida, não de uma garantia de conexão direta com satélites dentro de qualquer imóvel.

    A Grain confirmou o acordo em 8 de outubro. A transação envolve todo o seu portfólio nacional de 800 MHz e depende da aprovação da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, a FCC, além das demais condições de fechamento. O anúncio do acordo não equivale à conclusão da compra.

    O desafio pode exigir mais de US$ 80 bilhões

    Uma operadora precisa de muito mais do que licenças de frequência. Construir ou contratar uma rede terrestre também exige equipamentos, operação, atendimento, distribuição e sistemas para atender e cobrar os clientes.

    Na análise de 16 de outubro, a Reuters cita uma estimativa da TD Cowen superior a US$ 80 bilhões para construir a rede. Esse número é uma projeção de analistas, e não um compromisso de investimento divulgado pela SpaceX.

    A agência também informa que uma fonte estimou o acordo com a Grain em quase US$ 8 bilhões. Os comunicados oficiais consultados não divulgam o valor da transação. Portanto, o custo estimado da compra das frequências e o investimento projetado para construir a rede são números distintos.

    Os 15 mil satélites já estão funcionando?

    Não é isso que o anúncio informa. Segundo a SpaceX, a FCC autorizou o lançamento de 15 mil satélites Starlink Mobile de próxima geração, otimizados para espectro de 2 GHz. Essa autorização é diferente da aprovação ainda necessária para concluir a aquisição das licenças de 800 MHz.

    A quantidade autorizada não deve ser apresentada como uma frota já em operação. Lançar os equipamentos e implantar a rede são etapas diferentes de obter permissão regulatória.

    Isso vai funcionar automaticamente em qualquer celular?

    O anúncio não permite concluir isso. A Starlink já participa de serviços de conexão direta com celulares em parceria com operadoras, mas essa atuação não deve ser confundida com a implantação de uma rede própria completa nos Estados Unidos.

    A compatibilidade do aparelho, as frequências suportadas, as condições do serviço e a regulamentação continuam relevantes. O projeto também não significa a substituição imediata de todas as funções e da capacidade das redes celulares atuais.

    Leia também: sobre outra forma de conectividade móvel, veja a matéria Motorola lança relógio de R$ 4.999 no Brasil que funciona sem celular.

    A Starlink Mobile tem lançamento confirmado no Brasil?

    Os anúncios consultados não confirmam lançamento, preço, planos ou disponibilidade dessa nova rede híbrida própria no Brasil. O acordo de 800 MHz trata de licenças dos Estados Unidos; ele não autoriza automaticamente o uso dessas frequências em território brasileiro.

    Por isso, não há base nessas fontes para dizer que a Starlink Mobile já pode substituir Vivo, Claro ou TIM. Uma eventual oferta no país dependeria das condições técnicas, comerciais e regulatórias aplicáveis ao mercado brasileiro.

    O que o projeto pode mudar para quem usa celular?

    Se a proposta for implantada e alcançar seus objetivos, satélites e antenas terrestres poderão oferecer uma cobertura mais complementar: alcance em locais afastados e capacidade em áreas atendidas por infraestrutura no solo.

    Para o consumidor, porém, a utilidade depende de questões que vão além da cobertura anunciada: quais aparelhos serão aceitos, quais serviços funcionarão, quanto custará o acesso e onde ele estará disponível.

    A leitura do BaratoTech é que o acordo sinaliza uma ambição maior da SpaceX na telefonia móvel. O passo seguinte é transformar licenças e autorizações em uma rede operacional. O anúncio não oferece uma mudança imediata para o usuário brasileiro.

    Perguntas frequentes

    A compra das frequências já foi concluída?

    O anúncio da Grain, de 8 de outubro de 2026, informa um acordo definitivo sujeito à aprovação da FCC e a outras condições de fechamento. Acordo anunciado não é sinônimo de compra concluída.

    A proposta garante sinal de satélite dentro de casa?

    Não. A SpaceX apresenta a cobertura em edifícios como objetivo de uma arquitetura que combina satélites e infraestrutura terrestre. Isso não garante uma conexão direta com satélites em qualquer ambiente interno.

    Quando a Starlink Mobile chega ao Brasil e quanto vai custar?

    As fontes consultadas em 16 de outubro de 2026 não confirmam data, preço ou disponibilidade dessa nova rede híbrida própria para o Brasil.

    Fontes

  • Correios começam a receber celulares, notebooks e eletrônicos usados de graça

    Correios começam a receber celulares, notebooks e eletrônicos usados de graça

    Tem um celular antigo, notebook parado ou uma caixa cheia de cabos e fones que você não sabe onde descartar? Os Correios anunciaram, em comunicado de 14 de outubro de 2026, uma alternativa gratuita para entregar determinados equipamentos eletrônicos sem uso.

    O serviço está disponível em mais de 6 mil agências dos Correios que possuem o Balcão do Cidadão e pode ser utilizado sem agendamento prévio.

    Celulares, notebooks, tablets, fones de ouvido e cabos aparecem entre os itens aceitos. Outros eletrônicos de pequeno porte dependem das condições do serviço. O limite total é de até 30 kg por caixa.

    Mas existe um cuidado importante antes de entregar celular, tablet ou computador: apagar seus dados pessoais, desconectar contas e retirar chip e cartão de memória.

    Resumo rápido

    • O descarte é gratuito.
    • O serviço está disponível em mais de 6 mil agências com Balcão do Cidadão.
    • Não é necessário fazer agendamento.
    • O limite total é de até 30 kg por caixa.
    • Celulares, notebooks, tablets, fones e cabos estão entre os itens aceitos.
    • Pilhas, baterias e lâmpadas não são aceitas nessa modalidade.
    • A caixa deve ser levada aberta à agência.
    • O fechamento é feito pelo atendente no momento da postagem.
    • O consumidor recebe um comprovante após realizar a entrega.
    • Antes de entregar um aparelho, é importante remover os dados pessoais.

    O que pode ser entregue nos Correios?

    Segundo os Correios, a nova coleta é destinada a equipamentos eletroeletrônicos pós-consumo.

    Entre os exemplos divulgados oficialmente estão:

    Item É aceito?
    Celular Sim
    Notebook Sim
    Tablet Sim
    Fone de ouvido Sim
    Cabos Sim
    Outros eletrônicos de pequeno porte Podem ser aceitos conforme as condições do serviço
    Pilhas Não nessa modalidade
    Baterias Não nessa modalidade
    Lâmpadas Não nessa modalidade

    Como celulares e notebooks normalmente possuem baterias integradas, mas a relação oficial também informa que baterias não são aceitas nessa modalidade, vale confirmar previamente com os Correios em situações específicas antes de se deslocar.

    Existe limite de peso?

    Sim. Os equipamentos devem ser acondicionados em uma caixa, respeitando o limite total de até 30 kg por caixa.

    A caixa deve ser levada aberta até a agência participante. O fechamento será realizado pelo atendente durante a postagem.

    Por isso, leve a caixa aberta para que o atendente faça o fechamento no momento da postagem.

    Precisa pagar alguma coisa?

    Não. Segundo os Correios, o serviço de coleta é gratuito para o consumidor.

    Também não é necessário realizar agendamento prévio.

    A coleta é resultado de uma parceria entre os Correios e a Circular Brain, responsável pela plataforma do ecossistema Circulare.

    Nem toda agência dos Correios necessariamente participa

    Embora os Correios possuam mais de 10 mil agências no país, a coleta de eletrônicos está disponível nas unidades que oferecem o serviço Balcão do Cidadão.

    Segundo a empresa, são mais de 6 mil agências participantes.

    Por isso, antes de sair de casa com uma caixa de equipamentos, é recomendável consultar os canais oficiais dos Correios para confirmar se a unidade desejada oferece a coleta.

    O que acontece quando você entrega o eletrônico?

    No atendimento, são solicitados nome, CPF, endereço, e-mail e telefone.

    Depois da postagem, é fornecido um comprovante do envio.

    Os equipamentos são encaminhados à Rede Circulare. A rede, operada pela Circular Brain, direciona cada remessa ao reciclador homologado mais próximo. O processo é rastreado até a destinação final dos materiais.

    A proposta é permitir que componentes que ainda possam ser reaproveitados retornem à cadeia produtiva e que materiais que precisam ser descartados recebam uma destinação adequada.

    Antes de entregar seu celular, apague seus dados

    O Ministério das Comunicações recomenda proteger as informações pessoais armazenadas nos equipamentos antes da entrega.

    Antes de se desfazer do aparelho:

    • faça backup de fotos, vídeos, documentos e arquivos importantes;
    • encerre as sessões e desvincule as contas associadas ao aparelho;
    • remova os dados pessoais seguindo o procedimento do fabricante para restauração ou eliminação adequada das informações;
    • retire o chip do celular;
    • retire cartões de memória;
    • confirme se contas importantes realmente foram desvinculadas;
    • em computadores com informações sensíveis, procure orientação técnica, quando necessário, para confirmar o procedimento adequado de eliminação dos dados.

    Apagar apenas algumas fotos ou aplicativos não substitui o procedimento indicado pelo fabricante. A restauração às configurações de fábrica, por si só, não garante a eliminação irrecuperável de todos os dados em qualquer dispositivo.

    Não se esqueça de desvincular suas contas

    Antes de restaurar um celular, também é importante verificar as contas associadas ao aparelho.

    Além de remover os arquivos pessoais, encerre as sessões e desvincule as contas associadas ao aparelho, conforme os procedimentos recomendados pelo fabricante e por cada serviço.

    Isso é especialmente importante caso o equipamento ainda possa ser recondicionado ou reaproveitado.

    E se o celular ainda estiver funcionando?

    Um aparelho antigo não precisa necessariamente virar resíduo eletrônico imediatamente.

    Dependendo de seu estado, ele pode ser vendido, doado ou encaminhado para recondicionamento.

    O Ministério das Comunicações mantém, por exemplo, o programa Computadores para Inclusão e uma rede de Centros de Recondicionamento de Computadores. Antes de levar o equipamento, confirme diretamente com a unidade se ela recebe doações de pessoas físicas, quais itens aceita e quais procedimentos exige.

    Se o equipamento ainda funciona, portanto, vale avaliar primeiro se existe possibilidade de reaproveitamento.

    E pilhas e baterias?

    A coleta anunciada pelos Correios informa que pilhas, baterias e lâmpadas não são aceitas nessa modalidade.

    Esses itens precisam ser encaminhados para pontos de coleta apropriados.

    Consulte os canais oficiais de fabricantes, varejistas ou responsáveis por pontos de coleta para confirmar o recebimento desses materiais e as condições de entrega.

    Não é recomendável jogar pilhas e baterias no lixo doméstico comum.

    Por que eletrônicos não devem ir para o lixo comum?

    Equipamentos eletrônicos reúnem diferentes materiais, incluindo metais, plásticos, placas eletrônicas e outros componentes que podem ser reaproveitados.

    Quando o descarte é feito corretamente, parte desses materiais pode voltar para a cadeia produtiva.

    Já o descarte inadequado pode trazer impactos ambientais dependendo dos componentes presentes no produto e das condições em que ele é descartado.

    Brasil produz milhões de toneladas de lixo eletrônico

    O comunicado dos Correios cita uma estimativa de aproximadamente 2,4 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano no Brasil, com base em dados de 2022 da Global E-waste Statistics Partnership (UIT/Unitar).

    Na mesma referência, os Correios informam que apenas cerca de 3% desse volume é formalmente coletado. Os dados têm 2022 como período de referência.

    Ampliar os pontos onde o consumidor consegue entregar equipamentos sem uso é uma forma de facilitar a logística reversa e evitar que celulares, computadores e outros dispositivos acabem no lixo comum.

    Como entregar um eletrônico nos Correios

    Etapa O que fazer
    1 Separe os equipamentos que deseja descartar
    2 Faça backup e remova dados pessoais
    3 Retire chip e cartão de memória
    4 Coloque os equipamentos em uma caixa
    5 Mantenha a caixa aberta
    6 Confirme se a agência possui Balcão do Cidadão e participa da coleta
    7 Leve a caixa à agência, respeitando o limite de 30 kg
    8 Informe os dados solicitados no atendimento
    9 Guarde o comprovante do envio

    Vale a pena aproveitar a novidade?

    Para quem possui eletrônicos pequenos acumulados em gavetas ou armários, a nova coleta resolve um problema bastante comum: descobrir onde entregar esses equipamentos sem pagar pelo descarte.

    A presença do serviço em milhares de agências também pode tornar a entrega mais acessível para consumidores que não possuem um ponto especializado de reciclagem próximo de casa.

    O mais importante é verificar antes se a agência participa, conferir se o equipamento é aceito e, no caso de celulares e computadores, apagar corretamente todas as informações pessoais antes da entrega.

    Se você ainda utiliza um aparelho antigo, também é importante acompanhar até quando os aplicativos e o sistema continuam oferecendo suporte. O BaratoTech já explicou por que o WhatsApp pode impedir login em celulares desatualizados e o que muda para quem usa esses aparelhos.

    Perguntas frequentes

    Os Correios estão recebendo celulares velhos?

    Sim. Celulares estão entre os equipamentos citados pelos Correios como aceitos no novo serviço de coleta de eletroeletrônicos pós-consumo.

    Precisa pagar para descartar?

    Não. O serviço é gratuito para o consumidor.

    Precisa agendar?

    Não. Segundo os Correios, não é necessário agendamento prévio.

    Qual é o peso máximo?

    A caixa com os equipamentos pode ter peso total de até 30 kg.

    Toda agência dos Correios recebe eletrônicos?

    Não necessariamente. O serviço está disponível nas agências que oferecem o Balcão do Cidadão. É recomendável confirmar a disponibilidade antes de se deslocar.

    Posso entregar pilhas?

    Não nessa modalidade de coleta. Pilhas, baterias e lâmpadas aparecem na relação de itens não aceitos divulgada pelos Correios.

    Preciso apagar o celular antes?

    Sim. Antes da entrega, faça backup do que deseja preservar, desvincule suas contas, apague os dados conforme as orientações do fabricante e retire chip e cartão de memória.

    Fontes

  • Brasil cria novas regras contra ligações abusivas e golpes: veja o que muda no celular

    Brasil cria novas regras contra ligações abusivas e golpes: veja o que muda no celular

    Aquelas ligações que chegam várias vezes por dia, ficam em silêncio ou desligam segundos depois podem enfrentar novas barreiras no Brasil. A Medida Provisória nº 1.396/2026 criou regras para autenticar a origem das chamadas, identificar empresas no celular do consumidor e bloquear usuários que façam uso abusivo da rede telefônica.

    Uma das mudanças mais importantes é que operadoras deverão conseguir verificar se o número apresentado ao consumidor realmente corresponde à origem da ligação. Conforme a implementação prevista, chamadas empresariais autenticadas deverão ser identificadas com o nome empresarial e o logotipo, se houver, registrados na base prevista pela norma.

    Outra frente mira diretamente as chamadas massivas. A MP determina o bloqueio por 15 dias da capacidade de originar chamadas de usuários que, no mesmo dia e no respectivo serviço, ultrapassem um dos limites de volume e tenham pelo menos 85% de chamadas curtas, observadas as exceções previstas.

    Mas existe um detalhe importante: embora a medida provisória já esteja em vigor, nem todas as mudanças aparecem imediatamente no celular. Parte das obrigações depende de regulamentação e de prazos de implementação definidos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

    Resumo rápido

    • A Medida Provisória nº 1.396/2026 cria novas regras contra chamadas fraudulentas e abusivas.
    • Operadoras deverão autenticar a origem das ligações.
    • A MP prevê o bloqueio de chamadas não autenticadas, com exceções e implementação definidas pela Anatel.
    • Chamadas empresariais autenticadas deverão exibir nome empresarial e logotipo, se houver, conforme a implementação prevista.
    • Será criada uma base centralizada de números e seus titulares sob supervisão da Anatel.
    • Uso abusivo pode levar ao bloqueio da capacidade de realizar chamadas por 15 dias.
    • O critério combina, no mesmo dia e serviço, mais de 1.000 chamadas por acesso ou mais de 10.000 somando os acessos do mesmo usuário, e pelo menos 85% de chamadas curtas.
    • Chamadas curtas são as não completadas, as destinadas à caixa postal e as completadas com até seis segundos.
    • O artigo 8º prevê exigibilidade em 30 dias, contados da publicação, para determinadas obrigações.
    • Autenticação, identificação empresarial, bloqueio de chamadas não autenticadas e base centralizada dependem da regulamentação da Anatel e dos prazos de implementação. A Agência tem 60 dias da publicação para regulamentar.

    O que muda nas ligações recebidas pelo celular?

    Uma das mudanças previstas para o consumidor é a ampliação da identificação da origem das chamadas. A MP se aplica às prestadoras de serviços de telecomunicações de interesse coletivo que utilizem numeração pública.

    A norma determina que a operadora onde a ligação começa deverá autenticar a chamada. Caso ela passe pela rede de outras prestadoras, essa autenticação deverá ser preservada até chegar à operadora responsável por entregar a ligação ao destinatário.

    Antes de completar a chamada, a prestadora de destino deverá verificar essa autenticação.

    O objetivo é dificultar práticas como o spoofing, técnica utilizada para falsificar ou mascarar o número apresentado na tela do celular.

    Mudança O que significa para o consumidor
    Autenticação da chamada Operadoras deverão verificar a verdadeira origem da ligação
    Identificação de empresas Chamadas empresariais autenticadas deverão mostrar nome empresarial e logotipo, se houver, conforme a implementação
    Chamadas não autenticadas Deverão ser bloqueadas conforme regulamentação, exceções e prazos de implementação da Anatel
    Base centralizada Números e respectivos titulares serão reunidos em uma base supervisionada pela Anatel
    Chamadas abusivas Bloqueio da capacidade de originar chamadas por 15 dias nos casos enquadrados, observadas as exceções

    Como a identificação da empresa deverá aparecer no celular

    Outra mudança importante está na identificação de ligações feitas por pessoas jurídicas.

    Quando uma chamada empresarial estiver autenticada, a operadora responsável por entregá-la ao consumidor deverá apresentar o nome empresarial e, quando houver, o logotipo associado à empresa na base de dados prevista pela medida.

    Isso pode facilitar a diferenciação entre uma ligação legítima e alguém tentando se passar por um banco, operadora, loja ou outra empresa.

    Essa identificação, porém, não significa que qualquer ligação sem logotipo seja automaticamente fraude.

    Essa obrigação depende da entrada em vigor da regulamentação da Anatel e dos prazos de implementação que ela estabelecer. A exibição visual também depende da compatibilidade técnica do aparelho e da rede.

    Como funciona a autenticação de uma ligação?

    A autenticação funciona como uma verificação da identidade técnica do número que está originando a chamada.

    Hoje, criminosos podem utilizar técnicas para fazer o celular da vítima exibir um número diferente do número real utilizado para originar a ligação. Essa prática é conhecida como spoofing.

    Com a autenticação, a rede passa a carregar uma validação indicando que aquele número realmente corresponde à origem da chamada.

    A Anatel já vinha trabalhando com tecnologias de autenticação e identificação antes da nova medida. Entre elas estão padrões como STIR/SHAKEN, usados internacionalmente para verificar a identidade de quem realiza uma ligação.

    Isso significa o fim dos golpes por telefone?

    Não.

    A autenticação pode dificultar um tipo importante de fraude, principalmente quando criminosos falsificam o número de uma empresa para tentar ganhar a confiança da vítima.

    Validar o número de origem não garante a honestidade de quem fala nem a veracidade do pedido. A autenticação, portanto, não torna uma chamada 100% segura.

    Por isso, mesmo quando uma ligação parece legítima, continuam valendo cuidados básicos: nunca informe senha, código de autenticação ou dados bancários apenas porque alguém ligou dizendo representar uma empresa.

    Aquelas ligações que chamam e desligam também entram na mira

    A MP também enfrenta o uso abusivo da capacidade de realizar chamadas, incluindo padrões de grande volume com alta proporção de chamadas curtas.

    Para que o bloqueio previsto nessa regra seja aplicado, os critérios precisam ocorrer cumulativamente, no mesmo dia e no respectivo serviço.

    Critério Limite previsto
    Volume de chamadas: uma das alternativas Mais de 1.000 por acesso OU mais de 10.000 somando todos os acessos do mesmo usuário, no mesmo dia e serviço
    Condição cumulativa: chamadas curtas Pelo menos 85% do total, no mesmo dia e serviço
    Bloqueio 15 dias sem capacidade de originar chamadas

    É importante observar o uso da palavra “ou”: o volume pode ultrapassar 1.000 chamadas por um único acesso ou 10.000 considerando todos os acessos designados ao mesmo usuário, no mesmo dia e serviço.

    Além do volume, é necessário atingir também o critério de pelo menos 85% de chamadas curtas.

    O que é uma chamada curta?

    A própria medida define três situações.

    • ligações que não chegaram a ser completadas;
    • ligações direcionadas para a caixa postal;
    • ligações completadas com duração de até seis segundos.

    Esse tipo de padrão aparece com frequência em sistemas automatizados que fazem grandes quantidades de chamadas simultaneamente.

    Em alguns casos, várias pessoas são chamadas ao mesmo tempo e as demais ligações são abandonadas assim que alguém atende e é conectado a um operador.

    Também existem sistemas utilizados para verificar se números estão ativos ou quais usuários costumam atender ligações.

    Quem ultrapassar os limites ficará 15 dias sem ligar?

    Não basta simplesmente ultrapassar mil ligações.

    Para o enquadramento previsto na MP, é necessário combinar o volume definido pela norma com uma proporção de pelo menos 85% de chamadas curtas.

    Quando os critérios de uso abusivo forem atendidos, a operadora deverá bloquear por 15 dias a capacidade daquele usuário de originar chamadas.

    A Anatel será responsável por regulamentar os procedimentos de apuração, comunicação, bloqueio e revisão.

    A Agência também poderá, mediante decisão fundamentada, alterar os parâmetros e estabelecer critérios adicionais, desde que ampliem a proteção ao consumidor.

    Existem exceções

    Sim.

    A regra de uso abusivo não considera como abuso as chamadas feitas, no exercício de suas competências ou atividades, por:

    • órgãos e entidades públicas;
    • prestadores de serviços de saúde;
    • serviços de segurança pública;
    • Defesa Civil.

    Isso evita que serviços essenciais sejam bloqueados apenas porque precisam realizar grandes volumes de chamadas em situações legítimas.

    Chamadas sem autenticação serão bloqueadas?

    A MP determina que as prestadoras deverão bloquear a entrega de chamadas não autenticadas, mas essa obrigação não entra automaticamente em funcionamento para toda ligação neste momento.

    A implementação dependerá de regulamentação da Anatel.

    A Agência também deverá estabelecer exceções necessárias para preservar comunicações legítimas e de interesse do usuário, incluindo serviços públicos essenciais.

    Portanto, ainda não é correto afirmar que toda ligação sem autenticação já será bloqueada imediatamente.

    Será criada uma base centralizada de números

    A nova norma também institui uma base de dados centralizada de recursos de numeração sob supervisão da Anatel.

    Ela deverá reunir informações sobre os números telefônicos e seus respectivos titulares.

    No caso de pessoas jurídicas, a base deverá conter os dados abaixo, ressalvadas as hipóteses de dispensa em razão do volume de chamadas previstas pela Anatel:

    • nome empresarial;
    • CNPJ;
    • logotipo, quando houver.

    As operadoras responsáveis pelos números terão a obrigação de fornecer e manter essas informações atualizadas.

    A base também deverá ser integrada aos sistemas de autenticação e identificação de chamadas e a ferramentas de consulta destinadas aos usuários. Sua exigibilidade depende da regulamentação e dos prazos de implementação da Anatel.

    Meu celular precisa ser compatível?

    Para recursos mais avançados de identificação visual, a compatibilidade do aparelho pode fazer diferença.

    Na solução de autenticação e identificação já descrita pela Anatel, a exibição exige aparelho compatível com 4G ou 5G, VoLTE ativado, sistema operacional atualizado e rede de voz com suporte à tecnologia. Esses requisitos descrevem a solução existente; não significam que todas as obrigações da MP já estejam implementadas.

    Dependendo do aparelho, uma chamada autenticada pode apresentar elementos como identificação do chamador e indicação de que o número foi validado.

    Isso não significa que quem possui um celular antigo ficará completamente desprotegido. Parte importante do processo acontece dentro das próprias redes das operadoras.

    Quando as novas regras começam a valer?

    A Medida Provisória nº 1.396 é datada de 9 de outubro de 2026 e foi publicada no Diário Oficial da União em 13 de outubro de 2026.

    Ela entrou em vigor na data da publicação, mas possui diferentes prazos para suas obrigações.

    O artigo 8º, § 1º, prevê exigibilidade no prazo de 30 dias, contado da publicação, para o bloqueio de chamadas e mensagens que usem códigos de acesso em desacordo com as regras da Anatel e para as obrigações do artigo 6º, § 1º, quanto ao limite por acesso. Essa previsão não deve ser generalizada para todas as obrigações da MP.

    A Anatel, por sua vez, tem prazo de 60 dias, contado da publicação da MP, para editar ou alterar a regulamentação necessária.

    Já autenticação das ligações, bloqueio de chamadas não autenticadas, identificação das empresas e funcionamento da base centralizada somente serão exigidos após a entrada em vigor da regulamentação da Anatel e conforme os respectivos prazos de implementação.

    Por que isso importa para quem usa celular?

    A mudança tenta atacar dois problemas diferentes ao mesmo tempo.

    O primeiro são as chamadas abusivas em massa — incluindo aquelas ligações extremamente curtas que chegam repetidamente ao longo do dia.

    O segundo é a fraude por telefone, especialmente quando criminosos tentam fazer a vítima acreditar que uma ligação veio de uma empresa legítima.

    Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, com base no Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, o Brasil registrou mais de 2,2 milhões de ocorrências de estelionato por chamadas telefônicas em 2025.

    A autenticação não elimina o risco de golpe, mas adiciona uma camada técnica para dificultar a falsificação da origem das chamadas.

    O que fazer enquanto o sistema não está totalmente implementado?

    As novas proteções ainda não substituem os cuidados do próprio usuário.

    Se uma pessoa ligar dizendo ser de um banco, loja ou operadora e pedir informações sensíveis, o mais seguro é encerrar a chamada e entrar em contato pelos canais oficiais da empresa.

    Nunca informe por telefone:

    • senha bancária;
    • código recebido por SMS;
    • código de autenticação de aplicativo;
    • senha do cartão;
    • código de recuperação de conta;
    • dados que permitam acesso remoto ao celular.

    Também vale manter o sistema operacional e os aplicativos atualizados.

    O BaratoTech também explicou a nova regra de apps que já vale no Brasil e o que muda no seu Android, uma mudança de segurança voltada à distribuição de aplicativos.

    Perguntas frequentes

    As ligações indesejadas vão acabar?

    Não. As novas regras criam mecanismos para reduzir chamadas abusivas e dificultar fraudes, mas não proíbem todas as ligações comerciais nem eliminam completamente robocalls e golpes.

    Empresas vão aparecer identificadas na tela do celular?

    Chamadas empresariais autenticadas deverão apresentar o nome empresarial e, quando houver, o logotipo registrado. A implementação ainda depende da regulamentação e dos prazos definidos pela Anatel.

    Qualquer número que fizer mais de mil ligações será bloqueado?

    Não. É preciso ultrapassar 1.000 chamadas por acesso ou 10.000 considerando todos os acessos designados ao mesmo usuário e atingir pelo menos 85% de chamadas curtas, cumulativamente, no mesmo dia e serviço. A MP também prevê exceções para órgãos e entidades públicas e prestadores de saúde, segurança pública e defesa civil no exercício de suas competências ou atividades.

    Quanto tempo dura o bloqueio?

    O bloqueio da capacidade de originar chamadas previsto para uso abusivo dura 15 dias.

    O que é uma chamada curta?

    A norma considera como chamadas curtas as não completadas, aquelas encaminhadas à caixa postal e as chamadas completadas que tenham duração de até seis segundos.

    Uma chamada autenticada é garantia de que não é golpe?

    Não. A autenticação ajuda a confirmar a origem técnica da ligação e dificulta falsificações do número, mas não elimina todas as possibilidades de fraude. O consumidor ainda deve desconfiar de pedidos de senhas, códigos e dados financeiros.

    Fontes

  • Novo SAC garante atendimento humano e cancelamento mais fácil: veja o que muda em novembro

    Novo SAC garante atendimento humano e cancelamento mais fácil: veja o que muda em novembro

    Falar com uma pessoa, cancelar um serviço ou contestar uma cobrança indevida deverá ficar mais simples para os consumidores atendidos pelas empresas abrangidas pelas novas regras do SAC. O Decreto nº 13.135/2026 atualiza as regras do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e estabelece novos limites para empresas abrangidas pela norma.

    As mudanças entram em vigor em 2 de novembro de 2026 e incluem atendimento humano das 8h às 20h todos os dias, acesso mais direto ao cancelamento, limite de etapas no atendimento e novos prazos para resposta às reclamações.

    Mas existe um detalhe importante: as exigências não valem automaticamente para qualquer loja ou empresa do país. O decreto alcança fornecedores de produtos e serviços regulados pelo Poder Executivo federal, conforme os critérios do órgão ou agência responsável, além de determinados serviços financeiros digitais sujeitos à regulação ou supervisão do Banco Central.

    Resumo rápido

    • As novas regras entram em vigor em 2 de novembro de 2026.
    • O atendimento humano deverá funcionar das 8h às 20h, sete dias por semana, observadas as hipóteses de suspensão autorizadas pelos reguladores.
    • Pelo menos um canal eletrônico deverá funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana.
    • O cancelamento deverá estar disponível desde o primeiro nível de atendimento.
    • O SAC não poderá ter mais de cinco níveis de atendimento para finalizar a demanda.
    • No telefone, o contato humano deverá ocorrer em até 20 segundos para pelo menos 80% das demandas atendidas, contados da escolha dessa opção, salvo regra específica do regulador.
    • Se a ligação cair durante o atendimento humano, a empresa deverá retornar em até cinco minutos.
    • Demandas não urgentes deverão ser respondidas em até sete dias corridos após o registro.
    • Demandas urgentes, definidas pelos reguladores, deverão receber atendimento imediato, a qualquer hora.
    • Sistemas automatizados e inteligência artificial continuam permitidos, mas não poderão eliminar a opção de atendimento humano prevista pelo decreto.

    O que muda com o novo SAC?

    Uma das principais mudanças é justamente a garantia de acesso a um atendente humano.

    As empresas alcançadas pelo decreto poderão continuar usando menus automáticos, chatbots e até sistemas de inteligência artificial para fazer triagem e resolver determinadas solicitações. O consumidor, porém, deverá ter a possibilidade de falar em tempo real com uma pessoa durante os períodos estabelecidos pela nova regra.

    Regra Como fica
    Atendimento humano Das 8h às 20h, sete dias por semana, observadas as hipóteses de suspensão previstas na regulamentação setorial
    Canal eletrônico Pelo menos um disponível 24 horas por dia, sete dias por semana
    Espera para atendente no telefone Até 20 segundos após a escolha do atendimento humano para pelo menos 80% das demandas atendidas, salvo regra específica do regulador
    Demais chamadas Até 300 segundos após a escolha do atendimento humano, salvo regra específica do regulador
    Níveis de atendimento No máximo cinco
    Ligação com atendente interrompida acidentalmente antes da conclusão Retorno em até cinco minutos
    Resposta a demanda não urgente Até sete dias corridos após o registro
    Histórico solicitado pelo consumidor Envio em até cinco dias úteis

    Atendente humano deverá estar disponível todos os dias

    No atendimento telefônico, uma pessoa deverá estar disponível entre 8h e 20h, sete dias por semana. O mesmo período de atendimento humano em tempo real também é previsto para os canais eletrônicos abrangidos pela norma.

    O atendimento eletrônico deverá contar com pelo menos um canal disponível durante 24 horas por dia, sete dias por semana. Isso não significa atendimento humano permanente nesse canal: a regra geral para conversar com uma pessoa é das 8h às 20h.

    Há uma ressalva nos artigos 12 e 14: o atendimento humano nos canais eletrônicos e o atendimento telefônico poderão ser suspensos nos períodos em que o serviço não estiver disponível para uso ou contratação, conforme regulamentação da agência ou do órgão regulador competente.

    Demandas urgentes, que envolvam risco relevante ao consumidor, terão tratamento prioritário e deverão receber atendimento imediato, a qualquer tempo. No telefone, essa garantia inclui atendimento por pessoa humana. Caberá às agências ou aos órgãos reguladores definir quais situações se enquadram nessa categoria.

    Até 20 segundos para falar com uma pessoa?

    O decreto estabelece que, quando o consumidor escolher a opção de atendimento humano pelo telefone, o contato direto com um atendente deverá ocorrer em até 20 segundos em pelo menos 80% das demandas atendidas.

    Para as demais demandas, o limite previsto é de até 300 segundos, equivalentes a cinco minutos.

    Existe, porém, uma ressalva importante: o artigo 15, § 1º, determina que os limites de espera desse artigo não se aplicam quando houver regra específica definida pela agência ou órgão regulador competente. Por isso, o tempo efetivamente aplicável pode variar conforme o setor.

    O consumidor também deverá ser informado sobre o tempo estimado de espera.

    Ligação caiu? Empresa terá que retornar

    Outro problema comum dos SACs também ganhou uma regra específica.

    Se uma ligação com atendimento humano for interrompida acidentalmente antes de sua conclusão, o fornecedor deverá retornar a chamada em até 300 segundos, ou cinco minutos.

    A empresa deverá considerar as informações que o consumidor já forneceu e informar o protocolo anteriormente atribuído, quando houver.

    A regra se soma à obrigação de dar continuidade à demanda, sem exigir que o cliente reinicie o atendimento para tratar da mesma solicitação.

    Consumidor não deverá repetir toda a história

    O novo decreto também proíbe exigir que o consumidor repita uma demanda que já tenha sido registrada no primeiro atendimento, exceto quando existir uma razão técnica fundamentada.

    Além disso, depois que a solicitação for registrada, a empresa deverá garantir a continuidade do acompanhamento até sua conclusão, sem obrigar o consumidor a iniciar outro atendimento apenas para tratar do mesmo problema.

    Cancelamento deverá ficar mais fácil

    A opção de cancelamento de contratos e serviços deverá estar disponível em todos os níveis do atendimento, inclusive no primeiro, tanto pelo telefone quanto pelos canais eletrônicos abrangidos.

    O pedido também deverá poder ser feito pelos meios disponibilizados pela empresa para contratação, pelo mesmo menu eletrônico ou pela mesma modalidade de atendimento humano usada na contratação. O decreto proíbe exigir o acesso a outro menu, atendente ou canal para cancelar.

    Os efeitos do pedido de cancelamento serão imediatos, independentemente de o consumidor estar em dia com o contrato. A exceção ocorre quando a necessidade de processamento técnico for expressamente justificada. Nesse caso, caberá ao regulador estabelecer o prazo para concluir o processamento.

    O consumidor também deverá receber eletronicamente um comprovante do pedido.

    Empresa poderá continuar usando robôs e inteligência artificial

    A nova regra não significa o fim dos chatbots, menus automáticos ou sistemas de inteligência artificial.

    O decreto permite expressamente que as empresas utilizem procedimentos automatizados e IA para triagem, distribuição interna e até resolução de demandas.

    A diferença é que a automação não poderá impedir o acesso ao atendimento humano nos períodos em que ele é obrigatório.

    A opção de falar com uma pessoa deverá estar disponível em todos os níveis do atendimento, inclusive no primeiro, durante os períodos previstos na norma.

    SAC terá limite de cinco níveis de atendimento

    Os canais telefônicos e eletrônicos não poderão utilizar mais de cinco níveis de atendimento para finalizar a demanda.

    A regra tenta reduzir aquelas situações em que o consumidor precisa passar repetidamente por menus, submenus e diferentes setores antes de encontrar a opção desejada.

    Também fica proibido encaminhar o consumidor para outro canal apenas para resolver a solicitação, exceto quando o atendimento presencial for indispensável.

    Publicidade durante a espera fica proibida

    O decreto também proíbe a exibição ou reprodução de mensagens publicitárias durante qualquer etapa do atendimento, inclusive durante o período de espera.

    Além disso, o acesso ao SAC deverá ser gratuito e não poderá gerar cobrança ao consumidor.

    O início do atendimento e o encaminhamento para uma pessoa também não poderão depender do fornecimento prévio de CPF, número de contrato ou outros dados pessoais.

    Reclamações terão prazo de resposta

    Demandas que não forem classificadas como urgentes deverão receber uma resposta em até sete dias corridos após o registro.

    A resposta da empresa deverá ser clara, objetiva, conclusiva e abordar os diferentes pontos apresentados pelo consumidor.

    Quando a reclamação envolver serviço não solicitado ou cobrança indevida, o fornecedor deverá tomar providências imediatas para suspender o serviço ou a cobrança, de modo que essa suspensão seja concluída em até 48 horas. Esse prazo se refere à suspensão do serviço ou da cobrança.

    Consumidor poderá pedir o histórico do atendimento

    O cliente terá direito de acompanhar suas solicitações por meio de protocolo ou outro registro eletrônico.

    Também poderá solicitar gratuitamente o histórico de uma demanda. O fornecedor terá até cinco dias úteis para enviar essas informações.

    O histórico de cada demanda deverá permanecer disponível por pelo menos seis meses após sua resolução.

    Já as gravações de chamadas telefônicas e as mensagens de voz ou texto trocadas pelos canais do SAC deverão ser mantidas por pelo menos 90 dias, contados da data do atendimento.

    Quais empresas precisam seguir as novas regras?

    Esse é um ponto importante para evitar uma interpretação errada do decreto.

    As regras atingem fornecedores de produtos e serviços regulados pelo Poder Executivo federal que se enquadrem nos critérios estabelecidos pela agência ou órgão regulador competente.

    O texto também inclui empresas que oferecem, por plataformas ou outros meios digitais, serviços financeiros, de pagamento, de crédito ou outros serviços de natureza financeira ao consumidor quando estejam sujeitas à regulação ou supervisão do Banco Central.

    O artigo 2º estabelece uma obrigação específica para fornecedores que operem plataformas digitais de intermediação de produtos ou serviços de terceiros, de transporte remunerado privado individual de passageiros ou de entrega de produtos ou mercadorias: apresentar à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) seus modelos de atendimento e os indicadores exigidos, na forma e no prazo estabelecidos. Essa previsão, por si só, não significa que todas essas plataformas estejam sujeitas indistintamente às regras gerais do SAC.

    Portanto, não é correto interpretar a nova norma como uma obrigação idêntica para toda empresa ou comércio existente no Brasil.

    O que o consumidor deve fazer se a regra não for cumprida?

    Para documentar o problema, vale registrar a solicitação no SAC e guardar o número de protocolo, mensagens, e-mails, capturas de tela ou outros comprovantes do atendimento.

    Quando o problema não for resolvido, o consumidor poderá recorrer aos órgãos de defesa do consumidor e aos canais oficiais disponíveis para registrar reclamações.

    O decreto determina que a Secretaria Nacional do Consumidor poderá fiscalizar e aplicar sanções aos fornecedores que descumprirem as normas, sem excluir as competências dos Procons, agências reguladoras e demais órgãos responsáveis.

    Quando as novas regras começam a valer?

    O Decreto nº 13.135 foi assinado em 9 de outubro de 2026 e publicado no Diário Oficial da União em 13 de outubro.

    O artigo 25 determina a entrada em vigor vinte dias após a publicação. Assim, as novas regras passam a valer em 2 de novembro de 2026.

    O decreto substituirá a regulamentação anterior do SAC, estabelecida pelo Decreto nº 11.034/2022.

    Por que isso importa para o consumidor?

    O decreto garante a opção de atendimento humano e estabelece limites para o percurso da demanda. A automação poderá continuar sendo usada, desde que assegure o acesso a uma pessoa nas condições previstas pela norma.

    Chatbots, inteligência artificial e menus automáticos continuarão existindo, mas falar com uma pessoa, cancelar um serviço e acompanhar uma reclamação passam a contar com regras mais claras para as empresas abrangidas.

    Para o consumidor, vale principalmente conhecer esses limites e guardar os protocolos quando precisar acionar um SAC.

    O BaratoTech também acompanha mudanças que afetam diretamente usuários de tecnologia. Recentemente, explicamos o que mudou com a nova regra de aplicativos no Android no Brasil.

    Perguntas frequentes

    O SAC será obrigado a ter atendente humano?

    Sim, para os fornecedores abrangidos pelo decreto. O atendimento humano deverá estar disponível das 8h às 20h, sete dias por semana, tanto no telefone quanto nos canais eletrônicos previstos pela norma, observadas as regras setoriais. O decreto permite a suspensão do atendimento nos períodos em que o serviço não estiver disponível para uso ou contratação, conforme regulamentação do órgão competente. Demandas urgentes deverão receber atendimento imediato, a qualquer tempo.

    Robôs e inteligência artificial serão proibidos?

    Não. As empresas poderão continuar usando automação e inteligência artificial, desde que garantam ao consumidor a opção de atendimento humano nas condições previstas no decreto.

    O consumidor poderá cancelar diretamente pelo SAC?

    Sim. A opção de cancelamento deverá estar disponível em todos os níveis do atendimento, inclusive no primeiro. O pedido também deverá ser aceito nos meios disponibilizados para contratação, conforme as condições do decreto.

    A regra dos 20 segundos vale sempre?

    Não necessariamente. O decreto estabelece o limite de até 20 segundos para pelo menos 80% das demandas atendidas, contado da seleção da opção de atendimento humano por telefone. Para as demais, prevê até 300 segundos. Esses limites não se aplicam quando houver regra específica da agência ou do órgão regulador competente.

    Quando a nova regra do SAC entra em vigor?

    As novas regras entram em vigor em 2 de novembro de 2026.

    Fontes

  • Apple HomeView é anunciado por US$ 299, sem data para o Brasil

    Apple HomeView é anunciado por US$ 299, sem data para o Brasil

    A Apple apresentou em 13 de outubro de 2026 o Apple HomeView, um dispositivo com tela de 7 polegadas que combina central de automação residencial, chamadas FaceTime, reprodução de conteúdo e uma nova versão da Siri baseada em inteligência artificial. O anúncio prevê vendas em novembro nos primeiros mercados, sem incluir o Brasil na lista inicial.

    Um dos recursos que mais chama atenção é o reconhecimento facial: o HomeView consegue identificar até seis pessoas diferentes e adaptar a tela, os widgets e determinadas informações pessoais para cada usuário.

    Esta notícia foi revisada em 14 de outubro de 2026 com base no comunicado da Apple e na cobertura do The Verge. O BaratoTech não testou o produto.

    Resumo em 30 segundos

    • O Apple HomeView tem tela Liquid Retina de 7 polegadas.
    • O dispositivo usa o chip A18 e a Siri AI, anunciada em versão beta.
    • Reconhece o rosto de até seis pessoas.
    • Pode controlar dispositivos de casa inteligente compatíveis com Apple Home e Matter.
    • Também oferece FaceTime, música, calendário, lembretes e monitoramento residencial.
    • O preço anunciado nos Estados Unidos é de US$ 299.
    • As vendas começam em 13 de novembro de 2026 nos primeiros mercados.
    • O Brasil não aparece na lista inicial de países onde o produto será vendido.

    O que é o Apple HomeView?

    Segundo a Apple, a configuração e o uso com múltiplas pessoas exigem iPhone ou iPad compatível e software atualizado.

    O HomeView é uma espécie de central compartilhada para a casa. Em vez de depender do celular sempre que alguém quiser controlar uma lâmpada, câmera, fechadura ou termostato inteligente, o aparelho fica disponível em um ponto fixo da residência.

    O dispositivo possui uma tela Liquid Retina de 7 polegadas ligada a uma base com alto-falante. A Apple também terá uma versão preparada para instalação na parede.

    Na versão de mesa, a tela é conectada à base por uma dobradiça de aço inoxidável que permite ajustar o ângulo de visualização.

    Recurso Apple HomeView
    Tela Liquid Retina de 7 polegadas
    Processador Apple A18
    Assistente Siri AI em beta; contexto pessoal exige iPhone ou iPad compatível com Apple Intelligence ativada
    Usuários Reconhecimento de até 6 pessoas
    Casa inteligente Apple Home e dispositivos compatíveis com Matter
    Chamadas FaceTime
    Preço nos EUA US$ 299
    Disponibilidade inicial 13 de novembro de 2026, nos países anunciados; Brasil fora da lista inicial

    Ele reconhece quem está na frente da tela

    Apple HomeView reconhece até seis pessoas diferentes
    O HomeView consegue reconhecer até seis integrantes da casa e personalizar a experiência para cada um.

    A proposta mais diferente do HomeView está no uso compartilhado. O dispositivo pode reconhecer o rosto de até seis integrantes da casa.

    Depois da identificação, cada usuário pode ter sua própria Tela de Início, com aplicativos e widgets personalizados.

    Informações pessoais de serviços como Mensagens e Calendário também possuem proteções adicionais. Segundo a Apple, a exibição depende do reconhecimento do usuário e da presença de um iPhone ou iPad emparelhado e desbloqueado recentemente, com as condições de conexão e proximidade descritas nas notas do anúncio. Não basta reconhecer qualquer rosto.

    Siri AI é uma das principais apostas

    O HomeView também é uma vitrine para a Siri AI, nova geração da assistente integrada à Apple Intelligence. A Apple a anuncia em beta no software 27.2 do HomeView. O contexto pessoal exige iPhone ou iPad emparelhado com Apple Intelligence e Siri AI ativadas, software atualizado e idioma compatível; recursos variam por região e idioma.

    A promessa é oferecer conversas mais naturais e permitir que a Siri compreenda informações exibidas na tela e, quando conectada a um aparelho compatível com Apple Intelligence, utilize o contexto pessoal do usuário para responder perguntas ou realizar tarefas.

    Isso pode incluir informações presentes em Calendário e Mensagens, além de ações entre apps. A Apple também prevê conversas e descoberta musical sem exigir um iPhone ou iPad com Apple Intelligence ativada; isso não elimina os requisitos gerais de configuração.

    O processamento também envolve o chip A18. A Apple afirma que o HomeView utiliza ambientes protegidos no processador para separar dados sensíveis provenientes da câmera e dos microfones.

    HomeView também quer ser a central da casa inteligente

    Além da inteligência artificial, o aparelho funciona como um painel para controlar dispositivos conectados.

    Apple HomeView controlando dispositivos de casa inteligente compatíveis com Matter
    O HomeView funciona como central para acessórios compatíveis com Apple Home e Matter.

    A Apple anuncia suporte a acessórios compatíveis com Apple Home e Matter, incluindo dispositivos para controlar luzes, temperatura e acesso à casa, além de câmeras compatíveis. Isso não garante todas as funções em qualquer acessório Matter. Os dispositivos são vendidos separadamente.

    A novidade chega poucos dias depois de o BaratoTech mostrar que o Samsung SmartThings ganhou melhorias importantes no controle de casas inteligentes. Apple, Samsung, Google e Amazon continuam disputando um espaço cada vez mais importante dentro das residências conectadas.

    Com uma assinatura do iCloud+, o HomeView também pode trabalhar com câmeras compatíveis e identificar eventos envolvendo pessoas, animais, encomendas e veículos.

    Mas existe uma limitação importante

    Apesar da proposta de entretenimento, o HomeView não funciona exatamente como um iPad instalado em uma base.

    Em cobertura publicada em 14 de outubro, o The Verge informa que o HomeView não tem App Store e que o Apple TV depende de AirPlay pelo iPhone, em vez de aplicativo nativo. O próprio anúncio da Apple ressalva que determinados apps exigem um iPhone compatível emparelhado por perto e que alguns serviços podem exigir assinatura.

    Isso significa que o HomeView parece estar muito mais focado em casa inteligente, widgets, comunicação e Siri do que em substituir um tablet para assistir a filmes e séries.

    Preço e disponibilidade

    Nos Estados Unidos, os modelos de mesa e para parede foram anunciados por US$ 299 cada. Suportes específicos para instalação na parede também são anunciados separadamente; confirme o custo da configuração desejada. Esse preço em dólares não é um preço brasileiro.

    A pré-venda começou em 13 de outubro de 2026 na Austrália, no Canadá, na Índia, na Nova Zelândia, no Reino Unido e nos Estados Unidos. Singapura terá pré-venda em 15 de outubro, e a África do Sul terá pré-venda por revendedores autorizados. O comunicado prevê disponibilidade em 13 de novembro de 2026 nesses mercados.

    O produto estará disponível na versão de mesa nas cores prateado, estelar, rosa e cinza-espacial. Há ainda uma versão preparada para instalação na parede.

    E o Apple HomeView no Brasil?

    Até a revisão desta matéria, em 14 de outubro de 2026, o Brasil não aparece na lista inicial de países onde o HomeView será comercializado no comunicado consultado.

    Embora a página da Apple Newsroom sobre o produto tenha sido publicada também no site brasileiro da empresa, o Brasil não aparece na relação inicial de países que receberão o dispositivo.

    Portanto, ainda não há preço oficial em reais nem uma data confirmada para o lançamento brasileiro.

    Outro detalhe importante é que a Siri AI do HomeView foi anunciada em inglês para os mercados selecionados. O comunicado prevê francês canadense posteriormente, mas não inclui português do Brasil entre os idiomas anunciados para essa experiência.

    HomeView mostra para onde a Apple quer levar a Siri

    O lançamento é interessante não apenas pelo hardware. O HomeView mostra uma estratégia na qual a Apple pretende colocar a inteligência artificial em um dispositivo que fica permanentemente disponível dentro da casa.

    O reconhecimento individual de até seis usuários pode ser especialmente importante: em vez de uma assistente genérica utilizada por toda a família, a proposta é fazer com que o mesmo aparelho entenda quem está falando ou utilizando a tela antes de mostrar informações pessoais.

    As dependências de outros aparelhos e a disponibilidade regional serão pontos a acompanhar quando as vendas começarem. As informações do anúncio não substituem uma avaliação prática do funcionamento do HomeView.

    Fontes

  • JBL Flip 7 vale a pena em 2026? Review completo, 35 W, IP68 e preço ideal

    JBL Flip 7 vale a pena em 2026? Review completo, 35 W, IP68 e preço ideal

    Atualizado em 14 de outubro de 2026. A JBL Flip 7 é a evolução de uma das caixas Bluetooth mais conhecidas da marca e chega com mudanças importantes em relação à Flip 6: mais potência, Bluetooth 5.4, proteção IP68, Auracast, áudio sem perdas via USB-C e bateria que pode chegar a até 16 horas com o Playtime Boost.

    Mas existe uma questão mais importante que simplesmente olhar a ficha técnica: a JBL Flip 7 vale a pena em 2026 pelo preço atual?

    Na consulta de 14 de outubro de 2026, a JBL Brasil listava R$ 899, ou R$ 809,10 no Pix. O anúncio azul vendido e entregue por JBL Oficial no Magalu também informava R$ 809,10 no Pix. Não confirmamos nesta revisão uma oferta de R$ 597 a R$ 725 com todas as condições verificadas; essas faixas não são apresentadas como preços disponíveis agora.

    Resposta rápida: sim, a JBL Flip 7 vale a pena, principalmente quando aparece por até cerca de R$ 650. Perto de R$ 600, ela se torna uma das opções mais interessantes da linha Flip para quem ainda não possui uma Flip 6.

    Esta é uma análise editorial baseada em ficha técnica oficial, documentação da JBL e preços consultados. O BaratoTech não realizou teste físico de áudio, bateria ou resistência com uma unidade desta caixa. Veja também como o BaratoTech analisa custo-benefício.

    JBL Flip 7 vale a pena? Resposta rápida

    Ponto JBL Flip 7
    Vale a pena? Sim, principalmente até R$ 649
    Preço oficial R$ 899
    Preço oficial no Pix R$ 809,10
    Preço ideal BaratoTech Até R$ 649, como alvo editorial de promoção
    Potência 35 W RMS no total
    Woofer 25 W RMS
    Tweeter 10 W RMS
    Bateria Até 14 horas no uso padrão + até 2 horas com Playtime Boost
    Proteção IP68
    Bluetooth 5.4
    Conexão entre caixas Auracast
    Áudio sem perdas Sim, via USB-C com fonte compatível

    Ficha técnica da JBL Flip 7

    Especificação JBL Flip 7
    Tipo Caixa Bluetooth portátil
    Sistema Woofer + tweeter
    Woofer 45 x 80 mm
    Tweeter 16 mm
    Potência do woofer 25 W RMS
    Potência do tweeter 10 W RMS
    Potência total 35 W RMS
    Resposta de frequência 60 Hz a 20 kHz
    Bluetooth 5.4
    Bateria Íons de lítio polímero, 17,28 Wh (equivalente a 3,6 V / 4.800 mAh)
    Autonomia padrão Até 14 horas
    Playtime Boost Até 2 horas adicionais
    Tempo de recarga Aproximadamente 2,5 horas, com alimentação de 5 V / 3 A
    Proteção IP68
    Conexão entre caixas Auracast
    Áudio sem perdas Via USB-C
    Aplicativo JBL Portable
    Dimensões 182,5 x 69,5 x 71,5 mm (largura x altura x profundidade), conforme guia técnico
    Peso líquido documentado Aproximadamente 560 g; há divergência na página comercial, explicada abaixo
    Acessórios e conteúdo da embalagem Mosquetão, guia e documentação de segurança/garantia; a apresentação PushLock também anuncia alça. Cabo USB não incluso, segundo o guia

    560 g ou 826 g? Entenda a divergência de peso

    A ficha técnica e o guia rápido da JBL informam 0,56 kg de peso líquido, cerca de 560 g. O guia diferencia esse valor dos 0,826 kg de peso bruto com embalagem. Já a página comercial brasileira consultada apresenta 0,826 kg no campo “peso líquido”. Mantemos os 560 g da documentação técnica e registramos a inconsistência; não pesamos uma unidade.

    35 W RMS: a Flip 7 ficou mais potente

    A JBL Flip 7 utiliza um woofer de 45 x 80 mm com 25 W RMS e um tweeter de 16 mm com 10 W RMS.

    Somando os dois canais de amplificação, são 35 W RMS.

    A geração anterior, Flip 6, possui 30 W RMS no total, sendo 20 W para o woofer e 10 W para o tweeter.

    Portanto, existe um aumento real de potência na ficha técnica, embora isso não signifique automaticamente que a Flip 7 seja dramaticamente mais alta.

    Potência RMS é apenas uma parte da experiência. Projeto acústico, eficiência dos transdutores, processamento e afinação também influenciam diretamente o resultado.

    AI Sound Boost: o que essa tecnologia faz?

    JBL Flip 7 com potência total de 35 W RMS e AI Sound Boost
    O conjunto utiliza woofer de 25 W RMS e tweeter de 10 W RMS.

    Um dos recursos novos divulgados pela JBL é o AI Sound Boost.

    Segundo a fabricante, o sistema analisa o sinal de áudio em tempo real para ajustar o desempenho acústico e permitir maior aproveitamento dos alto-falantes com menos distorção.

    A JBL também afirma ter reforçado os graves e realizado mudanças no tweeter da nova geração.

    Isso não significa que o BaratoTech tenha comprovado melhor qualidade sonora em teste físico. A informação vem da arquitetura e do processamento descritos oficialmente pela fabricante.

    A Flip 7 substitui uma caixa grande para festas?

    Não.

    A proposta divulgada para a linha Flip é combinar portabilidade e reprodução de música em ambientes menores. Os cenários abaixo são sugestões editoriais, não ambientes em que testamos esta unidade.

    Ela pode fazer bastante sentido para:

    • quarto;
    • cozinha;
    • área gourmet;
    • churrasco pequeno;
    • piscina;
    • praia;
    • viagens;
    • escritório;
    • passeios ao ar livre.

    Para festas grandes, áreas externas muito amplas ou locais com dezenas de pessoas conversando, vale avaliar caixas voltadas a esse uso, como modelos PartyBox, conforme o tamanho do local. Uma Charge é uma alternativa portátil maior, mas isso não garante que atenda a uma festa grande.

    Até 16 horas de bateria, mas existe um detalhe importante

    A JBL costuma destacar até 16 horas de reprodução na divulgação da Flip 7.

    Esse número precisa ser interpretado corretamente.

    A autonomia padrão anunciada é de até 14 horas. As outras duas horas dependem do recurso Playtime Boost.

    Portanto, não é correto tratar as 16 horas como autonomia padrão garantida em qualquer condição.

    A duração real também varia conforme volume, conteúdo reproduzido, configurações e estado da bateria.

    Playtime Boost adiciona até 2 horas

    Quando ativado, o Playtime Boost pode estender a reprodução em até duas horas.

    Isso leva a autonomia máxima divulgada de 14 para até 16 horas.

    Para quem utiliza a caixa durante viagens, praia, churrasco ou passeios longos, a possibilidade de estender a bateria pode ser útil.

    Mesmo assim, quem realmente precisa de uma caixa tocando durante um dia inteiro pode encontrar autonomia superior em modelos maiores.

    IP68 é uma evolução importante sobre a Flip 6

    JBL Flip 7 com bateria de até 16 horas e proteção IP68
    A Flip 7 oferece até 14 horas, mais até duas horas com Playtime Boost, e certificação IP68.

    A Flip 6 possui certificação IP67. Na Flip 7, a JBL avançou para IP68.

    Segundo a fabricante, a caixa foi testada em laboratório para suportar submersão em até 1,5 metro de água doce durante até 30 minutos.

    Essa proteção pode ser útil perto da piscina e em uso externo, mas o teste em água doce não equivale a uma garantia para água salgada, água com cloro, jatos ou qualquer situação de praia. Siga os cuidados do manual.

    Mas certificação IP não significa que você deve deixar a caixa mergulhada sem necessidade, carregá-la molhada ou expô-la deliberadamente a situações extremas. O guia orienta não carregar até que a porta esteja completamente seca e limpa, mesmo com o alerta de proteção USB-C contra água, sal ou outros produtos químicos.

    Ela também foi projetada para resistir a quedas

    A JBL informa que a Flip 7 foi testada para continuar funcionando após uma queda de 1 metro sobre concreto.

    Esse tipo de resistência faz sentido em um produto portátil, que frequentemente fica em mesas, mochilas, churrascos, áreas de piscina e ambientes externos.

    Mesmo assim, essa especificação não deve ser interpretada como autorização para derrubar a caixa repetidamente.

    Bluetooth 5.4 e Auracast

    A Flip 7 utiliza Bluetooth 5.4, substituindo o Bluetooth 5.1 da Flip 6.

    Mas a mudança mais importante está na forma de conectar diferentes caixas.

    A geração anterior utiliza JBL PartyBoost. A Flip 7 passa para Auracast.

    Segundo a JBL, é possível emparelhar duas Flip 7 em estéreo ou sincronizar várias caixas JBL compatíveis com Auracast. O pareamento estéreo entre duas unidades do mesmo modelo não deve ser confundido com a ligação de modelos diferentes em grupo.

    Esse detalhe também precisa ser considerado por quem já possui caixas JBL antigas.

    PartyBoost e Auracast não devem ser tratados como se fossem exatamente o mesmo sistema. Quem pretende usar a Flip 7 junto de caixas anteriores deve verificar a compatibilidade antes da compra.

    Áudio sem perdas pelo USB-C

    Outro diferencial pouco comum nessa categoria é a possibilidade de reprodução de áudio sem perdas através da porta USB-C.

    Segundo a JBL, é possível conectar a Flip 7 a um notebook ou outro dispositivo de áudio compatível e reproduzir conteúdo lossless.

    Para isso funcionar, a fonte, aplicativo ou serviço também precisa fornecer áudio sem perdas compatível.

    Portanto, não basta conectar qualquer arquivo ou serviço e esperar automaticamente qualidade lossless. Também é necessário um cabo USB adequado para dados, não apenas carga, e a ativação do modo USB indicada no guia. O recurso sem perdas confirmado pela JBL é via USB-C; não afirmamos reprodução lossless por Bluetooth.

    USB-C não serve apenas para carregar

    Esse é um avanço interessante em relação a muitas caixas Bluetooth portáteis.

    Quem utiliza a Flip 7 principalmente pelo Bluetooth talvez nunca precise desse recurso.

    Mas quem possui biblioteca em alta qualidade ou utiliza serviços com áudio lossless passa a ter uma opção cabeada digital que não existia da mesma forma nas gerações anteriores.

    Sistema PushLock e mosquetão

    A Flip 7 também ganhou um novo sistema de acessórios chamado PushLock.

    A proposta é permitir a troca rápida de acessórios de transporte.

    A apresentação oficial do PushLock anuncia alça e mosquetão incluídos. Há uma diferença nas listas: o resumo “conteúdo da caixa” e a ficha escrita citam o mosquetão, enquanto o guia ilustra os dois acessórios. Confirme o kit da versão vendida antes de comprar. O guia também informa que o cabo USB não acompanha o produto.

    É um recurso simples, mas combina bem com a proposta portátil da linha Flip.

    O que o JBL Portable permite ajustar?

    A JBL informa que o aplicativo Portable oferece controles de áudio personalizáveis, suporte e atualização do software da caixa. É o app indicado na documentação para configurar a Flip 7; a disponibilidade de opções depende da versão do aplicativo e do software instalado.

    JBL Flip 7 x Flip 6: vale pagar mais?

    Essa provavelmente será a principal dúvida de quem estiver pesquisando a nova geração.

    Característica JBL Flip 7 JBL Flip 6
    Potência 35 W RMS 30 W RMS
    Woofer 25 W RMS 20 W RMS
    Tweeter 10 W RMS 10 W RMS
    Bateria Até 14 h + até 2 h com Playtime Boost Até 12 h
    Bluetooth 5.4 5.1
    Proteção IP68 IP67
    Conexão entre caixas Auracast PartyBoost
    Áudio sem perdas via USB-C Sim Não é um recurso equivalente da geração

    Quem já possui uma Flip 6 em bom estado não precisa necessariamente correr para trocar.

    A nova geração melhora potência, bateria, resistência e conectividade, mas a Flip 6 continua sendo uma caixa competente.

    Para quem está comprando do zero, entretanto, a diferença muda bastante quando os preços ficam próximos.

    Em um exemplo hipotético, se a Flip 6 custar R$ 500 e a Flip 7 R$ 650, a geração anterior pode oferecer melhor custo-benefício para quem não precisa dos recursos novos. Esses valores não são ofertas confirmadas nesta consulta.

    Se a diferença ficar perto de R$ 50 a R$ 100, a Flip 7 passa a fazer mais sentido.

    Veja também nosso review da JBL Flip 6 em 2026.

    JBL Flip 7 ou Charge 6?

    A Charge 6 ocupa uma categoria acima.

    Pela proposta e pela documentação da JBL, ela é maior e tem autonomia de até 24 horas no uso padrão, com até 4 horas adicionais de Playtime Boost, chegando ao máximo divulgado de 28 horas. Isso não é duração garantida nem autonomia padrão. É uma alternativa para quem prioriza uma caixa portátil maior e mais tempo longe da tomada; não fizemos comparação física de som com a Flip 7.

    A Flip 7 é a escolha mais lógica para quem realmente quer algo compacto e fácil de colocar na mochila.

    Se a diferença de preço entre Flip 7 e Charge 6 ficar pequena em alguma promoção, vale reconsiderar.

    Quanto vale pagar na JBL Flip 7?

    A JBL cobra oficialmente R$ 899 pela Flip 7, com R$ 809,10 no pagamento via Pix no momento desta análise.

    A referência de varejo validada nesta revisão foi a Flip 7 azul vendida e entregue por JBL Oficial no Magalu, a R$ 809,10 no Pix ou R$ 899 parcelados. A página identifica o modelo brasileiro JBLFLIP7BLUBR e informa nota fiscal e procedência original. Isso é a declaração do anúncio, não uma autenticação física pelo BaratoTech; confirme vendedor, garantia nacional, frete e condições finais antes do pagamento.

    Não usamos anúncios de origem, garantia ou modelo duvidosos para justificar o preço ideal. Também não tratamos valores vistos apenas no índice da busca como oferta atual confirmada.

    Preço Avaliação BaratoTech
    Até R$ 599 Excelente compra
    R$ 600 a R$ 649 Ótima compra
    R$ 650 a R$ 699 Bom negócio
    R$ 700 a R$ 799 Vale, mas compare promoções
    R$ 800 ou mais Melhor comparar Flip 6 e Charge 6

    Preço ideal BaratoTech: até aproximadamente R$ 649. As faixas da tabela são julgamento editorial para uma eventual promoção, não histórico de preços nem promessa de que esses valores estão disponíveis agora. No preço oficial à vista de R$ 809,10 verificado nesta revisão, nossa recomendação é comparar alternativas ou aguardar uma oferta confiável, se não houver urgência.

    Se aparecer perto de R$ 600 em loja confiável, com nota fiscal e garantia, a Flip 7 fica especialmente interessante.

    Cuidado com JBL falsa

    Caixas JBL são frequentemente alvo de falsificações e anúncios problemáticos em marketplaces.

    Por isso, uma oferta muito abaixo do restante do mercado precisa ser analisada com atenção.

    Antes de comprar, confira:

    • reputação do vendedor;
    • nota fiscal;
    • garantia;
    • identificação exata do modelo;
    • avaliações do anúncio;
    • política de devolução;
    • origem do produto.

    Preço baixo é ótimo. Produto falso não é promoção.

    Para quem a JBL Flip 7 vale a pena?

    • quem quer uma caixa relativamente potente sem carregar um modelo grande;
    • quem usa caixa na piscina, praia ou área externa;
    • quem valoriza proteção IP68;
    • quem quer Auracast;
    • quem pode aproveitar áudio lossless via USB-C;
    • quem vem de uma caixa menor ou mais antiga;
    • quem encontrar a Flip 7 por até cerca de R$ 650.

    Quem deve pensar duas vezes?

    • quem já possui uma Flip 6 e está satisfeito;
    • quem quer som para uma festa grande;
    • quem encontra a Flip 6 muito mais barata;
    • quem encontra a Charge 6 por pouca diferença de preço;
    • quem pretende pagar R$ 899 sem pesquisar promoções;
    • quem quer apenas uma caixa barata para ouvir perto do computador.

    Pontos fortes

    • 35 W RMS;
    • woofer e tweeter separados;
    • AI Sound Boost;
    • IP68;
    • resistência anunciada a queda de 1 metro;
    • Bluetooth 5.4;
    • Auracast;
    • até 14 horas de bateria;
    • até 2 horas adicionais com Playtime Boost;
    • áudio sem perdas via USB-C;
    • sistema PushLock;
    • mosquetão incluso;
    • aplicativo JBL Portable.

    Pontos fracos

    • R$ 899, ou R$ 809,10 no Pix, fica acima do nosso alvo editorial de promoção;
    • upgrade não é obrigatório para quem já possui Flip 6;
    • não substitui caixas maiores em festas grandes;
    • 16 horas dependem do Playtime Boost;
    • Auracast substitui PartyBoost, algo que merece atenção para quem possui caixas JBL antigas;
    • áudio lossless depende de fonte e conteúdo compatíveis.

    Veredito: JBL Flip 7 vale a pena em 2026?

    Sim. A JBL Flip 7 vale a pena em 2026, mas o preço é decisivo.

    Na ficha técnica, a nova geração passa de 30 para 35 W RMS, aumenta a autonomia anunciada, sobe de IP67 para IP68, troca Bluetooth 5.1 por 5.4, adota Auracast e adiciona áudio sem perdas via USB-C. Esses avanços de especificações não comprovam, sozinhos, superioridade audível nem uma troca obrigatória para quem já possui a Flip 6.

    Isso faz dela uma evolução real, ainda que não seja uma revolução.

    Por R$ 899, a compra perde força. Perto de R$ 700, começa a ficar mais razoável. Na região de R$ 600 a R$ 650, é onde a Flip 7 realmente se destaca pelo custo-benefício.

    Quem já possui uma Flip 6 funcionando bem pode continuar com ela sem grandes preocupações.

    Quem está comprando uma nova caixa portátil e encontra a Flip 7 perto dos R$ 600 tem uma proposta muito mais interessante.

    Perguntas frequentes

    A JBL Flip 7 tem quantos watts?

    A Flip 7 possui 35 W RMS no total: 25 W RMS destinados ao woofer e 10 W RMS ao tweeter.

    A JBL Flip 7 tem quantas horas de bateria?

    A autonomia padrão anunciada é de até 14 horas. O Playtime Boost pode acrescentar até duas horas, levando o máximo divulgado para 16 horas.

    A JBL Flip 7 é à prova d’água?

    A caixa possui certificação IP68. A JBL informa testes em até 1,5 metro de água doce por até 30 minutos em condições controladas.

    A Flip 7 é mais potente que a Flip 6?

    Sim na ficha técnica. A Flip 7 possui 35 W RMS contra 30 W RMS da Flip 6.

    A JBL Flip 7 tem Auracast?

    Sim. A nova geração utiliza Auracast para conectar caixas compatíveis.

    A Flip 7 funciona com PartyBoost?

    A Flip 7 adota Auracast. Quem possui caixas JBL anteriores que utilizam PartyBoost deve verificar a compatibilidade antes de esperar funcionamento conjunto.

    A JBL Flip 7 reproduz áudio lossless?

    Sim, através de USB-C, desde que a fonte e o conteúdo utilizados também sejam compatíveis com áudio sem perdas.

    Quanto vale pagar na JBL Flip 7?

    Para o BaratoTech, até R$ 649 é uma boa faixa editorial. Perto ou abaixo de R$ 599, consideraríamos uma excelente promoção em vendedor confiável. São alvos de compra: nesta revisão, o preço oficial confirmado foi R$ 809,10 no Pix, não R$ 599.

    Vale trocar a Flip 6 pela Flip 7?

    Não necessariamente. Para quem já possui uma Flip 6 em bom estado, as melhorias são interessantes, mas incrementais. A troca faz mais sentido se os novos recursos realmente forem importantes para o usuário.

    Fontes

  • Moto Tag 2 vale a pena em 2026? Review do rastreador Motorola com UWB e bateria de até 600 dias

    Moto Tag 2 vale a pena em 2026? Review do rastreador Motorola com UWB e bateria de até 600 dias

    Atualizado em 14 de outubro de 2026. Moto Tag 2 vale a pena? Perder chave, mochila ou mala é uma situação simples que pode virar uma dor de cabeça enorme. É justamente aí que entra o Moto Tag 2, rastreador compacto da Motorola criado para funcionar com celulares Android e com a rede Localizador do Google.

    A nova geração traz Bluetooth 6.0, banda ultralarga UWB, Bluetooth Channel Sounding, bateria substituível de até 600 dias e certificação IP68. Na consulta realizada pelo BaratoTech, a Motorola vendia o produto por R$ 269,10 à vista.

    Mas o Moto Tag 2 vale a pena em 2026 ou ainda custa caro demais para um pequeno rastreador?

    A resposta curta é: sim, principalmente para quem usa Android e encontra o produto até aproximadamente R$ 250. Aos R$ 269 atuais ele continua interessante, mas já vale comparar preços e entender se o seu celular é compatível com recursos como UWB.

    Esta é uma análise editorial baseada em documentação oficial, ficha técnica e preços consultados. O BaratoTech não realizou teste prático com uma unidade física deste produto. Veja também como o BaratoTech analisa custo-benefício.

    Moto Tag 2 vale a pena? Resposta rápida

    Ponto Moto Tag 2
    Vale a pena? Sim, especialmente até R$ 249
    Preço oficial consultado R$ 269,10 à vista
    Preço ideal BaratoTech Até R$ 249
    Rede Localizador do Google
    Bluetooth Bluetooth 6.0
    Localização precisa UWB em smartphones compatíveis; confira a ressalva de Android abaixo
    Channel Sounding Sim: Bluetooth 6.0, Android 16 ou posterior e suporte ao recurso no celular
    Alcance Bluetooth informado Até 100 metros
    Bateria CR2032 substituível
    Autonomia anunciada Até 600 dias
    Resistência IP68
    GPS integrado Não
    Alto-falante Sim

    Ficha técnica do Moto Tag 2

    Característica Especificação
    Tipo Rastreador Bluetooth para objetos
    Bluetooth Bluetooth 6.0
    Alcance Bluetooth informado Até 100 m em condições compatíveis
    UWB Sim; manual exige Android 12 ou posterior, UWB habilitado e aparelho compatível. Há divergência no release brasileiro.
    Bluetooth Channel Sounding Requer celular com Bluetooth 6.0, Android 16 ou posterior e suporte a Channel Sounding
    Rede de localização Rede Localizador do Google
    Sistema Android 9 ou posterior para a rede Localizador
    Bateria CR2032 substituível
    Autonomia anunciada Até 600 dias
    Proteção IP68
    Alto-falante Sim
    Botão 1
    GPS próprio Não
    Homologação Anatel 07665-25-00330, conforme ficha da Motorola Brasil
    Cores na loja brasileira Bege e Laranja, como identificadas no catálogo oficial consultado

    Como funciona o Moto Tag 2?

    O Moto Tag 2 é feito para ser colocado em objetos que você não quer perder, como chaves, mochila, mala, bolsa ou outros pertences.

    Quando a tag está perto do seu celular, a comunicação pode acontecer diretamente por Bluetooth.

    Quando ela fica longe, entra em ação a rede Localizador do Google. Aparelhos Android participantes da rede podem detectar o rastreador e ajudar a atualizar sua localização de maneira protegida. Isso depende de detecções e das condições da rede: o mapa pode mostrar apenas a última posição conhecida, e não um trajeto contínuo em tempo real.

    Isso significa que o Moto Tag 2 não precisa ter GPS próprio nem conexão de celular independente para aparecer no mapa.

    Moto Tag 2 não tem GPS próprio

    Esse é um ponto que costuma causar confusão.

    O Moto Tag 2 não possui GPS integrado.

    Ele utiliza Bluetooth, UWB e a infraestrutura da rede Localizador do Google para ajudar a determinar onde está o objeto.

    Por isso, ele não deve ser confundido com um rastreador veicular com GPS e chip de dados, capaz de transmitir sua própria localização por rede móvel.

    Para chaves, bolsas, mochilas e malas, essa arquitetura faz sentido. Ela não substitui um rastreador veicular independente com transmissão contínua de dados. Sua finalidade aqui é localizar objetos pessoais, não monitorar pessoas.

    A rede Localizador do Google é o grande diferencial

    A Motorola afirma que o Moto Tag 2 funciona integrado à rede Localizador do Google, formada por uma grande quantidade de dispositivos Android.

    A ideia é semelhante à de outras grandes redes colaborativas de localização: quando seu rastreador está distante, aparelhos próximos podem ajudar a atualizar sua posição de forma anônima e protegida.

    Segundo a Motorola, para utilizar a rede é necessário Android 9 ou posterior, além de Bluetooth e localização ativados e conexão à internet nas condições necessárias.

    Isso torna o Moto Tag 2 particularmente interessante para quem utiliza Android, já que ele não fica restrito somente aos smartphones Motorola.

    UWB permite descobrir direção e distância

    Moto Tag 2 com tecnologia UWB para localização precisa
    UWB pode indicar direção e distância quando o smartphone também é compatível.

    Um dos melhores recursos do Moto Tag 2 é a presença de UWB, ou banda ultralarga.

    Em smartphones Android compatíveis com UWB, a tecnologia pode ajudar a indicar não apenas se o rastreador está próximo, mas também a direção e a distância até ele.

    É exatamente o tipo de recurso que faz diferença quando você sabe que a chave está dentro de casa, por exemplo, mas não consegue descobrir onde.

    Há, porém, uma limitação importante: o celular também precisa possuir UWB compatível. O manual do Moto Tag 2 exige Android 12 ou posterior e UWB habilitado. Existe divergência oficial: o release brasileiro menciona Android 9 para UWB. Por cautela, considere o requisito do manual e confirme o suporte específico do seu smartphone; Android 9 para pareamento não garante UWB.

    Se o smartphone não tiver a tecnologia, o Moto Tag 2 continua podendo funcionar como rastreador Bluetooth e através da rede Localizador, mas você não terá necessariamente todos os recursos de localização direcional.

    Bluetooth Channel Sounding é outra novidade

    Além do UWB, o Moto Tag 2 utiliza Bluetooth Channel Sounding.

    A tecnologia foi desenvolvida para permitir estimativas de distância mais precisas entre dispositivos Bluetooth compatíveis.

    Na prática, isso pode ajudar quando o objeto está relativamente próximo, inclusive em situações nas quais ele esteja escondido ou fora do campo de visão.

    Assim como ocorre com UWB, o recurso depende de smartphone compatível. A documentação atual exige Bluetooth 6.0, Android 16 ou posterior e suporte a Channel Sounding no celular. Ter apenas Android 16 ou Bluetooth 6.0 não assegura a função; disponibilidade e habilitação também podem variar por região e aparelho.

    Bluetooth 6.0 e alcance de até 100 metros

    A ficha oficial brasileira informa Bluetooth 6.0 e alcance de Bluetooth de até 100 metros.

    Esse número deve ser entendido como uma referência técnica, não como uma garantia de funcionamento a 100 metros em qualquer cenário.

    Paredes, móveis, interferências, posição do rastreador e características do smartphone podem reduzir significativamente o alcance real.

    Quando o item sai do alcance direto do Bluetooth, o objetivo passa a ser encontrá-lo pela rede Localizador do Google.

    Até 600 dias de bateria

    Moto Tag 2 com bateria CR2032 substituível de até 600 dias
    A Motorola anuncia até 600 dias de autonomia com bateria CR2032 substituível.

    Outro destaque é a autonomia.

    A Motorola anuncia até 600 dias de uso com uma bateria CR2032.

    Essa bateria do tipo moeda é comum e, mais importante, pode ser substituída pelo próprio usuário.

    Isso significa que não é necessário descartar o rastreador ou enviá-lo para manutenção quando a bateria acabar.

    A própria fabricante alerta que os 600 dias são uma estimativa e que a duração real pode mudar conforme temperatura, intensidade do sinal, condição da bateria e padrão de utilização.

    Ressalva das fontes: o anúncio brasileiro e páginas internacionais também usam a expressão “mais de 600 dias”. Nesta análise, mantemos “até 600 dias”, seguindo a ficha técnica brasileira atual, sem transformar nenhuma dessas estimativas em garantia.

    IP68 ajuda bastante em um rastreador

    A ficha técnica brasileira atual do Moto Tag 2 informa certificação IP68, também indicada no manual consultado.

    Existe uma divergência oficial: o comunicado de lançamento no Motorola News Brasil ainda cita IP67 e imersão de 1 metro. Para este artigo, priorizamos a ficha brasileira atual e o manual, que indicam IP68. Não misturamos os limites das duas classificações.

    Segundo a Motorola, o produto foi testado em laboratório para suportar submersão em até 1,5 metro de água doce por até 30 minutos em condições controladas.

    É uma proteção especialmente útil em um acessório que pode ficar preso a mochila, chave ou mala e acabar exposto à chuva, poeira ou sujeira.

    Mesmo assim, IP68 não significa que o produto seja completamente à prova d’água. A resistência pode diminuir com desgaste e não cobre exposição indiscriminada a qualquer líquido ou água pressurizada.

    O Moto Tag 2 consegue emitir som?

    Sim.

    O rastreador possui alto-falante integrado e pode emitir um alerta sonoro quando acionado pelo aplicativo.

    Isso é particularmente útil quando você já sabe que o objeto está por perto, mas não consegue enxergá-lo.

    Uma chave perdida entre almofadas, dentro de uma mochila ou em outro cômodo é um exemplo típico.

    Para que serve o botão físico?

    A tag também pode fazer o celular pareado tocar e funcionar como disparador remoto da câmera, conforme o app Moto Tag e as permissões do telefone. São recursos de conveniência; não foram testados pelo BaratoTech.

    E a privacidade?

    A Motorola informa que os dados de localização usados pela rede são protegidos por criptografia de ponta a ponta.

    O Android também possui alertas para rastreadores desconhecidos que estejam se deslocando junto com uma pessoa sem que ela tenha conhecimento. Esses alertas ajudam a reduzir abuso, mas não garantem detecção imediata de todo rastreador nem tornam o sistema infalível.

    O próprio Google explica que dispositivos Android podem avisar quando um rastreador compatível com a rede Localizador que não pertence ao usuário parece estar acompanhando seus deslocamentos.

    Esse mecanismo é importante porque rastreadores Bluetooth podem ser utilizados de maneira indevida para acompanhar pessoas sem consentimento.

    Moto Tag 2 funciona em qualquer celular Android?

    A resposta precisa ser dividida em duas partes.

    Para utilizar a rede Localizador do Google, a Motorola informa compatibilidade com Android 9 ou posterior, respeitando requisitos de região, conta e serviços necessários.

    Entretanto, recursos avançados como UWB e Bluetooth Channel Sounding dependem de hardware compatível no próprio smartphone. Para Channel Sounding, também é necessário Android 16 ou posterior; para UWB, veja a divergência oficial de requisitos explicada acima.

    Portanto, um celular Android que consiga configurar a tag não necessariamente oferecerá todas as formas de localização precisa disponibilizadas pelo acessório.

    Moto Tag 2 ou Galaxy SmartTag2?

    Essa é uma das comparações mais importantes para quem procura um rastreador no Brasil.

    Característica Moto Tag 2 Galaxy SmartTag2
    Ecossistema principal Android / Localizador Google Samsung Galaxy / SmartThings Find
    UWB Sim, aparelho compatível Sim, Galaxy com UWB e Android 11 ou posterior para a Visualização em Bússola
    Bateria substituível Sim, CR2032 Sim, CR2032
    Preço oficial consultado R$ 269,10 R$ 349
    Principal vantagem Integração mais ampla com Android Integração com ecossistema Galaxy

    Para quem já utiliza vários aparelhos Galaxy e prefere o ecossistema SmartThings, o SmartTag2 continua sendo uma opção relevante.

    Para quem utiliza Android de marcas diferentes ou quer aproveitar diretamente a rede Localizador do Google, o Moto Tag 2 tende a ser mais flexível.

    Na consulta realizada em 14 de outubro de 2026, a Motorola listava R$ 269,10 à vista para o Moto Tag 2 e a Samsung informava R$ 349 para o SmartTag2 unitário. São referências dos sites oficiais, não garantia de estoque ou de menor preço do varejo. Não concluímos superioridade prática apenas pela ficha técnica.

    E o Galaxy SmartTag3?

    A Samsung já apresentou uma geração mais nova do seu rastreador.

    O Galaxy SmartTag3 ganhou mudanças importantes. A Samsung anuncia até 550 dias em uso padrão e até 790 dias no modo de economia, além de funções básicas de localização e compartilhamento em iOS compatível. Isso não significa todos os recursos no iPhone: a Samsung ressalva, por exemplo, a ausência de Compass View no iOS. A notícia do BaratoTech não informava preço brasileiro; não estimamos um valor.

    Para avaliar a compra agora, portanto, usamos o preço efetivamente listado do Moto Tag 2 e a comparação com o SmartTag2. O anúncio de um sucessor, sozinho, não permite concluir qual oferece melhor custo-benefício no Brasil.

    Quanto vale pagar no Moto Tag 2?

    A loja oficial da Motorola mostrava o Moto Tag 2 por R$ 269,10 à vista no momento desta análise.

    O preço é razoável diante da combinação de UWB, Bluetooth 6.0, Localizador do Google, bateria substituível e IP68, mas ainda existe espaço para promoções melhores.

    Preço Avaliação BaratoTech
    Até R$ 219 Excelente promoção
    R$ 220 a R$ 249 Ótima compra
    R$ 250 a R$ 279 Bom negócio
    R$ 280 a R$ 299 Vale, mas procure promoção
    R$ 300 ou mais Compare os concorrentes antes de comprar

    Preço ideal BaratoTech: até R$ 249. As faixas são avaliação editorial, não histórico de preços nem promoções encontradas nesta consulta. Mantivemos o teto ideal abaixo dos R$ 269,10 listados pela Motorola, considerando também os R$ 349 de referência do SmartTag2 e a compatibilidade do celular.

    Para quem o Moto Tag 2 vale a pena?

    • quem costuma perder chaves, mochila ou bolsa;
    • quem viaja e quer colocar um rastreador na mala;
    • quem utiliza Android;
    • quem possui celular com UWB e quer localização direcional;
    • quem quer bateria facilmente substituível;
    • quem prefere a rede Localizador do Google;
    • quem encontrar o rastreador por aproximadamente R$ 250.

    Quem deve pensar duas vezes?

    • quem utiliza somente iPhone;
    • quem precisa de um rastreador GPS independente com chip móvel;
    • quem espera acompanhamento contínuo em tempo real;
    • quem possui Android sem UWB e quer especificamente localização direcional;
    • quem pretende pagar mais de R$ 300 sem comparar alternativas.

    Pontos fortes

    • integração com a rede Localizador do Google;
    • UWB;
    • Bluetooth Channel Sounding;
    • Bluetooth 6.0;
    • bateria CR2032 substituível;
    • até 600 dias de autonomia anunciada;
    • proteção IP68;
    • alto-falante integrado;
    • alertas contra rastreamento desconhecido;
    • não fica restrito apenas a celulares Motorola.

    Pontos fracos

    • não possui GPS próprio;
    • UWB exige celular compatível e há divergência oficial sobre o Android mínimo;
    • Channel Sounding exige Android 16 ou posterior, Bluetooth 6.0 e suporte específico;
    • alcance Bluetooth real depende muito do ambiente;
    • R$ 269 ainda pode ser alto para quem quer apenas localizar chaves dentro de casa.

    Veredito: Moto Tag 2 vale a pena em 2026?

    Sim, o Moto Tag 2 vale a pena em 2026.

    A proposta é simples, mas o conjunto é bastante completo: integração com a rede Localizador do Google, UWB, Bluetooth Channel Sounding, Bluetooth 6.0, IP68, bateria substituível e autonomia anunciada de até 600 dias.

    A principal ressalva é que os melhores recursos de localização dependem de um smartphone compatível. Além disso, ele não é um rastreador GPS independente.

    Por até R$ 249, consideramos uma ótima compra. Na faixa dos R$ 269 atuais, continua interessante para quem realmente quer um rastreador para Android. Acima de R$ 300, vale comparar cuidadosamente os concorrentes.

    Perguntas frequentes

    O Moto Tag 2 tem GPS?

    Não. Ele utiliza Bluetooth, UWB e a rede Localizador do Google para ajudar a encontrar objetos.

    O Moto Tag 2 funciona sem estar perto do meu celular?

    Ele pode ser localizado à distância através da rede Localizador do Google quando aparelhos participantes detectam a tag e ajudam a atualizar sua localização. Sem novas detecções, a posição pode permanecer desatualizada; não há garantia de acompanhamento contínuo.

    O Moto Tag 2 funciona em qualquer Android?

    O pareamento básico exige Android 9 ou posterior e os serviços necessários. Channel Sounding requer Android 16 ou posterior, Bluetooth 6.0 e suporte específico. Para UWB, o manual pede Android 12 ou posterior; o release brasileiro diverge ao citar Android 9. Confirme o suporte do smartphone antes da compra.

    Qual é o alcance do Bluetooth?

    A Motorola informa alcance de até 100 metros. O resultado real pode ser menor dependendo de paredes, interferências e outros obstáculos.

    Quanto dura a bateria?

    A fabricante anuncia até 600 dias de autonomia com uma bateria CR2032. A duração real varia conforme utilização e condições ambientais.

    A bateria pode ser trocada?

    Sim. O Moto Tag 2 utiliza bateria CR2032 substituível pelo usuário.

    O Moto Tag 2 é à prova d’água?

    Ele possui classificação IP68. Segundo a Motorola, foi testado em condições controladas em até 1,5 metro de água doce por até 30 minutos, mas a fabricante ressalta que não é completamente à prova d’água.

    Ele emite som?

    Sim. Existe um alto-falante integrado para ajudar a encontrar objetos próximos.

    Quanto vale pagar no Moto Tag 2?

    Para o BaratoTech, a faixa ideal é até R$ 249. Até R$ 219 consideramos uma excelente promoção. O preço oficial consultado em 14/10/2026 foi R$ 269,10 à vista; as faixas são julgamento editorial e não promessa de oferta disponível.

    Fontes